Wixsxx, eu tive que ler novamente o primeiro capitulo para entender o enredo hahaha, fazia um tempo que não lia, agora que percebi que vc deu uma pausa. Olha, desejo melhorar para sua situação em off, sabemos o quanto é complicado mesclar as coisas.
Sua história hoje é uma das que mais gosto de ler devido a diversificação hahaha, o enredo me dá inveja, é bem um estilo que eu gostaria de escrever. Parabéns pela descrição saudável que deu ao Frodo, é um dos meus NPCs favoritos e agradeço a atenção que dedicou Haha. Seus mistérios e a maneira aberta de como escreve me prende muito, abuse dessa característica.
Destaque para Elizander que vai ser peça chave pra história hehe (to na torcida, até mesmo se ele se tornar um vilão kkkk)
Enviado de meu S480 usando Tapatalk
30-10-2016, 10:55
Edge Fencer
Muito bom o capítulo, cara. Mostrou que o Wilson realmente tem algo de muito especial para resistir aos efeitos da peste e do ataque do Ceifador, sem contar que ambos os ataques parecem ter uma relação próxima... E o Elizander conseguiu notar isso; esse cara fica cada vez mais misterioso.
Fico curioso para ver qual será a reação do Wilson quando se recuperar; não deve ser legal levar uma garrafada dessa sem motivo aparente hahaha; o Elizander vai ter que arrumar uma boa desculpa para isso.
Sobre a escrita, notei uma melhora nesse capítulo; a narração teve um ritmo melhor e não prejudicou o andamento do enredo. Continua assim que tá ficando bom xD.
Vamos ver o que vai sair dessa situação aí de Northport, tô curioso.
Abraço!
30-10-2016, 18:56
Iridium
Saudações!
Enfim tirei um tempo para ler seus dois últimos capítulos... E já fiquei com gosto de quero mais. Estou gostando bastante da narrativa focada nesses dois personagens e quero ver onde isso vai dar. A propósito, acho que seria interessante você destacar quem está narrando cada parte em negrito para facilitar a diferenciação na wall of text e entender a partir de onde começa a narração de um personagem e quando ela se encerra. No mais, está muito bom.
Aguardo o próximo.
Abraço,
Iridium.
31-10-2016, 00:54
Nedless
Bom obrigado a todos que acompanham, e dizer que esse foi o capítulo com mais feedbacks; logo nem preciso dizer que estou muito feliz por isso!
Spoiler: Respostas
Citação:
Postado originalmente por Edge Fencer
Muito bom o capítulo, cara. Mostrou que o Wilson realmente tem algo de muito especial para resistir aos efeitos da peste e do ataque do Ceifador, sem contar que ambos os ataques parecem ter uma relação próxima... E o Elizander conseguiu notar isso; esse cara fica cada vez mais misterioso.
Fico curioso para ver qual será a reação do Wilson quando se recuperar; não deve ser legal levar uma garrafada dessa sem motivo aparente hahaha; o Elizander vai ter que arrumar uma boa desculpa para isso.
Sobre a escrita, notei uma melhora nesse capítulo; a narração teve um ritmo melhor e não prejudicou o andamento do enredo. Continua assim que tá ficando bom xD.
Vamos ver o que vai sair dessa situação aí de Northport, tô curioso.
Abraço!
E ai Edge, tudo tranquilo?
Então, realmente o Wilson tem algo bem especial para ter essa resistência. Agora o que é, e até aonde isso pode chegar... Só vendo para saber. Enquanto ao Elizander, ele é quem mais deve se destacar por um tempo, pois se perceber ele é bem estranho; entretanto, ele sempre conhece aquilo que passa pelo seu caminho, e é do estilo que gosta de observar deixando ação para quando não tiver jeito.
E Northport é um lugar calmo, bom para se revelar segredos. :hmm:
Obrigado pelo elogio, e pode deixar que tentarei manter o ritmo!
Citação:
Postado originalmente por Kaya Mithsay
Wixsxx, eu tive que ler novamente o primeiro capitulo para entender o enredo hahaha, fazia um tempo que não lia, agora que percebi que vc deu uma pausa. Olha, desejo melhorar para sua situação em off, sabemos o quanto é complicado mesclar as coisas.
Sua história hoje é uma das que mais gosto de ler devido a diversificação hahaha, o enredo me dá inveja, é bem um estilo que eu gostaria de escrever. Parabéns pela descrição saudável que deu ao Frodo, é um dos meus NPCs favoritos e agradeço a atenção que dedicou Haha. Seus mistérios e a maneira aberta de como escreve me prende muito, abuse dessa característica.
Destaque para Elizander que vai ser peça chave pra história hehe (to na torcida, até mesmo se ele se tornar um vilão kkkk)
Enviado de meu S480 usando Tapatalk
Fala aí sumido! HSUHAUSAS
É eu dei uma pausa, inclusive expliquei os motivos que me afastaram da seção. Agradeço seu desejo desde já. :y:
Realmente é difícil mesclar, mas estamos ai na atividade; quanto ao Frodo ele é aquele cara que seria o garçom da música do Reginaldo Rossi, não tem como avacalhar o npc :D:D. E agradeço por apreciar o jeito com o qual escrevo, é sempre um grande incentivo ler isso!
Sobre o Elizander, eu poderia dizer que ele tem várias direções, e só o tempo vai mostrar o que ele é de fato. Entretanto essa palavra vilão delimita muito o personagem, já que nem mesmo o Wilson sabemos o que vai ser. (Aproveitando o gancho, queria ver mais da Noa na sua história, ela que inclusive apareceu muito pouco, mas já me conquistou!) :P:P:P
E por fim agradeço também as dicas, tentarei me ater esses pontos, pode deixar!
