continua!
:rolleyes: fico mtu bom
:yelrotflm
Versão Imprimível
continua!
:rolleyes: fico mtu bom
:yelrotflm
Boaaa!!
Mto rox =X
CAP 5 plx
Pois é...Recebi apenas algumas critícas que levei a sério...Que seriam as ruins...Do Perna e do Dark...Bem, eu não queria acreditar que estava ruim...Então, por um bom tempo...Deixei ela rolar, sem mexer...
Porém, acabei fazendo o que eles pediram...Li em voz alta...Realmente, vi alguns erros...
Não...Eu estava vendo...Os primeiros CAP's são mesmos chatos...Cansativos seria a palavra certa...Citação:
Postado originalmente por Vocês
Por isso, estarei fazendo uma drástica mudança na história, então...Me desculpem, ansiosos leitores...Mas quando essa história voltar, ela não estará boa...Mas sim, ótima...Mas...à vocês que me acompanham, não fiquem tristes, pois uma pequena história que escrevia nas horas vagas vai ser solta por mim...Estou sem tempo, mas logo colocarei-a, deixando o link no meu tópico...
Sem mais,
Hovelst:P
manero brother , continua plz. muito bom!
bela atitude a sua
se bem que vai me deixar ansioso para o prosseguimento da historia ¬¬
se vc vai melhorar ela WOWWW naum vo perder um capitulo
Ston :D
Trilegal, eu gostei mais do terceiro!
NICE MAN!Citação:
Postado originalmente por Hovelst
Amei essa tua atitude agora... :D
Espero ansioso para ler os caps refeitos e acredito numa melhora de 100% neles.
xD
Sem comentários...
Capítulo I-A fortaleza de Ninguém
Fafnar e Suon brilhavam, fazendo todos que circulavam pelas terras rookgaardianas suarem. Fazia dias que não chovia nem ventava, fazendo com que os sóis ficassem impunes.
– Fardos está irado conosco, talvez tenhamos feito algo errado e não sabemos. – era o que diziam os Rookers.
Naquele dia, dois jovens guerreiros caminhavam em direção da fortaleza de Ninguém. Ambos usavam chapéus de palha para se esconderem dos sóis. Eles carregavam espadas nas cinturas, um escudo de bronze dormente no braço e uma mochila nas costas. Porém, um dos guerreiros tinha um equipamento a mais, um arco. Os dois guerreiros eram robustos, mas o arqueiro era mais alto que o amigo.
A fortaleza de Ninguém havia sido construída há muito tempo. Antes mesmo dos primeiros habitantes chegarem, e ainda estava de pé, apesar de ser mal construída. Aquele castelo, era lar de várias criaturas, de ratos até minoutaros. Era um local úmido até mesmo em dias secos, pois terra vinha da superfície com a água da chuva pelas frestas da construção subterrânea, transformando-se em lama.
– Contemple os sóis, meu caro Fenro. – disse o guerreiro que carregava o arco. – Talvez seja a última vez que o vejamos.
Fenro olhou para o amigo que dava risada, porém, ele não achara graça naquilo. Ao contrário, ele tivera calafrios com aquelas palavras ingênuas.
Fenro tirou uma tocha de sua mochila, pegando algumas pedras para faiscá-las em cima das tochas, com o intuito de acendê-las. Após várias tentativas, uma faísca caiu sobre a tocha, acendendo-a.
– Vamos Loui. É hora de adentrar na fortaleza. – disse Fenro.
– Uma coisa só. – disse Loui. – Para que a tocha?
– Para espantar os morcegos. – disse Fenro, dando risadas. – E olha que você é o mais inteligente dentre nós dois.
Os dois desceram as escadas, entrando na escuridão da fortaleza de Ninguém.
***
Loui corria sem parar rumando para a cidade. Ele parecia imundo, não trazia a espada, nem o escudo, sua armadura havia trincado. Carregava apenas a mochila. Ele estava com ferimentos graves.
O guerreiro subiu a ponte, fazendo um esforço imenso, sentindo falta de ar por causa dos ferimentos, ele sofria hemorragia constante, que se não fosse tratada, acabaria por matá-lo. Loui não tinha mais forças para andar, começando a rastejar, tentando chegar ao posto de guarda de Dalheim. Por sorte, um homem passava rapidamente por ali, voltando de uma caça. Vendo o garoto debilitado, pôs ele em cima de seu ombro e correu.
– Dalheim!! – gritava uma voz, enquanto batia na porta.
Dalheim abriu ligeiramente a porta.
