Capitulo 6 - Partida ao Deserto
Citação:
Postado originalmente por
Gillex Koehan
Dá-lhe, Carlos.
Seria injusto se eu não tivesse passado aqui para ver sua história.
Eu estou gostando das ações e do rumo que ela tá tomando, hehe.
Eu me sinto um pouco desconfortável apenas com a formatação do texto.
Acho por exemplo que se você colocasse o texto em um tamanho maior e colocasse centralizado ficaria mais interessante...
Enfim, são só paranóias de um bibliotecário. Haha.
Abraços, cara.
(Tô esperando seu texto para nosso duelo!)
Obrigado por ler, Gillex. O duelo é o GjunioBA que ta me substituindo por causa da minha conjutivite que por sinal está melhor, obrigado pela preocupação :)
porém estou meio sem tempo...
Bom pessoal, como eu ja tinha salvo meu capitulo 6 antes de pegar a conjutivite, hoje que estou melhor resolvi revisar e postar para vocês para não parecer que é mais uma historia abandonada :assovia:
O capitulo 7 vai ser só entre os dias 1 ou 2 de junho.
Boa leitura para vocês :smile:
Anteriormente:
George descobre que o portal de Yalahar realmente funcionou e que ele estava num mundo completamente novo. mas não tanto, já que o bisavô de Watson havia chegado no mundo e descoberto boa parte de tudo, mas não se sabe como ele voltou para Tibia. O Rei da cidade do continente do Sensaton World coloca uma missão para George e seu irmão e para Watson de partir para uma cidade para selar novamente as tumbas de faraós desconhecidos.
Capitulo 6 – Partida ao deserto.
"Após uma longa noite, George ainda estava na cama com os olhos fechados pensando de que o que havia acontecido com ele não passava de um sonho. E que acordaria em sua casa rica em Thais. Mas ele ouviu sons fortes, como sinos, passarem perto dele e ouvindo as portas serem esmurradas. Ele abriu os olhos e ouviu:
[Voz] Acordem seus dorminhocos! Vossa Majestade irá passar as missões para vocês! Levantem-se e se preparem! Vamos!
George percebeu que ainda estava naquele mundo. Então, sem questionar, se levantou e foi até o banheiro. Jack também estava se levantando, e Watson continuava deitado, com os olhos abertos.
[Jack] Isso está parecendo quando eu e o George fomos capturados em Banuta e acordamos naquela cela para ir trabalhar para aqueles macacos!
[Watson] Mas temos que fazer o que for necessário para sair daqui. E não estamos sendo prisioneiros, assim espero...
[Jack] Pois eu acho que somos! Estamos num mundo que nem sabemos como sair!
George saiu do banheiro e andava até sua armadura que estava guardada num pequeno armário junto de seus equipamentos. Enquanto pegava seus itens, começou a falar com Jack.
[George] Vai ter que ser assim Jack. Vamos, levante-se e vá se arrumar. Você também Watson!
Assim que terminaram de se arrumar eles saíram do dormitório e caminhavam pelo corredor. Não sabiam pra onde ir.
[Watson] Algum de vocês sabe aonde devemos ir?
[Jack] Não...
[George] Podemos procurar o tal que nos acordou.
Foi só falar nele, que logo a mesma voz por trás deles surgiu.
[Voz] Estão fazendo o que aqui? Estão perdidos, não é?
Eles se viraram, e o homem continuou.
[Homem] Venham, me sigam!
Sem questionar os três seguiram o homem até a sala do Rei. Era um caminho reto e longo. Eles olhavam pros lados e viam vários quadros com pinturas estranhas e algumas pessoas que se pareciam com Reis ou nobres. As paredes estavam num tom de azul escuro, e o corredor era iluminado por archotes de ouro com um fogo médio, já que era de dia.
Chegando finalmente na sala do Rei, ele estava lá, sentado em seu trono e ao seu lado estavam dois guardas muito bem armados com um uniforme amarelo e azul revestido em metal. Eles nunca tinham visto aquilo. Suas espadas eram brilhantes e olhando mais de perto, havia pontas que a reforçavam e a lamina era azul. George pensava em ter uma daquelas espadas.
A sala, muito bonita, possuía quadros e uma decoração diferente. O trono do rei ficava acima de dois degraus relativamente longos. O trono do rei era da cor de ouro, puro, e possuía algumas coisas valiosas ao redor, como cetros, espadas, e moedas vermelhas puras. Eles olharam para os lados e do lado direito deles havia outros dois homens, pouco armados e com cara de impacientes. Um outro homem estava do lado esquerdo, perto do Rei, com um papel na mão.
[Rei Searos V] Muito bem, quero saber o nome desses homens e quem irá partir nas missões! – disse olhando para o homem ao lado de George.
[Aron] Bom, primeiramente meu nome é Aron. Os nomes do trio são George, Jack e Watson! Os outros dois se chamam Skinner e Vergel! O trio partirá na missão do Rei, os outros dois, não foram citados suas missões!
[Rei Searos V] Serei rápido. – Se levantou e continuou – vocês dois, devem patrulhar a ponte sul para ver se nenhuma invasão demoníaca acontece naquele lado! É muito simples agora vão!
Os dois sem questionar saíram da sala rapidamente. Logo o Rei voltou seu olhar para o trio, e continuou:
[Rei Searos V] Vocês três devem partir para Darksand hoje e fazer a missão que lhes mandei! Receberão equipamentos muito melhores na base de Aothos! Serão ensinados por um guia, conhecerão o que for necessário, e tentem não se perder! Algum de vocês é um mago?
Watson era um mago mas havia ter deixado a vocação nos dias em que não fazia nada, apenas ficava com George no bar.
[Watson] Eu sou, mas estou sem equipamentos... Além de eu ter me esquecido algumas magias.
[Rei Searos V] Certo! Lá receberá o que for necessário! Só lembrando para vocês, seres lá de cima, de que TUDO no Sensaton World é diferente do que vocês conhecem, mas isso vocês irão aprender com o tempo! Agora Aron, leve os três até a base de Aothos, aquela ilha desértica e quente!
[Aron] Sim Vossa Majestade!
Rapidamente Aron foi saindo da sala e fez um sinal para que o seguissem rapidamente. Todos estavam calados, mas George estava cheio de duvidas sobre aquele mundo. Saindo do corredor repetitivo eles seguiram até uma enorme escadaria muito brilhante e bonita. Desceram rapidamente e atravessaram o salão gigantesco dentro daquele castelo. George via que o chão era de um branco puríssimo, além de desenhos de S no chão, na cor vermelha. Acima eles viam um lustre enorme e brilhante, e varias luzes para todos os lados, muito brilhantes, quase cegam. Logo eles saíram do castelo, atravessaram um pátio onde algumas pessoas ficavam conversando normalmente. Saindo do castelo, eles continuaram andando por quinze minutos atravessando a cidade. George apreciava a arquitetura da cidade, ele via azul, vermelho, amarelo, símbolos e estatuas acima das maiores edificações. A rua era larga, e as vezes escura, e as edificações eram tão grandes que deixavam partes da cidade escuras. Havia muitas pessoas andando pela cidade, seja negociando ou indo para algum lugar, pessoas entravam nas casas e cuidavam de suas vidas. Por onde passavam eram cumprimentados e diversas vezes vinha pessoas em direção ao trio anunciando alguns itens, eles apenas recusavam e seguiam em frente. Chegando ao sul da cidade as casas eram menores e pessoas pobres circulavam. Parecia a parte pobre da cidade. Demorando mais tempo eles finalmente chegaram a muralha da cidade, que na verdade era dupla, uma de ataque e outra e defesa. Aron fez um sinal para que o trio para que parassem de andar, já cansados.
[Aron] É bom que não estejam cansados, agora o caminho será longo. Teremos que ir até a chata da cidade de Veneraten e ir no pequeno rio pegar uma balsa para irmos para a ilha de Aothos.
[George] Veneraten seria uma cidade num pântano certo?
[Aron] Parece que você já sabe das coisas do continente.
[George] Quando cheguei aqui eu vi uma cidade com torres e suportes sustentando casas, achava que era uma cidade do meu mundo...
[Aron] Que coisa. Agora vamos!
Por 3 horas, eles andavam e andavam, e pausaram apenas três vezes. Chegando finalmente a tal cidade Veneraten, eles andaram para o sul e sentiam um cheiro ruim. Chegando ao rio, eles encontraram três cobras, num azul bem vivo, saindo do rio. Aron pegou seu arco e uma flecha brilhante vermelha, apontou e atirou contra as cobras. A flecha não atingiu nenhuma, porém pegou no chão e bem perto donde elas estavam. A flecha explodiu e as cobras viraram cinzas.
[Aron] Tomem cuidado com essas cobras, são muito venenosas. – disse guardando seu arco.
Eles seguiram em frente, até encontrarem uma balsa. Aron entrou na balsa, e de lá fez um sinal para que entrassem. A balsa era muito grande, tinha uma pequena cabana e uma bandeira pendurada com um símbolo de S nela, na cor vermelha. Ela não possuía velas, nem remos. A balsa possuía apenas algumas cadeiras em alguns lados, baús amarrados, caixas e lixo. Eles colocaram suas mochilas dentro da pequena cabana, que lá possuía duas mesas, suprimentos e outros. Aron saiu da cabana e soltou as cordas.
[George] Como você vai mover essa balsa? Está sem nada!
[Aron] Você vai ver! Apenas observe!
Aron seguiu até o fim da balsa do lado esquerdo, colocou sua mão numa corda amarrada e suplicou:
[Aron] Exero Vassa!
A corda brilhava, e a balsa se mexia. Ela estava ganhando velocidade para partir. Aron gritou dali:
[Aron] Se segurem!
A balsa começou a se mover pra frente e aos poucos ela ficava mais rápida, e seguia em frente sem precisar de ajuda, seguia apenas na magia. George observava impressionado o movimento da balsa, e olhava ao redor, o que se via além do rio. Ele via a cidade Veneraten e via o que se parecia, ao sul da cidade, duas fortalezas. Uma tinha uma arquitetura elfica e a outra possuía uma arquitetura do que se parecia de bárbaros. Veneraten não era tão grande quanto ele pensava. Ele voltou para dentro da cabana onde estava o grupo, e subiu as escadas chegando acima da cabana. Ele se sentou num banco e observou o oceano que ficava mais e mais perto."
Esse capitulo ultrapassou todos! :D
Ele é bem longo já que vai demorar para eu colocar outro...:okay:
Até mais pessoal.
Respondendo Comentarios - Capitulo 7 - Os Nômades pt. I
Fala galera!
Hoje minha conjutivite melhorou. Estou melhor, talvez eu faça meu cap hoje.
Reservando esse post pro proximo, aguardem :D
Respondendo comentarios:
@Death Killer
Muito obrigado! A sua também ta boa, comentei lá...
Bora melhorar tua historia no tamanho cara :y:
@RamonPC
Muito Obrigado! Fico emocionado :enraptured:
Então, eu tive essa ideia de uma coisa que acho que não deve ser falada aqui, mas falarei: OTS! :fckthat :fckthat:
Antes eu não passava de um noob procurando Ot pra jogar...
Até que passei de novo no tibia.com.br para baixar um client, e ai vi a noticia do torneio de roleplaying. deixei os Ots de lado e agora sempre venho aqui :D
Antes eu tinha uma ideia de mapa para Ot. Esses "tibia fora da lei" sempre tem mapas diferentes dos do que a gente ta acostumado, o mapa Global. Como eu desisti, me lembrei da ideia e a planejei como uma historia, que é essa que você está lendo. Mas como Ot é diferente(Bom, não tem varios itens diferentes como eu falo do mundo não) decidi ter a ideia de criar coisas personalizadas como um mundo unico. espada com lamina azul, casas com azul mar, arquitetura de Dubai... :assovia:
Bom, foi tudo que veio da minha cabeça. Juntando tudo, deu nessa historia :y:
Continue lendo e comentando, e não demora na character's history :P
Logo cap 7 vai tar aqui aguardem :ok:
Agora sim! Apresento a vocês o capitulo literalmente mais longo do livro!
