Cara... está ficando muito bom :palmas: a cada capítulo fica melhor... tomara que o próximo venha rápido :P parabéns ;)
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Cara... está ficando muito bom :palmas: a cada capítulo fica melhor... tomara que o próximo venha rápido :P parabéns ;)
Muito bom o teu roleplay cara !!
Não se esqueça de postar mais
Flw
Flamareon agora fazia idéia do perigo que os dois estavam expostos. Mas se indagava insistentemente o porquê da garota ter se tornada tão diabólica. Pensou por horas a fio juntamente com Kalindir, mas nem as conversas e deduções foram suficientes para solucionar o mistério. Resolveram se dirigir imediatamente à casa da jovem. Chamaram o carro da agência de turismo e forneceram o endereço da garota.Citação:
*Comemorando a ultrapassagem da marca de mais de mil visitas*
Obrigado pelos elogios de todos. A história por enquanto não teve nenhuma surpresa muito grande porque elas estão sendo guardadas para o final. E falando em final, ele vai ser surpreendente ;) . Sem mais demoras, a continuação...
- Acho que vocês erraram de endereço. - disse com ar de assombro o motorista.
- Não, é exatamente este, estamos querendo falar com Valkiria. -retrucou Flamareon.
- Ah, você se refere à maldita. - disse o motorista aos garotos. Mas assim que viu as faces indagatórias do jovem, retomou o diálogo. - Ela é conhecida por esse nome aqui. Ela já foi uma garota normal, assim como vocês. Mas depois que um bando de criminosos invadiram a casa dela e mataram toda a família, ela perdeu a sanidade. Todos dizem que ela foi possuída depois disso. Muitos entraram nessa casa, mas ninguém retornou para contar a história. Tudo o que se houve, do lado de fora da casa, são praguejamentos e uma voz horrível que da arrepios. E desde então todos a chamam de A Maldita.
- Nós sabemos de tudo isso. - disse Kalindir, disfarçando bem a mentira. Flamareon olhou supreso para o garoto. "Finalmente uma atitude inteligente!" pensou ele. - Não se preocupe, nós ficaremos bem. - completou Flamareon.
A viagem foi curta e logo haviam estacionado em frente a um casarão velho e arruinado com ar mal assombrado.
- Espero que saibam o que estão fazendo. E que Deus vos proteja... precisarão da proteção dele para sairem vivos desse pesadelo vivo que é a mansão Tulivar.
E logo caminhavam em direção as portas da casa. Ao longe, escutavam lamúrias e praguejamentos inteligíveis. Mais uma vez o medo dominava o coração dos dois. Flamareon olhou para o amigo e disse:
- Pela primeira vez, devo confessar que estou com medo. - disse ele calmamente e com um notório tom de temor na voz.
- Quero lembrar que isso foi idéia sua. Estamos aqui e não vamos broxar a essa altura. Somos heróis, esqueceu?
- É nessas horas que eu daria tudo para ser um sujeito comum. - disse intediado Flamareon.
Estavam em frente a porta da casa. Estava trancada. Havia um batedor de porta em formato de anel, que transpassava as abas do vestido de um anjo dourado. Flamareon esticou a mão e bateu três vezes na porta. O barulho ecoou pesadamente pelos arredores. Corvos crocitavam nas árvores mortas e retorciadas, o vento uivou ameaçador e as pesadas nuvens anunciavam uma tempestade.
A porta se abriu e os dois amigos se benzeram antes de entrar na casa. Sabiam que poderia não haver mais volta.
O salão principal era gigantesco, lajeado com mármore branco e iluminado por longos vitrais religiosos. Kalindir desaparecera ao lado de Flamareon. O mesmo fez este. Somente os dois podiam ver suas auras, mas nenhum mortal comum mortal comum podia encherga-los, seja a aura, seja o corpo.
- Acho que invisibilidade não é algo que vai nos ajudar muito. Se esqueceu que ela é uma de nós? - cochichou baixinho Flamareon.
- Bem... vale a pena tentarmos a sorte.
E nisso os dois caminharam em direção à imensa escadaria que dava para uma série de portas no segundo andar da mansão. Ouviram mais um rangido e um barulho insurdecedor de batida. Olharam para trás. As portas haviam sido fechadas. Olharam um para a cara do outro.
- Você está pensando o mesmo que eu? - perguntou irrequieto Kalindir.
Não precisou de resposta. Os dois já se precipitaram desesperadamente em direção a porta, mas ela não abria por alguma razão. Estava trancada.
- Merda! - gritou odioso Kalindir, lascando com toda a força que tinha um ponta pé na porta.
- Calma, você não sabe lhe dar com as coisas meu rapaz!
E Flamareon conjurara uma esfera escarlate na mão, tão cintilante quanto o Sol.
- Agora vamos ver se esta porra não abre... - e Flamareon introduziu a esfera na porta. - Kaboom! - gritou ele.
Passou-se um instante mais nada acontecia. "É só esperar" pensou confortavelmente Kalindir. Mas já havia se passado um minuto e nada havia acontecido.
- Kaboom? - murmurou Flamareon baixinho. - Temos que sair daqui!
E ele e Kalindir se empenharam em jogar o mais número de esferas explosivas na casa, mas nada parecia acontecer.
- A casa é indestrutível. - disse Kalindir ofegante. - Nada que façamos vai...
Sentiu a presença de alguém. Olhou para trás. Havia visto uma garotinha trajando um vestido branco banhado de sangue, longos e lisos cabelos negros. Não havia pupíla alguma, somente o branco dos olhos e aquela menina horrível ria de uma forma medonha para ele, mostrando seus dentes pútridos e a boca banhada se sangue.
- Você viu aquilo? - disse Kalindir assombrado para o amigo. - Ela estava bem ali.
Flamareon não falou nada. Sabia mais que ninguém que não estavam enfrentando qualquer inimigo.
- KALINDIR! - berrou Flamareon para o amigo. - ATRÁS DE VOCÊ!
Mas era tarde de mais. Alguma forma humana incorporada à parede puxou a cabeça de Kalindir de encontro a ela produzindo um baque surdo e em seguida o garoto havia caído no chão inundando o mármore branco de sangue.
A casa estava viva. Flamareon tratou logo de clamar em plenos pulmões os salmos sagrados que havia aprendido em sua breve estadia no Vaticano.
- Eu ordeno que saias espírito imundo! Não és bem vindo na casa de uma abençoada e jamais conseguirás guiar-nos para o caminho das sombras e da perdição. Lex Divinae Aeterna!
As preces haviam surtido efeito. Um choro terrível e maligno tomou conta de todo o salão e uma criança havia caido da parede em que se refugiara. Olhou com ódio Flamareon e rugia feito um leão enfurecido. Havia uma única âmpola de água benta em seu bolso, que sempre trazia por precaução. Mas havia somente uma oportunidade de utiliza-la.
- Vem ca maldita! - gritou Flamareon em protesto. - Não vou te perdoar por ter sacrificado mais uma vida inocente.
A garota olhava odiosa para para Flamareon, arreganhando os dentes e mostrando a face contraída.
- Ele teve o que merec...
Mas antes que terminasse a frase, Flamareon arremessara com toda força a âmpola de água benta em direção a garota. O vidro da âmpola estilhaçou-se contra a cabeça da garota, banhando-a de água benta. Um berro ensurdecedor tomara conta da mansão, e fumaça evaporava do rosto da garota, como se a água houvesse atingido brasas.
(CONTINUA...)
Muuuuuuito bom cara !!
Ótimo seu Rp !!