– Sim? –disse ele.
– Achei esse garoto, rastejando em direção do seu posto, ele está fraco e precisa de ajuda.
Dalheim pediu para o homem entrar, se afastando em direção de uma estante. Ao voltar, carregava um pequeno baú para recuperação. Abriu-o e pegou um fluído de recuperação para dar ao garoto.
– Minotauros... – fora tudo o que o garoto conseguiu dizer antes de desmaiar.
ta manero cara. bem simples e descrição ótima. vou ficar antenado aqui.
oba! Hovelst voltou a nos brindar com suas linhas roleplayristicas, bom, mas nen tudo e alegria e mar de rosas, a repetiçao de palavras foi um errinho e creio que facil de ser solucionado, por exemplo da palavra:mas do contrário voltemos-nos ei a esperar o teu proximo capitulo.Citação:
SÓIS
SEGUINDO A LUZ.
Valeu aos dois que comentaram...Logo mais, eu corrigirei...
Li o refeito. Ficou melhor, mas ficou pequeno.
Espero o 2. :D
E espero não confundir histórias daqui a pra frente, são tantas que minha cabeça vai estourar daqui a poco. :P
Como eu n tinha lido o primeiro,n tem como comparar, entao ta bonzin melhor do que o mercenario....continuacao;)
Pois é, melhor que outros textos seus, deu uma melhorada...
Dard* :)
Caro Hovelst, abandonaste este projeto?
Nem tive material suficiente para fazer alguma consideração!
Editado...Revisei duas vezes...Espero que tenha ficado bom...Eu achei que
ficou, mas o que importa é vocês não?Chega de papo, vamos lá...
Editado again:
Revisei os erros...Corrigindo-os...Espero que agora eles tenham diminuído.
II-O festival de Banor
Suon e Fafnar, os irmãos iluminados, cruzavam as colinas, se escondendo da escuridão que demorava a se mostrar.
Todos comemoravam aquele belo dia, que demorava a esvair-se. As pessoas andavam pelas ruas, comentando sobre a tradição:
– No pôr-do-sol no solstício de verão, o dia mais longo do ano, será iniciado o mais novo ano. No exato momento que os sóis desaparecessem, o ano se inicia. Para isso, o mais belo dentre todos os festivais será realizado.
As ruas do vilarejo estavam movimentadas, com pessoas indo para a praça. Todas as estradas de pedras estavam limpas, havia uma pequena decoração formada por escudos e espadas que ficavam nas paredes da casas no caminho. Aqueles eram os equipamentos mais belos que Rookgaard jamais vira.
– Ouviu? Correm boatos que esses escudos e espadas vem do continente.
– Oras? Mas aqui não foi visto nenhum visitante ilustre vindo de lá.
–Não é óbvio? É claro que os colonizadores têm equipamentos. Quem não quer tal tesouros?
O festival acontecia na praça do vilarejo, onde todo ano, eram colocadas as mesas da taverna para as pessoas sentarem, comemorando ao ar livre. Aquele solstício parecia ser um daqueles que prometiam, apesar de não ter anoitecido ainda, não havia mais mesas disponíveis, já apresentando pessoas em pé.
Aquela festança poderia ser comparada a um dia como outro qualquer perante os velhos resmungões, os anões, que depois de um dia de trabalho iam até uma taverna tomar cerveja até cair. As pessoas ali presentes, falavam alto, não temendo que fossem repreendidas por ninguém; havia uma farta mesa exposta na praça, onde os habitantes poderiam encontrar pães, queijos, frutas, carnes, de veado e de lebre, além dos mais saborosos biscoitos feitos pela esposa do velho Willie, o fazendeiro. Bebida era outra coisa que não poderia faltar. A cerveja que ali estava era proveniente da melhor safra de Rookgaard, preparada especialmente para o festival. Eram dezenas de barris armazenados, suficientes para deixar milhares de anões mais do que satisfeitos.
A cada rodada de cerveja, as pessoas pareciam ficar mais alegres, acompanhando um pequeno grupo de bardos, que tocavam com liras e lutes. A música seguia um ritmo alegre, cantada pela ampla maioria.
A música ia acabando quando um homem se levantou, equilibrando-se em cima de uma cadeira e começou a cantá-la mais alta:
Eh!Eh!Eh! O que quero é beber
Matar minha dor e meu mal esquecer
Pode ventar, pode chover
Nada mudará
Até o dia clarear
Bebendo estaremos
– Tirem esse velho daí. – gritou alguém. – Acha que pode sair do tom da música. Velho bêbado.