Citação:
Postado originalmente por Iridium
Saudações!
Enfim tirei um tempo para ler seus dois últimos capítulos... E já fiquei com gosto de quero mais. Estou gostando bastante da narrativa focada nesses dois personagens e quero ver onde isso vai dar. A propósito, acho que seria interessante você destacar quem está narrando cada parte em negrito para facilitar a diferenciação na wall of text e entender a partir de onde começa a narração de um personagem e quando ela se encerra. No mais, está muito bom.
Aguardo o próximo.
Abraço,
Iridium.
Olá Iridium, obrigado por acompanhar e pela sugestão, que já foi inclusive incorporada!
Bom se o gosto é de quero mais, ai está a continuação!
Antes de terminar, acho que mesmo não tendo chances, irei participar do concurso de melhor história de 2016.
Spoiler: Capítulo 13 - Trajetória e destino (Parte 1)
Capítulo 13 – Trajetória e destino. (Parte 1)
Narrado por Elizander Rotckenback.
“Se tivesse outro jeito, eu escolheria sem pensar amigo.” Tentei explicar minha decisão ao meu conhecido, que parecia estar um pouco relutante em aceitar que a garrafada foi o melhor caminho. Poderia ser talvez pelo fato de depois dele ser desacordado, eu ter feito um pequeno corte em seu braço e pego um pouco do seu sangue; ou por acordar amarrado numa pilastra do depósito da vila, e não estar entendendo nada do que estava se passando.
Quando se cessou seu arsenal de ofensas e suas tentativas de se debater, eu me aproximei de Wilson e calmamente disse a ele: “Para inicio de conversa, fiz isso para pegar um pouco do seu sangue que talvez salve o irmão daquele estranho.” Minha sinceridade ao menos conseguiu encerrar a barulheira, que logo chamaria a atenção dos moradores; só que como nada é perfeito, ele começou a insistir que eu desse uma explicação, sobre como que eu soube da história do navio e da peste.
Pestanejei no começo bastante, mas vendo que não teria outra maneira tive de abrir o jogo. Aproveitei um tempo para pegar uma cadeira jogada no depósito, que a propósito era bem velho mesmo sendo conservado; tive de testar a cadeira na qual peguei pra mim, pois já não aguentava ficar em pé, e também pelo fato que explicar tudo levaria muito tempo sem a menor sombra de dúvidas.
Por final me assentei, cocei a cabeça por um tempo, e por fim escolhi um melhor ponto para se começar: “Elizander Rotckenback, Lars Hajaern, Tom Miller e Ellis Roth. Bom, esses quatro nomes se remetem a uma pessoa, que é essa que está falando com você agora.” Não demorou muito para que se associassem as visitas constantes de necromancers até Carlin, foi quando Wilson se voltou para mim e perguntou o porquê estaria contando a ele isso, já que meus nomes nada tem a ver com o que ele pediu para que se explicasse.
Enquanto ele mirava os cantos do depósito, tentando estabelecer uma ponte aos fatos que poderiam ligar meu conhecimento de sua história, eu me reclinei na cadeira e prossegui: “Tom Miller foi um feiticeiro de Thais, que por dois anos estudou o processo de multiplicação de uma runa, que foi encontrada nas proximidades de Drefia por uma tropa Thaiana.” O jovem que já havia forçado bastante a corda se soltou, e partiu para cima de mim; pensando ser eu o projetor daquilo que assassinou tantos de seus conhecidos.
Foi quando eu ironicamente apontei para trás, mesmo assim fui ignorado completamente; então um dos meus esqueletos demoníacos que se encontravam atrás da pilastra, passou um espelho na frente de Wilson; o espelho mostrava outra garrafa já na direção de sua cabeça. Foi então que sua frustração me rendeu certas gargalhadas, mas me prontifiquei de recuperar a serenidade e continuar a explicar para o jovem meu envolvimento.
Agora com ambos de pé indiquei que saíssemos daquele lugar fechado, e agora sem truques desenvolvesse no cais o fim dessa conversa. O caminho foi apenas até o portão do local, que já dava a visão do cais, que contava já com alguns pescadores; o ambiente trazia um pouco de tranquilidade, coisa que eu precisaria ter com Wilson, o qual eu voltei a dirigir a palavra: “Eu estudei uma forma de parar aquilo, como eu te disse essas runas foram encontradas em Drefia, se recorda?” Wilson se mostrou desconfiado, mas ponderou e pediu que eu prosseguisse com a minha história.
Tirei um tempo para pegar o ar, e sentir um pouco da brisa para prosseguir, coisa que para Wilson demorava uma eternidade. Porém logo tratei de retomar a explicação: “Essas runas foram perdidas na minha fuga de Drefia, eu já estava cansado de ficar tanto tempo recluso àquelas ruínas, foi então que fugi com Melissa a qual para todos se chama Melinda.”.
As coisas começavam a se encaixar para o garoto, que pela primeira vez não esboçou em seu semblante a vontade de partir para cima de mim, apenas se sentou na ponta do cais e ficou a encarar o horizonte; coisa que até agora não vi dele. Mas até que de certa forma eu invejo a ousadia desse garoto, me faz lembrar um velho amigo que talvez apresente a ele mais pra frente.
E depois de uma longa pausa, Wilson se volta a mim com mais perguntas: “Então você sabe da história de todos daquele grupo, já que para estudar os avanços deles você teve que adentrar no DROPE, e lá com certeza viu os materiais sobre nós.” E então quando me preparava para responder a afirmação ele continuou: “E também, se conhecia os trabalhos de Leon e Stutch, porque não parou as operações?”.