Eu o dividi em 3 partes...Como eu gosto de escrever (Teclando :fckthat:) tratei cada parte um pouco mais longa que a outra! eu acho...:hmm:
Gostaria de agradecer aos comentarios de Death killer, Ramon pc, Gillex Koehan e Pet Ux! Espero que continuem comentando e acompanhando! Também queria agradecer ao meu amigo Jorge por estar acompanhando adoidadamente! :fckthat:
Boa leitura para vocês! :smile:
No capitulo anterior:
George, Jack e Watson recebem a missão de ir para a ilha Darksand ajudar os sacerdotes da ilha a selar as tumbas dos faraós que habitam a ilha. Antes eles devem partir para a base de Aothos, para conhecer mais sobre as coisas do Sensaton World, e conhecem Aron, um homem um pouco rabugento que mostra uma das supreendentes coisas que aquele mundo possui.
Capitulo 7 – Os Nômades pt. I
"Passava horas desde que George partiu junto com o grupo para a tal ilha Aothos. Ele já estava impaciente, pois só via água e mais água. Ele se levantou de seu banco e foi ao encontro de Aron.
[George] Aron, quando chegaremos a essa ilha?
[Aron] Em breve chegaremos! Só mais algumas horas!
[George] Mais algumas horas e já vai ser noite!
[Aron] Por Lezario, o tempo no teu mundo é pequeno viu! Herlos ainda está longe do centro do céu! – disse apontando para o sol no céu. George viu que naquele mundo havia apenas um sol. O que era estranho, pois aquele sol iluminava mais que Suon e Fafnar.
[George] e o que é Lezario?
[Aron] Lezario é o grande criador de nosso mundo! Saberá mais sobre ele em breve!
[George] E esse Herlos é o sol não é?
[Aron] Sim!
[George] Entendi.
Passava mais horas, George, Jack e Watson já estavam muito impacientes. E o sol daquele mundo continuava matando eles de calor. Mas logo Aron fez uma pequena explosão atraindo a atenção dos outros, gritando:
[Aron] TERRA A VISTA!
George e os outros se aproximaram e viram que estavam chegando. Eles viam uma ilha enorme, e uma montanha que parecia um vulcão. Aron fez com que o barco seguisse mais lentamente, o que fez George se manifestar.
[George] Ei! Porque está reduzindo a velocidade?
[Aron] Pra gente não cair em um deles! – disse apontando para um redemoinho a direita deles. Parecia que a ilha era cercada por eles.
[Aron] Só vamos ter um pouco de turbulência, depois já estaremos na base!
Cuidadosamente, Aron ia até a parte de frente do barco, colocando a mão num dos troncos. Sua mão brilhava, e a partir daí ele tinha o controle do barco.
[Aron] Sejam úteis e vejam o que têm nos outros lados para eu mover o barco!
[Jack] Não somos inúteis! Veja como fala!
[Aron] Dane-se, vamos logo!
Eles trataram de se colocar em seus postos. George olhava ao sul, Jack à direita e Watson à esquerda. Aron apenas movia o barco para os lados, e rapidamente sem trabalho eles conseguiram passar pelos redemoinhos. Aron se abaixa, coloca sua mão em outra parte do barco e suplica a mesma magia que antes ele usou para que o barco ganhasse velocidade, agora maior:
[Aron] Se segurem, muito firme mesmo! Exero Mas Vassono!
O barco brilhava no tom azul, e de repente o barco pulou da água como um foguete, fazendo com que quase eles caíssem do barco. Com dificuldade, George e os outros tentavam chegar à cabana para se segurar. Logo quando entraram, eles sentiram um impacto poderoso, como se o barco caísse, agora em terra firme. Quase bateram suas cabeças no teto da cabana, que era de uma madeira cinza resistente.
[Aron] Chegamos!
Eles saíram de dentro da cabana e desceram do barco. Eles pisaram em uma areia funda, parecia bem mole. A água batia e a areia não molhava. Aquela areia parecia mesmo muito seca. Eles voltaram o olhar para sua frente, o que viam era mais e mais areia. Era um deserto.
[Watson] Ah, não gosto de desertos... é quente demais.
[Aron] Vai ter que se acostumar! Vamos!
Sem questionar, eles andavam com dificuldade na areia. Tentavam andar rapidamente para não ficarem presos, e logo eles chegaram em uma areia menos funda, e já estavam afastados do oceano. Seguiam sempre em frente, e observavam. Havia muitas arvores ali, todas tinham o estilo desértico, mas seus troncos eram avermelhados e as folhas eram laranjas.
[George] Essas arvores são muito estranhas... O que são?
[Aron] Não sou o guia de vocês cassete! Só vou levar vocês pra base e conhecerão o guia!
[Jack] Você não sabe o que essas arvores são? Credo...
[Aron] São Adalbadias! Só existem nos desertos de Sensaton World! Satisfeitos?
[Jack] Não! Porque elas têm troncos avermelhados?
[Aron] Calem a boca e continuem andando! Que saco!
Eles olharam Aron com uma cara feia, e simplesmente continuaram andando. Logo a frente, eles já vêem o que seria a base de Aothos. Eles viam apenas casas, com tons alaranjados. Era uma arquitetura semelhante à de Yalahar, porém sem branco. Chegando mais perto Aron fez um sinal para que parassem de andar.
[Aron] O que estão vendo é a pequena parte da base perto das montanhas! – disse apontando para baixo. Eles se aproximaram e se surpreenderam com o que viram. Era a base de Aothos, que mais parecia uma cidade. Possuía várias casas, algumas com dois andares, ou com apenas um andar, torres e uma fortaleza no centro. Mas ela não parecia bem protegida. Aron fez um sinal para que continuassem o caminho e cuidadosamente foi descendo a rampa para baixo, acompanhado de George e os outros dois, que sem perder tempo já estavam descendo a fim de conhecer aquele lugar. Em pouco tempo já estavam lá embaixo, e seguiram até a entrada da cidade. Ela era guardada por um homem alto, com o que parecia uma golden sickle em sua mão esquerda, e um escudo vermelho na mão direita. Ele percebeu quando o grupo estava se aproximando, se meteu na frente e começou:
[Guarda] Visitantes não devem vir para a cidade! Dê meia volta e caiam fora!
[Aron] Não somos visitantes seu idiota! Estou levando esses caras pro general Tariko para eles aprenderem mais sobre as coisas do mundo e partir pra missão louca do Rei de Sensalia! Se esqueceu da historia dos ‘visitantes lá de cima’?
[Guarda] Ah sim! Podem passar! E veja como fala comigo!
[Aron] Blá blá blá. Vamos, mexam-se!
O guarda, com uma cara de irritado, deixou eles passarem. George observava aquela base, e via aquelas casas, com roupas do lado de fora, e janelas meio abertas. Elas estavam todas no tom alaranjado, e linhas grossas como desenhos estavam em todas as casas. Elas eram amarelas e deixavam as casas bonitas. Em menos de três minutos eles já estavam no centro da cidade, e seguiram até a fortaleza. Entrando, eles viram que ela era cheia de tochas, algumas apagadas, e as paredes eram vermelhas. Não havia mais nada lá. Eles seguiram até uma escadaria, e subiram até o segundo andar. Chegando lá eles entraram numa sala, que havia um longo tapete laranja que se estendia até uma mesa. Atrás dela estava um homem sentado, com uma roupa preta, e um chapéu. Na frente do homem havia outro homem, alto, com cabelos castanhos, magro, ele se parecia com um garoto, mas crescido. Ele estava de pé, parecia esperando alguém. Aron fez um sinal para que o grupo parasse e se aproximou do homem sentado.
[Aron] General Tariko, os homens da missão do Rei estão aqui!
[Tariko] Certo, agora de o fora daqui! Vocês venham para cá.
Aron sem questionar saiu da sala, e os três se aproximaram do general.
[Tariko] Muito bem, parece que vocês vieram do tal outro mundo! Vão aprender muito aqui, ao lado do guia de vocês! Esse é Pedrosky! – disse apontando para o garoto de pé.
[Pedrosky] Olá, como vão?
George já ia falar, quando eles ouviram uma explosão muito poderosa na entrada e vários galopes, eram numerosos, e George junto dos outros, e de Tariko, correram para a janela. Aothos estava sendo atacada.
[Tariko] Não acredito! Os nômades de Darksand estão aqui!"
Amanhã postarei o proximo capitulo mas pela semana acho que só vai ter 1 cap! Fiquem ligados!
Até mais pessoal. :y:
Respondendo comentarios - Capitulo 7 - Os Nômades pt. II
Eai galera!
Fiquei um pouco ocupado mas estou aqui para postar mais um cap!
Agora responderei os comentarios:
@Ramon PC
Valeu!
Realmente Aothos é como uma cidade mas Sensalia insiste em dizer que é base... Podia ser uma colonia ao menos :hmm:
E esse Ot ai que vc jogou é meio tosco en! Mas sabemos que espadas na vida real vão matar de 1 hit, então digamos que eles sejam assim mesmo...:D
E sobre meu avatar, HEUEHUEHEUE
Quando se falta avatares é assim mesmo, tirei uma foto de um beaglezin que minha irmã tinha, o beagle revenge, e fiz de uma forma engraçada pra por aqui. Eu acho ele legal, e quanto ao meu antigo avatar dá pra fazer um novo mas tenho preguiça :P
Bora postar novo cap no A character's history!
@Danboy
Valeu cara!
Foi mesmo uma boa ideia minha, já que eu tinha essa ideia de mapa e ela tava quase indo parar no lixo resolvi pensar numa historia mesmo. E deu nisso. Boa parte do que imaginei nesse mundo é semelhante ao Tibia, o que deixa a historia ainda melhor.
Obrigado pelos elogios e continue comentando e acompanhando!
@Gillex Koehan
Valeu chapa! Bem que eu não me lembrei disso ai não... Mas concerteza eu poderia fazer uma boa historia com isso comparando as coisas da historia com tibia :fckthat:
Ai digamos que sairia uma boa historia de humor :P
Mas por enquanto vou ficar na minha historia mesmo!
Obrigado pelos elogios e continue comentando e acompanhando!
Bom galera, aqui está a parte 2 do cap 7. Como vou ficar um pouco ocupado na semana a proxima parte vai demorar :P
Enfim, boa leitura para vocês! :smile:
No capitulo anterior:
George parte com seu irmão, com Watson e com um soldado do Rei de Sensalia para a base de Aothos esclarecer boa parte das duvidas deles. Porém um ataque supresa a base pode mudar os planos do grupo.
Capitulo 7 – Os nômades pt. II
Lá de cima, George via tudo o que acontecia: Era um exercito de homens montados em camelos, todos usavam escudos grandes e espadas também grandes, mas eram diferentes. Eles tinham uma armadura vermelha com um U no meio, na cor negra. Eles tinham um capuz que protegia quase toda a cabeça, e todos eram exatamente iguais. Eles atacavam as pessoas, e com facilidade eliminavam os soldados, que tentavam reagir de varias maneiras. O general Tariko correu até sua sala e lá pegou um sino. Ele o colocou no chão e tirou sua espada da bainha, e cortou o sino com a espada, que já se parecia muito poderosa. O sino se regenerou e ecoou um som poderoso que pode ser ouvido de todos os locais.
[Tariko] Tática de avisar os outros homens! Virão logo para cá!
Mas o tempo estava contra eles. Boa parte do exercito conseguiu entrar na fortaleza e eles subiam rapidamente as escadas junto dos camelos. George e os outros se preparam para se defender dos nômades, mas o numero era maior. Os nômades chegam no corredor, e cercam rapidamente o grupo. Mais um homem chega e passa pelos outros homens. Um homem alto, porém magro, com uma aparência um pouco velha. Sua armadura era completamente negra, sem nada escrito. Ele tinha seu rosto sem proteção, parecia o líder. Ele desce do camelo e se aproxima devagar para o grupo.