Como eu sempre digo ...
Não se esqueça de continuar !!
Flw
uma garota com cabelos negros e vestido branco...."qualquer coisa parecida com a guria de O Chamado é mera coincidencia":P mas continua bom como sempre e não se esquece de posta os cap. flws
Um urro horrendo ecoava e ribombava pelas paredes do grande salão. Depois de agonizar por vários horas a garota havia finalmente tombado inerte no chão. Flamareon aproximou-se da garotinha. Ela havia voltado ao normal, mas estava debilitada.Citação:
Obrigado pelos comentários ;) . Podem deixar, não vou esquecer de postar os capítulos!
P.S: Me inspirei em O Chamado para criar a Valkiria :P
- Você está bem?
Ela olhou para ele, mas foi incapaz de falar algo, somente balbuciou:
- Ajuda...
E nisso a menina mais uma vez desmaiara. Deitou-a no chão e dirigiu-se à Kalindir que ainda estava jogado no chão. Não havia mais o que fazer. O golpe fora fatal e nada mais se podia fazer a não ser chorar e lamentar a perca do amigo.
- Não devia ter te metido nisso, meu amigo. - lamentava-se Flamareon. - E agora veja o que aconteceu...
Um milagre ocorreu. Kalindir levantou-se lentamente e o mais estranho de tudo: sua cebeça não possuia vestígio algum lesão. Flamareon não esboçou reação alguma. Ficou apenas olhando aquilo como se sua mente ainda não tivesse abstraído o que estava acontecendo. Sequer fora capaz de pronunciar qualquer palavra.
- Estranho... - disse Kalindir pensativo. - Eu senti como se alguma coisa estivesse me protegendo, não sei o que... mas estava me protegendo, como um escudo invisível.
- Não pode ser... - disse boquiaberto Flamareon. - Não, era para você estar...
- Morto. Achei o mesmo quando senti aquele puxão horrível na nuca. Mas como pode ver, eu estou vivo e sem lesão alguma na cabeça. Só um pouco de sangue disperdiçado, nada mais. - disse Kalindir olhando para a poça escarlate que havia banhado o chão da mansão Tulivar.
- Aliás, que espécie de coisa era aquela que saiu da parede?
- Veja com seus próprios olhos. - e nisso Flamareon apontou para o corpo da garotinha que repousava sobre o piso de mármore.
- Ah, então essa era a diabinha que tentou me matar hein? - disse com voz desdenhosa Kalindir.
- Sim, mas acho que ela estava possessa. De qualquer forma, não temos tempo a perder. Temos que leva-la para a mansão Illuminati urgentemente.
E logo os três haviam embarcado no vôo mais cedo e logo haviam chegado na mansão, depois de ter alterado a mente dos irritantes burocratas do aeroporto para que pudessem embarcar com a garota.
Capítulo 11
Pânico em Dark Vegas
Ótimo , ótimo , ótimoooooooooooooooooooooo !!
Boa cara e não vou deichar de falar o de sempre que você falou que não irá fazer ...
Não se esqueça de continuar heim !!
Flw awe
Nossa, eu perdi momentos preciosos do tibia, antes de eu começar a estudar para ler.. n conseguia mais parar, me prendi, por favor não aguento nem esperar 1 hora para voltar a ler.
Parabens Mesmo..
~Amigo
Eu também não aguento esperar mais uma hora ...
xD
Flw
Capítulo 11
Pânico em Dark Vegas
Após uma longa viagem os três finalmente chegaram na imponente mansão Illuminati. Sob os atenciosos cuidados dos garotos, Valkiria se recuperava a cada dia, enquanto que o dia do encontro com os supostos seguidores da Maleficus se aproximava.
Após três dias, que pareceram levar uma eternidade, finalmente a garotinha havia recobrado suas forças.
- Onde estou? - perguntou ela aos dois.
- Você está no Brasil, mais precisamente na mansão Illuminati. - disse Flamareon à garota.
- E necessitamos de sua ajuda. - disse Kalindir.
E Kalindir explicou a garota sobre o seqüestro e a chantagem que os Maleficus havia feito contra ambos.
- Mas o queremos saber agora, é o que aconteceu com você?
- Não me lembro de nada.
- De nada? - perguntou em tom indagatório os dois em uníssono.
- A última coisa que me lembro foi de vários homens terem invadido minha casa. Mataram meus pais e derramaram sangue na minha cabeça. E depois disso eu não consigo me lembrar mais de nada.
- Sangue... - murmurou pensativo Flamareon. - Esperem um momento.
Retirou-se do quarto e logo retornou com o Lumus Livrum . Abriu-o em uma página e leu em voz alta à todos.
Aquele que pelo sangue for amaldiçoado
Nas sombras da maldição viverá
Até que a água da vida abençoe sua mente
- Era o que eu suspeitava. - disse em tom conclusivo Flamareon. - Pode-se esperar de tudo da Malefus.
- Do que você está falando Flamareon?
- É simples de entender meu amigo. Invadiram a casa de Valkiria e banharam sua mente com o sangue maldito, ou seja, um sangue Maleficus. Como ele está impregnado de mal, acabou invadindo a mente da garota e tornando-a alguém que ela não é. O melhor alvo era ela, já que ainda é muito pequena.
- Mas por que? - perguntou Flamareon mais curioso ainda.
- Porque queriam usa-la para nos matar. Agora tudo faz sentido! - exclamou Flamareon perplexo por sua dedução. - Eles usaram da chantagem e prepararam uma cilada para nos matar. - Fizeram com que fossemos a casa de Valkiria e morressemos por lá mesmo, pois o único modo de tê-la feito voltada ao normal era com água benta. Eles provavelmente achavam que nós não sabiamos dessa vulnerabilidade e então acharam que seria a melhor forma de nos matar. Nos não disconfiariamos pois, afinal, ela é uma de nós e achavamos que ela iria ficar do nosso lado.
Flamareon sentou-se pesadamente na cama, ainda impressionado pela cilada armada. Depois de alguns momentos de silêncio, ele retomou o diálogo:
- Ainda bem que tinha me lembrado desse trecho do Livro da Luz, se não, poderiamos estar mortos. Aliás, o que mais me impressiona nisso tudo, nem mesmo é o modo como eles arquitetaram tão brilhantemente esse ataque, mas como você sobreviveu depois daquilo. Você disse que havia um escudo invisível te protegendo, certo?
- Sim. - afirmou brevemente Kalindir.
- Você está com poder elevado, talvez o ataque surpresa de Valkiria tenha desenvolvido um reflexo natural que impediu que a colisão tenha sido fatal. - disse Flamareon com o queixo apoiado na mão direita, em ar pensativo. - Mas me estranha... nem mesmo eu consegui desenvolver reflexos naturais. - interrompeu o diálogo e em seguida prosseguiu. - Mas fico feliz por estar vivo, jamais teria me perdoado se algo tivesse acontecido.
Kalindir levantou-se e convidou todos à um café da manhã. Mas este não era como o de outras manhãs. Era triste e silencioso, sem a magnífica beleza da jovem Luciana e sem a presença do pai.
- Valkiria, você sabe fazer mágica? - perguntou Flamareon alegremente à garotinha.
- Melhores que a sua. - disse ela, concentrada em seus cereais.
- Queremos ver. - disse ele.
E logo em seguida havia feito uso da invisibilidade.
- Como você aprendeu fazer isso? - perguntou Kalindir, interessado.
- É fácil, basta pensar e você consegue.