O veneno da critica a minha inercia sobre a empreitada de Thais foi algo que não esperava, porém parei por um tempo e o encarei firmemente e declarei: “Sim eu sabia de todos vocês e suas origens, e não consegui impedi-los de realizar seus testes, pois sou um necromancer apenas; posso ser um dos ou senão o mais forte, porém não sou imbatível e não passaria por vocês e uma tropa inteira que seriam colocados contra mim; além de que não poderia arriscar Melissa por causa de uma burrice minha; espero que não volte a colocar culpa da sua desgraça sobre mim, porque eu não sou quem tem que responder por isso.”. Depois de tomar certo ar, fui voltando para a casa de Jowel junto a Wilson que sem dizer nada me seguiu; afinal, ele poderia estar puto por descobrir que um descuido meu causou grande impacto na sua vida. Só que por outro lado, o sol já dizia que a hora do almoço já tinha passado por tempos; e você pode até conseguir passar o dia puto, mas nunca que vai passar o dia com fome.
31-10-2016, 11:44
Edge Fencer
Bom, algumas informações importantes vieram nesse capítulo. Fica a dúvida se o Elizander foi realmente sincero em tudo que disse, eu duvido muito; acho que ele teve outros motivos para estudar a runa, mas vamos esperar o que virá daqui pra frente.
Acho que dificilmente o Wilson acreditaria 100% no que ele disse, mas pode ser que comece a vê-lo como um aliado, talvez. Também fico curioso de como a Natália reagiria se soubesse disso...
A escrita continua melhorando; parece que você já pegou o ritmo novamente, fico feliz por isso.
Aguardo o próximo capítulo, creio que virão mais informações interessantes xD.
Abraço!
03-11-2016, 13:47
Nedless
Continuação do último capítulo espero que gostem! :D:D
Spoiler: Respostas.
Citação:
Postado originalmente por Edge Fencer
Bom, algumas informações importantes vieram nesse capítulo. Fica a dúvida se o Elizander foi realmente sincero em tudo que disse, eu duvido muito; acho que ele teve outros motivos para estudar a runa, mas vamos esperar o que virá daqui pra frente.
Acho que dificilmente o Wilson acreditaria 100% no que ele disse, mas pode ser que comece a vê-lo como um aliado, talvez. Também fico curioso de como a Natália reagiria se soubesse disso...
A escrita continua melhorando; parece que você já pegou o ritmo novamente, fico feliz por isso.
Aguardo o próximo capítulo, creio que virão mais informações interessantes xD.
Abraço!
Eu irei rever o capítulo, talvez tenha colocado errado, pois Elizander foi estudar os planos de Thais com a runa. Ele já tinha ciência do seu poder, e o que ela poderia fazer, tanto que ele diz que foi ele que a deixou cair fugindo de Drefia.
Wilson com certeza vai ter muito para processar, e principalmente sobre a veracidade das coisas que lhe foram passadas. Bom e a Natália pode continuar a ser a calada de sempre, ou explodir e mandar tudo para os ares, o que mais gosto nela é que ela tem essa volatilidade gigante. O que pode gerar plot-twist a qualquer hora.
Estou tentando ao máximo melhorar, principalmente nos erros que vem me "matando".
Obrigado por acompanhar e pelos feedbacks (on e off), e provavelmente o próximo deve ser no outro tópico, que só tem dois capítulos ainda.
Spoiler: Capítulo 13 - Trajetória e destino. (Parte 2)
Capítulo 13 - Trajetória e destino. (Parte 2)
Narrado por Megan Steward.
Tentei pela manhã coletar informações, mas nada de produtivo saiu dos habitantes do vilarejo, que conquistam pela gentileza; tanto que era notória a expressão de desanimo quando não podiam acrescentar a investigação. Tudo bem que eram apenas casos de furtos não correlatos; só que eu não sei o porquê de eu ter tanta paixão por esse trabalho, a ponto de mesmo nessa cidade aonde tudo te chama para relaxar, eu continuar tentando resolver coisas referentes a ele.
Ao menos Elizander não aprontou nenhuma dele nesta manhã, essa crescente amizade dele com Wilson é algo que veio a calhar, mesmo sabendo que uma hora terei de leva-lo as autoridades de Carlin. A verdade é que eu mesma não tenho vontade disso, o garoto mostra a cada dia que não é esse assassino em série que vi no monte quando o capturei.
Bom depois de dar com os burros n’água, melhor voltar a casa de Jowel que deve estar ainda estonteado com a Natália; homens são tão estranhos, mesmo com o irmão perto a partir, não para de “examinar” a druida desde que nos encontramos. Em falar em estranheza, olha quem vem do outro lado...
Narrado por Elizander Rocktemback
“Capitã! Que surpresa agradável; soube que tem umas casas vazias, será que você ainda tem algumas algemas sobrando?” Essa frase com o sorriso que ela detes-adora tira dela o melhor: Aquela cara de preocupação ao olhar para os lados, temendo alguém ouvir qualquer coisa que tire dela a sua pose. Nem mesmo o tapa cheio de tempero tira essa sensação, pois vê-la tentando se manter a durona é algo que me deixa cada vez mais louco por essa mulher; Melinda sempre foi mais a razão, mas a Megan é puro instinto.
Wilson nem se atentou ao que ocorreu, estava ainda tão ligado no que eu havia o passado, que ainda estava intrigado com as informações; mal sabe ele que isso não foi nada, ainda tenho muito para passar para esse garoto. Que por mais que sua idade atrapalhe, ao que se refere a confiar nele minha identidade. Ele continua cada vez mais me dando provas de que devo confiar, já que ele poderia abrir o bico sobre o que eu sei sobre Thais para a capitã, e só nisso foder toda a minha ambientação que demorou a ser feita.