[Nômade] Então... Estive sabendo do tal homem que veio lá de cima... vocês tem imaginação heim!
Logo todos os homens começaram a rir da cara do grupo. O líder se aproximou de George, e começou a falar.
[Nômade] Deve ser você, afinal nunca vi ninguém mais estranho que você... – disse rindo acompanhado dos homens. George irritado, disse rapidamente:
[George] Exori Gran!
A magia pega em cheio no líder que cai no chão ferido. Os homens se aproximam de George, e George empurra rapidamente Jack e Watson para fora do prédio pela janela. Os homens cercam completamente George e começam a golpear George com força. George com raiva começava:
[George] UTITO TEMPO! EXORI GRAN! EXORI GRAN! EXORI MAS!
Varias magias eram suplicadas por George, e os homens voavam para o alto e eram fatiados ao meio com tamanho poder. Mais e mais nômades vinham, enquanto o general e Pedrosky se abaixavam e aproveitavam o momento para pular da janela, caindo na tenda da entrada sem se machucar e caindo no chão. Jack e Watson também estavam lá, cercados pelos nômades. Péssima tática. Eles se renderam por causa do numero, e Jack virou para o general e disse:
[Jack] Cadê o George?
[Tariko] Ele é muito corajoso, ficou lá tentando vencer o exercito.
Boa parte do exercito entra novamente na fortaleza, para reforçar. George era muito poderoso para aqueles homens agüentarem. Os homens levaram Jack e os outros para a entrada da base, já capturada pelos nômades. Em pouco tempo surgiu uma porção de homens indo para a entrada de Aothos, levando George com eles. George estava desmaiado e muito ferido.
[Jack] GEORGE! NÃO!
Jack foi tomado por uma fúria muito grande vendo o irmão daquele jeito. Se libertou dos homens e começava:
[Jack] EXEVO MAS SAN! EXEVO MAS SAN!
As magias de Jack faziam vários homens saírem voando para o alto, mas ele foi atingido por flechas em locais pouco letais, o derrubando e o contendo. Um homem chega por trás de Jack e quebra uma garrafa na cabeça dele, fazendo ele cair no chão e desmaiar.
[Homem] Idiotas, temos que levar eles vivos! Não tentem nenhuma gracinha!
Todos se puseram aos seus postos e uma tropa levou o grupo para um barco, perto donde eles tinham vindo. Dois homens bateram um tronco na cabeça de Watson, fazendo ele desmaiar. O mesmo aconteceu com Pedrosky e Tariko.
Horas depois.
Jack acordava aos poucos, se sentia muito tonto e com dor. Ele não via nada, e aos poucos voltava a ouvir alguns sons. Ele estava com um capuz preto na cabeça que logo foi retirado por um nômade. Ele se viu sentado no chão, amarrado, e cercado por vários nômades. Parecia que Jack estava numa caverna, bem iluminada. O que seria o líder mantém seu olhar para Jack, que estava acordado.
[Nômade] Vejo que o ser de outro mundo acordou! Nosso lorde ficaria feliz em usar seus conhecimentos para que ele volte a vida novamente! Amerant, acorde os outros!
O mesmo homem que antes havia tirado o capuz da cabeça de Jack, chamado Amerant, se aproximou de George e dos outros e tirou seus capuzes. Outros homens pegaram baldes de água e jogaram no grupo, fazendo o resto do grupo acordar.
[Tariko] Mas que palhaçada é... – Tariko parou de falar assim que viu o que havia a sua volta. – droga.
[George] Onde estamos?
[Nômade] Você, ser de outro mundo corajoso. – disse olhando para George – qual é o seu nome?
[George] George.
[Nômade] Nome típico de outro mundo! – disse rindo junto dos outros homens. – bom, de tanta gente você tinha que ir até Tariko...
[Tariko] Ninguém vai até você pois não passa de um fracassado! Hehehe!
O líder se aproximou de Tariko e começou a dar vários socos na cara do general, desmaiando de novo.
[Nômade] Esse idiota... – foi para a direção de George – e se importa, meu nome é Alehal!
[George] Há, legal...
O líder Alehal retornou para frente deles, e voltou a falar:
[Alehal] Preciso de seus conhecimentos para dar a vida de volta ao grande Lorde! Mas não vou dizer quem é... Pois isso não importa nada para vocês, já que não conhecem droga nenhuma do nosso mundo! Mas um de vocês vai ser muito útil no final... – disse começando a rir, e todos riam juntos do líder na sala.
[Alehal] Mas vocês vão descobrir logo cedo ou tarde! Homens levem esses otários para a cela deles!
Oito homens se aproximaram do grupo e os levantaram, e começaram a empurrar o grupo para fora da sala. Eles estavam num corredor, com aquele estilo de caverna. Havia tochas para todos os lados, iluminando o local. Eles seguiram a direita, e chegaram num novo corredor cheio de portas trancadas. Os homens abriram uma das portas e jogaram o grupo lá para dentro.
[Homem] Boa diversão! Hehehe!
O homem fechou a porta e deixou o grupo no escuro.
[George] Utevo gran lux!
Eles se viram numa sala, média, com algumas camas e mais nada.
[Jack] O que vamos fazer agora?
[Pedrosky] Devemos estar em Darksand! Esses nômades são poderosos e numerosos!
[George] não acho. Posso derrotar esses desgraçados.
[Jack] Não! Você quis enfrentar todos eles sozinho, e se deu mal!
[George] Eu apenas vacilei por alguns segundos!
[Jack] Bobagem George! Todo humano tem limites! Você teve o seu por isso quase morreu lá!
[Watson] Vamos planejar algum plano para sairmos daqui, e rápido! Você ouviu aquele cara, estão planejando alguma coisa com nós!
[George] Tem razão... Mas o que poderemos fazer?
[Pedrosky] Vamos pensar...
Todos eles se calaram e andavam pela cela, pensando. Ficaram do mesmo jeito por cinco minutos, até que:
[Pedrosky] Tenho uma idéia!
É isso pessoal!
Empolgação é o que não me faltou pra fazer esse cap! A parte 3 terá um anexo finalizando o cap 7. Espero que tenham gostado!
Abraços!
Capitulo 8 - O plano pt. I
Fala galera!
Vocês são maus heim! Tava com coisas pra fazer e ainda deixei de fazer uma pra fazer a parte 2 e vocês mal comentaram! só o Death Killer nesse ultimo cap!
Mas estou liberando mais um cap para vocês!
Boa leitura :smile:
No capitulo anterior:
Os nômades de Darksand atacaram a base de Aothos e levaram George, Jack e Watson. também levaram o general Tariko e Pedrosky, o que seria o guia deles na viagem para Darksand. Pedrosky tem um plano para que eles saiam, talvez vivos, daquele lugar.
Capitulo 8 – O plano pt. I
“Todos voltaram a atenção a Pedrosky, esperando uma reação do garoto.
[Tariko] Qual? Fale logo garoto!
[Pedrosky] Bom, eu já fui preso aqui, então sei uma maneira de escaparmos.
[George] Como você foi capturado pelos nômades?
[Pedrosky] É uma longa historia... Mas imagino que queiram saber do plano antes não é?
[Watson] Sim, conte.
Cada um do grupo se sentou numa cama, e voltando a atenção ao Pedrosky, ele começou:
[Pedrosky] Então é o seguinte. Geralmente, não tenho certeza, alguns guardas passam pelas celas temporárias para ver como está a situação em cada cela. Eu mesmo acho isso uma burrice, mas eles são astutos e rápidos para evitar que qualquer ação seja feita. O que temos que fazer é esperar que eles venham, pegarmos eles e botar eles pra dormir, assim o caminho estará livre e partiremos daqui.
[Tariko] Boa idéia garoto! Porém você mesmo disse que não tem certeza, e se eles não virem?
[Pedrosky] Vão vir sim, sempre fazem isso. Eu tinha treze anos quando fui capturado, mas não gosto de falar sobre isso.
[George] E quantos anos você tem?
[Pedrosky] tenho 19 anos.
A partir daí, todos começaram a pensar sobre o plano e principalmente da idade de Pedrosky, achando que talvez isso já tenha mudado.
[George] Tanto faz, ficaremos de plantão essa noite. Esperamos eles virem para cá e darei um jeito neles.
[Jack] Ai é que ta o problema! Como você vai derrotá-los sendo que está desarmado?
[George] Eu aprendi um truque. Hehehe.
[Jack] Hum...
[George] Bom, colocaremos essa cama um pouco à frente das outras. Vocês esperam fingindo que estão dormindo, eu e o Pedrosky ficaremos atrás desta cama esperando os guardas. Espero que dê certo.
Assim começou, George e Pedrosky moveram a segunda cama da direita e colocaram a frente das outras, e a viraram de lado. Sendo apenas isso, sentaram-se em suas camas e ficaram esperando a noite chegar.
Muitas horas depois, o grupo já estava cansado e sonolento, porém quem não estava era George e Pedrosky que já pareciam estar acostumados a ficarem bastante tempo acordados. George se concentrava no mínimo barulho que saísse daquele corredor. Já quase perdendo as esperanças, George ouviu alguns passos. E viam do corredor.
[George] Acho que estou ouvindo os guardas! Preparem-se!
George e Pedrosky se abaixaram atrás da cama, e o grupo tratou de se deitar em suas camas esperando o progresso do plano. Chegando perto, os guardas pararam na frente da cela do grupo e abriram a porta. O coração de George estava a mil, mas concentrado. O quarto estava escuro, os guardas chegaram na frente da cama e olharam melhor. Uma cama na frente deles estava vazia. George entrou em ação, se levantou e quase dando um soco na cara de um dos guardas, suplicou:
[George] Exori Hur!
A mão de George se enchia de pressão, e de repente a magia explodiu na mão de George fazendo um impacto suficiente pra fazer os guardas voarem para perto da porta. George quase caiu, mas rapidamente foi para os guardas, e pegou uma das espadas de nômade que um dos guardas havia perdido, e cravou na barriga de um dos guardas. O outro se levantou e ia fugir da sala quando Pedrosky se jogou na frente dele e suplicou:
[Pedrosky] Exori San!
O impacto da magia fez com que o guarda fosse até a direção de George, que o pegou pelo pescoço e cortou sua garganta.
[Pedrosky] Eu disse botar pra dormir, mas deixa agora, afinal eles iriam avisar aos outros quando acordassem...
[George] Bom, agora já temos o caminho liberado! Vamos ver o que esses guardas possuem...
George sabia muitos truques, sabia até usar duas espadas. Ele pegou a espada do outro guarda que ele havia ter cortado a garganta, e com as duas na mão, já estava preparado para proteger o grupo. Jack pegou duas lanças que seriam uma segunda arma dos guardas e o resto do grupo ficou sem nada, mas não se importavam.
[Pedrosky] Vamos logo, antes que percebam que eliminamos os guardas.
O grupo seguiu até a porta e saindo da cela, se viram num corredor longo, com um final escuro. Aquele lugar parecia ser um túnel, com tochas nas paredes no caminho para ambos os lados.
[Watson] Pra que lado vamos?
[Pedrosky] Direita, vamos.
Eles seguiram para direita, e quando viram, havia um caminho para o norte, sem celas. Podia ser o caminho que os nômades levaram o grupo para a cela deles.
[Watson] Me lembro de que havia uma porta que dois dos nômades que estavam nos levando até a cela entraram. Eles tinham umas mochilas, uma delas era vermelha, acho que era do Pedrosky.
[Pedrosky] Eles devem ter levado nossas coisas pra lá, vamos procurar.
