Aushaushas:yelrotflm:yelrotflm:yelrotflm
é msm kra
Versão Imprimível
tive a chance de ler um pedaço... mais preferi não ler!!!
demorei!!! mais estou aqui!!!
muito boa a sua historia!!! a sua maneira simples e direta de escrever deixa seu texto muito bom!!!
Guns... aaahhhhhh!!!! perfeito, esse advogado é meu amigo hsuahsuahsuha!!!
sem mais follow
Haha... Você é um leitor fiel, me esperou postar o capítulo inteiro para depois ler...
Obrigado pelos elogios..
Quanto ao Guns... Bom, é uma banda das antigas mas que também atrai públicos jovens (I love Sweet Child o' Mine)... E Slash era o fodão né... Então eu tinha que citá-lo. :>
AbraçO!
Boa Noite!!!
Eu acho que esse garoto tem muito futuro, li vários outros textos e poucos me deixaram com tanta vontade de ler o próximo capítulo. A forma como escreve, descreve como se estivéssemos vivenciando tudo oque ele cita. Show de bola!!! Parabéns muleke.
Seu texto está muito bem escrito. Uma ou duas coisinhas que eu achei estranho/errado.
A leitura flui fácil.
A mudança de cenário as vezes me parece meio brusca. Talvez seja por eu não estar acostumado a esse tipo de escrita.
O suspense tá legal... estou captando as informações aos poucos...
Você colocou elementos que me deixaram motivado a voltar ao tópico para continuar lendo, e confesso que esse foi um dos poucos textos que me despertaram essa vontade.
Leia novamente seu texto, em voz alta. Veja o que pode mudar (se é que tem algo pra mudar). Evite uma repetição apenas que eu notei.
Aguardando o próximo cap ^^
ps: bah, guns? mercedes? pensei que fosse dar outro aspecto ao texto quando vi Osasco.
Mas tá muito bom! =]
Primeiro de tudo, muito obrigado, AAlan.
Vou procurar estes erros/coisas estranhas que você notou e tentar arrumar, mas amanhã, hoje já estou de saída.
Isso hehe, volte sempre, será bem-vindo.
Ah, veja que coloquei coisas bem diversas, exemplo: Ele era do interior, se mudou pra Osasco. Ganhou bastante dinheiro a ponto de comprar uma Mercedes, e seu nome é John.
Prometo explicações nos próximos capítulos, mas gosto disso; ir jogando as peças aos poucos para vocês montarem.
Abraço e Boa noite :)
EDIT: Vou passar no seu conto amanhã, não sei nem porquê não passei ainda :D
Capítulo III - Eliminação
O estranho ser caminhava pela rua escura sem se incomodar com o vento frio que fazia todos ficarem dentro de suas casas. Ao longe, já podia avistar a vítima, Helena. Ela caminhava rapidamente, vindo em sua direção, e estava cada vez mais próxima. Ela estacou no meio da rua. O homem de negro abriu um pequeno sorriso, adorava aquela sensação de medo que via nos olhos da vítima, como um cão assustado.
Pensou em tirar sua adaga, que estava presa a calça, por baixo da blusa negra. Mas não precisou. Helena estava apavorada, via em seus olhos. Um carro em alta velocidade se aproximava dela, e nem assim ela se moveu. Quando ela sentiu o farol alto em seu rosto, era tarde demais...
O sangue se espalhou por toda a rua, inclusive na roupa negra do ser encapuzado. O motorista, que provavelmente estava bêbado, freou o carro bruscamente, mas não teve como evitar o acidente, deslizando pela rua e terminando ao encontro de um poste.
“Serviço concluído, posso voltar ao esconderijo”.
Virou-se e caminhou pela rua escura de esquina, era hora de voltar.
- Parado aí! – Um grito de mulher foi ouvido. Virou-se lentamente e a encarou. Ela estava apontando uma arma em sua direção. – Não se mova.
- O que pretende com esta arma? Não acha melhor ajuda-la? - Uma voz grave saiu de sua boca, era terrível.
- Fique onde está. – Veronika levou a mão à cintura e pegou seu Walkie-Talkie, e mandou chamar uma ambulância – Me explique o que aconteceu por aqui.