Querendo dar um fim a cena, a loira apenas seguiu a casa dos irmãos Ward, e nós fomos atrás da bronzeada dona das minhas fantasias, que ao chegar lá junto a nós observou o mesmo de que quando saímos: a mesma bagunça, Natália incessantemente tentando salvar o garoto, e Jowel confuso se admirava a ruiva ou se dava apoio ao irmão. Foi o abrir da porta do quarto, que lancei o frasco no peito do hipnotizado; ele quase o deixou cair, mas conseguiu impedir e perguntar o que seria aquilo.
“Batizado pela Benevola, esse pedaço de presunto tá prestes a partir, vamos pelo menos tentar de tudo...” Peguei pesado com o Norteportiano que desconsiderou minhas palavras, e fez o irmão beber o frasco avermelhado, que continha o sangue Wilson misturado com um pouco de água. O efeito em alguns minutos iriamos saber, então tiramos esse tempo para nos alimentar e repor as forças para o restante do dia; na verdade isso mais servia para Natália que se encontrava exausta, e por sua vez ao acabar de comer se lançou no ombro de Wilson e adormeceu. Entretanto, eu apreciei mais um pouco o salmão junto a um vinho que trouxe comigo; cerveja para mim é intragável, nunca fui muito fã daquela água de milho que as guardas tanto apreciam, espero que a Megan não tenha ouvido isso.
Narrado por Jowel Ward.
Todos estavam famintos e foram saindo do quarto aos poucos, eu permaneci esperando que aquela coisa fizesse efeito; por mais doido que fosse nem fiz perguntas adicionais. Qualquer coisa que me fosse oferecida como uma possível solução, eu iria abraçar sem pestanejar de forma alguma; já que não me sobrou muito tempo para salvar meu irmão, nem mesmo o dom que me foi dado foi capaz de mudar isso.
Passou quase uma hora quando o semblante de Michael começou a melhorar, a constante atormentação começou a se esvair de seu rosto; a pele foi perdendo a palidez que já parecia comum, e foi ali que percebi que havia feito resultado. Corri para avisá-los, só que parei já na sala quando Natália estava deitava quase que nos braços daquele cara. Tomei um pouco de ar e voltei para o quarto, melhor esperar que eles venham a mim, e assim vejam a situação por ela mesma.
Neste meio tempo observei o céu que repentinamente começou a escurecer, ao chegar à janela do quarto a qual permitia algumas folhas entrarem, bagunçando ainda mais o quarto já mexido. Foi então que ao tentar fecha - lá, um rosto nunca antes visto por essas bandas falava com o feiticeiro que me nocauteou; mostrando ter grande poder tentava intimidar o feiticeiro que apenas debochava do estranho. A coisa mudou quando se sentindo diminuído, o mesmo amostrou uma estranha runa em forma de ameaça, o feiticeiro por sua vez caiu na conversa e retirou uma pequena adaga colocando no pescoço do estranho; então o último apenas riu da reação e desapareceu numa estranha parede mágica*.
Parede mágica = Tradução livre para magic wall.
03-11-2016, 16:33
Iridium
Saudações!
estou um pouco atribulada e comentarei os dois últimos capítulos assim que puder (editarei o post aqui).
Abraço,
Iridium.
07-11-2016, 01:03
Edge Fencer
E aí! xD
Foi mal pela minha demora em ler o capítulo, a última semana foi bem cheia, mas finalmente acabou :suspira:
Eu comento em todos os capítulos sobre o Elizander, mas não dá pra evitar, que personagem misterioso hahaha. Agora ainda aparece essa pessoa desconhecida que parecer ter tirado ele do sério... Tô muito curioso pra ver quais são as verdadeiras intenções dele.
Sua escrita continua melhorando, já dá pra notar bem a diferença dos últimos capítulos para aqueles primeiros que você escreveu no retorno da história; também fico feliz por você ter aderido àquela dica de usar mais o ponto-e-vírgula, tá deixando os períodos bem mais fluídos.
Acho que é isso, estarei no aguardo da sequência xD. Já tá meio tarde hoje, mas amanhã vou ler o capítulo novo do outro tópico também.
Abraço!
09-11-2016, 13:19
Nedless
Spoiler: Respostas
Citação:
Postado originalmente por Edge Fencer
E aí! xD
Foi mal pela minha demora em ler o capítulo, a última semana foi bem cheia, mas finalmente acabou :suspira:
Eu comento em todos os capítulos sobre o Elizander, mas não dá pra evitar, que personagem misterioso hahaha. Agora ainda aparece essa pessoa desconhecida que parecer ter tirado ele do sério... Tô muito curioso pra ver quais são as verdadeiras intenções dele.
Sua escrita continua melhorando, já dá pra notar bem a diferença dos últimos capítulos para aqueles primeiros que você escreveu no retorno da história; também fico feliz por você ter aderido àquela dica de usar mais o ponto-e-vírgula, tá deixando os períodos bem mais fluídos.
Acho que é isso, estarei no aguardo da sequência xD. Já tá meio tarde hoje, mas amanhã vou ler o capítulo novo do outro tópico também.
Abraço!
Sem problemas, minhas semanas sempre são bem cheias, sei bem como que é.
Bom, o Ellis é aquele ponteiro maluco de relógio cada segundo mira para um lado. Chamo ele assim, pois esse é o real nome dele; já que Elizander foi apenas o utilizado para se "esconder".
Muito obrigado pelos elogios, e também pelas dicas que venho implementando; inclusive, no outro tópico vou tentando novos tipos de narrativas, que aqui poderão ser implementados.