Eles seguiram o caminho, que era vazio e apenas com barulhos de gotas pingando do teto. Eles podiam estar debaixo do oceano, mas não tinham certeza. Andando por dez minutos eles encontraram finalmente uma porta naquele caminho sem fim, e outro caminho para a direita. George não pensou duas vezes e deu um chute forte na porta abrindo a sala. Entrou lá dentro e de lá suplicou:
[George] Utevo gran lux.
De lá de dentro ele viu varias caixas, um balcão e tochas apagadas. Ele seguiu até as tochas nas paredes e as acendeu, iluminando a sala. Eles se espalharam na espaçosa sala, que havia caixas e mais caixas. O balcão perto do fim da sala estava vazio, e não havia nada atrás. Eles examinaram as caixas e logo acharam seus pertences, e George encontrou a mesma espada que viu em Sensalia, uma com lamina azul e partes amarelas.
[Pedrosky] Essa é a espada de Sensalia. Tudo lá é assim, azul e amarelo. Também tem vermelho, mas é a cor do Rei e não se vê essa cor na cidade, só na roupa de alguns viajantes.
[George] Interessante, vou levar ela.
[Jack] George, ela deve ser roubada!
[George] Depois eu devolvo!
Eles estavam distraídos, quando Tariko percebeu passos vindo para a sala. E viu um homem que tinha a aparência de um paladino, e tinha nas mãos uma crossbow gigante, com uma bolt enorme e azul. Quando viu o grupo na sala não hesitou em preparar sua crossbow. O som da arma deu um arrepio em Jack, que percebeu que o grupo estava em perigo.
[Jack] Se abaixem!
George ia virar quando o paladino começou seu ataque. A bolt tinha um barulho que ia explodir a qualquer momento, e ela avançou com rapidez pela sala até chegar no balcão, explodindo e abrindo um vórtice azul que seria um portal.
[Paladino] Há! Agora vocês morrem em outra dimensão!
[George] Isso não!
George se preparou com as espadas dos nômades e suplicou:
[George] Exori hur! Exori hur!
As espadas voaram com muita pressão para a direção do paladino, que desviou das espadas facilmente e preparou sua crossbow enorme na direção de George.
[Paladino] Você está morto, tibiano!”
O proximo promete! Se preparem! :D
Abraços!
Resposta aos comentarios e Capitulo 8 - O plano pt. II
Eai galera!
Estou aqui para postar mais um capitulo! Hoje é o final do prazo da minha primeira disputa e estou sendo substituido pelo GjunioBA por causa da forte conjutivite que eu tive que por sinal já está bem melhor! Vamos terminar esse texto logo homem :y:
Estou respondendo os comentarios, e vou postar o cap logo abaixo!
@Death Killer
Obrigado por estar sempre comentando!
Será que o plano deu certo? Veja nesse novo capitulo! :y:
@Sombra de Izan
Obrigado pelo comentario!
Eu tinha percebido que você viu meu ultimo cap mas não comentou...
Em historias tensas como essa sempre vale colocar um pouco de humor mesmo :P
Continue acompanhando e comentando!
Bom pessoal, aqui está a parte final do Cap 8, que inicia uma nova fase de misterio!
Boa leitura! :smile:
No capitulo anterior:
O plano de Pedrosky de escapar dos nômades se vê com problemas quando um paladino misterioso que conhece a origem de George ataca o grupo.
Capitulo 8 – O plano pt. II
"O paladino, sem hesitar, preparou sua enorme crossbow e atirou contra George. George pulou em direção a bolt, se arriscando, mas logo ele cai no chão e a bolt passa perto dele, e explode na parede perto do portal. O portal começa a ficar maior, e parecia estar sugando o grupo para lá. George pensa rápido, e tem uma idéia.
[George] É só isso que você faz?
[Paladino] Idiota, não duvide de mim!
O paladino se irrita e prepara sua crossbow novamente e ataca George, que se abaixa rapidamente. A bolt do paladino entra pelo portal e explode ali mesmo, fechando o portal.
[Paladino] Droga, o que eu fiz?
George rapidamente se levanta e com a espada de Sensalia, se prepara e suplica:
[George] Exori Hur!
A espada cruza a sala com tamanha rapidez e começa a brilhar. O paladino se abaixa com tamanha rapidez e a espada explode atrás do paladino, caindo no chão ainda inteira. Jack se prepara para enfrentar o paladino, que se levanta com sua crossbow preparada.
[Jack] Quem é você?
[Paladino] Sua morte! Hehehe! – disse atirando contra Jack. Ele se abaixa, e a bolt explode. Ele quase é acertado, mas ele se levanta e prepara sua lança. Parecia mais um truque. Jack joga sua lança para cima, e passa dois dos seus dedos por baixo da lança, que brilha intensamente, e suplica:
[Jack] Exori Gran Con!
A magia foi em direção do Paladino três vezes mais forte que a magia comum. O paladino também se prepara, pega sua crossbow e atira rapidamente contra a magia, e uma forte explosão acontece na sala, fazendo Jack e o paladino voarem longe. O paladino desmaia, e Jack levanta com dificuldade. O grupo aproveita o momento para fugir.
[Jack] Vamos pegar nossas coisas e rápido!
O grupo pega suas coisas e mais outras que pertencem a Darksand e fogem da sala, correndo ainda sem destino. Em pouco tempo, eles encontram no caminho a frente vários soldados correndo em direção ao grupo, porém ainda estavam longe. O grupo dá meia volta e vai para o caminho oposto, mas viam do mesmo caminho não só soldados, mas também soldados montados em camelos, vindo furiosamente em direção ao grupo. Eles só acham uma porta do lado deles, uma outra sala. George arromba a porta e com o grupo, entram na sala e encontram o que seria cultos, trabalhando num portal. A sala estava cheia de caixas com coisas estranhas emcima delas, e o portal era como um arco. Os cultos vestiam a mesma roupa que os cultos normais, porém utilizavam mascaras esquisitas e uma roupa laranja com um U negro no meio.
[Culto] Invasores! Acabem com eles!
Na mão de um dos cultos, surge uma bola negra, e ele lança na direção do grupo, quase atingindo Jack. O paladino que eles haviam derrotado reaparece atrás deles.
[Paladino] Obrigado pelo teleporte cultos! Agora vocês morrem!
O paladino prepara sua crossbow com uma bolt negra, e atira no culto líder, e uma explosão negra acontece na sala fazendo o grupo voar para longe da sala. O paladino utiliza agora uma bolt vermelha, e aponta sua enorme crossbow em direção de George.
[Paladino] Eu disse que você morreria tibiano!
[George] Mas não vai ser hoje, nem agora.
George se levanta, e com sua espada thaiana, avança na direção do paladino. O paladino sem hesitar atira contra George. George para de correr, prepara sua espada e suplica:
[George] Utito Tempo! EXORI HUR!
Um choque entre o poder de sua espada e da bolt do paladino faz uma explosão muito poderosa, e o impacto vai a direção aos soldados que viam na direção do grupo fazendo eles voarem para bem longe dali.
Um tempo depois...
George acorda e se vê no mesmo lugar junto dos outros. O paladino, já estava morto, e George ainda estava com sua espada na sua mão, e ele se viu curado, e ainda mais poderoso. George ouviu galopes poderosos vindos de todos os lados e viu que os nômades estavam vindo montados nos seus camelos como loucos.
[George] Pessoal, vamos acordem! Temos que sair daqui! – disse apontando para a sala onde estavam os cultos mortos.
Eles acordaram, e rapidamente se levantaram e junto de George foram para a sala. Jack aproveitou, e pegou aquela crossbow gigante do paladino morto e a munição dela. Ele levantou a crossbow com dificuldade, e colocando uma bolt vermelha, rapidamente apontou e atirou contra os nômades que vinham do norte. Ela explodiu e depois, ele correu para dentro da sala junto dos outros e fechou a porta.
[Watson] O que faremos agora? Não consigo utilizar magias agora!
[Pedrosky] Vamos fugir por aquele portal! – disse apontando para o portal criado pelos cultos.
[George] Mas não sabemos onde ele vai dar!
[Tariko] Menos conversa e mais ação! Vá primeiro, ser de outro mundo!
[Jack] Por que tem que ser ele? Não sabemos onde vai dar!
[George] Deixa Jack, eu vou.
[Jack] Mas George, você pode morrer!
[George] De qualquer jeito vocês também vão comigo! Não vamos morrer, confie em mim.
[Jack] Mas...
[George] Jack, confie em mim.
[Pedrosky] Vamos, eles estão se aproximando!
George se aproximou do portal e pulou. A sensação de estar naquele portal era fora do comum. Ele parava novamente de sentir seu corpo. E sentia que estava indo para cima, cada vez mais e mais... E até que não agüentou, e desmaiou."
E é isso galera! Espero que tenham gostado!
O proximo capitulo vai ser no sabado, vamos ver! ;)
Abraços!
Capitulo 9 - O Deserto das almas perdidas.
Citação:
Postado originalmente por
Death Killer
[Paladino] Sua morte! Hehehe! – disse atirando contra Jack. Jack se abaixa, e a bolt explode. Jack quase é acertado, mas ele se levanta e prepara sua lança. Parecia mais um truque. Jack joga sua lança para cima, e passa dois dos seus dedos por baixo da lança, que brilha intensamente, e suplica:
A palavra Jack ficou mt repetitiva.
Errinho bobo, mas já está corrigido.
Bom pessoal, estou postando aqui o cap 9. Se houver erros por favor digam, mas SEM criticas. Estou de muito mal humor hoje.
No capitulo anterior:
George e os outros derrotam o paladino misterioso, e avançam para uma sala de cultos, onde um portal esquisito é aberto. O paladino reaparece e mata os cultos e quase chega a matar George, que combate o paladino, e sobrevive a uma explosão de um choque de sua magia contra uma das bolts do paladino. George e os outros fogem no portal dos cultos para se salvar do exercito de nômades.
Capitulo 9 – O deserto das almas perdidas.
“Enquanto isso, na sala dos cultos.
Todos já tinham pulado no portal, inclusive Jack, que pulou por ultimo. Os nômades chegam na sala e derrubam a porta, e encontram o portal se fechando, e simplesmente ele desapareceu. O líder nômade aparece na sala, empurrando um dos seus soldados para dentro.
[Alehal] – Você, me diz, o que aconteceu aqui?
[Nômade] – Eu juro que não sei! Todos nós chegamos aqui na sala e os prisioneiros já tinham fugido num portal! Eu juro!
[Alehal] – Quero saber de todos vocês, é verdade isso!
Todos os nômades gritaram sim. Alehal sai da sala furioso e vai até uma sala num corredor pela esquerda, que seria sua sala. Lá dentro ele avançou até um balcão, que possuía a imagem de um U, copos grandes, um recipiente e peles. Ele iniciou um ritual, fazendo um corte em seu braço e fazendo seu sangue cair no recipiente. Após isso ele colocou uma pele marrom dentro do recipiente, pegou uma madeira pequena e a colocou no fogo de uma das tochas, e abaixou a madeira com fogo no recipiente fazendo explodir e criar fogo dentro do recipiente. O fogo mudava de cor para a cor negra, e de repente surgia uma caveira pelo fogo.
[Alehal] – Meu mestre, sinto muito, mas a tentativa de trazer aquelas criaturas do inferno para os sacrifícios fracassou... Os Tibianos fugiram no mesmo teleporte, podem morrer para onde estão indo!
O fogo negro aumentou de tamanho, clareando negativamente a sala.
[Caveira] – SEU DESGRAÇADO INSOLENTE! ERA A CHANCE DE EU VIR PARA O MUNDO TIBIANO E VOCÊ FRACASSOU! VAI PAGAR CARO POR ISSO!
[Alehal] – Por favor, meu mestre, ainda podemos trazer de volta os Tibianos e terminar tudo! Só me dê mais tempo!
[Caveira] – JÁ ESPEREI DEMAIS! VOCÊ É UM IDIOTA E NÃO QUERO MAIS SABER DE VOCÊ!
