Ashari ^^!!
Muito obrigado por tds os elogios, ae vai o cap 3!!
Capítulo 3 – O mais temido da ilha.
_Por favor, Seymor, entregue isso a Gadembler – dizia Kaoh quando chegou exausto na biblioteca quando o Sol já estava se pondo – e isto também – Kaoh que estava entregando uma carta para o bibliotecário pegou sua mochila: então tirou outra carta – Mande-o entregar essa a minha mãe e diga que eu estou ótimo.
_Claro jovem. Agora vá descansar, amanhã você tem mais um longo dia de treino como todos desta ilha – e então subiu as escadas e sumiu da vista do garoto.
Kaoh tomou seu rumo em direção a local onde ficara hospedado, já havia feito vários amigos, mas ninguém era tão ligado a ele quanto Hilo, um jovem que morava em Thais junto com seu pai e 4 irmãos. Hilo veio na mesma embarcação que ele até Rookgard, era mais baixo que Kaoh, mas era muito forte e tinha uma massa muscular bem distribuída. Já havia se passado 2 anos desde que haviam chegado, ele já estava mais maduro, havia crescido, os ombros estavam mais largos, a barba rala estava escondida em seu rosto, e os cabelos cumpridos já haviam sido cortados e agora eram curtos, ambos já conheciam todas as partes da ilha que não era tão grande quanto o continente, na verdade, era muito menor. Se fosse para comparar, Thais era quase do tamanho da ilha inteira.
Rookgard era um bom lugar para treinar, enfrentava trolls, orcs, mas os orcs eram com muita precaução, Gadembler não gostava que ele os enfrentasse, e até os fortes minotauros. Não gostava das Minhocas-Podres, porque toda vez que iriam tentar caçar algumas saiam bem machucados e o local onde elas ficavam fedia muito.
Os raios do Sol entraram pela janela, iluminando o rosto de Kaoh que acabara de acordar. Na cama ao lado Hilo e na outra cama Taúde, outro amigo dos dois, mas este não gostava muito de locais perigosos, ele tinha medo que algo pudesse acontecer e não desse tempo de ele correr, em geral Kaoh achava isso engraçado. Ele se levantou e após tomar o Malendraa foi ao centro da cidade. Apesar de ainda estar muito cedo o centro da cidade estava movimentado como sempre, a cidade da ilha não tinha as ruas tão bem cuidadas como as de Venore, nem as casas tão bonitas como as de Thais, mas isso não o importava. Ele sentou em um banco ouvindo os jovens que estavam ali vendendo e comprando equipamentos para a jornada...
_Pronto, aqui está – disse uma voz atrás dele o cutucando – ele te mandou isso, já confisquei, não se pode mandar equipamentos do continente para a ilha sabia? É proibido. Mas não tem como convencer Gadembler disso quando ele coloca uma idéia na cabeça, sua mãe te mandou um pequeno bilhete que também esta dentro deste pacote.
Kaoh se virou e apanhou o pacote da mão se Seymor, que agora voltava para a biblioteca, e correu para o quarto, a fim de ler o que sua mãe e Gadembler havia lhe escrito. Mas não houve tempo para isto, quando se levantou para ir ao seu quarto ele viu de relance Dallheim, o guarda da ponte, descer assustado e ficar de joelhos: logo após desceu três homens com capas pretas dançando com o vento, uma caveira bordada em prata nas costas, eram Cavaleiros Negros, três deles, do mesmo jeito que Wervend, o cavaleiro negro que Gadembler havia enfrentado a anos atrás, eles carregavam runas de Morte Súbita na mão.
_Seymor!! – disse quando entraram na biblioteca.