Como já disse anteriormente sem pressa, o tópico não vai a lugar nenhum! HSAUHSUA
Citação:
Postado originalmente por Iridium
Saudações!
estou um pouco atribulada e comentarei os dois últimos capítulos assim que puder (editarei o post aqui).
Abraço,
Iridium.
Waiting for it.
Spoiler: Capítulo 13 - Trajetória e destino. (Parte 3)
Capítulo 13 - Trajetória e destino. (Parte 3)
Narrado por Elizander Rocktemback.
“Seu retorno não mais é um pedido, e sim uma ordenança da irmandade. Eu poderia simplesmente jogar essa runa lá dentro, e fazer aquele garoto que anda com vocês ter que doar todo o sangue; mas serei paciente com você e esperarei uma iluminação.” Por mais que eu tivesse colocado o Ryan para correr, eu tenho o pressentimento que ele tem algo em mente; provavelmente já sabe que Wilson conhece parte da verdade, e não vai demorar até tomar alguma atitude quanto a isso. A única coisa que preciso fazer é estar por perto, e despachar esse rato para o outro mundo... Só que esse dia não será hoje, e ficar estático aqui do lado de fora não vai ajudar em nada; melhor voltar antes que deem pela minha falta.
Narrado por Leon Kevin.
Os arredores de Thais como sempre tranquilos, e nada como essa calmaria para se preparar para mais um dia de “trabalho”. O clarividente disse que haveria muito mais o que fazer, e que haveria hoje uma grande surpresa; talvez, como ele mesmo disse: “Um projeto em escala nunca antes vista.”
Todavia isso poderia esperar uma dose no Frodo, que como sempre; cedo já estava distribuindo a ração diária dos amantes do álcool da região. O ambiente poderia ser o mesmo de dez anos atrás, mas a inovação era compensada pela sempre impecável bebida. Por mais que ele não tenha esquecido meu descontrole de semana passada, não me tratou diferente como muitos faziam nas ruas, então me senti no dever de pagar um pouco mais ao rapaz, que assim como eu separa muito bem o trabalho da pessoa. Entretanto chega de bar, a estrutura do DROPE é logo à esquerda.
Meus passos rápidos me levaram rapidamente ao destino, que ao adentrar na instalação, agora bem diferente de antes dado a “demissão” de todos, me veio um sério frio na espinha; pois os emblemas por todas as partes, a iluminação precária e o eco dos meus passos pareciam-me convencer de que me encontrava em um pesadelo angustiante. Esse cenário se prosseguiu até chegar à pequena arena, aonde que se encontrava o Clarividente junto a um grupo de dez pessoas, todas pareciam em transe e com uma pedra negra espinhosa na mão, dada pelo meu chefe provavelmente.
Ao passar alguns instantes o clarividente pede a todos que fechem suas mãos, e então ele profere: “Aceitem o presente, reneguem o passado, e venham com... para ... futuro”. Não consegui escutar tudo, uma forte dor de cabeça me atingiu, fazendo-me ir ao chão junto a Stutch que nem consegui perceber devido à estranheza do feito.
Depois de algum tempo consegui levantar, Stutch acabara de levantar também, nos entreolhamos tentando confirmar o que vimos; quando tomamos coragem de observar novamente a arena, todos estavam desferindo diversos golpes entre si: Havia três paladinos, guerreiros, feiticeiros e apenas um druida. Todos com sede de combate nos olhos, inclusive a Marreta que estava lutando contra o Clarividente, o último mostrava grande força com sua Maça gigante.
Todos os aspirantes pareciam muito mais fortes, era notório ver deles o aumento do poder e da força, era como se fossem outras pessoas assumissem a dianteira daqueles corpos; e que depois daquele pequeno ritual começasse uma nova vida.
Mesmo assim continuei percebendo o combate junto a Stutch, e me voltei a ele com a pergunta que me perturbava: “Aonde esta o Tormento?”. A resposta veio sutil como um dos cavalos de Palomino quando fogem: “Não é a toa que você só faz merda... Ele é a porra do Clarividente, deixamos aquele pedaço de merda embolar nossas mentes!”.
O balde de água fria me deixou estático, nunca passou pela minha cabeça que eu ficaria a mercê de um dos meus prisioneiros; agora fazia sentido porque pouco se ouvia dele quando terminava os treinamentos, com certeza ele conseguia controlar alguém para o fazer sair, e aos poucos fazendo seu nome, mesmo que nunca fosse visto o seu rosto.
Narrado por Wilson Harth.
Com o dia por se encerrar, e com o irmão de Jowel já se recuperando rapidamente; não havia mais o que se fazer por aqui em Northport, e foi ai que começamos então a despedida dos dois irmãos. Os poucos laços que criamos fizeram com que a despedida fosse bem rápida, menos para Jowel e Natalia que tentou acelerar o processo, mas o homem de estranho dom tentou o fazer durar o máximo possível.
Finalmente fora da casa, pudemos ver os pescadores já encerrando os trabalhos, que não foram interrompidos pelo temporal que logo foi despeço; e ao longo que seguíamos com nossos lentos passos, os habitantes que nos receberam tão bem, nos davam tímidos e discretos sinais de adeus; nós retribuímos o sinal apenas, pois a reciprocidade ninguém no mundo poderia retribuir.
O silencio comandou novamente o grupo, que não queria falar sobre o que ocorreria em Carlin; pois, mesmo eu sabendo que seria entregue as autoridades, tinha a certeza de que esses dois estariam do meu lado. Mesmo assim aproveitei o silêncio para me aproximar de Ellis Roth, e o indagar sobre o restante de sua história, mas o dito necromante apenas me respondeu que isso só quando estivermos em seu bar; na hora me veio em mente o bar do Frodo que não parecia ser um lugar para essa conversa, entretanto eu que não tinha muitas opções, tive de me agarrar a essa.