Os cochichos não demoraram a sair:
– Quem gritou é que estás bêbado, não reparaste que este é o mais sábio homem que já pisou nessas terras depois de Banor.
O homem fitou a todos, observando cada rosto ali presente:
– Salve Banor! – o homem levantou uma caneca após sua voz rouca e fraca parar.
– Salve! – respondeu a multidão, levantando as canecas, cheias de cerveja, derrubando parte de tal.
A fala ecoou pela praça por um instante, seguida de um silêncio. Até mesmo o vento se calou quando o nome Banor foi ouvido.
– Dia após dia, sonhamos com essa festa, hoje nós a temos. – novamente a voz rouca proferiu algumas palavras.
Batidas nas mesas soaram, chacoalhando pratos e canecas, derrubando cerveja no chão. Ninguém se importava com isso, afinal, aquilo era uma festa.
– Mas o que festejamos hoje? Acho que agora, poucos se lembrem, afinal, esse dia é feito para esquecer as preocupações. – continuou a voz.
– Nós festejamos o solstício de verão. – gritou uma voz, proveniente de um canto na praça.
– Exato. – disse o velho, batendo palmas. – O solstício de verão. O dia mais longo do ano, quando as almas negras demoram a aparecer. Quando podemos festejar sem nos preocuparmos. – a cada fala, o velho parecia mais cansado.
– Mas é só isso?Não, no momento em que escurecer, nós teremos algo para comemorar. Hoje, o ano que se passou, acabará. Um novo ano começara, mas que já esperara essa festa.
– E Banor? – gritou uma voz.
– Garoto apressado. Tudo tem seu tempo meu jovem. Se quiser continuar a viver, aprendendo mais, aprenda isso primeiro. – respondeu o velho. – Continuando... Mas os motivos para comemorar não acabam aqui, ainda temos mais um. E é aí que se encaixa Banor, meu jovem. No solstício de verão foi o dia em que o primeiro humano pisou nessas terras, antes desconhecidas. E quem foi o primeiro a pisar? Um corajoso homem, que se aventurou pelos mares, enfrentando monstros e ondas, apenas em um pequeno bote, para descobrir se seu sonho era verdadeiro. O guerreiro mais forte, mais inteligente e mais hábil que já se viu, Banor.
– Salve. – gritou o povo.
O velho começou a cantarolar para o povo uma música, que foi acompanhado por um som de uma lira:
Antes do malho do ferro ou do entalhe na madeira
Quando Fafnar e Suon eram jovens e faceiros
Antes que os humanos ou a guerra fossem feitos
Ele caminhou na floresta
Para jamais ser esquecido
Ao final dessa música, o povo brindou, pois afinal, Suon e Fafnar haviam se posto atrás da colina, não podendo presenciar a façanha que aquele velho sábio conseguira fazer mais uma vez, tudo dentro do seu tempo. As canecas se levantaram mais uma vez, saudando o novo ano que surgia no horizonte.
Uma flecha zuniu no ar. O sangue jorrou.
Precisa revisar com mais atenção... =/Citação:
Postado originalmente por Hovelst
Elogios só no final.
Bom, você citou o dia no início da frase, depois falou do povo e depois repetiu sobre o dia, só que especificando-o. Não é errado, longe disso até, mas você não escreveu bem. Repetiu a palavra "solstícios de verão" deixando um ar estranho ao trecho e a parte sublinhada ficou confusa.Citação:
Era solstício de verão. Suon e Fafnar, os irmãos iluminados, cruzavam as colinas, se escondendo da escuridão que demorava a se mostrar.
Todos comemoravam aquele belo dia, que demorava a esvair-se. As pessoas se dirigiam ao vilarejo de Rookgaard, seguindo a tradição dos moradores da ilha, que se repetia. No pôr-do-sol do solstício de verão, o dia mais longo,
Repetição inconveniente de palavras.Citação:
realizado o festival, que comemorava a passagem do ano pelo calendário lunar, no exato momento que os sóis desaparecessem. Aquele era o dia em que Banor chegara a Rookgaard, quando se deu início à próspera vida que se apresentava naquele local.
As ruas do vilarejo estavam calmas apesar do festival,
Mal pontuada, acarretando uma confusão na frase.Citação:
As ruas do vilarejo estavam calmas apesar do festival, não havia nenhuma decoração, a não ser que aqueles velhos postes-lamparina fossem uma, por estarem ligados antes mesmo de escurecer, algo incomum.
repetição de palavras (quote anterior)Citação:
O festival acontecia na praça do vilarejo, onde todo ano, eram colocadas as mesas da taverna para as pessoas sentarem, comemorando ao ar livre.