Kaoh olhou aos lados, mas ninguém percebera que três cavaleiros negros, armados de runas de Morte Súbita, estavam neste momento dentro da biblioteca procurando Seymor, e muito pelo contrário, as pessoas que estavam ali continuavam a gritar por compra e venda de equipamentos. Kaoh entrou na biblioteca de vagar, sem fazer algum ruído, os Cavaleiros Negros estavam falando com Seymor, Seymor parecia meio assustado e não concordava com o que os Cavaleiros Negros diziam, ficava balançando a cabeça negativamente enquanto os três o questionavam.
_Preste atenção Seymor, estou tentando ser gentil, mas minha paciência já está estourando e eu não vou pensar duas vezes antes de te acertar com uma runa dessas – agora havia frieza na sua voz, estava o ameaçando.
_Já disse, não sei quem é este garoto. Nunca o vi por aqui, talvez você esteja eng...
Mas não pode terminar, fora acertado por uma runa de Morte Súbita e os outros dois já apontaram suas runas para Seymor no chão, imóvel e fraco.
_Diga onde o garoto, pupilo do Gadembler, está – sua mão puxou o capuz que cobria o rosto revelando quem era: Wervend – temos que resolver umas coisas com ele, e é bom você dizer ou terei que mostrar mais violência.
_Já disse, eu já disse! Não sei quem é este rapaz, nunca o vi por aqui, podem procurar, ele não passou por essa ilha – disse Seymor dando pausas para respirar, estava pálido e a cabeça sangrava.
_Então, isso é o que veremos. Salazar, pode abrir o Hell – disse Wervend, parecia muito calmo.
_Claro – e então o mago Salazar ergueu as mãos para o alto e começou a mover os lábios – Adevo mas rina gran tera! Adevo mas rina gran tera! Adevo mas rina gran tera!!!
E então Kaoh sentiu um solavanco, o chão começou a tremer.
_O que vocês estão fazendo? – pergunto Seymor preocupado, já estava conseguindo se levantar quando o chão tremeu e ele tornou a cair – Diga-me!
_Salazar está destruindo o labirinto – sorriu Wervend – Sem labirinto os mais fortes da ilha estão soltos. Enquanto isso, alguns Cavaleiros Negros estão no porto de Thais proibindo que qualquer pessoa mais forte venha para a ilha para acabar com a nossa festa.
_Vamos então? – disse o outro Cavaleiro Negro, Salazar ainda pronunciava as palavras e o chão tremia cada vez mais.
_AAAAAHHHHHHH!!! – e quando Salazar gritou o chão tremeu mais violentamente que das outras vezes e cessou – Pronto Sr. Wervend, o labirinto do Minotauro Hell foi destruído.
_Ótimo. Agora o único motivo pelo que os minotauros não invadiam a cidade não existia mais, e agora os minotauros vão vingar por todas as mortes sofridas nas mãos de todos que já passaram por essa ilha. Vamos... – e se virou, a capa o acompanhava e quando saiu da biblioteca simplesmente sumiu em fumaça.
Kaoh estava assustado, por sua culpa todos corriam perigo, ele precisava da ajuda de Gadembler agora e então caminhou na direção de Seymor.
_Me desculpe Seymor, mas eu ouvi tudo – olhando o bibliotecário que estava com as mãos na cabeça sem saber o que fazer – se à culpa de tudo isso é minha, eu me entrego...
_Não!! Você não pode fazer isso, Gadembler não me perdoaria – pelo jeito que Seymor estava, era obvio que nada estava bem – Precisamos da ajuda dele, minotauros não é problema no continente, mas aqui não existem guerreiros capazes de os enfrenta-los de igual para igual – foi neste momento que Seymor olhou para Kaoh como se tivesse tido uma grande idéia – Kaoh, os Cavaleiros Negros devem estar pegando todas as cartas e encomendas que saem daqui ou chegam aqui em Rookgard depois do que aconteceu hoje, mas isto – disse enquanto mostrava o pacote na mão do jovem élfo – pode nos salvar.