13-11-2016, 01:32
Edge Fencer
Bom, quero ver o que vai acontecer agora que eles estão a caminho de Carlin. Se eu fosse o Wilson não teria tanta certeza de que os outros vão ajudá-lo, e muito menos confiaria tanto no Ellis; mas é isso, tô curioso pra ver o que vai rolar por lá.
A escrita ficou legal, apesar de uns errinhos de pontuação; vejo que isso é o seu maior "vilão" na hora de escrever, já que você dificilmente escreve alguma palavra errada. Dá pra melhorar ainda, mas vc tá mostrando uma boa evolução, então continue! xD
Estarei aguardando pelo próximo, abraço!
17-11-2016, 22:13
Nedless
Citação:
Postado originalmente por Edge Fencer
Bom, quero ver o que vai acontecer agora que eles estão a caminho de Carlin. Se eu fosse o Wilson não teria tanta certeza de que os outros vão ajudá-lo, e muito menos confiaria tanto no Ellis; mas é isso, tô curioso pra ver o que vai rolar por lá.
A escrita ficou legal, apesar de uns errinhos de pontuação; vejo que isso é o seu maior "vilão" na hora de escrever, já que você dificilmente escreve alguma palavra errada. Dá pra melhorar ainda, mas vc tá mostrando uma boa evolução, então continue! xD
Estarei aguardando pelo próximo, abraço!
Meu maior sem dúvidas, eu tento concertar o máximo isso; mas, a pontuação me traí direto.
Quanto ao enredo, agora irá começar realmente a treta, tudo foi culminando a esse ponto.
Apenas isso que posso dizer. Abraços.
Spoiler: Capítulo 14 - Todos os caminhos levam a Carlin.
Capítulo 14 – Todos os caminhos levam a Carlin.
Narrado por Wilson Harth.
Diferente do caminho da casa abandonada até Northport, o caminho do ultimo até Carlin foi muito mais rápido; tirando alguns golens de folhas que nos incomodaram, apenas o canto das aves e alguns esquilos se esgueirando pelas folhas fizeram ser até relaxante a viagem. Tanto que quando fomos nos dar conta, estávamos todos de frente para a grande muralha de Carlin.
— Wilson Harth você está preso pelos diversos assassinatos no reino de Thais, largue sua espada e se afaste a dois corpos de distancia dela. — Bradou à média distancia Bunny, que já ameaçava sacar sua espada.
— Vamos lá coelhinha, não está vendo que o seu garotão veio por conta própria? — Ellis tomou a minha frente enquanto eu cumpria as ordens da general, para tentar aliviar a situação tensa, mas a única coisa que ele conseguiu foi uma shuriken no ombro.
— Me desculpe à intromissão, mas sinceramente vocês não têm senso de realidade? — Esbravejou Megan que foi observar a ferida no dito Necromante, que com extrema frieza retirou o objeto que havia cortado fundamente seu ombro.
— Você sabe exatamente como a general age, e esse seu capacho continua a achar que somos as dançarinas daquilo que ele chama de bar. — Se aproximou a mim Busty, que me colocou um par de algemas e me ordenou seguir para a cidade.
— Bom, vocês quatro se decidirem mudar de trabalho, só tem que me deixar ciente; que organizarei uma festa especial para o primeiro dia, e outra coisa boa é que nem precisarão de outro nome. — Insistiu Ellis fixando os olhares no busto da guarda que me levava.
Busty parecia ser a mais tranqüila, e pouco ligou para a oferta do necromante; apenas me mandava seguir. No meio da minha caminhada até as guardas, Natalia esboçou uma reação que foi contida por Megan; essa ultima cochichou algo para a ruiva que se segurou e apenas observou a cena.
E quando fui entrando na cidade, vi uma cidade muito parecida com Thais, entretanto mais arborizada e melhor cuidada — talvez o fato de as mulheres serem mais detalhistas e organizadas não seja tanto algo inventado.
Enquanto passava pela via principal todos os olhares se dirigiam a mim, no momento comecei a apressar o passo mesmo sendo “conduzido” pelas guardas da Rainha; entretanto, elas trataram de me travar, e praticamente desfilavam com a nova aquisição da “justiça” de Carlin. Quando cheguei à prisão logo retiraram minha armadura, e me lançaram numa já sobrelotada cela, comecei a tentar me ambientar com aquelas pessoas presente; porém, a feição daqueles que se encontravam naquele ambiente era de quem já aguardava a morte.
Passaram-se algumas horas quando Megan veio até a minha cela, e logo me esgueirei por meio dos outros presos chegando às barras, para ouvir o que ela tinha para me dizer.
— O documento foi entregue já a corte, as chances de sair são grandes... Mas temos um grande problema pela frente. — Disse a guarda com descrição, e evitando ser vista conversando com um prisioneiro.
— Qual seria esse problema Megan? — Logo devolvi a pergunta, tentando entender o porquê da preocupação da capitã.
— Bom o julgamento será daqui a seis dias, e o Clarividente foi convocado. — Megan me respondeu com certo descontentamento, sabendo que coisa boa não era.
— Sem problemas. — Respondi dando um leve sorriso, e estiquei meu braço para levantar seu rosto. — A verdade sempre triunfa. — Continuei.
— Sempre. – Ela retirou a minha mão e seguiu seu caminho.
Narrado por Natalia Azimov.