O fogo negro tornou-se muito maior, e de repente explodiu dentro da sala, com uma explosão negra muito poderosa. Os nômades correram até a sala, mas quando chegaram não encontraram nada, a sala estava vazia e completamente queimada.
Enquanto isso...
George acordava aos poucos, e ia sentindo seu corpo novamente. Ele sentia a areia, e imaginava estar já em Darksand. Ou talvez não. Era uma tarde, porém a visão dele ela parecia sombria. Via a sua frente palmeiras e um deserto, mas eram poucas palmeiras, e um termino de terra que parecia dar num rio. Ele se levantava, e via tudo aos poucos. Via um céu vermelho, destruído, e o sol era um laranja forte, um calor que quase não dava para suportar. Ele via uma pequena montanha só de areia, e via coisas andando para todos os lados, pareciam esqueletos, mas escuros. Mais para frente ele via um pouco da imagem do rio, e viu que o rio era vermelho.
[George] – Será que estou no...Inferno?
George não teve nem tempo para pensar quando ouvia muitos sons infernais de alguns locais, e alguns viam de trás das montanhas de areia. E de repente ele via um homem correndo, o reconheceu, era Jack. Junto dele vinha Watson, Pedrosky e o general Tariko. Estavam correndo muito, pareciam fugir.
[George] – Jack! Estou aqui!
[Jack] – GEORGE! CORRE P**RA! CORRE!!!
De repente surgiu de trás das montanhas de areia uma criatura enorme, parecia um hellhound, mas era diferente. Só tinha uma cabeça e era completamente negro, possuía quatro caudas e um rosto vermelho com olhos que brilhavam como fogo. A criatura parava no alto da montanha e rugia muito alto, parecia um aviso. E depois a criatura ia furiosamente atrás de Jack e dos outros. George também tratou de correr, avançando em direção ao rio com um Utani tempo hur. Logo os outros alcançaram George, que corriam juntos da criatura.
[George] – Mas que merda é aquilo?
[Jack] – Não sei! Continua correndo!
[George] – Não vamos conseguir fugir!
George viu as palmeiras perto do rio e teve uma idéia.
[George] – Tenho um plano, continuem correndo!
[Jack] – O que? Você vai se arriscar com aquele bicho!
[George] – Não, é outra coisa! – disse correndo para a direção oposta. George corria em direção a uma palmeira, e suplicou:
[George] – Utani Makararrah!
George corria na velocidade da luz. Mas agora o poder dele estava muito maior. De repente seus olhos mudaram de cor para avermelhado, e seus pés pareciam estar flamejando. Com tanto poder, avançou até a maior palmeira, e então deu uma voadora na palmeira. Tudo estremeceu, a palmeira quase caiu, e com o impulso George voltou para trás e passou por cima dos outros e foi em direção a criatura infernal. Preparou-se numa voadora, e deu um chute muito poderoso na cara da criatura. A partir daí, estremeceu fortemente o deserto inteiro. A cabeça da criatura explodiu e o resto do corpo saiu voando para os ares, e caiu atrás das montanhas de areia. George pousa no chão e cai de joelhos. Os outros correm em direção a George, para ajudá-lo.
[Watson] – Caramba George! O que foi aquilo?
[Jack] – Você está bem?
[George] – Estou... Meus pés doem.
[Watson] – Não é a toa, você fez tudo aquilo!
[George] – Meu poder nunca chegou a esse ponto! Tem algo acontecendo...
[Pedrosky] – Puxa vida, eu não sabia que Tibianos eram capazes de fazer isso!
[Watson] – E não são! George é muito mais treinado que qualquer Tibiano, aprendeu muita coisa fora do comum... Mas eu nunca tinha visto isso!
[Jack] – Nem eu!
[Pedrosky] – Consegue se levantar George?
[George] – Sim.
[Pedrosky] – Deixe eu te ajudar.
Pedrosky e os outros ajudaram George a levantar. George apenas limpou a sujeira e se curou.
[George] – O que faremos agora?
[Pedrosky] – Existem algumas almas aqui nesse deserto, podem nos ajudar. Vi os relatos de um homem que escapou do inferno e veio para cá. Ele disse que as almas são inteligentes.
[George] – Veja, tem uma logo ali. – disse apontando para uma alma perto do rio.
[Jack] – Então o que estamos fazendo aqui? Vamos lá!
Eles andaram até a alma, que estava parada perto do rio vermelho. A alma era estranha, era um esqueleto negro, e dentro dele parecia ter uma chama irradiando. George se aproximou e começou a falar:
[George] – Er... Oi.
A alma começou a andar um pouco lentamente para frente, e George tomou a frente da alma.
[George] – Desculpe, mas pode me ajudar?
A alma levantou a cabeça e parecia olhar para George. De um jeito esquisito, ela parecia sorrir, e de repente explodiu. Uma luz forte brilhou pelo deserto, e de repente, um pouco longe do grupo, estava uma porção de demônios, os cercando.
[Pedrosky] – Droga eu me lembrei! As almas que ficam perto do rio são armadilhas de demônios!
[George] – ah não...
As criaturas avançavam lentamente em direção ao grupo, que não tinha aonde ir. Uma das almas foi em direção ao grupo, e disse:
[Alma] – Vocês, reúnam-se!
[Jack] – Hã?
[Alma] – Reúnam-se, rápido, é o único jeito!
George e os outros ficaram juntos perto da alma. A alma continuou:
[Alma] – Agora dêem as mãos! Rápido, é o único jeito!
Eles não discutiram e deram-se as mãos. George pegou a mão esquerda da alma que era também um esqueleto negro com uma chama dentro dele. Com a mão direita, levantou um cristal para cima que fez uma luz poderosa cegando todos os demônios.”
Resposta aos comentarios e Capitulo 10 - A Alma
Bom pessoal, estou aqui para postar um novo cap. Estou muito triste hoje, pois aconteceram duas coisas inesperadas hoje comigo, e me deixou quase derrubado. Pra me dar animação ficarei escrevendo caps que posso postar hoje ou amanhã.
Muito obrigado pelos 3 comentarios motivadores de hoje. Estou me sentindo um pouco melhor. ;)
@Death Killer
O Izan não teve muita coisa a ver nesses capitulos...Comparar ele com o Capeta é tenso...:fckthat:
Mas sabemos que é brincadeira! :D
Obrigado pelo comentario e continue acompanhando e comentando! e quero novo cap na sua historia!
@Gillex Koehan
Realmente Tibianos são mais do que os olhos podem ver...;)
Mas os Sensatanos, bom, você ainda não conhece do que eles são capazes!
Teremos novas magias em breve! :P
E espero que continue acompanhando e comentando! E acho que ainda vamos ter disputa hoje... você vai ficar supreso com meu texto, ah vai >:]
@Ramon PC
Ora, que eu saiba o inferno não é teu... E desde quando suas descrições recitam uma palmeira tão poderosa como aquela! :D
Sei que é brincadeira! :D
Mas na verdade ele não vai ficar muito tempo no Inferno não...Teremos mais é Inferno Sensaton World, então não venha me cobrar depois porque é meu :D
Obrigado pelo comentario! E não percebi que eu era esse tão grande escritor...
Mas me deixa feliz ouvir isso! :y:
Espero que continue comentando e acompanhando! :y:
Aqui está o Cap 10. Fiquem atentos pois pode ter cap novo ainda hoje! :D
Boa leitura para vocês. :smile:
No capitulo anterior:
Alehal é morto por um mestre misterioso. George acorda e se vê no inferno, e chega a eliminar incrivelmente uma criatura esquisita do inferno, do qual nunca ele tinha visto. O grupo é salvo de uma armadilha por uma alma que se parece conhecida.
Capitulo 10 – A alma.
“Quando George pode olhar novamente, ele viu que os demônios já estavam muito perto deles, e ainda de mãos dadas à alma, a alma apertou a mão de George, e um pensamento veio na cabeça de George, falando para que ele não solte a mão até que os demônios forem embora. Ele e os outros perceberam que estavam invisíveis, e continuaram de mãos dadas até que os demônios fossem embora. Não demorou muito para que eles saíssem dali.
[Tariko] – Mas o que diabos aconteceu aqui?
[Alma] – Vocês ficaram invisíveis graças à luminosidade do cristal. Não precisam me agradecer. Quero ajudar vocês.
[George] – Por que uma alma como você nos ajudaria?
[Alma] – Pois você me conhece, George.
[George] – O que?
A alma se aproximou de George, e aos poucos a face dela se revelava, mostrando um rosto, e seu corpo voltava à forma humana novamente. Era um homem com cabelos marrons e olhos verdes. Possuía algumas cicatrizes no rosto, que mostrava que ele batalhava muito. George ficou boquiaberto com o que viu.
[Alma] – Sou seu tutor, George. Seu tutor Acrios, se lembra?
[George] – Acrios! Você está aqui! – disse abraçando Acrios. Os dois ficaram abraçados por um pequeno tempo, e logo George se soltou, e começou a falar:
[George] – Como você veio parar aqui no inferno?
[Acrios] – Fiz muitas coisas ruins antes de te conhecer, George. E mais outras depois que sumi. Acabei sendo executado pela AVIN em Venore. Fui pego perto de Shadowthorn negociando armas de Venore com os elfos. Era um jeito de eu conseguir dinheiro para eu me reerguer de novo.
[George] – E o que aconteceu com você?
[Acrios] – Um demônio, necromante, não sei o que era, destruiu minha casa e matou meu filho. Eu estava voltando para minha casa em Darashia quando vi o tal demônio sair de casa e sumir na escuridão.
[George] – Poxa... Sinto muito.
[Acrios] – Fazer o que né. Mas agora não há tempo para conversar, vocês devem estar presos aqui!
[George] – Sim, estávamos fugindo.
[Acrios] – De quê?
[George] – É complicado de explicar. Uma invasão em Yalahar, depois um portal dos cientistas de lá me levou para um outro mundo... Se quiser alguma prova, fale com eles dois. – disse apontando para Pedrosky e para o General Tariko.
[Tariko] – Então, eu e esse garoto somos do grande Sensaton World! Ele parece ficar muito, mas muito abaixo desse lugar horrível.
[Acrios] – É muito interessante, mas no momento acho melhor agirmos logo. Esse inferno andou crescendo nos últimos dias. – disse apontando para a direita – vamos por ali, um portal está sendo montado lá! É para que os lideres dessa área sigam para Tíbia!
[Jack] – Então retornaremos para Tíbia?
[Acrios] – Isso não posso garantir. Talvez vocês acabem voltando para esse tal Sensaton World!
[Watson] – Mas estamos tentando sair de lá!
[Tariko] – E nós queremos voltar!
[Acrios] – Bom, eu passei por lá, eles estão criando vários portais. Ouvi falar que eles estão criando exércitos em Tíbia e em outro mundo. Acho que é nesse Sensaton World que estavam falando, afinal.
[George] – Sim, deve ser! Vamos para lá.
O grupo avançava um pouco rápido para a direção leste do rio. O que eles encontravam era a mesma coisa, almas, almas e mais almas. Eram muitas, mas não chegavam a atacar o grupo. Mas quando se aproximavam de algumas ruínas Hellhounds e Juggernauts aparecem para detê-los. George e Jack os derrotam facilmente, e avançam para as ruínas. Um desfiladeiro abaixo revela uma pequena construção e vários demônios andando para os lados carregando coisas.
[George] – Há vários Demons e Juggernauts lá. Acha que é onde está o portal?
[Acrios] – Pois eu acho que sim.
[Jack] – Posso tentar derrotá-los.
Jack pega a crossbow gigante que estava guardada como uma bola, a apertou e surgiu a crossbow. Jack pega as munições, e pega três bolts vermelhas e aponta para onde tem mais demônios.
[Jack] – Espero que dê certo.