Mas para os jovens não havia sido tão fácil dominar a técnica da invisibilidade. Foram meses e meses de profunda meditação para acordar o poder milenar adormecido em suas mentes.
- Não me arrisco a dar palpites, mas acredito que ela já nasceu com o poder mais aguçado. Talvez seja por isso que consiga fazer isso.
Os três aproveitaram a café da manhã até que chegou a hora do noticiário. Sem perca de tempo Flamareon ligou a televisão, esperando ancioso por notícias de ataques da Maleficus ou por alguma notícia do centésimo eclipse. E suas convicções se realizaram.
Dentro de um mês o centro de pesquisa espacial prevê um eclipse total, que poderá ser visto em todo hemisfério ocidental. Os cientistas ainda afirmam que a lua fará uma inexplicável aproximação com a Terra, que ocorre periodicamente de cem em cem eclipses solares.
E agora vamos as notícias do fim de semana com Laerthe...
E logo em seguida desligou a televisão.
- Chegou a hora. - disse ele austeramente a todos da mesa. - Temos apenas trinta dias para chegar nas ilhas Kaiman e impedir que o pior aconteça. - Quanto a você, pequena Valkiria, sinto que não é a hora para lhe contar tudo e para enfrentar todos esses perigos, mas infelizmente, agora mais do que nunca precisamos de toda ajuda possível.
E os dois garotos contaram à pequena tudo o que acontecera desde os exordios da história do bem contra o mal até os dias atuais.
- Não precisam me tratar como criança. Eu sei dos riscos as quais estou submetida mas se não fizermos nada, todos morremos. Eu estou com vocês. - disse a menina com um cálido sorriso nos lábios.
(CONTINUA...)
Adorei !!
Supimpa !!
Flwz awe e não se esqueça de continuar !!
Fuizz
e como sempre... ó-t-i-m-o! a cada capítulo fica melhor... :enaccord1
não vejo a hora de ler o próximo :P
Faço das palavras do Necrok <é assim que escreve necrok??> como eu estava dizendo faço as palavras do Necrok as minhas !!
Flw aweee
Os capitulos estão otimos demorei 1 dia para ler tudo so sei que quando você laçar esse livro vai ser best seller :cool: :thumb: , falando a palavra dos seus fans novo capitulo plx.
Depois de vários dias que pareceram levar uma eternidade, finalmente havia chegado o dia do resgate do pai de Kalindir e da irmã de Flamareon e os três estavam reunidos no suntuoso salão de jantar, iluminados pela luz pálida das velas crepitantes.
- Vocês devem ter consciência do inimigo que irão enfrentar, certo? - advertiu Flamareon.
Nenhum dos dois responderam. Apenas fitavam insistentemente Flamareon, com o medo claramente impresso em suas faces.
- De fato, nem mesmo eu sei quais os inimigos iremos enfrentar. Mas está claro que deveremos nos precaver ao máximo e fazer uso de todas as habilidades que temos. - suspirou profundamente e continuou. - Bem... então vamos.
- Espera! - exclamou Kalindir. - Nós não iremos nos armar? Quero dizer, você mesmo disse que nossos inimigos não eram de se subestimar e ...
- Você acha mesmo que irão permitir que nós entremos armados? O máximo que farão é nos repreender e acabar matando aos dois!
- Foi apenas um palpite, mas vejo que realmente está não é uma boa idéia... temos que ser cautelosos ao máximo. - disse a pequena Valkiria.
- Exato. Mais alguma dúvida? - perguntou Flamareon aos dois. - diante da negativa dos dois, prosseguiu em sua fala. - Então, creio que agora possamos ir.
Sairam em direção a noite escura e embaracaram na Limusini negra e lustrosa de Flamareon.
- Vamos para Dark Vegas, Leib.
- Ah, mais uma noitada de descontração com os amigos, certo senhor? - disse sorrindo aos jovens.
- Quem dera fosse, meu caro. Luciana e o senhor Hernandez foram seqüestrados há alguns dias. - o motorista espantou-se, mas logo Flamareon imendou - Sinto muito, não tive tempo de lhe informar.
- É uma perca muito grande para todos nós. Espero que obtenha sucesso no resgate senhores.
- Assim também esperamos...
E após uma longa viagem, finalmente os três chegaram à suntuosa Dark Vegas. Uma casa noturna de grande notoriedade e reputação, que cintilava em meio aos arranha-céus que cumpunham a cidade. No topo, brilhava em letras negras o dizer "Dark" e em várias cores, "Vegas". Dirigiram-se ao portão de entrada, feito de puro aço e com um grande batedor no centro.
- Já sabem... descrição total. Não esbossem reação alguma, vamos apenas negociar com eles. Acredito que membros da Maleficus não tem o hábito de freqüentar boates, e tampouco de utilizar-se de chantagem quando podem ter um poder tão grande ou até maior que o nosso. Apenas lutem se for realmente necessário, não quero que ninguém saia ferido, ok?
Os dois acenaram positivamente com a cabeça.
- Então, vamos... e que a força do bem esteja conosco...
Flamareon, ladeado pelos dois amigos, bateu na porta do estabelecimento. E logo um homem alto e arrumado havia aberto a porta, guiando-os em direção a um outro que segurava uma carta em uma das mãos.
- O que tenho em minhas mãos?
- Uma carta. - respondeu, rindo da cara do homem.
E logo o sujeito puxou violentamente Flamareon pelo terno em sua direção, de forma que os rostos ficassem próximos um do outro.
- Não banque o palhaço ou as coisas vão piorar para teu lado. Agora, me diga... qual figura existe do outro lado da carta? - disse ele, soltando-o logo depois.
Em seu íntimo, Flamareon sentiu-se relutante ao não dizer "Sua mãe pelada." mas, consciderando a gravidade da cituação e o perigo que todos corriam, deu a resposta correta:
- Uma espada invertida.
- Entra. - disse de mal gosto o segurança.
Os amigos fizeram menção de entrar, mas logo foram barrados pelo segurança. Kalindir sentiu uma enorme vontade de arrebetar aquele sujeitinho irritante, mas conteve-se e limitou-se a responder a mesma pergunta feita ao amigo.
- Castiçal de madeira.
Chegou a vez da pequena Valkiria que, assim como os outros, respondeu:
- Olho vermelho.
E então, os três haviam entrado na grande e suntuosa boate, repleta de pessoas, iluminada e com um alto barulho de música. Alteando a voz, na tentativa de se sobrepor ao som, Kalindir perguntou o que irião fazer.
- Olhe. - disse Flamareon. - Tem uma mesa logo ali. Vamos nos acomodar e esperar.
Mas mal haviam caminhado metade do caminho e o som cessou. As antes policromáticas luzes que deslizavam sobre a multidão deram lugar a uma forte luz clara e todos os presentes haviam sacado metralhadoras em direção aos três que encontravam-se encurralados em todas as direções.
Os jovens estavam boquiabertos diante a cena sem esboçar qualquer reação. Todos, sem exceção, apontavam diretamente a eles suas metralhadoras que, Flamareon logo deduziu, eram semi-automáticas.
- Merda... - disse lentamente Flamareon.
Mas antes que qualquer outra coisa fosse dita, qualquer suspiro fosse tomado, uma enxurrada de balas voaram velozes em direção aos garotos, impregnando o ar com um barulho insurdecedor de disparos, vidros estilhaçando-se por todos os lados, um estardalhaço que parecia não ter fim.
Porém, antes que as balas que cortavam fugazes o ar consumarem-se fatais, os três conjuraram uma redoma que recebeu as milhares de balas que atiravam em sua direção, e estacavam, como se cravassem na redoma transparente. Logo os dois haviam imergido em uma grande escuridão e a antes transparente redoma deu lugar à uma metálica e refulgente, composta pelas balas que haviam sido cravadas nela.