— Aqui será sua casa até retirarmos Wilson daquela cela. — O ajudante de Megan abriu a porta que revelava um bar, que mesmo estando de dia continuava aberto e repleto de pessoas; uma mulher tocava algo parecido com um alaúde, parecia ser a dona do local.
— Quem é ela? – Não pude deixar de perguntar, aquela atitude que ela mostrava a cantar aquela musica, que mesmo sendo algo típico das mulheres de Carlin, era algo que sem dúvidas não foi aprendido por conviver com as mesmas.
— Essa é a Melinda de quem tanto falo. — Elizander me respondeu rapidamente, e fez um sinal para a mulher que perguntei a identidade, como se quisesse logo ir falar com ela.
Spoiler: Letra da musica
Eu te deixo ir
Achando que você é a cura
Acho que estou muito fundo
É hora de puxar o cabo
Você gosta mais de mim quando pensa
Que estou ficando entediada
Eu espero que você esteja em casa no dia em que eu
Derrubar as paredes
Eu não vou me acomodar, acomodar, acomodar
Você nunca vai me segurar
Tão tóxico, você não é nada além de uma picada
Eu sou a melhor coisa que nunca te aconteceu
Nunca, nunca, nunca
Você nunca vai viver tão baixo
A vida é muito curta, não posso fingir mais
Eu sou a melhor coisa que nunca te aconteceu
Você não fica cansado de só
Ouvir a própria voz?
Fala como se você tão forte
Mas você é apenas um garotinho
Você gosta de pensar que quebrou o molde
Mas agora eu tenho certeza
Você vai quebrar assim como o resto quando eu
Quebrar a porra da sua mandíbula
Eu não vou me acomodar, acomodar, acomodar
Você nunca vai me segurar
Tão tóxico, você não é nada além de uma picada
Eu sou a melhor coisa que nunca te aconteceu
Nunca, nunca, nunca
Você nunca vai viver tão baixo
A vida é muito curta, não posso fingir mais
Eu sou a melhor coisa que nunca te aconteceu
Eu não vou me acomodar
Eu não vou me acomodar
Eu não vou me acomodar
Eu não vou me acomodar, acomodar, acomodar
Você nunca vai me segurar
Tão tóxico, você não é nada além de uma picada
Eu sou a melhor coisa que nunca te aconteceu
Nunca, nunca, nunca
Você nunca vai viver tão baixo
A vida é muito curta, não posso fingir mais
Eu sou a melhor coisa que nunca te aconteceu
Tradução livre de The Best Thing (That Never Happened) da banda We Are The In Crowd.
Ao fim da música, todos os presentes começar a aplaudir a mesma, que não deu muita atenção e veio até mim e Elizander. Me recepcionando com a seguinte pergunta: “Você é uma das novas dançarinas?” Enquanto descia um copo de cerveja em uma única tacada, e apontando alguns elevados com mulheres dançando sobre eles.
— Não. – Devolvi secamente a indagação.
— Gostei de você, direta. Agora tenho que voltar para lá, já que o dono dessa merda quer brincar de guardinha, ou dormir com uma. – Se despediu de mim, e arrancou um beijo de Elizander enquanto voltava para o palco.
- - - Atualizado - - -
Bom, vim aqui apenas para deixar um comunicado. Acabou o projeto da história, e também minha participação na seção.
Isso se deve ao meu próprio juízo de minha participação na seção, que nos últimos dias cada vez mais me ficava claro, que eu parecia um peixe de bicicleta. (sem ironia)
Agradeço aos que leram, e principalmente ao Edge por ter acompanhado até aqui. Inclusive deixo aqui um pedido de desculpas, por não poder firmar com o prometido da disputa roleplay.
Então é isso, vlw flw!
17-11-2016, 22:48
Glauco
Não desista, amigo.
A plateia é volúvel e volátil ela vai e vem
E para você construir seu estilo é preciso prática.
Com o tempo sua escrita evoluirá e fluirá que é uma beleza.
Prossiga com o seu projeto. Insista.
18-11-2016, 00:44
Edge Fencer
Assino embaixo do comentário do Glauco, cara.
Estava ansioso pra ver como sua escrita e seu enredo iriam evoluir até o final da história, e reforço que você está melhorando a cada capítulo. Este, por exemplo, foi ótimo; vi bem menos erros de pontuação, e isso deixou a leitura muito mais agradável, além de focar a atenção do leitor nos pontos positivos da sua escrita. A letra da musica encaixou legal no texto, e dei umas risadas com o Ellis e com a Melinda.
Se o problema for a falta de comentários, cara, não posso negar que isso desanima um pouco mesmo. Porém, isso não quer dizer que a história está chata, pelo contrário: eu estou gostando muito, e tenho certeza que outros também estão, mesmo não comentando aqui.
Enfim, peço que reconsidere a decisão e dê mais uma chance pra história (e pra seção). Vou viajar esse final de semana, e espero voltar aqui na segunda e saber que você não desistiu.
Abraço!
18-11-2016, 08:57
Iridium
Saudações!
Some não :(
A prática faz com que a gente evolua sempre; nem sempre os textos saem como a gente quer, mas é insistindo que há uma melhora. Por favor, reconsidere :(
Eu andei beeeem sumida daqui por conta da RL (e isso me entristece muito) e não gostaria de ver mais um membro sumir =(
O melhor dessa seção é a possibilidade de crescer. Eu me ausentei daqui por um ano, na mesma época em que dei retired no Tibia, e voltei quando senti vontade. Foi tipo, eu acordei e... eu quis escrever de novo. Às vezes vc precisa de um afastamento pra vc, mas gostaria MESMO que não fosse permanente. Não suma pfvr =(
Estou aqui se precisar. Estarei sempre por aqui.
Abraço,
Iridium.