Pontuação errada. Excessos e falta de vírgulas.Citação:
havia uma farta mesa exposta na praça, onde os habitantes poderiam encontrar pães, queijos frutas e carnes, de veado e de lebre, além dos mais saborosos biscoitos feitos pela esposa do velho Willie, o fazendeiro.
Preciso dizer algo?! Hehehe.Citação:
Bebida era outra coisa que não poderia faltar. A cerveja que ali estava era uma cerveja recém fermentada, preparada especialmente para o festival. Era uma cerveja de má qualidade, porém, ninguém ali se preocupava com isso, afinal era de graça.
A cada rodada de cerveja, as pessoas pareciam ficar mais alegres, acompanhando um pequeno grupo de bardos, que tocavam com liras e lutes.
Outra repetição de palavras...Citação:
O homem fitou a todos, observando calmamente a todos:
Não que esteja errado, mas ficaria melhor vc tirar o "tocada por um bardo". Primeiro que é um dado meio que desnecessário ao meu ver (nesta situação. em especial). Segundo que você já mencionou bardo um momento atrás. E terceiro... não tem terceiro :D.Citação:
O velho começou a cantarolar para o povo uma música, que foi acompanhado por um som de uma lira, tocada por um bardo:
Esses "***" geralmente é pra marcar uma mudança brusca de tempo ou cenário. Achei desnecessário nessa parte.Citação:
***
Uma flecha zuniu no ar.
----------------
É isso, corrigido o que eu achei. Resumindo os erros. Você pecou nas repetições dessa vez e errou em pontuação algumas vezes... coisas normais.
Agora o importante, o enredo. Great. :)
To gostando do ínicio da história e espero uma guerra digna. =D
É claro que espero uma história muito mais profunda....
Tá bem legal.
Esperando o prox.
:P ...Mal revisado,não?Pois é...Mas quase nunca encontro erros quando reviso, mesmo que já tenha esquecido essa história...
Eu vou corrigir amanhã eu já ponho o post corrigido...Estou sem tempo hoje...
o.O
Eu só tinha lido o prólogo, agora que li os 2 capítulos...
História ta rox demais! Esse ar de curiosidade que fica é bem loko!
Espero cap 3 :)
lokooo ;D
kara muito lokoOOOOOOOOOOOO !!!
parabens !!!
Erros corrigidos meu caro Pernacurta...Próximo fim de semana, cap. III...Pelo menos espero...Vocês verão o que é cap...;)
Li o rp caro Rovéusti, e lamento dizer que pelo prólogo a semelhança entre nossos rps fica bem evidente :(
Só que pelo que eu entendi a sua é uma guerra pela posse da ilha, certo? Se for já é mais uma diferença, porquwe na minha a guerra é um produto do enredo principal. Por isso não vou dar lá muito destaque a elas...
@topic
Gostei bastante desse capítulo II, deu pra imaginar bem a festança. Mas você devia escrever capítulos maiores... Em todo caso, aguardando o próximo capítulo.
bem...É...Eu achei o mesmo...Sobre nossa história e meu prólogo...Citação:
Postado originalmente por Manteiga
Eu gosto do tamanho dos meus cap.'s...Mas é que esses primeiros cap.'s são de suspense, então, eles vêm a ser "pequenos" para deixar curiosidade..A partir do próximo capítulo, você terá cap.'s grandes para as explicações
oba caps grandes \o/Citação:
Postado originalmente por Hovelst
Bem, neste capítulo eu fiz tudo o que desejava fazer? Eu falei: Baralho, esse capitulo ficou muito bom mesmo. Mas a minha opinião, não é a de vocês. Então leiam e me digam o que acharam. Não ficou tão grande como disse que ia ficar para não estragar minha narrativa, mas ficou bom.
Revisei e revisei mais...Por dois dias revisei, dormia, quando acordava revisava... Espero que não tenha passados erros, acabei de terminar a última vez. Vi mais alguns erros, mas será que ainda tem? Só vocês poderão me dizer.
III
Ódio, medo e caos
A lua acabara de aparecer se escondendo atrás das nuvens, o silêncio era quebrado pelo vento farfalhando nas folhas das árvores. Aquele som das canecas se chocando violentamente desaparecera, todos observavam a cadeira, ocupada pelo vazio. O homem se contorcia no chão, segurando com as mãos uma flecha que estava cravada no seu peito.