Após os últimos disparos solitários, consumou-se o silêncio, interrompido brevemente pelo tilintar das cápsulas vazias que caiam ao chão. Logo, o aposento havia sido tomado pelo mais completo silêncio. Em meio a escuridão da nuvem de balas que agora os cobriam, Flamareon sussurrou:
- Hasta la vista baby!
E no mesmo instante todas as balas haviam sido repelidas violentamente pela redoma protetora, causando um estardalhaço maior que o primeiro. Quase todos haviam tombado pelos disparos dados por si próprios e os poucos que conseguiram escapar, gritavam aos berros "São demônios!" e debandavam desorientadamente em fuga.
- E AGORA? VÃO CORRER? - gritava com raiva Flamareon. - AONDE É QUE ESTÁ A VALENTIA DE VOCÊS, HÃ? AONDE? - gritava cada vez mais alto.
E recuperando-se do ocorrido, direcionou-se aos dois amigos.
- Como eu esperava... era uma cilada. Mas o mais estranho de tudo isso é que são mortais comuns. Se fossem seguidores das trevas, utilizariam-se mais do que metrancas para nos abater.
Os dois estavam sem palavras. Apenas contemplavam, atônitos, o cenários de destruição e as milhares de cápsulas de bala que cintilavam no chão.
(CONTINUA...)
Não tenho palavras para falar do empenho e a qualidade de seu roleplay. XD
Capítulo 12Citação:
Obrigado a todos pelos comentários construtivos ;) . Meu intuito é justamente tornar a história melhor cada vez mais! Sem perca de tempo, a continuação!
A última chave
- Ainda não consigo acreditar no que acaba de acontecer. - disse pasmo Kalindir, ainda visivelmente atordoado pelo choque. - Todos eles... todos...
- A única resposta que me vem a mente é que eles seja fiéis do lado das trevas. Que outro tipo de pessoas tentariam nos matar?
Nesse mesmo instante as portas do fundo haviam sido abertas e três homens, altos, esguios, trajados de terno e óculos escuros, irromperam em meio ao salão grande e iluminado. Dois deles, seguravam Luciana e Hernandez, enquanto que o terceiro seguia em frente. Parou em frente aos três, e logo a pequena Valkiria havia se escondido atrás dos dois, espiando amedrontada os estranhos. Os outros dois ficaram parados atrás, guardando os reféns.
- Saudações! - cumprimentou espirituoso o terceiro homem. - Por favor, sentem-se, temos muito o que conversar meus caros!
- Primeiro liberte-os. - disse em tom severo Flamareon, cujo qual emanava uma fúria intensa que podia ser sentida claramente.
- Infelizmente... não é algo que eu possa fazer. - disse em tom conclusivo. - Primeiramente, vamos conversar, depois, se cumprir algumas exigências- e esta palavra ele disse capsiosamente.
- Diga quais são.
- Eu insisto... vamos conversar primeiro. - disse desenhoso o homem.
Fez uma breve reverência e indicou uma mesa que ainda estava em condições de utilidade após o tiroteio. Um homem baixo e mirrado trazia uma bandeja com uma garrafa de vinho e três taças. Depositou-a na mesa, fez um ligeiro cumprimento com a cabeça e retirou-se. O homem abriu a garrafa e serviu-se do vinho.
- Aceitam um drink? - perguntou o homem ainda segurando a garrafa na mão.
- Dispensamos. - disse Kalindir secamente ao estranho.
- Pois bem, vamos ao ponto. Não somos seguidores da Maleficus, tampouco fiéis, mas sabemos de toda a verdade... toda...
- De que raios você está falando? - perguntou em tom desentendido Flamareon. - Por que quer nos matar?
- Porque, caso não saibam, vocês são os verdadeiros vilões da história. Vocês... - ele fez uma breve pausa e tomou um gole de vinho. - Não passam de meros instrumentos da Maleficus!
- Ah! Quer dizer então que você sabe sobre a Maleficus, certo? O que sabe sobre ela? - disse ele em notável tom de curiosidade e prudência.
- Ah meu caro, sei de várias coisas. Não só eu como esses pobres que vocês silenciaram. - e dirigiu o olhar aos corpos que jaziam no chão alvejados pelas balas. - Aliás, me impressiona a habilidade dos três. Nenhum mortal seria capaz de tamanho feito... ou seria? - indagou o homem carregando na voz peçonha e lentidão, e logo depois tomou mais um grande gole do vinho escarlate de sua taça.
Fez-se um breve silêncio no qual um sorriso adulador deslizava matreiro sobre seus lábios. E logo após, retomou o diálogo:
- Somos agentes do serviço secreto mundial e ex-membros da Maleficus. A princípio, achavamos que era apenas desordeiros que matavam por diversão, mas a coisa era mais séria do que imaginavamos.
- Percebo que notou a verdadeira face dessa seita. Não é comum... é uma seita satânica de extremo poder que pretende destruir o mundo, assim como o conheçemos.
- Bingo! - exclamou o homem. - Mas achavamos que não era um risco tão grave. Como havia dito, achavamos que era apenas um problema de relevância a ser sanado. Mas nós nos infiltramos e descobrimos a terrível e macabra verdade. Algo terrível, terrível! - exclamava o homem absorto em pensamentos.
- Vocês se infiltraram na Maleficus? - perguntou incrédulo Kalindir.
- Sim. Nos infiltramos e estavamos armando uma operação tática de prisão mas percebemos que era impossível. Como vencer pessoas com um poder tão maligno? Faziam sacrifícios humanos em nome de um tal de Dia Negro...
- O dia negro... - pronunciou instantâneamente Flamareon. - O dia em que a luz do dia se tornará a escuridão das trevas. O centésimo eclipse. Mas continue em seu relato...
Flamareon agora imergiu na história. Ele sabia que qualquer informação extra seria de extrema utilidade em sua missão.
- Pois bem... eles conseguiam extrair as víceras da vítima apenas erguendo a mão. Matavam pessoas com um mero olhar. É claro que houve os pobres ingênuos que tentaram salvar essas pessoas, achando que aquilo era algum truque mal disfarçado... mais depois que metade de meus homens morreram naquela casa maldita, eu e outros nos demos conta do grave risco que corriamos. Mas decidimos continuar infiltrados na Maleficus para saber quais eram os seus objetivos.
Dando um gole final, esvaziou a taça e tornou a enche-la novamente com vinho. Seguiu-se um breve silêncio, interrompido pelo barulho do vinho enchendo a taça e novamente voltou-se aos dois.
- Aceitam? Este vinho escocês está realmente soberbo!
- Não bebemos, obrigado. - disse novamente Kalindir. - Continue com o que tem a nos dizer, por gentileza.
- Passamos anos na surdina, espionando aqueles demônios, e finalmente descobrimos o principal objetivo deles: governar o mundo a custo de muito sofrimento e derramamento de sangue, se necessário. - disse ele que interrompeu brevemente seu diálogo dando um longo suspiro. - E descobrimos que este fim será obtido abrindo-se os portais do inferno para liderar um ataque contra a humanidade. Uma delas, eles já tem em mãos.
- O altar negro das ilhas Kaiman. - disse Flamareon. - O que nos resta saber, é qual é a última delas...