- Não tenho tempo pra você. – Após dizer isso, arriscou uma ação rápida em direção a rua do lado, pretendia esconder-se no cruzamento. Um disparo foi dado, e mais sangue foi espalhado, agora pela calçada. O tiro foi certeiro na perna do homem de negro, mas mesmo assim, não foi o bastante para impedir que ele fugisse pela rua ao lado.
Ela correu em direção em sua direção. Mas, não havia nada ali, nem mesmo rastros de sangue.
Uma sirene se aproximando, a ambulância vinha em grande velocidade pela rua, a mesma ambulância que ela chamara...
****
John levantou-se sem lembrar de muita coisa, uma forte dor de cabeça o afetava. Era estranho, só se lembrava de ir em direção a cama e puxar o cobertor para se enfiar debaixo, quando apagara. Sentou-se em sua cama e vagou pelas lembranças, tentando buscar um motivo por aquilo ter acontecido. Em vão, desistiu de tentar. A dor só aumentava, resolveu então ligar a tv para se distrair.
Sintonizou a televisão na rede globo. Estava passando o jornal da manhã, com notícias do dia anterior, e pouquíssimas do dia atual, quando uma notícia em especial lhe prende a atenção.
“Ontem, as 23:30, ocorreu um acidente fatal na avenida principal de Osasco, um carro desgovernado atropelou uma pedestre, que não agüentou e morreu na hora. A vítima já foi identificada: Helena Cristina Rocha, 25 anos, trabalhava em uma empresa perto de sua casa, como telefonista. O motorista, Paulo Sérgio dos Santos, que dirigia embriagado, também morreu na hora do acidente...”.
John travou diante da notícia quando uma foto da vítima foi exibida no noticiário. Coincidência ou não, era a garota que vira na rua ontem à noite, a mesma do seu sonho. Sonho? Não poderia ser um simples sonho, estava acontecendo. Visões? John se negava a acreditar.
Ficou preso a aqueles pensamentos, e resolveu não ir trabalhar aquele dia...
****
“Maldita”. Praguejava o ferido. “A vadia acertou minha perna”. Um barulho de porta foi ouvido no escuro esconderijo.
- Quem está aí? – Perguntou e foi mancando até a porta.
- Sou eu. Não se assuste. – O ferido reconheceu a voz do seu parceiro, que já estava entrando.
- Droga. Conseguiu as informações?
- Mas é claro que sim. E você, se livrou da primeira? – Enquanto falava, olhou para perna do segundo encapuzado e começou a gargalhar e falar ao mesmo tempo. – O que aconteceu? Ela te deu trabalho, foi?
- Me livrei. Não tive problemas com ela, mas uma policial apareceu e tentou me deter.
- Ela não o seguiu, não é?
- Quem acha que sou? Mesmo com esta perna ferida, escapei com facilidade, usando o resto de minhas forças, mas preciso descansar.
- Espera. Você disse uma policial? Dá uma olhada nesta foto de uma das outras quatro vítimas.
Retira das fotografias a foto de uma policial, que o ferido logo reconhece. Por sorte, ou destino, era a mesma que o atingira.
- Foi ela! A vadia que me acertou! – Seus olhos vermelhos brilharam, acendendo por um pequeno momento no aposento escuro.
- Seu nome é Veronika Mayers, foi transferida aqui pra Osasco e acho que nem preciso sortear, não é?
- Deixe-a comigo. Gostarei de faze-la sofrer muito antes de morrer. Mas, preciso descansar antes, ela quase acabou com minhas forças... – Sentia a dor da perna incomodando, era algo raramente sentido por ele.
- Descanse e, enquanto se recupera, irei atrás de outro, esse tal John Morris...
Muito bom, tava esperando esse capítulo, sauhasuh, realmente ficou bom, suspense ta bem colocado, já mencionei que amo suspense? asuhuhas
Bom kra... não o li todo, só a parte que a Helena morre e os policiais chegam.
Nessa cena, eu não entendi por que os policias queriam prender ele...
Quer dizer... nós que estamos lendo, sabemos que ele é culpado, mas os "tiras" (adoro esse termo. dá um som meio brega:P) não sabiam...