_Huh? – começou a abrir o pacote quando viu uma coisa que o deixou boquiaberto: um lindo arco feito artesanalmente pelos élfos da sua vila, algumas palavras élficas estava escritas na madeira do arco: “Que as flechas em chamas deste arco ilumine seu caminho para que assim você possa se tornar o maior de todos” – Mas, como que este arco pode ser capaz de acabar com todos os minotauros, para mim ele é apenas um belo arco.
_É aí que você se engana meu jovem, este arco não é tão normal assim, ele era do seu avô – disse Seymor enquanto sentia uma pontada de esperança no peito – Vamos, você tem que ir treinar. Você não precisará mais deste outro arco – disse enquanto pegava o antigo arco de garoto – vou vende-lo pra você e te dou o dinheiro depois.
_Muito obrigado Seymor! Vou caçar alguns monstros, volto a noite – disse enquanto colocava o novo arco nas costas e pegava suas flechas.
_Mas não vá ao Minotauro Hell e nem chegue perto, vou mandar Dallheim ficar na saída da caverna para me avisar se algo acontecer.
_Tudo bem, até logo – e se despedindo, Kaoh saiu pela biblioteca e de novo voltou a escutar o grande barulho do centro: “COMPRO...” “VENDO...”.
Já havia se passado mais de quatro dias e nada havia acontecido, Kaoh e Hilo agora só caçavam Trolls, seres bem grandes e com uma grande massa muscular, mas eram burros e fracos, Aranhas Venenosas e Orcs. Estava escurecendo quando Kaoh e Hilo voltavam de um dia de caçada, estavam exaustos e com sede e foram para a estalagem.
Já de madrugada todos dormiam na estalagem, foi quando a porta se abriu com fúria e fez um grande barulho.
_KAOH!! SE LEVANTE!! ELES ESTÃO NA CIDADE!! – disse Seymor tremendo.
Quando Kaoh o olhou ele percebeu que muitas pessoas gritavam lá fora, e ouvia muitos grunhidos de Minotauros também, ele pegou seu arco e as flechas e desceu as escadas da estalagem juntos com seus amigos e Seymor na sua frente. Quando chegou na rua viu uma cena aterrorizante: corpos de jovens estavam no chão, garotas, homens... havia poucos corpos de Minotauros, que estavam atacando todos os jovens da cidade, eles eram muitos, menos que os habitantes da cidade, mas eram mais de 200.
_Vamos mata-los!!! – disse Kaoh enquanto armava o arco – Rookgard precisa da nossa ajuda... – e dizendo isso à flecha pegou fogo e escapou da sua mão e cortando o ar perfurou a nuca de um minotauro que estava pronto para desferir um golpe mortal em uma garota.
_VAMOS LÁ GALERA!!! – disse Hilo que corria na direção dos minotauros com uma maça e seu escudo de prata.
Kaoh continuava parado, foi quando ele viu a garota que ele havia salvado: era a mesma que havia visto em Venore. Ele começou a andar na direção dela com o arco armado e lançando flechas em chamas certeiras nos minotauros.
_Você está bem? – disse enquanto acertava mais um minotauro com uma flecha nas costas, o minotauro caíra no chão e agora o fogo da flecha estava espalhando-se pelo seu corpo.
_Ah sim, estou! – disse enquanto se levantava e batia as mãos nas vestes – Vou ser eternamente grata por ter salvo minha vida.
_Não, foi uma honra para mim salvar uma garota tão bela – não a olhava, estava flechando mais e mais minotauros.
_Muito obrigada – disse e correu em direção ao templo – te vejo depois – e sumiu de vista.
Foi quando Kaoh viu um minotauro diferente, usava vestes longas até os pés e um cajado na mão. Todos os outros minotauros estavam o protegendo, ficando na frente dele matando todos que entram no caminho. Então Kaoh viu Hilo de relance, ele corria na direção dos minotauros e os acertava com sua maça.
_HILO!!! – gritou Kaoh quando viu o Minotauro Mago aportar o cajado para o amigo – NÃO!!!