– Arghh... – gemia o velho.
– Por favor, não se mexa. – disse uma moça ajoelhando-se ao lado do homem.
"É um anjo que veio me salvar." – pensava o velho observando a mulher de seios fartos, cabelos castanhos longos, dona de um rosto fino, talvez, a mais bela mulher que já havia pisado em Rookgaard.
– Obi, venha cá e me faça um favor. – disse a moça, chamando-o com um gesto de mão. Um homem de cabelos curtos, trajando uma túnica e um manto que descia até seus joelhos. Este carregava também uma espada. – Procure por Lilly. Diga que preciso dela aqui.
– Certo Amber. – respondeu Obi enquanto se embrenhava no tumulto, mergulhado em um mar de pensamentos.
– Acalme-se Hyacinth. – disse Amber voltando-se para o homem caído. – Você vai ficar bem, já mandei chamar ajuda.
–
Q-q-quem me acertou essa flecha? – disse Hyacinth com grande esforço.
Amber levantou o rosto, procurando por alguém suspeito. Sua face expressou sofrimento em meio aquela situação. Todos já haviam visto o porquê. Ela rapidamente contou sete ou oito pessoas. Vestiam mantos pretos. Eles retiraram os capuzes, denunciado suas identidades. Eram minotauros.
– Povo de Rookgaard.... – começou um minotauro que tomara a frente. Ele tinha grandes chifres afiados e uma face com cicatrizes, que ostentavam poder. Este apontava uma besta para o povo – Meu nome é Murius, sou o comandante das forças de Mintwalin. – fez uma pequena pausa.
Aquela notícia fez com que muitas pessoas acordassem do estado de choque.
– Aqui estamos para lhes avisar, que a guerra começará! – gritou o minotauro armando a besta com uma flecha.
***
Dalheim forçara o conteúdo de um fluído de recuperação na boca do garoto. Este não apresentou reação.
– Homem, pegue um pano e molhe-o. – disse Dalheim.
O homem voltou com um balde cheio de água e um pano, entregando-os para o guarda. Dalheim colocou o pano dentro do recepiente, e retirou-o rapidamente, espremendo-o.
– Homem, poderá você colocar o pano sobre a cabeça desse valente guerreiro? – perguntou Dalheim.
– Sim, claro.
– Seu corpo queima, como se este fosse o próprio inferno. Duvido que este jovem durará muito mais tempo se não tiver um atendimento médico mais profundo do que o meu. – disse Dalheim, abrindo a porta e indo pela escuridão.
***
A correria era visível no vilarejo, aquela imagem de um belo festival se fora há tempos. Neste momento, Zathroth devia beber um cálice de sangue, brindando ao sucesso de seus servos. O desespero resplandecia em cada olhar, o caos surgia a cada grito e a morte assolava a cada flecha.
– Como é doce o sabor do terror. – dizia Murius, enquanto bebia uma caneca de cerveja violentamente, jogando-a no chão após degustar o último gole, indo de encontro para sua próxima vítima.
As flechas flamejantes lançadas pelos servos da morte alastravam um incêndio, que atingia os telhados do vilarejo, a vegetação ao redor. Este acabou por carbonizar alguns corpos que tentavam fugir das criaturas.
As crianças, seres ingênuos, angelicais, gritavam por seus pais, que naquele mundo não se encontravam mais. A cada grito, o medo aumentava, a morte se aproximava. Pelas sombras ela vinha, trazendo consigo seres repugnantes sedentos por sangue.
As nuvens pareciam sentir cada perda que ali acontecia, anunciando uma tempestade. Cada gota de sangue derramado, ecoava ao tocar o chão, formando pequenas poças que se misturavam à terra e ao vinho derramado. Cada passo dado pelos minotauros tremia os céus. O sangue jorrara por várias vezes naquela noite, como uma oferenda aos deuses.
Aquele ser repugnante se aproximava. Amber observava a criatura se aproximando, fitando-o com olhos que até os deuses temeriam, mas que aquele na sua frente, nunca temera. O pânico começava a ser visível nos olhos antes tenebrosos de outrora. O minotauro parou diante da mulher, que esperava o golpe final. Ele levantou a espada.
– Kaplar!
Amber não poderia fazer nada a não ser esperar que a ajuda divina viesse. O zunindo cortou o ar, era o fim.
***
"Por mais quanto tempo está paz irá perdurar? Por quanto poderemos festejar a passagem do ano?"