- Felizmente, existe uma delas que eles ainda não tem, e essa é a chance que temos de conseguir salvar esse planeta. Mas eu sei onde ela está. - disse o homem com um sorriso cruel e desdenhoso nos lábios. - A única coisa que os impede de obter a última chave é o tempo.
- O tempo? - indagou Kalindir com um notório tom de curiosidade.
(CONTINUA...)
Grandeee roleplay !!
auhaiua
A luciana vai ficar com o Kalindir no final??
uahiuah
eu sou curioso ...
Adorei e continue !!
Flw awee
Soberbo! Estupendo! e como sempre Ó-T-I-M-O!!!
seja o que for continua com esse roleplay... ele é muito bom!
Ps:Homens trajando ternos e óculos escuros... homens de preto?? :P
Ps2: o cara das cartas.... aquela boate do "Papa Midnight" no filme do Constantine?? :P
- Sim meu caro, o tempo! Essa inconstante, misteriosa que tanto nos fascina mas nos amedronta! Afinal de contas, ela tem grande afinidade com o destino. E o destino, é aqui e agora! - disse o homem, tomando do vinho que enchia sua taça, com um inconfundível semblante de triunfo no rosto.Citação:
É, eu estou usando vários elementos de filmes, livros, seriados, etc para fazer uma história mais diversificada. Já apareceu por aí traços de: O Chamado, Constantine, Matrix (os agentes), Harry Potter (todos esses poderes hollywoodianos dos caras), Senhor dos Anéis (toda a tensão que surge quando aparecem os inimigos) e até certos traços discretos das obras Machadianas. Enfim, existem uma série de referências e acredito que é isso que torna a história de agradável leitura, pois mistura pitacos de várias obras em só uma. Mas garanto que a história em si, será única e surpreendente. Por enquanto prefiro não comentar sobre o que irá acontecer na história, acho melhor que vocês leiam para que a história fique interessante e não acabe com as surpresas sendo reveladas antes da hora. Então, preparem-se pois aí vai a continuação da história!
Os três garotos se entreolharam com uma má impressão a respeito daquele sujeito estranho e tão icognitivo. Mas logo seus pensamentos íntimos foram interrompidos pelo discurso do homem que mais uma vez voltara a falar.
- Vocês nunca perceberam? - disse o homem em tom incrédulo aos jovens. - A maldita chave sempre esteve debaixo de seus narizes e vocês nunca viram?
- Nós nunca vimos, mas pelo jeito como você fala, deve saber exatamente onde encontra-la, certo? Então, mostre-nos. - disse Flamareon em tom conclusivo.
- Exatamente, eu sei onde encontra-la e eu irei mostra-la a vocês se assim desejarem. Sigam-me.
Esvaziou sua taça, depositou-a com um pesado baque na mesa e dirigiu-se em direção a uma cortina vermelho berrante que se encontravam no fundo do salão.
- Então... estão preparados para ver a última chave? Aquela que há de decidir o rumo de toda humanidade?
- Estamos. - respondeu prontamente Flamareon.
Nisso, o homem puxou a cortina que ocultava um grande e imponente espelho com as bordas ricamente trabalhadas a ouro. Os dois se aproximaram e observaram atentamente o espelho.
- O que esse espelho tem de tão especial? - indagou o jovem.
- O que esse espelho tem de tão especial? - repetiu o homem, em tom óbvio. - Ou a melhor pergunta seria: O que esse espelho mostra de tão especial? - disse o homem contemplando a curiosidade dos garotos, como se se divertisse com tudo aquilo.
Diante do silêncio dos três, mais uma vez retomou seu diálogo.
- Achei que estaria claro... A última chave... - disse ele. - São vocês!
- De que raios você está falando? - irrompeu furioso Flamareon. - Acho que a bebida andou afetando de mais o seu cérebro. - completou furioso.
O homem ergueu a mão, em claro sinal de pedido de silêncio e mais uma vez prosseguiu em seu discurso.
- Permita me explicar. - disse ele.
Dirigiu-se aos dois e apoiou cada mão no ombro dos garotos, enquanto a pequena Valkiria segurava amendrontada a mão de Kalindir.
- Se vocês morrerem em batalha, durante o Dia Negro, os portais do inferno se abrirão e então... - disse ele agora, com um misto de desanimo e pavor no rosto. - Bem, então... vocês já sabem. - concluiu.
Apertou firmemente o ombro dos dois.
- E é por isso que estamos aqui e é por isso que tentaram, sem lograr êxito, lhes matar. Mas, felizmente, eu encontrei o ponto fraco de vocês dois... o coração.
E logo após riu presunçosamente em direção ao chão, andando de um lado para o outro.
- Como eu os avisei, é impossível vencer uma seita do calibre da Maleficus. Nem mesmo para jovens tão talentosos e de poderes extraordinários como vocês, como eu mesmo pude comprovar. - e mais uma vez o sujeito deu uma espiadela em direção ao montande de cadáveres inertes no chão. - Se forem até lá, irão matar os três, sem dó nem piedade e ainda por cima provocarão o holocausto. E eu estou aqui para assegurar a paz mundial.
- Então...? - disse Flamareon enrugando levemente a testa e procurando logo alguma conclusão para toda aquela história.
- Então meu objetivo é impedir que vocês vão para o Templo Negro das Ilhas Kaiman. Se forem até lá, inevitavelmente morrerão e a tolice de ambos será o preço do sofrimento de muitos!
- Então você quer que não vamos lá para que possamos impedir o holocausto eminente? Você ganha dez no quesito teatralidade, mas infelizmente não conseguiu nos enganar. - disse Flamareon em tom pesaroso. - Agora, o que quer para que liberte nossos familiares?
- É o que eu pensei... foi tudo em vão. - disse ele cabisbaixo. - Você me pergunta o que eu quero... bem, eu vos digo: quero a vida de vocês! Matem-se, essa é a única chance que a humanidade tem de sobreviver! - disse ele desesperadamente. - Se vocês morrerem, serão os mártires da humanidade! Impedirão que mais uma desgraça caia sobre nós!
- Você está louco! - disse Kalindir.
- Insano! - completou Flamareon.
- Lembro-me bem que disse que libertaria seus amados em troca de uma pequena exigência minha. - disse o homem. - Pois está é a minha condição: a vida de vocês. Matem-se e juramos que libertaremos os dois.
- Se quiser nossas vidas... - disse Flamareon com o peito arfando, a cólera emanando do corpo todo. - Terá que nos matar. Você acha mesmo que pode nos persuadir com uma história tão tola como esta? Acha mesmo que falácias tão débis serão óbvias para nos persuadir? Pois eu lhe digo a resposta é... NÃO! - gritou Flamareon com toda força que lhe restava no corpo.
Os garotos sabiam que estavam entre a cruz e a espada. Se esbossasem qualquer reação, poderiam perder seus entes queridos, o que valia também para o caso de um resgate forçado.
- Pois bem, eu... - mas antes que pudesse falar qualquer coisa, olhou desesperado e assustado para todos os cantos. - Aonde... - disse ele com um leve sorriso demente no rosto. - Aonde, está... aonde está a ... garota? - concluiu com um tom próximo ao sussurro.
Mas mal acabara de dizer aquilo e os dois homens que estavam de guarda haviam sido puxados para cima por uma forma humana incorporada ao teto, como se o mesmo estivesse liquefeito. Os dois bateram a cabeça fortemente no teto e logo depois caíram, com o crânio rachado e o chão impregnado de sangue que se misturava ao dos outros que haviam sido eliminados pelos garotos.
Sem perca de tempo, o homem sacou um revólver e pôs-se a atirar em todas as direções, gritando insanamente. Seus olhos estavam arregalados e seu estado mental estava claramente abalado. As balas aparente haviam acabado.