E pq ele correu? Eles não tinham um porque de culpar ele...
Lerei o resto, mas agora vou "nanar" (:P)
Abraços;)
Vou explicar então.
Imagina que você é policial, você tem um pressentimento (ela teve, lembra?)..
Chega na cena de um atropelamento e vê um cara inteiro de preto, com uma toca por cima do rosto.
Ela, apenas mandou ele parar (não citei prender em momento algum).
Ele falo merda, tentou fugir (se ta fugindo é porque tá devendo).
E ela de reação, atirou na perna dele.
Explicado?
Abraços!
Bem explicado ^^ Deu pra entender, o caso de ele ter fugido, eu pensei que fosse pelo fato de ele ter uma arma apontada pra ele mesmo
No Brasil essa policial ta ferrada heim... nem quando matam pra se defender os policiais são poupados.
Enfim... eu gostei do capítulo... mais informações foram liberadas e ao mesmo tempo mais mistério veio, e isso é muito bom.
Algumas criticas xD
Evite as repetições... como no começo do texto onde há muito 'ela'. As vezes não precisa escrever o 'ela', porque fica subentendido. Isso carrega o texto, saca?
Se puder olhar essa parte também:
"era um sentimento raramente sentido por ele"
No mais, não vi erros. Continue, você escreve muito bem!! =D
Esperando proximo cap ;_;
Opa! Obrigado AAlan, por estar sempre acompanhando aqui.
Ah, repetições... :D
Vou revisar e editar as partes que você falou. (y)
Ah... Pior, que mesmo eles não aceitando isso, no Brasil sempre acaba dando em nada, se sabe como é.
Obrigado cara pela força e pelos elogios!
Abração!
Legal legal.
Tipo, você explicou mas não ficou explicado para mim o freeze da mulher. Pareceu que tu só repetiu o primeiro capítulo. Tá certo que a atitude dela pode ser considerado como um reação normal de uma pessoa em uma situação apavorante, mas ela se encontrar com um cara esquisito no meio de uma rua vazia não é TÃO apavorante assim sem algum motivo específico. Eu imagino uma situação dessa em que um cara se encontra com um leão no meio de um deserto, sei lá... Sinceramente, eu esperava uma descrição em que a mulher visse uma aura diabólica em volta do cara ou que causasse uma sensação de morte a cada passo mais próximo do cara... Sei lá, algo que deixasse bem claro o pânico, saca?
Uma outra coisa, agora bem pessoal, foi o exagero de sangue. Se voou sangue na roupa do cara, que tava até meio longinho da mulher, voaria sangue por TODA a rua, como se ela tivesse explodido com o atropelamento... Mas, como falei, isso é pessoal.
^^
Manero. Continua ;)
Só agora reparei que tu era o antigo Kyros. Bom te ver, falando nisso.:D
Vou devagar e no meu ritmo, porque seus ritmos de postagem estão bem rápidos para a minha disposição de tempo para o fórum.
Só espero que tu não se importe.
Eu fiquei com a mesma impressão que o Pernalonga teve sobre o capítulo também.
No momento em que comecei o capítulo II, pareceu-me bem estranho o fato. Lembra um relato, como se ele acabasse de lembrar de alguma coisa, ou sei lá. Está bem estranho, essa coisa de você não dar ligação às frases.
Um dos fatos que ele citou foi a pontuação. A quebra, logo no primeiro parágrafo já mostra o capítulo inteiro.
Essas duas situações quebram o texto. É como uma pausa, e não soa legal. Não dá naturalidade à narrativa, fica com um aspecto meio que mecânico.Citação:
Água quente. John ficou por muito tempo embaixo do chuveiro, tentando esquecer do sonho que tivera há minutos atrás. Gostava de água. Sentia-se calmo e renovado quando seu corpo a recebia; sempre foi assim. Quando pequeno, vivia brincando nas poças de água da pequena cidade do interior onde nasceu e cresceu; que já não visitava há anos.
Além disso, você meio que sem assunto, partiu da água para cidade, sem ao menos de mudar de parágrafo.