Dalheim fitava o céu, mergulhado em pensamentos. As nuvens escureciam, perseguindo incansavelmente a lua que permanecia alta no horizonte. O homem observou uma massa que se diferia da cor escura, um tom avermelhado. Ele perseguiu-a com os olhos, fuzilando-a quando chegou ao ponto inicial. O vilarejo.
– Utani hur.
A distância exercida pelos seus passos aumentaram consideravelmente, diminuindo a distância entre o céu e seus pés.
Mas qual seria seu destino?
***
"Purgatório? Será aqui o purgatório? Será que morri?"
Amber abriu seus olhos. Sua visão estava embaçada. Ela observava dois vultos, um parecia ter cabelos longos e o outro segurava uma espada.
"Serão esses Tibiasula e Fardos que vêm para meu julgamento?"
Aos poucos sua visão voltou. Os dois que ali estavam eram dois grandes amigos. Amber se apoiou com as mãos no chão, mas sentiu um material estranho, gelado, mas não era o chão. Voltou os olhos para o objeto, era um minotauro caído, o mesmo que antes tentara matá-la.
– Você é abençoada por Fardos garota. – disse o homem, guardando a espada.
– Por alguns instantes pensei que meu fio do destino teria sido cortado pelos deuses. – disse Amber levantando-se, fitando os dois na sua frente. As lágrimas correram pelo seu rosto, parando na mão do homem, que acariciava a moça.
– Não se preocupe, você nunca morrerá enquanto um fio de energia ainda habitar meu corpo. – disse ele, pressionando seus lábios contra os dela.
Bom, mostrei os piores erros... Que são mais de construções, idéias e etc.
Erros gramaticais nem tem direito. Uma virgulazinha ali. Um gerundismo (que nem erro gramatical é ;P) desnecessário ali... etc.
Enfim, ficou legal. :D
A guerra comecou, o caos está estourando e... Onde está isso no texto? Eu falei isso no msn mas tive q falar aqui também. Expresse mais o desespero do povo... "As canecas caiam no chão misturam vinho e sangue. As flechas acertavam nucas, pernas, troncos e cabeças de cada pessoa. Crianças, em sua inocencia divina, eram pratos fartos para aquelas criaturas malignas (...) O desespero resplandecia em cada olhar, o caos surgia em cada grito e a morte assolava a cada flecha."
Bota tua imaginação pra funcionar filhote! Eu sei que você consegue passar muita coisa que poderia ter sido passada.
abraços
Certo, vou botar a cuca pra fundir rapaz...Puts, olha o cara roubando minha fala...Filhote!!!Puts, que TOSKO!!!Citação:
Postado originalmente por Pernalonga
Se bem que eu acho, que no primeiro momento, as pessoas entraram em um estado de choque...Depois até que vai, no primeiro momento não...Mas vou refazer essa parte...Amanhã eu refaço que hoje a mamã tá atazanando...
Daqui a pouco mostro o erro.Citação:
A lua acabara de aparecer, se escondendo atrás das nuvens
Achei muito forçada essa parte. É visível que você queria criar um abiente para que Murius pudesse aparecer, mas será que ninguém veria seu grupo parado? Acho que as reações seriam totalmente diferentes, em meio a festa um homem cai, provavelmente todas as pessoas correriam ou procurariam o agressor, talvez alguns segundos de paralisia, nada mais.Citação:
Aquele som das canecas se chocando violentamente desaparecera, todos observavam a cadeira, ocupada pelo vazio. O homem se contorcia no chão, segurando com as mãos uma flecha que estava cravada no seu peito.
– Arghh... – gemia o velho.
– Por favor, não se mexa. – disse uma moça ajoelhando-se ao lado do homem.
Ela abriu seu vestido, deixando à vista uma camisa branca. Retirou a camisa, mostrando seus belos seios, pressionando-a sobre o peito do homem.
– O que vocês tanto olham? – disse ela para alguns curiosos que se aproximavam enquanto ela fechava seu vestido. – Obi, venha cá e me faça um favor. – disse a moça, chamando Obi com um gesto de mão. – Procure por Lilly. Diga que preciso dela aqui.
– Certo Amber. – respondeu Obi enquanto se virava.
– Acalme-se Hyacinth. – disse Amber voltando-se para o homem caído. – Você vai ficar bem, já mandei chamar ajuda.
– Q-q-quem me acertou essa flecha? – disse Hyacinth com grande esforço.
Amber levantou o rosto, procurando por alguém suspeito. Parou quando viu indivíduos encapuzados. Eles vestiam um manto preto. Ela rapidamente contou sete ou oito pessoas.