Jack atira a primeira bolt com sua crossbow e a mesma explode fortemente contra os demônios, os lançando longe. Jack suspira, e atira a segunda. Outra explosão forte acontece ali, e então Jack atira a terceira. Vários demônios são mortos. Agora, os restantes olham para cima e vêem o grupo, e sem pensar os demônios avançam com velocidade para o grupo, correndo contra o desfiladeiro e atirando bolas de fogo. O grupo avança e Jack e Acrios ficam para trás. George avança, e grita um Utani tempo hur, mas dessa vez, ele estava mais rápido e ele começava a brilhar na cor azul. A cor explodiu em George que voou em direção a um dos demônios, e então George se choca no demônio o lançando longe. Ainda brilhando, George se preparava para enfrentar aqueles demônios.”
Capitulo interessante, Non?
Teremos um novo capitulo talvez ainda hoje, veremos!
Abraços.
Capitulo 11 - A fuga pt. I
Citação:
Postado originalmente por
Ramon PC
Carlos Lendário, a incrível
MÁQUINA DE ESCREVER
Ou seria melhor..
CARLOS, A LENDÁRIA MÁQUINA DE ESCREVER
Gostei desse cap, aguardando o próximo. Que como disse, irá postar ainda hj o.O (Santa força de vontade! E_E)
HASUAHSUAHSUA'
Realmente eu tenho mesmo é muita inspiração e muita ideia na minha cabeça. Isso me dá muita vontade de escrever, e acabo virando uma "maquina de escrever" que escreve caps em menos de 1 hora e textos em 3 a 5 horas...:fckthat:
Obrigado pelo comentario! E estou postando o cap agora! E a maquininha só vai escrever de novo na segunda...:challenge:
Aqui está o Cap 11 ! Conheceremos a origem do U na roupa dos nômades...
Puta merda, falei demais de novo... :facepalm:
No capitulo anterior:
George reencontra seu tutor, que o ajuda a se livrar dos demonios. O tutor leva o grupo até uma construção que parece ser onde está sendo tramado boa parte dos planos do inferno.
Capitulo 11 – A fuga pt. I
“George percebeu que ele estava brilhando em um azul completo. Até sua espada ficou azul. Com tamanho poder, avançou para o primeiro Juggernaut, pulou e cortou fora a cabeça do Juggernaut. Continuou correndo, e cortou a perna de um demônio, depois se chocou contra ele, que caiu em cima de outro demônio. George foi em direção do segundo juggernaut, se chocando com ele com tamanha força, que o mesmo saiu voando até algum lugar. O resto dos demônios fugiu ao ver a força de George. Logo o grupo se aproximou de George.
[Acrios] – Já vi você fazer muita coisa incrível, mas essa é nova.
[George] – Eu também não sei o que é isso!
George parou de brilhar. Ele ficou olhando para os outros, pensando numa resposta.
[Jack] – Acho melhor irmos para aquela construção ali.
[Acrios] – Sim, os portais estão lá dentro. Vamos rápido antes que voltem com mais demônios!
O grupo correu para a construção, e de lá de dentro viram alguns demônios montando arcos teleportadores. A construção tinha diversas linhas queimadas, e aquele mesmo símbolo em forma de U. Eles viam muitas coisas ali dentro, como mortos, cristais, pedestais e outras coisas. Os pedestais eram transparentes e cheios d’água, com nuvens negras dentro. Um dos pedestais explodiu e trouxe aquele mesmo demônio negro que antes George havia ter derrotado. O demônio percebeu a presença do grupo e avançou com rapidez para eles. George, sem saber o que estava fazendo, corria em direção a criatura, e de repente George voltava a brilhar, e a luz explodiu outra vez. George ia com muita velocidade em direção a criatura e preparava um chute, até que deu um chute forte na criatura a lançando no teto e explodindo o teto, e a criatura continuava voando aos ares. George voltou a si e percebeu que os demônios avançavam a sua direção. Ele ia em direção aos demônios, e brilhava ainda mais e mais forte.
[Watson] – Droga George, volta pra cá!
[Acrios] – E você, é o que?
[Watson] – Hã, falou comigo?
[Acrios] – Exatamente. Que vocação você pertence?
[Watson] – Eu era um feiticeiro.
[Acrios] – Não tem essa de ‘era’ continuará sendo de qualquer jeito. – Acrios andou a direção de Watson e colocou sua mão em sua testa. Sua mão brilhava e Watson sentia seus poderes de novo.
[Watson] – Incrível, sou feiticeiro de novo!
[Acrios] – Seus poderes foram selados. Está de volta, mago. Ajude George!
[Watson] – Sim!
Da mão de Watson surge uma Vara de energia, poderosa, e então Watson aponta para um dos demônios. Uma bola de energia sai da vara atingindo o demônio. Não parece causar muito efeito, e o demônio corre em direção a Watson. George o para dando uma voadora na sua cabeça, fazendo o demônio ser lançado até a parede e destruir cristais e um pedestal de cristal, e dali surge o mesmo demônio negro que antes atacou o grupo. A criatura pulou para George, e George colocou sua espada no chão e suplicou palavras estranhas. Ali, surge uma explosão que faz a espada flamejar na cor azul. No mesmo momento em que George levanta sua espada ela pega na cabeça da criatura cortando o mesmo. A sala estava vazia, e agora o grupo avança para os arcos, com os portais ativos.
[Pedrosky] – Olha, tem papeis aqui.
Pedrosky pega os papeis e os lê. Era uma linguagem diferente, que Pedrosky não entendia.
[Acrios] – Deixe-me ver.
Pedrosky entrega os papeis para Acrios, que os lê atentamente.
[Acrios] – Este primeiro papel diz que o portal um leva até uma cidade do pântano. – disse apontando para o portal azul.
[Acrios] – Este segundo papel diz que esse portal vermelho leva até uma cidade histórica Sensatona. O terceiro papel diz que esse outro portal vermelho leva até uma cidade desértica no Sensaton World, e o quarto papel diz que o outro portal vermelho leva até uma cidade dos Drakens em Sensaton World... Deve ser isso mesmo! Mas eles parecem ter mais planos para esse tal Sensaton World...
[Tariko] – Por isso eles contrataram os nômades de Darksand, pois eles são idiotas demais para perceber que podem acabar morrendo!
[Watson] – Mas parece que esse portal azul nos leva até Venore!
[George] – Então, acho que nos despedirmos aqui.
[Jack] – Não tivemos nem a chance de conhecermos seu mundo por completo Tariko, mas quem sabe quando tiver uma viagem mais segura!
[Tariko] – É general Tariko!
[Jack] – Está bem, Está bem...
[George] – Acrios, vamos?
[Acrios] – Não posso ir com vocês... Vamos para Venore e podem ser capturados por minha culpa.
[???] – E NEM VÃO! – Disse uma voz um pouco longe do grupo, e ao mesmo tempo uma fileira de fogo chega na sala e se choca e explode na parede à esquerda. De um corredor, surge um Archdemon.
[Archdemon] – OLÁ, SEUS HUMANOS TOLOS! CONHEÇAM O LORDE DO INFERNO!”
Vamos se depois desse cap eu acabo matando alguém de curiosidade...:awwyea:
E eu acho que minha disputa vai ser ainda hoje ou amanhã, leiam e votem, e não vou falar quem escreve tal... e pelo amor de Deus, não falem de quem são os textos... A menos que o Lacerdinha permita...
Abraços!
Capitulo 11 - A fuga pt. II
Opa fala galera!
Hoje a "maquininha" como o Ramon diz, escreveu um capitulo muito interessante para vocês!
Gostaria de agradecer aos comentarios de Death Killer, Ramon PC, Gillex Koehan e também ao Danboy, que mesmo não comentando muito ele que me ajudou antes de eu começar a escrever, e que me motivou a começar minha historia e também me deu uns toques, além da historia dele, do Ramon PC que me deram a habilidade de escrever que tenho! E também gostaria de agradecer ao meu melhor amigo Jorge, que mesmo sem conta sempre vem aqui conferir minha historia! Tamo junto mlk! :D
E a maquininha só volta a escrever amanhã...:assovia:
Boa leitura para vocês! :smile:
No capitulo anterior:
George e seus amigos chegam junto de Acrios, o tutor misterioso de George, para a grande construção onde planos sinistros do "dono" do deserto das almas perdidas, estão sendo efetuados. Para a supresa deles, esse dono aparece para um combate.
Capitulo 11 – A fuga pt. II
“Todos olharam para o demônio, com medo. Porém, George era corajoso o bastante para enfrentá-lo de frente.
[George] – Quem é você?
O archdemon andava um pouco lentamente para George, parou e ficou olhando para ele. O archdemon possuía uma armadura enorme que cobria todo seu corpo, era negra e apresentava partes azuis, vermelhas e brancas. Seus olhos eram azuis escuros, os chifres enormes perto de seus olhos eram brancos, e apresentava mãos enormes. O archdemon ainda não estava com toda sua força.
[Archdemon] – A QUEM VOCÊ MENOS IMAGINA!
[Acrios] – Ah não, não pode ser...
[Jack] – Apocalypse?
[Archdemon] – MAS É CLARO QUE NÃO! NINGUEM ME CONHECE! MAS ME RESPEITAM MAIS DO QUE APOCALYPSE! EU TINHA O MUNDO TIBIANO EM MINHAS MÃOS ATÉ QUE SUA RAÇA PODRE PISOU EM TIBIA E ARRASOU COM MEUS EXERCITOS!
[George] – Espera, eu conheço essa historia...
[Acrios] – Ninguém conhece o nome dele! Eu o conheço!
[Archdemon] – ACRIOS! DESDE QUE CHEGOU AQUI, NÃO IMAGINAVA QUE VOCÊ FOSSE CAPAZ DE ME TRAIR E ANDAR COMO UM DAQUELES LIXOS NESSE DESERTO!
[Acrios] – E eu não imaginava que você estivesse aqui perdendo seu tempo!
[Archdemon] – TENHO VARIOS MOTIVOS, AGORA, NÃO POSSO IR PARA O MUNDO TIBIANO, MAS TENHO O QUE PRECISO, E NÃO PRECISO DE VOCÊS PARA ME ATRAPALHAR!
O archdemon carregou uma bola de fogo poderosa em uma de suas mãos e atirou na direção do grupo, que abaixou-se rapidamente. A bola de fogo explode nos portais, explodindo o portal tibiano e os dois outros portais. O que se mantém quase intacto é o portal para o acesso Sensatano, para a tal cidade histórica. O archdemon se revolta, e o fogo que bloqueia a saída torna-se negro, e o archdemon começa a crescer. Em sua armadura, surge um U, e suas mãos e pernas tornam-se maiores.
[Archdemon] – PAGARÃO CARO POR ME FAZEREM DESTRUIR OS PORTAIS! ACHA-GARUPAMON!
O archdemon começa a pegar fogo, um fogo azul que explode dentro da sala. O archdemon aproveita e vai na direção de Jack, e dá um soco poderoso nele, fazendo ele ser lançado a um dos portais desativados e se chocar com o arco. Ele cai no chão desacordado.
[George] – JACK! – grita, correndo na direção de seu irmão. – Jack, acorda!
O irmão de George não reage. E George se levanta, e levanta sua espada.
[George] – Vou te matar como matei Morgaroth!
[Archdemon] – HÁ, AQUELE LIXO? POIS DUVIDO MUITO!
[Acrios] – Espera George! Me lembrei quem ele é!
[George] – E quem ele é?
[Acrios] – É um dos filhos de Zathroth! Ele liderou as tropas de mortos vivos na era do Caos, na guerra dos Deuses! Você não vai conseguir derrotá-lo!
[Watson] – George, vamos fugir pelo portal!