_Aprenda o segredo da morte! – e assim uma magia semelhante a Morte Súbita acertou Hilo em cheio, ele foi lançada em uma árvore e logo em seguida caiu no chão: morto.
_NÃO!!!! MALDITO!!!! – disse Kaoh armando o arco – MORRA!!! – quando encostou a flecha no arco chamas queimaram na sua ponta e Kaoh a atirou.
A flecha foi cortando o ar, chamas ficavam para trás e em pouquíssimos segundos ela estava no alvo... um minotauro caia morto no chão, a flecha já estava deixando o corpo do minotauro inteiro em chamas.
_Não pode me ferir enquanto eles tiverem a me proteger, eu sou o mais temido de toda essa ilha, nem o mais forte, Dallheim, pode me vencer garoto, sou o mais temido ouviu? – disse enquanto apontava o cajado para o garoto – Saiam minotauros, terei uma luta justa.
Os minotauros que estavam na sua frente abriram caminho e o Minotauro Mago passou.
_Você vai pagar, vai pagar por ter matado meu amigo, vai – armou outra flecha que já tinha chamas cintilantes que acabara de surgir em sua ponta – Vai morrer maldito!
A flecha de Kaoh novamente cortou o ar, mas o mago foi rápido a tempo de desviar dela e avançar contra o jovem élfo, o cajado do mago acertou o peito do élfo e depois no rosto, Kaoh recuou tentando se recuperar.
_Sou mais forte que você e minhas magias são muito superiores as suas flechas – e lançou uma magia que Kaoh não conhecia.
Kaoh tentou desviar mas sem sucesso foi lançado na parede da loja do Tom, o homem que comprava ratos e outros corpos, tentou se levantar mas sentiu algo queimar, uma fogueira havia se formado embaixo dele e ele estava queimava, suas vestes já começavam a virar cinzas e o corpo já cedia quando o fogo parou, a garota que ele salvara havia chamado Cipfried, um dos únicos magos de todo Tibia que sabia um modo para fazer com que o fogo parasse.
Então Kaoh olhou para a garota, sentiu-se com confiança e coragem. O Mago já apontara o cajado para ele de novo quando Kaoh pulou, seu arco armado mirando para o Mago, a flecha em um fogo incandescente quando a atirou. Desta vez o mago não teve tanta sorte, fora atingido na perna.
Em poucos segundos as chamas começaram a se espalhar pelo o corpo do Minotauro Mago enquanto ele grunhia de dor, os outros minotauros tentaram ajudar mas não era possível: toda vez que algum minotauro o tocava as chamas espalharam pelo seu corpo também.
_SAIAM DAQUI SEUS MALDITOS, OU TEREI QUE MATAR TODOS VOCÊS!! – gritou Kaoh, o arco já estava armado novamente observando os minotauros com muita raiva.
Aos poucos os minotauros começaram a sair, um por um rumavam para o Minotauro Hell, onde era seu lar. Kaoh estava com raiva e confuso, Hilo estava morto, seu amigo estava morto.
_Acho que você já está pronto garoto. Você mostrou isso hoje à noite – disse Seymor que se aproximava do jovem.
_Pronto pra quê? – disse Kaoh rispidamente, estava com raiva e nem pensara no que estava pronto.
_Para ir para o continente, você já está forte o suficiente. Você também Lukray – disse para a garota dos olhos azuis – Vou manda-los agora, Gadembler vai estar te esperando no porto, agora, vão falar com o Oráculo, ele os ajudarão na escolha. – e dizendo isso se retirou para o porto de Rookgard.
_Vamos? – disse a garota com incerteza para Kaoh.
_Um momento... – e andou na direção de seu amigo, Hilo estava no chão com um grave ferimento no peito, a maça havia escorregado da sua mão e estava perto do seu corpo – Hilo... vou vingar sua morte amigo, eu juro. – e dizendo isso colocou a maça na mão do amigo e a colocou sobre o corpo do garoto, uma lágrima escorreu pelo seu rosto – Vamos.