Eles retiraram os capuzes, denunciado suas identidades. Eram minoutaros.
E será que Murius deixaria Obi ir atrás de Lilli? E será que Obi simplesmente correria sem mesmo querer saber o que aconteceu?
Além do mais, o ambiente ficou deficiente. Embora seja uma festam, o clima é estéreo. Embora haja um atentado, o clima continua estéreo. Não há um ar de alegria, agonia ou suspense, fica sempre a mesma coisa.
O mesmo problema de antes. Você quis explicitar a história dos minotauros e usou uma má hora para isso! Como veremos adiante o general pretende fazer um ataque à cidade. E mesmo assim ele deixa pessoas sairem do local, e ainda fala um sermão desnecessário... Isso me lembra muito desenhos animados como Dragon Ball, Naruto, aquele do Battousai... O inimigo pode matar o herói naquele momento - sendo este seu objetivo - mas sempre fala durante vinte episódeos para que assim o amigo do mocinho possa chegar e atrapalhar.Citação:
...Blablabla
– Aqui estamos para lhes avisar, que a guerra começará! – gritou o minoutaro armando a besta com uma flecha.
Se eles estão a ponto de estourar uma guerra deveriam chegar matando todos.
Ele não tinha que lutar!? Aqui pode ser relativo, mas sei lá...Citação:
– Como é doce o sabor do terror. – dizia Murius, enquanto bebia uma caneca de cerveja violentamente, jogando-a no chão após degustar o último gole.
Lembra o que eu falei láaaaaaaaaaaaaaa em cima? Se não lembrar eu ajudo.Citação:
– O que há de ser isso? Nuvens? – perguntou-se enquanto observava uma massa cinza cobrindo a bela lua. – Não, não pode ser. O céu está estrelado, não poderia haver nuvens. O que será?
A lua se escondeu atrás das nuvens que não existem segundo Dalheim.Citação:
A lua acabara de aparecer, se escondendo atrás das nuvens
**********
Outra questão na qual você deve cuidar é como conta o tempo. Você usa luas que são a alternativa para dias, e isso é totalmente válido. Então cuide ao tratar dos anos, sugiro que evite as luas e use estações, se possível a primavera ou inverno que são mais perceptíveis.
Acho que era isso que tinha pra falar. A escrita está agradável, só falta prestar um pouco a atenção no enredo e lembrar que você tem a obra inteira para passar as informações que deseja.
Por isso que eu adoro você Wakka!!!
Sempre espero seus comentários, se é que posso falar, esperando aquelas criticas malditas que me fazem sentir mal, mas ao mesmo tempo bem, pois sei que tenho o que melhorar...
Muito por sinal...O Pernacurta já havia falado disso comigo pelo msn, só não tanto...Então, por enquanto, estou reescrevendo essa parte... Reescrever, reescrever...
Só espero, que mostre o caos que terá...Mas esperem e verão..
Se me permite uma pergunta, gostaria de saber se está ciente do problema entre ações e enredo?
Acho que este deve ser o principal fato trabalhado.
opa. eu li tudo, e a verdade é, como os minos xegaram, oq ue se passo, acho que a sombra da antiga escrita e do antigo enredo me enlaçam os pensamentos, esperan o próximo
SEGUINDO A LUZ
pelo q eu li ate agora, to achando legal, continua :}
'Tec :thumb:
Sim, estou ciente. Acho:PCitação:
Postado originalmente por Wakka Hill
Capítulo reescrito.Revisado. Só ler. Agora ficou melhor.
a verdade é que eu vou falar agora, caro
Hove meu grande amigo. para de se esconder atrás de reescrições e assuma a responsabilidade devida e um rp.
a verdade é que se toda vez que recebr um critic reecrever... nõa terinara nunca. aprenda que evoluir, e no próximo escrever melhor. e bem melimportante, do que apenas tenta fazer algo novo.
poisna vidatemos apenas uma oportunidade, e se a perdemos, do que adiantarase nao poderems escolher novamente.
a verdade é que a raça humana evolui, e aprensa a ser assim, estou triste com seu rp com isso. por isso demorei postar, pelo reecrevimento, gostaria de conversar com você, de seu aigo tristemente abatido, wicht
SEGUINDO A LUZ
Citação:
Meu nome é Murius, sou o comandante das forças de Mintwalin.
Putz!!! Que minotauros sortudos!! Pediram ajuda ao Horned Fox e conseguiram o General Murius, que é bem mais forte e influente (aliás, é o minotauro mais forte na categoria Boss).