- Vocês não entendem... - disse o homem em lágrimas aos três, que agora estavam reunidos. - Se vocês forem até lá, a Terra irá virar um segundo inferno! Não irão conseguir, eles são fortes de mais! Só peço que tenham misericórdia da humanidade!
Antes que pudessem esboçar qualquer reação, o homem caminho lentamente em direção a um reentrância próxima, sumindo de vista. Um disparo cortou o silêncio, seguido de um baque surdo de algo que caia ao chão. Os três se aproximaram e chocaram-se com a cena. A garotinha, segurou-se firme na cintura de Kalindir, enquanto os dois contemplavam a cena macabra. Com um tiro na cabeça, o homem havia seifado a própria vida.
Capítulo 13
O agouro apocalíptico
"ótimamente ótimo!!!" :P
você tem razão... a mistura de várias histórias é que dá um toque especial ao roleplay deixando-o legal e interessante
não demora muito pra posta o outro ;)
ta massa! como o cara acima disse " a mistura de várias histórias é que dá um toque especial ao roleplay deixando-o legal e interessante " comenta la no meu!
http://forums.tibiabr.com/showthread.php?t=68489
Eu ti amo !!!
Você sim tem compromisso !!
Você sim !!
puff puff
Adorei !!
Ótimo !!
Muito bom teu roleplay cara !!
Continue assim !!
Flw awe
[Histerical ?Mode]AAAAHHH!! CONTINUA!!! PELAMORDEDEUS!! VC ME VICIOU!!![/Histerical ?Mode]
Meu Deus... tá muito bom, mas vc deveria colocar outra entidade, pq os Iluminatti n são bonzinhos não... Quem sabe a própria Igreja Católica...?
Dous poucos roleplays que leio esse foi um dos melhorews.cara realmente da continuidade a essa historia e continue...fikou bom ...
fws
Capítulo 13
O agouro apocalíptico
Os três haviam estacado, estarrecidos com a visão. O que motivara aquele homem a acabar com a própria vida? Seria uma cilada da Maleficus ou a terrível verdade? Se qualquer forma, a melhor saída para tudo aquilo era enfrentar a Maleficus. Afinal, o objetivo dos garotos era impedir um novo colapso, e para isso precisavam sobreviver. Não conseguia aceitar a idéia de que eles próprios eram a última chave que abriririam as portas do inferno.
- Não há mais nada para vermos aqui... - falou baixo Flamareon, tampando a vista da pequena garota para que não visse nada.
E logo os três dirigiram-se aos ex-reféns que choravam em notório sinal de desespero. Os dois garotos abraçaram seus parentes com toda força. Os olhos marejados de lágrimas, não de tristeza ou de ódio, mas de profunda felicidade.
- Minha irmã! - Exclamou abafadamente Flamareon, que ainda abraçava a garota e apoiava o rosto em seu ombro. - Nunca me perdoaria se algo lhe acontecesse!
Kalindir dava um abraço no pai, alegre por tê-lo de volta e por tudo ter acabado bem.
Após vários abraços e lágrimas derramadas, os cinco finalmente dirigiam-se para a saída, mas antes que pudessem sair, um frio gélido e descomunal se alastrou pelo antes caloroso salão. As luzes haviam sido cortadas e somente o mais profundo breu imperava no recinto. E mais uma vez, a conhecida sensação de medo havia impregnado seus corpos como uma peçonha pestilenta e letal. Mas a sensação que sentiam agora, nada se comparava com aquela que ele e Flamareon haviam sentido na escola e na mansão Illuminati. Dessa vez, ele sentia o cheiro da morte impregnando o ar, o agouro da destruição sussurando seu ouvido e o fruto da discórdia brotando em suas mentes.
- Este sim, é o verdadeiro poder de um descendente dos Maleficus de noventa e nove eclipses solares atrás. -disse ele, erguendo a cabeça.
Passos lentos e compassados ecoavam no salão em direção a eles. Logo os três trataram de usar a invisibilidade, mas sentiam-se perdido em meio toda aquela escuridão. Tudo que enchergavam era breu, e nada mais.
E logo uma energia extremamente negativa aparecia diante de seus olhos, uma energia negra radiante que emanava de um ser encapuzado, com longas vestes negras e olhos escarlates cintilantes, como duas estrelas da morte pressagiando a morte eminente. E daquele ser, irrompeu uma voz fria e cruel.
- Não se preocupem, logo eles serão libertados. - disse a voz. - Basta vir até o Templo Negro das Ilhas Kaiman.
E uma risada diabólica ecoou e ribombou pelas paredes do aposento. Era uma risada de prazer, como se a melhor coisa do mundo estivesse prestes a acontecer. Os dois não pestanejaram, o que será que queriam dizer com "eles logo serão libertados?". A resposta logo foi dada. Repentinamente toda a luz voltou, cegando-os momentamente e haviam percebido que Luciana e Hernandez haviam sumido. Os dois ainda não acreditavam na idéia de outro seqüestro e logo trataram de chamar os dois em voz alta.
(CONTINUA...)
Mto bom, vc manuseia mto bem as palavras, gostei bastante msm
mais, mais, mais, mais, mais... meu deus, tá muito bom! só acho que você deveria (eh, repeteco xD) trocar os Iluminatti por outra organização...
nossa cara... está ficando muito bom!
tomara que o novo capítulo chegue logo :riso:
só pra sabe, aquele poder que a guria tem de se fundir com outras coisas você tirou de algum desenho(Lince Negra dos X-Men), de algum anime(Full Metal Alchemist, tem 1 guri que pode se fundir com os objetos e tudo mais) ou você mesmo inventou??
bom... é isso e continua viu
Os dois mostravam-se extremamente anciosos com tudo aquilo, mas Flamareon demonstrava claramente que compreendia tudo.Citação:
Não, a habilidade da Valkiria foi invenção minha mesmo. Não me inspirei em nada.
- Não há mais nada que possamos fazer, Kal. Eles se foram - disse o jovem, com a cabeça baixa. - Vamos aguardar que o dia chegue e que a batalha se inicie. E que os céus nos protejam... - concluiu, absorto em pensamentos.
Finalmente os três haviam chegado na mansão, após uma noite estafante e cansativa. Sabiam que o desespero não surtiria efeito algum a essa altura. Acalmaram-se e deram início a uma longa e duradoura seção de treinamento. Mas a mente de Kalindir refletia sobre o que aquele estranho homem havia dito nos últimos dias. Temia que aquela fosse a pavorosa verdade e de que enfrentar uma seita tão poderosa quanto a Maleficus seria caminhar em direção a morte. Em contrapartida pensava que aquilo poderia ser uma grande conspiração contra a Illuminati, afim de impedir qualquer interrupção que pudesse ruir seus planos.
- O que está pensando? - indagou o amigo a ele. - Notei que esses dias você anda muito preocupado e gostaria de saber. É a respeito de seu pai? Se for, não se preocupe, conseguimos uma vez, certo? Podemos conseguir de novo.
- Não é isso... é sobre aquele sujeito...
- Pensei que este assunto já houvesse sido resolvido. - disse Flamareon decidido. - Eles amaldiçoaram a pequena Valkiria para nos matar. Usou de nossa própria força para nos destruir! E ainda teve a ousadia de pedir que nos matassemos! - fez uma breve pausa e continuou. - Só penso que esse sujeito é um seguidor da Maleficus ou em última das hipóteses um louco que sabia de mais.