(Sem contar, que eu lembrei de O Senhor da Chuva)
Aqui outro daqueles cortes estranhos na pontuação. Você está falando do mesmo assunto, mas mesmo assim não conseguiu conectar os assuntos, tendo que iniciar outra frase.Citação:
Enquanto dirigia, gostava de ouvir sua banda de rock favorita: “Guns N’ Roses”. Ouvia “Sweet Child O’ Mine”.
Aqui de novo. Parece realmente um redator escrevendo o boletim de ocorrência. Eles vão direto ao ponto, e você também.Citação:
Beco escuro. Cheiro de lixo e fezes, ambiente mal agradável; mas não para os dois estranhos homens que estavam ali, em um canto escuro. Os dois estavam igualmente vestidos; blusa preta com capuz, tampando-lhes o rosto; calças pretas e velhas, e coturnos. Os dois conversavam discretamente sem chamar atenção de pessoas que passavam pela rua.
Você deveria abusar das palavras, deixar o texto mais emotivo, menos mecânico.
Saca só.
"Era um beco escuro. O cheiro de lixo e fezes fazia do lugar um ambiente desagradável. Mas mesmo assim aqueles dois estranhos homens, em um canto cobertos pelas sombras, pareciam não se importar."
Fica muito melhor, bem menos mecânico, meio que dá uma sensação melhor ao texto, e não abusa das pausas, que fazem a leitura não andar.
Eu semprei achei estranho retratar risadas no texto, dá um toque estranho, mas quem decide isso é você. Eu sempro penso que o personagem é um débil mental.Citação:
- Há, há, há. Pode deixar, ela não passará de hoje. – O estranho homem de negro, começa a gargalhar, e se afasta do beco.
De novo, a mesma situação daquele trecho de lá de cima que reescrevi. Parece que você não consegue conectar as coisas.Citação:
Anoitece. O trabalho foi corrido hoje, tão corrido que John nem viu o tempo passar. Hora de ir embora. O frio lá fora estava congelante, um dos dias mais frios do mês.
Aqui o fato que não me deu uma boa impressão foi que do estacionamento ele já estava nas ruas, e deu uma sensação de corte. Sem conexão.Citação:
Caminhou para o estacionamento escuro e seguiu para sua Mercedes. Entrou; colocou o sinto e como de costume, ligou seu rádio no MP3. Ouvia novamente “Guns N’ Roses”.
Ruas desertas, poucos carros; era até bom assim, não tinha trânsito e quase não pegava um farol vermelho. Em um desses raros faróis vermelhos, olhou para o lado do seu vidro. Uma mulher caminhava sozinha pela calçada escura.
O texto inteiro não tem muita ligação. E isso faz com que o texto fique bem mecânico. A chave para evitar o que você faz, é ligar as coisas, não colocando pausas daquela forma. Tente fazer como aquele trecho em que escrevi, e você conectará as coisas.
Mas, mesmo assim, você tem que deixar mais humanizado as coisas, e não da forma que você fez.
Além do que, eu demorei um bocado para ler o texto, porque a pontuação deixava o texto preso. Eu acho que o que está faltando para ti, é escrever o texto, e deixá-lo esfriar uma semana. Para então, relê-lo com calma, observar os erros e ver de uma forma que esqueça que o texto é teu, e veja como alguém que está lendo pela primeira vez.
Você notará mais facilmente que a leitura não flui. Além da falta de conexão.
Eu meio que fiquei preso aos erros, e não me atentei tanto ao capítulo, mas talvez eu tenha sentido uma sensação de clichê na parte em que ele tem a impressão de alguma coisa muito errada na história, mas não se atenta e continua...
Mas vamos ver até onde vai.
Em outra oportunidade, eu volto para ler o capítulo 3.
Obs: O nickname Claus viria bem à calhar para você. Soa melhor que Heart Attack. Tu meio que poderia mudar com os admins. Mas é apenas minha opinião.
Hovelst
@Pernalonga:
É Perna, pode crer... Não me expressei bem e não consegui passar o medo, mas é exatamente isso que você disse, a aura diabólica. Pensei pra mim e não consegui transmitir.
Vou tentar melhorar nisso.