Não vi a história antes de você editar, mas ta ficando muito boa, mesmo...
Pena que:
Citação:
No pôr-do-sol no solstício de verão, o dia mais longo do ano
Não existe soltício em Tibia, a menos que o "planeta" Tibia tenha algum eixo de inclinação e eu não saiba.
Citação:
não reparaste que este é o mais sábio homem que já pisou nessas terras depois de Banor.
LoL? É claro que ele não reparou, pois Banor, embora tenha sido o Tibiano que viveu por mais tempo (pelo fato de ser um semi-deus), já havia morrido quando a ilha de Rookgaard foi colonizada.
Citação:
"Serão esses Tibiasula e Fardos que vêm para meu julgamento?"
Tibiasula foi assassinada por Zathroth antes mesmo que Tibia existisse, aliás, foi graças a morte de Tibiasula que o mundo de Tíbia pode ser criado.
Citação:
A lua acabara de aparecer se escondendo atrás das nuvens,
Lua??? Que eu saiba os dois Sois (Suon e Fafnar) são as únicas coisas que existem no céu de Tibia.
Citação:
"É um anjo que veio me salvar."
Desde quando existe anjo em Tibia?
Embora sua história esteja boa, eu gostaria que você desse pelo menos uma passadinha no Gênisis do Tibia, assim talvez você pare de fugir tanto da história original do Tibia, bem... nem tanto assim.
Antes de responder às instigações, eu vou falar sobre minha história...
Estarei fazendo algumas mudanças que falarei mais tarde no capítulo, se Banor me permitir, sairá hoje...Se a net permitir, também(Estava dando problemas, não sei se estes voltarão a me azucrinar).
Capítulo novo, hoje mais pras 17hrs.
Bem...Isso foi um furo meu...Mas bem...Faz um tempo, eu reparei mas não quis arrumar pois criei um enredo em cima de Murius e do Horned Fox.Citação:
Postado originalmente por Lord Gyullm
Curioso?Acompanhe...
Como você pode afirmar isso?Você está levando como o jogo. Lembre-se, isso não é o jogo.Citação:
Não existe soltício em Tibia, a menos que o "planeta" Tibia tenha algum eixo de inclinação e eu não saiba.
Verão, inverno, primavera e outono existem em tudo.Tibia não foge às regras.Então, existe solstício...
De novo...Lembre-se, isso não é o jogo.Citação:
LoL? É claro que ele não reparou, pois Banor, embora tenha sido o Tibiano que viveu por mais tempo (pelo fato de ser um semi-deus), já havia morrido quando a ilha de Rookgaard foi colonizada.
Na minha versão, Ele vem à ilha...E Banor não é um semi-deus, é apenas um humano que é considerado tal.
Porém, nas memórias de todo o povo tibiano ela vive...( Mesmo que esteja morta:riso:)Citação:
Tibiasula foi assassinada por Zathroth antes mesmo que Tibia existisse, aliás, foi graças a morte de Tibiasula que o mundo de Tíbia pode ser criado.
Mesmo?Existe noite, que seria a explicação básica do momento em que os monstros surgem...A lua serve para afugentar tais, então em tibia também deveria existir, mesmo que nos Genêsis não fale nada...Citação:
Lua??? Que eu saiba os dois Sois (Suon e Fafnar) são as únicas coisas que existem no céu de Tibia.
Cara....Quem afirmou que não existe?Citação:
Desde quando existe anjo em Tibia?
Novamente eu falo.Lembre-se, isso não é o jogo.
Eu já li o Genêsis, mas lembre-se, o escritor sempre pode fazer algo alternativo, o que estou a fazer...Não estou fugindo muito da verdadeira história, mas existem partes que não se encaixavam no meu enredo, então as modifiquei.Citação:
Embora sua história esteja boa, eu gostaria que você desse pelo menos uma passadinha no Gênisis do Tibia, assim talvez você pare de fugir tanto da história original do Tibia, bem... nem tanto assim.
Lord...Espero sua presença aqui, criticando-me, elogiando-me...Cada leitor é muito importante para mim e suas criticas serão bem-vindas, mas lembre-se:
Isso não é o jogo.
Enfim, se não der outro problema na minha net estarei postando o capítulo hoje.
Hovelst,
o demônio das palavras
E cadê o capítulo pow to esperando.
DOME SUA LÍNGUA...Ou eu a corto
Desculpem..Capítulo ficou ruim...E tirei-o para "fazer" novamente.