18-11-2016, 10:36
Shirion
Cara, não desiste não
Leia alguns livros de fantasia para se inspirar tipo os Do Senhor dos Aneis ou As Crônicas de Narnia
Isso motiva a gente a escrever
18-11-2016, 14:41
Nedless
Bom minha decisão é quase irrevogável, pois nunca foi o problema a seção em si, mas a minha própria avaliação de desempenho.
De fato agradeço a vocês pelas mensagens; entretanto, não acho mais viável continuar, mesmo avaliando como positiva a passagem por aqui. Pois aqui aprendi muito sobre escrita, e mesmo não conseguindo seguir o ritmo dos demais, consegui por 20 posts manter um tópico que pensei que ia morrer nos cinco primeiros.
Então, como vi em um tópico zumbi de 2014 eu acho. Muitos saem e não deixam uma satisfação, entretanto eu pelo menos deixarei o que aconteceria caso o processo continuasse.
Wilson iria para o julgamento, seria liberado para aguardar um próximo em liberdade, pois tinha consigo um pergaminho com sua missão dada pela coroa. Durante o período ele iria ser levado por Ellis para treinar com Carl Johnson (Sim, CJ), que era um guerreiro de Thais que mesmo após salvar a cidade de um ataque de Furys, teve a culpa da destruição da cidade caída sobre si, fazendo o mesmo se esconder no pântano de Venore e sendo conhecido depois disso como o Caveleiro Negro.
Num retorno a Carlin, um plano no qual seria atraído o Ceifador para cidade durante o julgamento, haveria um duelo de Wilson contra a criatura no qual o primeiro triunfaria. E o Clarividente que estava presente conseguiria arrancar as duas mãos de Wilson, entretanto Keylor que era quem se escondia usando esse codename seria morto por Natália. Depois de perder as mãos, Wilson se ve sem utilidade, até que Ellis o traria os punhos de Urgith que retiravam a vida de tudo que tocava (Dai o titulo da história). E Melissa antes de ter uma morte causada por um membro da ordem necromante entregaria a Wilson um par de punhos de ferro.
Depois da morte de Melissa, Ellis voltaria para Darashia com o objetivo de colocar Kha'zel abaixo e drefia respectivamente.
Natália voltaria para o hospital, aonde que sua vida foi totalmente mudada. Wilson agora com os novos poderes iria para Thais buscando justiça, e depois colher os resultados dessa tentativa.
Bom era basicamente essa a história, claro que Jowel e muitos outros teriam seus focos que desviariam do principal para que se durasse a trama. Entretanto como são secundários, não vale a pena colocar nesse post que é direto e objetivo.
Agradeço novamente a todos, e desejo sorte aos remanescentes.
18-11-2016, 22:05
Iridium
Citação:
Postado originalmente por Wixsxx DjaDje
Bom minha decisão é quase irrevogável, pois nunca foi o problema a seção em si, mas a minha própria avaliação de desempenho.
De fato agradeço a vocês pelas mensagens; entretanto, não acho mais viável continuar, mesmo avaliando como positiva a passagem por aqui. Pois aqui aprendi muito sobre escrita, e mesmo não conseguindo seguir o ritmo dos demais, consegui por 20 posts manter um tópico que pensei que ia morrer nos cinco primeiros.
Então, como vi em um tópico zumbi de 2014 eu acho. Muitos saem e não deixam uma satisfação, entretanto eu pelo menos deixarei o que aconteceria caso o processo continuasse.
Wilson iria para o julgamento, seria liberado para aguardar um próximo em liberdade, pois tinha consigo um pergaminho com sua missão dada pela coroa. Durante o período ele iria ser levado por Ellis para treinar com Carl Johnson (Sim, CJ), que era um guerreiro de Thais que mesmo após salvar a cidade de um ataque de Furys, teve a culpa da destruição da cidade caída sobre si, fazendo o mesmo se esconder no pântano de Venore e sendo conhecido depois disso como o Caveleiro Negro.
Num retorno a Carlin, um plano no qual seria atraído o Ceifador para cidade durante o julgamento, haveria um duelo de Wilson contra a criatura no qual o primeiro triunfaria. E o Clarividente que estava presente conseguiria arrancar as duas mãos de Wilson, entretanto Keylor que era quem se escondia usando esse codename seria morto por Natália. Depois de perder as mãos, Wilson se ve sem utilidade, até que Ellis o traria os punhos de Urgith que retiravam a vida de tudo que tocava (Dai o titulo da história). E Melissa antes de ter uma morte causada por um membro da ordem necromante entregaria a Wilson um par de punhos de ferro.
Depois da morte de Melissa, Ellis voltaria para Darashia com o objetivo de colocar Kha'zel abaixo e drefia respectivamente.
Natália voltaria para o hospital, aonde que sua vida foi totalmente mudada. Wilson agora com os novos poderes iria para Thais buscando justiça, e depois colher os resultados dessa tentativa.
Bom era basicamente essa a história, claro que Jowel e muitos outros teriam seus focos que desviariam do principal para que se durasse a trama. Entretanto como são secundários, não vale a pena colocar nesse post que é direto e objetivo.
Agradeço novamente a todos, e desejo sorte aos remanescentes.
Só de ter o quase me dá esperanças :)
Bom, é como eu falei antes: faça aquilo que sentir que é mais certo. Espero continuar vendo seu nome pelo fórum, e agradeço por tudo! Boa sorte para vc também =)
Abraço,
Iridium.
21-11-2016, 17:28
Edge Fencer
Fico decepcionado, mas entendo sua decisão. Não vou ler o que escreveu sobre o que aconteceria na história pq ainda quero vê-la terminada por aqui.