Quanto ao exagero de sangue, malz. Novamente lembrei do Premonições, a cena do atropelamento o.O'
E, obrigado por sempre passar aqui e dar uma ajuda! Abraço!
@Hovelst:
Bom te ver também, Hove. Que bom que se lembrou de mim, fico feliz.
Eita, as quebras. Sou fera em criá-las, mas to tentando mudar.
Obrigado por apontá-las para mim, fica mais fácil evitar da próxima vez.
Senhor da Chuva? Sim... Eu gosto do Senhor da Chuva, me inspirei um pouquinho nos contos do André Vianco.
Malz pela risada débil mental, vou parar de fazer isso.
Sobre 'Claus', pensei em fazer isso. Não gostei muito de Heart Attack mesmo... Será que o Admin muda?
Abraço, velho amigo :D
@Todos:
Antes de escrever o 4º, acho que vou editar os 3 primeiros, tentando melhorá-los.
Obrigado a todos que passam e comentam aqui.
Abraços!
mt massa, a cada capitulo que leio fica melhor XD
esperando prox cap
ou ja agora :P
*Publicidade*on*
ja fis mais um capitulo da minha historia vai lá e comenta ^^ e fais o q fais sempre que é mostrar os erros ^^
*Publicidade*off*
@Azra and oliv:
Obrigado.
Ah, logo mais passo lá sim, só estou preparando umas coisas aqui.
@Topic:
Galera... Editei os 3 capítulos, arrumando erros, pontuações (tentando), e as quebras. Estou tentando eliminá-las.
Não alterei a história em si, e continua a mesma. Talvez tenha adicionado mais detalhes, mas continua a mesma coisa.
Se quiserem ler e avaliar, seria de muita ajuda.
Um abraço a todos, e obrigado por lerem e comentar na minha humilde história.
;*
É! Terminei de ler tudo. Bom capítulo! E oq é isso? Legendary Claus?asuahsuahs... Bom. Hora de zoar um tiquitcho:
VIVA A MERCHANDAGEM!!!:P
Que isso, hein? Decidiu não ir trabalhar, falou tá falado! aushaushCitação:
Ficou preso a aqueles pensamentos, e resolveu não ir trabalhar aquele dia...
Que trabalho é esse!:P
Abraços Legendary Claus;)
Enfim terminei de ler os capitulos e os comentários (pelo menos a maioria), toh gostando do texto mais como o Perna falou do segundo tah faltando mais conexões entre os ambientes.
Tá faltando um pouco mais de suspense (eu não toh sendo cínico).
Só achei meio foda o cara sempre começar a ditigir ouvindo Sweet Child O’ Mine, ele pode até gostar mais eh so homem enjoar das coisas (mesmo por muito tempo).
Ah, e sobre a paralisia da menina achei muito estranho, o cara tem o demon no coração eh?
hahahahahha
Meio alucinante esse personagens (adoro antagonistas fodásticos)...
Bom Claus, acho que eh isso...
Bye
@Lord of Fowls:
Yeah, agora sou "Legendary Claus"... :D
Orra, finalmente leu minha história. Achei que tivesse me abandonado :/
Merchandagem Rulez... Quem sabe um dia a globo não me patrocina? Hauhahaehea
O trabalho dele eu já comentei no primeiro capítulo heim... Não é um trabalho que exija ele sempre todos os dias, a não ser que ele esteja em algum "caso"... Mas isso não vem ao "caso"...
Obrigado, e abraços, Rapha of Fowls. :D
@Zack:
Bom, já comentamos pelo MSN...
É isso ai.. Hahauhe...
Abraçoo, e obrigado por sempre estar aqui.
Demorei pra vir de novo, mas finalmente li.
Deu pra entender o que você quis passar. Mas está gramaticamente errado, pois dá duplo sentido na frase.Citação:
Helena estacou no meio da rua. Adorava aquela sensação de medo que via nos olhos da vítima, como um cão assustado.
Pois primeiro, você está remetendo à Helena na oração, e depois passa novamente ao asssassino, mas não deixa explicíto isso, e ainda dá pra entender que ainda estamos lendo algo sobre Helena.
Ou seja, a segunda oração ainda está remetendo à Helena quando não deveria estar.