[Archdemon] – NÃO VAI A LUGAR NENHUM! – Disse carregando uma bola de fogo em sua mão. Começa uma batalha, O archdemon lança a bola de fogo na direção de Watson, e George se lança na direção da bola. Ele retorna a brilhar e o brilho explode o dando impulso e velocidade para alcançar a bola. A bola de fogo explode no abdômen de George, mas a luz que brilha em George consegue refletir parte do impacto, mas não por completo, o que faz George ser lançado na direção de Watson, e os dois se chocam na parede atrás do primeiro portal. Watson desmaia, e George ainda de pé, corre na direção do archdemon. O archdemon não hesita em dar mais um soco em George, lançando-o na parede novamente. George continua no chão, tentando se levantar. O archdemon, agora vai à direção de Acrios. George retorna a brilhar, e se posiciona para a direção de Acrios, e uma nova explosão de brilho acontece em George o lançando na direção de Acrios, no mesmo momento em que o Archdemon ia socar o homem. Acrios cai no chão, e George defende a mão do Archdemon com suas próprias mãos. George explode novamente, e o Archdemon é lançado para a porta, e fica no chão. George agora flameja na cor azul, junto de sua espada. Ele não entendia o que estava acontecendo. Quando o archdemon se levanta novamente, ele olha espantosamente para George, vendo como o guerreiro estava.
[Archdemon] – NÃO ACREDITO, O MALDITO ESPIRITO DE BANOR ESTÁ LHE AJUDANDO!
[George] – Como é?
[Archdemon] – ARRANCAREI O ESPIRITO DE BANOR DE VOCÊ, E FICAREI MAIS PODEROSO PARA SEGUIR PARA TIBIA! – Disse começando a crescer mais e ficando maior. Agora, bolas negras apareciam na mão do Archdemon, e ele as lançava em George, que se esquivava e o fogo começava a bloquear o caminho para os portais, onde o resto do grupo estava, vendo toda a cena. George suplicou um Utani tempo hur, e a velocidade era incrível. Em apenas dois segundos ele consegue chegar na frente do Archdemon, e o soca colocando-o no chão. O archdemon coloca uma de suas mãos no chão e uma explosão vermelha pura acontece na sala, lançando George para o teto. George pulou do teto, e ele descia incrivelmente rápido na direção do Archdemon, preparando sua espada. Então, ele suplica uma nova magia:
[George] – Exori Gran Ico!
A magia tornou sua espada muito maior, e então ele a preparou e a cravou na armadura do Archdemon, que cai no chão novamente. Mas por incrível que pareça, não chegou a pegar no Archdemon, que levanta George para o alto com uma de suas mãos, e o joga para longe. Acrios ajuda George, que está ferido.
[George] – Quem é...Ele?
[Acrios] – Eu não sei. Há bastante tempo atrás quando cheguei no inferno, ele me ajudou de ser pego por vários demônios e ser torturado. Eu o ajudei com minha experiência, e ele me beneficiou com muita coisa, porém quando eu soube que ele queria invadir Tíbia e transformá-lo como estava na Era do Caos, eu o trai e fugi. O que era anos em Tíbia, aqui era décadas. Transformei-me naquela alma, e então eu fiquei naquele deserto por anos.
[Archdemon] – EXATO! MAS AGORA, MORRERÁ COMO UM TOLO QUE TRAIU O GRANDE LORDE DO INFERNO!
[George] – Afinal quem é você?
[Archdemon] – AGORA SABERÃO MEU NOME ANTES DE MORRER! SOU O GRANDE GENERAL E LORDE URGITH!
Naquele momento, Acrios e George gelaram. O general das hordas de mortos vivos que dominou Tíbia há 500 anos atrás estava no Deserto das almas perdidas com um plano de voltar. Agora, Urgith diminuía de tamanho, e sua forma de Archdemon sumia, e então ele virava novamente um humano. Depois, ele secava mais e mais até virar um esqueleto, e uma capa longa se estendeu por trás, uma grande vara com um U no final ficava na mão direita do demônio, e um cálice de fogo negro ficava em sua mão esquerda. Um fogo vermelho se espalhava pelo corpo de Urgith, que ficou um pouco menor, e saia do chão, flutuando a poucos metros do chão. Os olhos de Urgith ficavam vermelhos, e então aos poucos ele se aproximava dos dois, até que parou, e estendeu sua vara em direção a face de George.
[Urgith] – Terei a alma de Banor para mim, e em breve poderei retornar!
[George] – NÃO! – disse se levantando e acendendo suas chamas novamente. Elas ficavam maiores, e George percebeu que podia controlá-las, se concentrando. As chamas, maiores, se preparavam para explodir.
[George] – Saia daqui Acrios! Ficarei aqui para derrotar Urgith!
[Acrios] – Nem pensar! – disse empurrando George para o portal. O portal começava a sugar George e os outros, como Tariko e Pedrosky. Watson e Jack, ainda desmaiados, entraram no portal como se fossem sugados, Tariko e Pedrosky sem reclamar também entraram no portal. Faltava George. Ele se segurava para continuar na batalha, mas Acrios não deixou.
[Acrios] – Foi muito bom te ensinar tudo aquilo George. Mas agora, nada irá em vão...
[George] – NÃO ACRIOS! EU POSSO DERROTAR URGITH! VOCÊ NÃO VAI MORRER DE NOVO!
[Acrios] – Vai ser assim. Foi muito bom te conhecer. Exori Vis! – Disse lançando uma bola de energia contra George, que entrou no portal. O mesmo se fechou, e lá ficou Acrios, frente a frente com Urgith.
[Urgith] – Teve coragem de me trair, e ainda salvou aquele desgraçado.
[Acrios] – Ele era o escolhido para salvar todo o universo, Urgith. Diferente de você, que serve apenas para o Caos.
[Urgith] – Então chegou à hora de conhecer... O nada.
[Acrios] – Pois saiba que estou preparado.
Urgith levantou seu braço esquerdo, levantando o cálice de fogo. O cálice desceu, e formou um fogo negro no chão, que crescia cada vez mais e mais, atingindo Acrios. O fogo subia e subia cada vez mais, e Acrios não sentia nada. Era a preparação de uma explosão. Quando o fogo alcançou o pescoço de Acrios, o mesmo desceu para o chão, e uma explosão titânica ocorre na construção, que some no meio da explosão de área gigante.”
Suuuper capitulo! Como pedido de Death Killer o fiz maior, e os proximos serão assim, preparem-se! E pararemos por um tempo com esse lance de portais...ta enjoando já mesmo...:fckthat:
E não se esqueçam de votar na minha disputa contra o Gillex Koehan! E visitantes, vejam se façam uma conta para aproveitar essa seção divertida e votar nas disputas, que estão quentes como o fogo negro dos Ruthless Seven! E do Rbladder também...
Abraços!
Capitulo 12 - Fusia, a cidade historica.
Citação:
Postado originalmente por
Death Killer
Urgith esse cara bate bem da cabeça?
Bom, se o Urgith quisesse, ele conquistava o Tibia inteiro só pra ele...
Mas bate mal da cabeça, pois temos o nosso heroi George para nos salvar! Será?
Bom pessoal, eu não tinha nada para fazer e resolvi fazer mais um "tek tek tek", criar novo capitulo! mas se o suspense está sendo cortado pois os capitulos não demoram para vir, vou aliviar e escrever o proximo capitulo na quarta! :P
Gostaria de agradecer ao comentario de Death Killer, que tal uma disputinha depois da minha que ta rolando? Sou um bom escritor, então...>:]
Hoje conheceremos um pouco mais sobre George.
Boa leitura. :smile:
No capitulo anterior:
George e os outros dão de cara com Urgith, o ex-general das tropas de mortos vivos que dominou Tibia no periodo da Era do Caos, na guerra dos Deuses. George descobre que Banor está apoiando-o, pois o espirito dele está dentro de George, o fortalecendo muito. Após uma grande batalha contra Urgith, Acrios se sacrifica pela equipe, para um "acerto final". George e seus amigos vão parar num portal que volta para Sensaton World, numa nova cidade.
Capitulo 12 – Fusia, a cidade histórica.
“George, após pular no portal, em menos de três segundos ele já aparece em outro lugar, caindo no chão. Ele se levanta rapidamente e olha para os lados. Estava numa sala, parecia embaixo de uma casa, no subterrâneo. Ela era iluminada por tochas, que tornavam o local um pouco sombrio. Na sala, possuía bancos e uma mesa, com duas velas. Havia algumas caixas pelos cantos, e uma pequena mesa com uma carta encima dela, acompanhada de uma pequena faca. Ele viu que seus amigos estavam deitados no chão, e logo acordaram. George ajudou Jack e Watson a levantarem, enquanto o general Tariko e o Pedrosky se levantam sem dificuldades.
[Pedrosky] – Juro, nunca mais vou esquecer aquilo.
[George] – Droga, eu perdi mais alguém na minha vida...
George andava pelos lados, pensando no que aconteceu. Perdeu seu tutor, o que lhe ensinou por quase toda sua vida. E Urgith planejava vir para Tíbia. Pedrosky ajudou Jack a se sentar numa das cadeiras.
[Jack] – George, acalme-se, estamos seguros agora.
[Watson] – Mas onde estamos?
George e os outros olhavam ao redor, observando a sala. George foi até a mesa que havia a carta, e a abriu, e começou a ler em voz alta.
‘Você, George, foi escolhido para ser o salvador do mundo Sensatano. Seu objetivo é ir para vários locais desse mundo, conhecê-lo. Mas seu objetivo principal é ir para Darksand, selar as tumbas dos faraós, falta pouco tempo para eles se liberarem, George. Dependo de você, pois estou no paraíso e não sei se Uman permite que eu me comunique com você. O mundo Sensatano é uma obra do filho esquecido de Uman, Lezario. Lezario se esforçou muito para construir este mundo, e teve a ajuda de seu irmão, Achion. Você está em Fusia, a cidade histórica. Converse com o Rei Fetigos VI. Ele te ajudará a conhecer as coisas do mundo Sensatano, e principalmente a ir para Darksand. Ele te dará missões que incluem a grande cidade do pântano, a cidade da montanha em uma ilha, e quando estiver pronto, te chamarei para ir para Darksand e acabar com os planos de Urgith. Tem que ser rápido. Você possui grande parte do meu espírito. Use com cuidado, e para utilizar, concentre-se o Maximo que puder. Conto com você George.
De o primeiro humano de Tíbia, Banor.’
Todos ficaram em silencio. Banor estava ajudando George desde a base dos nômades, e agora existe um jeito de voltar para o continente tibiano, além de o defender de Urgith, uma força muito maior. E que estava mais poderoso do que nunca.
[Jack] – O que fará, George?
[George] – Eu acho melhor irmos procurar o Rei dessa cidade Fusia. É o que temos que fazer agora. – disse pegando a pequena faca que estava ao lado da carta. Surge uma fumaça nela, e letras se formam, dizendo:
‘Aperte-a para usar.’
George seguiu a dica e apertou a faca. Dela surgiu uma longa espada, com lamina vermelha muito brilhante, e uma base feita de diamante puro, que possuía a cor verde. Tinha um símbolo, parecia um F e um A juntos. George colocou seu polegar no símbolo, sentindo a forma da forja do símbolo, quando uma fumaça surgiu e formou letras, dizendo:
‘Esta é a espada de Fusia. Utilize-a com cuidado. A lamina dela é feita de Rubeara, uma pedra bem rara e muito poderosa. É capaz de capturar raios e defendê-los. Não precisará de escudo.’
George seguiu essas instruções, e guardou seu escudo vampirico na sua mochila. George olhou para seus amigos, pensando. E começou a falar depois:
[George] – Vamos embora, temos que ir para a tal cidade Fusia.
[Pedrosky] – Ou talvez já estamos nela! – disse apontando para o teto. Eles ouviam alguns sons de passos, vindos de cima.
[Jack] – Então aqui deve ser um porão.