- Mas... você reparou nos efeitos que se seguiram quando eles entraram aqui? Aquilo não poderia ser feito por um humano comum.
- Ah sim... poderia sim! E ainda mais se tratando de pessoas macomunadas com os Maleficus. Mas é claro que os poderes deles não chegam aos pés dos descendentes dos membros da Maleficus primordial. O mesmo vale para aquele sujeito que lhe atacou na escolar. Creio que você tenha notado a diferença de poder entre esses dois ataques e esse último.
- Então você quer dizer que...
- Quero dizer que pode ser que exista duas forças contra nós ao invés de uma, conforme pensamos inicialmente. - concluiu resoluto Flamareon.
- Mas, Flamareon. Temos que levar em conta o que o homem disse, não podemos simplesmente concluir através de provas aparentemente verdadeiras. Talvez estivessemos na hora e no lugar errado na mansão Tulivar. Quem garante que foram eles que amadiçoaram ela? Para um homem disperdiçar a vida daquele jeito, a coisa devia ser realmente séria.
- Você teria coragem de acabar com sua própria vida por causa de uma revelação que nem sabe se é verdadeira? Não confia em seu potencial? Aliás, não confia em MEU potencial? Não confia no potencial da pequena Valkiria que salvou o dia há algumas semanas atrás? Kalindir, você não confia em seus amigos? - indagou Flamareon, fitando indignado Kalindir. - Se você não acredita em nós, então não tem honra suficiente para ser um Illuminati. - Conclui Flamareon em um tom desesperançado e áspero.
(CONTINUA...)
po cara, um amigo meu fico me enchendo o saco para eu ler o seu rp e sinceramente...eu to adorando, mal posso esperar a continuaçao,parabens msm
- Não foi isso que eu quis dizer Flamareon! - exclamou Kalindir com notório tom culposo na voz.Citação:
Opa, obrigado pelos elogios! Na verdade, até mesmo eu estou ancioso para que a história continue :P . Essa parte era para ter saído mais cedo, mas no momento em que eu ia postar o fórum saiu do ar e tive que esperar para postar agora que ele está on. Então, sem mais conversas, a continuação!
- Então? - indagou conclusoriamente o amigo. - Acredite no seu potencial. Acredite no nosso potencial.
- É verdade... - disse vagamente Kalindir. - Mas ainda sim me preocupo. Não conhecemos o poder do inimigo. Você viu aquele homem falando sobre comos os sacrifícios eram feitos? Nem quero imaginar...
- Nós somos os honrosos e nobres cavaleiros da Illuminati, Kal. - e nisso ele apoiou a mão no ombro do rapaz, manifestando apoio e consolo. - Nosso poder é superior a raça imunda dos Maleficus. São tão baixos que para satisfazer seus ímpetos matam inocentes. Mas, naturalmente, eles pagarão por tudo o que nos fizeram passar.
- Ainda existe algo que me incomoda profundamente. - disse ao amigo, apoiando a mão sob o queixo, imerso em pensamentos enevoados e insolúveis. - Suponhamos que não sejamos a última chave e que tudo não tenha passado de uma cilada. Então, qual será a última chave?
- Conforme eu havia lhe dito, essa é uma das questões das quais eu não tenho a resposta. Pesquisei em todas as fontes que você possa imaginar, mas infelizmente não obtive qualquer pista ou informação que pudesse me auxiliar.
Ele interrompeu seu discurso, suspirou pesadamente e convidou os dois, Kalindir e Valkiria, para um suntuoso café da manhã, seguido do habitual telejornal matinal.
- Valkiria, esqueci de lhe agradecer pela sua bravura e coragem. Você se mostrou uma verdadeira Illuminati. Arriscou a própria vida para nos ajudar e isso, naturalmente, é digno de uma recompensa digna de reis.
- Não foi nada. - disse a garota encarando a mesa, um pouco constrangida com todos aqueles elogios. - Eu simplesmente aproveitei a oportunidade. - completou, modesta.
- Venha, quero lhe presentear! - virou-se para Kalindir e manteve seu discurso. - E quanto a você, é hora de matar sua curiosidade. Venham!
Então ele limpou a boca com seu guardanapo, arrastou a cadeira para trás e dirigiu-se mais uma vez ao salão das armas, ladeado pelas imponentes armaduras de diamante à entrada. Dois dos baús já estavam abertos, mas um último permanecia intacto e fechado. Flamareon guiou a garota ao baú da esquerda.
- É hora de você conquistar o tesouro que a pertence, pequena. - disse ele com um sorriso.
A garota abriu o baú e logo uma luz prateada iluminou sua pequena face. E de dentro do baú retirou uma espada média, com uma imponente pedra azul cintilante em forma de esfera, no centro do cabo, que era feito de ouro maciço. nas extremidades laterais, prolongava-se o cabo, formando uma bela cruz aurífera, como uma estela solitária no céu. A lâmina era branco prateada e seu brilho era tão fulgurante quanto mil estrelas.
- Uau... - exclamou boquiaberta de surpresa ao ver a espada.
Flamareon deu outro sorriso ao contemplar o rosto surpreso da garota.
- Esta, Valkiria, é Stelfia, a espada sacra! - disse ele orgulhoso a garota. - De agora em diante, ela será sua espada guardiã!
- Ela é muito bonita. - disse a menina hipnotizada pelo brilho da espada.
- E isso não é tudo! - completou animado Flamareon. - Essa espada está impregnada de luz divina, uma excelente arma contra qualquer força das trevas!
Flamareon contemplou orgulhoso os dois e guiou-os para a sala de jantar, aonde batiam um papo animado.
- Sempre te achei esquisitão. - disse Kalindir, debochando do amigo. - Esse seu terno cafona sempre lhe deu a aparência de metido. - riu Kalindir.
- Concordo que sou esquisitão. Na verdade, nós três somos! - e nesse momento em particular Valkiria disse "Não me mete nessa conversa!".
- Hey, e você mocinha é a mais esquisita de todas! - disse Kalindir. - Se esqueceu que você quase me matou? Se não fosse a perícia do Flamareon em atirar frascos de água benta, estariamos fritos!
- Ah... - disse a menina pensativa. - Nem me falem sobre aquilo! Você daria um ótimo exorcista Flamareon.
- E ainda mais quando temos uma pestinha em casa. - riu Flamareon, entrando na brincadeira.
- Ah é? - disse danada a menina. - Agora você vai ver!
E com um levantar de mão, fez a cadeira na qual Flamareon estava sentada, sair arrastando pelo salão. Ele não perdeu tempo, fez com que um litro d'água fosse despejado na cabeça da amiga.
- Você não gostaria de ver uma garota irritada... - completou Kalindir rindo daquilo tudo.
E logo após receber uma forte travesseirada que veio voando veloz em direção a sua cabeça, Flamareon também entrou naquela grande brincadeira, todos rindo e se divertindo.
Todos estavam cansados daquele excesso de austeridade e depressão que os abatiam dia a dia, inclusive Flamareon. Os dias passaram velozes e o treinamento tornava-se cada vez mais intenso. Kalindir já conseguia passar 12 horas meditando sem parar, e o poder que emanava dele era surpreendente. Flamareon e Valkiria também manifestavam grande garra e logo após um extensivo treinamento mental, os dois passaram a treinar tiro ao alvo com várias armas de ponta e a praticar esgrima com freqüencia.
- Por que não treinamos com nossas espadas?
Flamareon calculava que aquela era a centésima vez que a garota perguntava aquilo.