No negrito falta uma crase.Citação:
- Não tenho tempo pra você. – Após dizer isso, arriscou uma ação rápida em direção a rua do lado. Pretendia esconder-se no cruzamento. Um disparo. Sangue. Veronika acertou um tiro em sua perna direita, que deixou uma grande marca de sangue no chão. Mas não foi o bastante pra lhe impedir de entrar na rua ao lado.
E novamente aqui, há aquelas pausas. Sei que você já havia escrito e postado quando eu comentei, mas mesmo assim. Ainda persistem elas.
Toda vez que eu vejo a mesma coisa, surge outra interpretação. Dessa vez me pareceu que essas pausas surgem como um recurso para não precisar descrever. Elas te dão uma informação direta. Houve um disparo. E sangue começou a escorrer.
Mas é muito direto. E uma coisa que posso te dizer realmente, é que houve escritores que se consagraram justamente com a descrição.
Tente explorar mais isso, e claro, evite as pausas. Elas são um bom recurso de suspense e tensão, mas no meio do texto, você simplesmente quebra a leitura.
Dois tempos diferentes no mesmo parágrafo.Citação:
Uma sirene se aproximando. A ambulância vinha em grande velocidade pela rua. Ambulância que ela chamara...
Observe bem. Primeiro, o tempo é o presente contínuo. Depois repassa ao pretérito simples.
O erro aqui, é justamente o presente contínuo, que não deveria estar junto ao resto.
O correto seria: "Uma sirene se aproximava."
Novamente as quebras.Citação:
Dor de cabeça. John levanta sem se lembrar de muita coisa. Estranho. Estava indo se deitar, mas apagara antes mesmo de se cobrir. Ficou um tempinho sentando em sua cama, tentando se lembrar, mas em vão. Resolve então deixar a preocupação de lado e ligar a TV.
Desculpe, cara. Mas está bem inverossímil o capítulo inteiro. Primeiro o fato, de que a policial atira numa possível testemunha que não quer relatar os acontecimentos. Onde já se viu atirar numa testemunha?
O correto nessa situação, devido ao fato de que a possível testemunha possivelmente estaria assustada, seria dialogar com ela e explicar a situação.
E em medidas drásticas, dar um tiro de advertência para o alto.
Mas nunca fazer o que você fez.
No minímo, isso mostraria que a policial tem problemas psicológicos. Quando na verdade, ela tem todo um treinamento para não deixar ser afetada pela vida pessoal e pelo psicológico.Citação:
Postado originalmente por Legendary Claus
O que tem haver um cara de preto? Você usa preto e também usa um capuz pra se cobrir do frio, ainda mais lá pelas 23 horas.
A tentativa de fuga dele é interpretada como uma possível testemunha que está apavorada.
Não vejo nenhum motivo para um tiro. E se ela acabou atirando, é porque ela está sendo afetada pelo psicológico. Não sabe como proceder como uma policial. Policiais têm que ter sangue frio para interpretar a situação e não ser levados pela emoção.
Ou seja, de qualquer forma, a situação está inverossímil, por mais que você diga que não.
E depois, a conversa me pareceu bem inverossímil. Foi uma conversa truncada e forçada. Não havia naturalidade na fala, apesar de você poder tentar apelar para mim dizendo que tentara mostrar que eles tinham desconforto.
Mesmo com desconforto, que realmente haveria, a conversa soou muito inverossímil.
Sem emoção alguma. Eles falavam com tanta facilidade e sem naturalidade. Eles falavam de um assunto complicado tão facilmente.
Não consigo me expressar direito nessa parte, mas está realmente bem ruim.
E para completar. Eu concordo com o que o Pernalonga comentou.
Como ele já falou isso, nem vou ressaltar.Citação:
Postado originalmente por Pernalonga
Enfim, cara. Os erros ainda persistem. Eu sei que você está tentando tirá-los e tudo mais. Então, eu espero que os capítulos melhorem, porque qualidade você tem de sobra pra escrever algo bom.
Hovelst
Ehh Lekk A historia tah Rox... Eu te Adcionei no msn ok?!
Ansiosamente Esperando o Proximo Cap.
Abraçoss...