[George] – A saída é ali, vamos. – disse apontando para a escada à direita. Jack teve uma certa dificuldade para se levantar, se curou, e Watson também fez a mesma coisa. Eles seguiram para a escada, subiram e chegaram ao térreo, viram que era uma loja. Um vendedor organizava o balcão, enquanto dois aventureiros esperavam de pé o vendedor, que pegou uma espada vermelha com lamina comum, de ferro. Depois ele pegou uma espada verde, com a mesma aparência da vermelha, porém a cor diferenciava, e a espada era um pouco menor que a vermelha. George subiu normalmente junto dos outros, e então, George foi falar com o vendedor.
[George] – Oi.
[Vendedor] – Olá! Vai querer o que? Vendo ótimas armas e também compro! Qual seu nome?
[George] – Meu nome é George. George Alarstake.
[Vendedor] – Bom, meu nome é Art! Então, o que vai querer? – disse apontando para um pequeno balcão atrás dele, com varias armas. George observava, via muitas armas, todas eram novas, diferentes da de Tíbia. Via espadas vermelhas, azuis, verdes, com laminas de ferro, com laminas azuis, outras com laminas amarelas muito brilhantes, machados com duas partes, machados comuns, vermelhos, negros, e até que um machado chamou a atenção de George. Sua base era azul e a parte que ‘corta’ é completamente negra.
[George] – Que machado é esse?
[Art] – É o Dixzurt! Não estou vendendo pois estou esperando um estoque novo chegar, já faz um mês que não chega! Acho que ainda hoje chega, ai o senhor pode comprar! Você tem cara de ter bastante dinheiro! – disse, rindo.
[George] – Pois tenho. Mas não estou interessado em comprar ou vender, estou interessado em saber onde o Rei desta cidade está.
[Art] – Ih cara, O Rei viajou ontem para Veneraten discutir sobre alguns assuntos sobre umas invasões esquisitas que vem acontecendo no sul de Sensalia.
[George] – Invasões demoníacas?
[Art] – Demoníacas? Demônios? Poxa, eu acho que vou sair do continente! Invasões demoníacas? Não quero morrer desse jeito!
[George] – Não não, permaneça aqui. É seguro. Aqui é Fusia, certo?
[Art] – Claro que é! Porque?
[George] – Nada, deixa.
George se despediu do vendedor e foi falar com seus amigos. Eles saíram da loja, e viram a cidade. Ela tinha uma arquitetura antiga, paredes cinzas, e viam estatuas de homens diferentes. Pareciam estatuas de heróis. Viam uma a sua frente, e do lado direito delas ficava uma praça, com uma fonte e bancos ao redor, e pessoas conversando e crianças brincando. Uma cidade tranqüila, sem perigo. O chão, era limpo, era parecido com um paralelepípedo, que era cinza, ao estilo antigo. Viam, do lado da praça, uma casa com um andar, e do lado esquerdo da praça, viam uma outra casa maior. Seguiam andando, e apreciavam a cidade. Precisavam se manter ali, para seguir a missão. À frente da casa a esquerda da praça, havia um prédio grande, e varias pessoas ali. Parecia ser o deposito. Entraram lá dentro, e viam uma estatua no centro do deposito, era um homem com uma espada enorme, e liam na placa abaixo:
‘Tazon Amerake. O salvador de Fusia.’
Tazon Amerake era o irmão do bisavô de Watson. Ficaram um pouco surpresos, pois o Rei de Sensalia dizia que apenas um Tibiano veio para o mundo Sensatano. Sem se preocupar muito com aquilo observavam o prédio, viam nas paredes, alguns quadros, e mesas com potes de flores e papeis e penas. Mais perto, uma escadaria, e perto do centro do deposito, ao sul, era onde se organizava todas as caixas do deposito. Eram diferentes os locais, uma caixa ficava acima da outra, havia escadas do lado dos depósitos, e pequenas plataformas para o que ficava acima. Algumas pessoas ficavam nas plataformas acima e depositavam seus pertences. Um homem estava conversando com alguns aventureiros, pareciam jovens. O grupo foi falar com ele para pedir informação. George começou a falar.
[George] – Olá.
[Homem] – Oi, o que gostaria?
[George] – Gostaria de uma informação de um lugar por onde ficar.
[Homem] – Vocês não parecem ser daqui mesmo. Sigam-me.
O grupo seguiu o homem, que saiu do deposito, e seguiram o caminho para a esquerda, sempre reto, na rua que tinha casas para ambos os lados. Era uma manhã um pouco fria naquela cidade.
[George] – Qual o seu nome?
[Homem] – Pólos Alarstake. E o seu?
George ficou parado por um tempo. Pólos era o salvador do castelo da família de George.”
Capitulo 13 - O herdeiro do castelo.
Eai galera!
Não consegui ficar sem fazer um "tek tek tek" e então fiz logo uns dois capitulos hoje! mas o 14 só amanha! :fckthat:
Hoje conheceremos o salvador do castelo dos Alarstake, a familia de George.
Boa leitura :smile:
No capitulo anterior:
George escapa vivo do inferno junto de Jack, Watson, Pedrosky e o general Tariko. George descobre que Banor, o primeiro humano de Tibia, está ajudando ele, e que a missão dele em Sensaton World é impedir que os faraos se libertem, pois a partir dai maldição se espalhará pela terra, abrindo caminho para que Urgith venha para Sensaton World. Na cidade, George encontra um homem que é o herdeiro e salvador do castelo dos Alarstake.
Capitulo 13 – O herdeiro do castelo.
“[Polos] – algum problema?
[George] – Polos Alarstake... O herdeiro do castelo Alarstake?
[Polos] – Sim.
[George] – Sou George Alarstake! Não acredito que o salvador do castelo Alarstake está nesse mundo!
[Polos] – Poxa, um Alarstake! Ouvi uma noticia sobre três pessoas de Tíbia que vieram para cá!
[Jack] – Oi, sou o irmão dele, Jack Alarstake! E essa historia é verdade mesmo. Eu, George e meu amigo Watson estávamos numa missão...
[Polos] – E que missão seria essa?
[George] – é uma longa historia. Existe algum lugar para ficarmos?
[Polos] – Sim, minha casa não é muito longe daqui. Sigam-me.
O grupo seguiu Polos, andando sempre reto pela cidade. Até que seguiram para o sul, agora num conjunto de casas maiores, com cores verdes. O local era grande, uma rua seguindo para um porto, e um chão pedregulhado. As casas possuíam dois andares, e tinham cores verdes pelas paredes do lado de fora. A rua era espaçosa, no centro havia arvores e alguns bancos de praça, e algumas cercas. Pareciam divisões de um local para outro.
Eles chegaram numa casa que ficava perto do porto ao sul. Entraram, e viam a casa. Por dentro ela era vermelha, com algumas partes nas paredes com cores cinzas. Havia quadros, e prateleiras com pequenos troféus. Alguns eram de prata, outros de bronze e um de ouro. Representavam homens, e um chamou a atenção, pois era parecido com a imagem de Fafnar.
[George] – Você tem coisas Tibianas aqui?
[Polos] – Sim. Trouxe varias quando eu vim para cá.
[George] – Mas me explique uma coisa, como você veio para cá?
[Polos] – Bom, sentem-se. Vou falar tudo para vocês.
George e os outros se sentaram num sofá branco, que ficava perto do centro da casa. O chão possuía um tapete azul, uma mesa pequena ficava a frente do sofá, e do outro lado da mesa, ficava uma poltrona preta. Polos se sentou nela, e então começou a falar.
[Polos] – Foi há 200 anos atrás. Meu tataravô, junto de quinze outras pessoas da família, vieram para este mundo. O que fizeram foi uma tentativa nova de teleportar as coisas. Um dos cientistas fez um trabalho muito profundo. Foi Ferumbras, quando ele era um dos cientistas de Edron. Foi tudo muito rápido. Segundo as anotações, quem testou o portal primeiro foi Harold Amerake.
[Watson] – Desculpe, mas sou Watson Amerake! Harold era meu bisavô!
[Polos] – Interessante. Mas o que foi mais incrível é que boa parte da família Alarstake partiu junto de outros Amerake para cá. Acho que estavam fugindo de algo, sei lá. Isso nunca foi confirmado. Harold veio para Sensalia, enquanto Tazon e o resto dos Amerake vieram para cá, em Fusia!
[George] – Que estranho...
[Polos] – o mais estranho foi que Fusia nunca revelou para o mundo sobre os Alarstake e sobre os Amerake!
[George] – Ta, e como você veio para cá?
[Polos] – Eu estava defendendo Yalahar dos demônios que chegavam sem parar. Você deve ter chegado lá uma semana depois. Yalahar ficou muito tempo na perdição.
[George] – E então você pulou no portal para se salvar, é isso?
[Polos] – Exatamente.
[George] – Certo, mas fale mais sobre a historia da minha família.
[Polos] – George, os Alarstake fizeram muito por Fusia. Aquela ilha amaldiçoada, Polerion, estava sendo atacada pelos espíritos malignos do inferno. Os Sensalianos avançaram para aquela ilha e tudo mudou. É uma historia complicada, mas alguém trouxe dois dos espíritos que estavam no acampamento consigo. Chegaram em Fusia e espalharam destruição. Mas Tazon se sacrificou para derrotar esses espíritos, e então ele é reconhecido como o salvador de Fusia. Quanto aos Alarstake, eles eram mais ricos. Os Amerake não traziam muita coisa consigo. Era uma família aventureira.
[Watson] – Sim, isso mesmo, mas o que aconteceu com eles?
[Polos] – Antes da confusão com os espíritos os Alarstake levantaram um castelo no norte da cidade. Não sei o que aconteceu lá, mas os Alarstake sumiram aos poucos. Os Amerake ganharam fama por causa de Tazon. Ficaram ricos e ergueram um castelo aqui na cidade mesmo. Ele fica ao leste do castelo do Rei dessa cidade. Mas se existe um Amerake ainda, são muito poucos. Soube que o ultimo que estava em Fusia viajou para Polerion.
[George] – E como era o nome dele?
[Polos] – Sebastian. Sebastian Amerake. Ele é um paladino poderoso. O ultimo mago que vi era Crunor Alarstake. Soube que ele viajou para Darksand para uma das missões do deserto, mas desde que surgiu os nômades... Muitos sumiram em lutas contra eles, são muito poderosos. Muito mesmo.
[George] – Preciso saber onde está o castelo dos Alarstake.
[Polos] – Para que?
[George] – Se eu encontrar algo, vai ser útil.
[Jack] – Não George! Temos muitas coisas para fazer!
[Polos] – O que vocês querem em Fusia mesmo?
[Pedrosky] – Falar com o Rei!
[Polos] – Desculpe, você também é tibiano?
[Pedrosky] – Não. Sou Pedrosky Jaeros, sou de Darksand.
[Tariko] – Estou me esforçando para ficar quieto, pois não entendo vocês direito!
[Polos] – General Tariko? O que você faz aqui tão longe de Aothos?
[Tariko] – Fui capturado pelos nômades. Junto desses ai.
[George] – ‘Desses ai’ nada! Te ajudamos a não morrer lá!
[Tariko] – Sabe, acho que vou embora. Foi bom falar com vocês. Tenho assuntos a tratar com o Rei de Sensalia. – Disse se levantando.
[Pedrosky] – Mas já? E como você vai pra lá?
[Tariko] – Não sou idiota, garoto! – disse abrindo a porta e indo embora.
[Polos] – Deixe ele ir. Mas o que vocês querem mesmo?
[George] – Queremos falar com o Rei de Fusia.
[Polos] – Acho que ele volta pra cidade hoje mesmo! Vão para o centro de Fusia. Pergunte para alguém os ajudar. Se derem sorte o acharão.
[George] – Certo, nós vamos!
[Polos] – Até mais.
O grupo se levantou e se despediu de Polos. Saíram da casa e seguiram o caminho para o norte, para encontrar o Rei. E descobrir mais sobre os Tibianos que chegaram em Sensaton World.”
É isso galera, postarei o proximo amanhã.
Abraços!