- Não podemos. - dizia ele. - Essas espadas tem altíssimos poder destrutivo, bem, no nosso caso, construtivo pois vamos lutar contra o mal. De qualquer forma, um só forte brandir dessa espada é capaz de rasgar o ar e cortar paredes de diamante como se corta papel.
Uma certa manhã, se reuniram a sala de jantar e desfrutaram de toda aquela comida, como sempre. O telejornal ligado e finalmente os três escutaram o que queriam.
(CONTINUA...)
CONTINUA, POOOOW!!! num aguento isperar!!!!!
Muito ótimoo !!
Supimpa !!
E a Luciana ??
Quero ver ela ficar com o Kalindir !!
Uai !!
hiuahaiuha , zuera , muito bom mesmo cara ...
Não se esqueça de continuar !!
Flw awee
É muito interressante a forma como você trata o seu texto, deixa ele ir fluindo aos poucos, deixando o leitor com vontade de mais, vejo a quantidade de floods que você tem aqui.
Uma única crítica, acho que você deveria desacelerar um pouco o ritmo que você tá dando, assim o leitor pode refletir durante o texto, de também um pouco mais de "Luz" para o Kalindir, o protagonista.Nossa eu disse uma critica dei duas :P.
Passa no meu que tem uma certa ação mais é mais um texto de reflexão.Chama-se "Doutrina Tektsu, lendas do antigo Japão" num estilo meio "Anime" mais nada exagerado.
"ótimo de baum!":P
bom...deu pra rir um "pouco" no último capítulo que você posto :riso:
a espada da Valkiria, quando você começou a descrevê-la no texto eu pensei que era parecida com a do Frodo(SdA.. huhu) mas depois vi que não :)
e quando é que eles vao começa a espancar os caras da Maleficus???
bom... tomara que o próximo episódio chegue logo, afinal cada fim de capítulo deixa um "mini-mistério" no ar :P
ahhhh, po continua ae manow, to doido pra sabe oq eles tanto queriam ouvir no tele jornal :P
Uma chacina em Delograd culminou com a morte de vinte pessoas nesta manhã. Os culpados ainda estão foragidos mas a polícia garantiu esforços máximos para que sejam apanhados. O ataque foi atribuido à seita Maleficus e coincidentemente, dentro de vinte dias ocorrerá um eclipse total. De acordo com cientistas do Setor Espacial, a lua fará uma inexplicável aproximação com a Terra, que ocorre somente a cada cem eclipses totais. Habitantes das regiões costeiras deverão notar que, devido a aproximação anormal, a maré cheia será maior e os cientistas pedem para que os habitantes desses locais evacuem o quão cedo possível suas residências. E agora vamos as notícias do tempo...Citação:
Opa, obrigado pelas sugestões, elogios e críticas dadas, com certeza elas serão de suma importância para o bom andamento da história. Agora, vamos à próxima parte!
Os olhos dos jovens permaneceram vidrados na televisão, embora suas mentes permaneciam absortas em devaneios e pensamentos profundos. Uma chacina brutal havia sido cometida e dentro de vinte dias eles estariam nas Ilhas Kaiman para impedir que o pior acontecesse. O coração de Kalindir batia acelerado e ele tinha certeza que estaria provavelmente indo em destino a morte, mas a idéia de que seu pai e a irmã de seu amigo corriam perigo, o deu forças. Além disso, se nada fizesse, o fim seria inevitável. Já se ele ao menos tentasse, poderia ao menos ter uma chance, embora pequena.
- Meus caros. - disse Flamareon em seu habitual tom austero e impassível, embora notassem um tom de medo em sua voz. - Finalmente, estamos próximos a cumprir nossas missões. Para ser mais específico, daqui a vinte dias.
Os dois permaneceram em silêncio. Estavam atônitos com a súbita notícia. O agouro apocalíptico sussurava peçonhentamente no âmago da mente de cada um.
- Não garanto que iremos cumpri-la. - prosseguiu Flamareon. - Mas que nossos esforços não tenham sido em vão. Iremos lutar até o fim, mesmo que custe nossas vidas, pois é essa batalha que julgara o destino da humanidade. Se falharmos, todos, sem excessão, morrerão. Se sairmos vitoriosos, a humanidade perdurará.
- Você já tem algum plano? - perguntou Kalindir, que havia se recuperado um pouco do choque da notícia.
- Não há planos. Tanto eles como nós estamos com os olhos vendados. Só iremos saber o que fazer na hora certa. Por hora, temos apenas que nos preocupar com nossa ofensiva e defensiva, pois está claro que eles estão usando Hernandez e Luciana como iscas. E infelizmente, teremos que morde-las, eles sabem exatamente que este é o nosso ponto fraco.
O apetite de todos havia sido estragado por aquela infortunia notícia. Foram dias e dias de árduo treino, os poderes dos três estavam incrivelmente fortes mas cada um duvidava que aquilo seria suficiente para derrubar a poderosa força da Maleficus. Na véspera do Dia Negro, Flamareon os convidou para uma conversa no lúgrubre salão de jantar que era fracamente iluminado por velas impunhadas por imponentes castiçais de prata.
- Como os dois devem saber, finalmente chegou o dia. - disse Flamareon em tom pesaroso. - E como creio que os dois devem saber, amanhã será o julgamento final que definirá se a humanidade será digna ou não se sobreviver. E tudo isso está em nossas mãos e de mais ninguém.
Fez-se uma pausa na qual ele tomou um pouco de ar. O rosto de Flamareon estava mais pálido que o normal, e o fraco brilho das velas tornavam-o semelhante a um espectro sorumbático em meio a cálida noite.
- Foram meses de preparação, e tudo que eu soube eu passei a vocês. Estamos com os olhos vendados, não sabemos a força e o poder do inimigo, por isso, peço a todos vocês que tenham total cautela. Um mínimo deslize pode implicar em fracasso absoluto.
Mais uma vez, seguiu-se uma longa pausa que foi acompanhada de um silêncio sepulcral que novamente foi quebrado pelo jovem.
- Como havia dito antes, não irei garantir a sobrevivência de todos mas me empenharei ao máximo para impedir que nada de ruim aconteça. Podemos viver assim como podemos morrer. Mas tenhamos fé em Deus e que nossa força de vontade seja o elixir da vitória. - Mais uma vez ele interrompeu brevemente seu discurso e retomou seu diálogo logo após. - Quero lhes lembrar que está não é uma batalha por um motivo futil ou banal. A vida de bilhões de inocentes está em nossas mãos.
Os jovens escutavam atentamente as palavras de Flamareon e no íntimo de cada um os pensamentos mais mirabolantes e improváveis brotavam. O interior de cada um entrava em grande conflito. Sabiam que aquilo marcaria suas vidas eternamente, se é que sobreviveriam para contar a história.
- Tudo o que pode ser feito, já foi feito. Agora, que Deus nos proteja e que nada de ruim nos aconteça. - ele descançou seu cálice com água na mesa. - Por fim, para encerrar esta noite, vamos orar.
Os três deram as mãos e deram início a fervorosas preces. Dentro de um dia a batalha que julgaria o destino da humanidade haveria de ocorrer.
Capítulo 15
O Dia Negro
ve se nao demora 1 semana pra escreve o capitulo 15 plxxxxxx :P
Argh quero saber da historia li até aqui uma atras da outra (tiranda um poco da primeira parte) nao vo aguenta espera :/
A cara enquanto eu tava lendo percebi uns erros, os mais comuns eram que voce trocava o Kalindir pelo Flamareon... mais ta super daora ^^
Ve se escreve logo o prox cap...
that's all folks! :X