Eles entraram na biblioteca, Seymor escrevia em um pergaminho e não olhou para eles quando subiram as escadas. Então Kaoh a viu: o Oráculo era uma estátua, muito bela e perfeitamente talhada em pedra. Kaoh a fitou por um momento tendo a vontade de morrer.
_Vamos meu jovem, estou aqui para aconselha-lo na sua escolha. Não tenha medo de mim – disse o Oráculo misticamente, seus olhos brilharam.
Kaoh sentiu raiva, como que a estátua poderia pensar que ele teria medo de algo, sendo que havia visto seu melhor amigo morrer a alguns minutos atrás.
_Talvez Hilo deveria estar aqui agora. – disse Kaoh, agora ele já estava se virando em direção a escada.
_Aonde você vai? – disse Lukray segurando seu braço.
_Para o porto, já sei pra onde quero ir. – disse se soltando.
_E eu? – disse a garota hesitante – Quero dizer, pensei que iríamos juntos.
_Vou para Thais – disse olhando para ela.
_Tudo bem – disse se virando do Oráculo – não quero ir para Venore, conheço aquela cidade desde quando nasci. Vou para Carlin – e desceu as escadas.
_Por que Carlin? – disse Kaoh descendo também – Que cidade é essa?
_Uma cidade ao noroeste do continente – a garota já estava caminhando na direção do porto.
_Mas por que não vem para Thais comigo? – disse Kaoh que queria a companhia dela.
_Meu pai morreu lá... – e abaixando a cabeça limpou os olhos e encerrando o assunto.
Caminharam na direção do porto, Kaoh se sentia culpado pela garota ter ficado triste. Ele sabia o que era não ter um pai, ele tinha um, mas nunca havia mostrado interesse em vê-lo. De longe ele viu Seymor, esperava-os preocupado na frente de um barco.
_E então? Vão para qual cidade? – disse Seymor olhando a garota abatida – Nossa, o que o Oráculo disse a vocês?
_Nada, gosto de fazer minhas próprias escolhas – disse Kaoh, parecia atordoado com tudo que havia acontecido nessa noite.
_Ah sim – disse Seymor olhando o garoto – Mas vão para que cidade, Capitão Blueduun não ter a noite toda.
_Eu vou para... Carlin – disse Lukray, seus olhos ainda estavam vermelhos e ela tornara a abaixar a cabeça.
_E você Kaoh? – Seymor então abriu passagem para que a garota pudesse entrar no barco.
_Carlin – disse sem dar satisfações e entrou no barco.
Seymor se despediu dos dois e então partiram. Kaoh estava com uma mistura de tristeza e raiva pelo acontecido e Lukray já estava dormindo. Ele não achava possível que em todo mundo, só ele estava sentindo falta da pessoa magnífica que era Hilo, um jovem simpático e divertido. E pensando nisso acabou adormecendo.
Quando acordou estava no porto de Carlin, o sol cegou seus olhos e ele os limpou. Olhou para lado e olhou para o lado, a garota estava com os cabelos sobre o rosto e dormia belamente. Ele sentiu seu rosto contrair em um sorriso involuntário.
_LEVANTANDO!! LEVANTANDO!!! CHEGAMOS!!! – disse Blueduun acordando os dois – VAMOS, VAMOS!!
_Já acordei – disse Kaoh, enquanto limpava os olhos e se levantava.
_Ai ai... – disse a garota enquanto bocejava e limpava os olhos.
_Vamos então – Kaoh descera do barco e a garota vinha atrás – Então esta é Carlin – disse olhando a bela e pacata cidade.
_Sim sim!! – disse a garota que parecia ansiosa. O “sim sim” dela fez ele lembrar de Gadembler, aonde estaria o amigo?
_Então é aqui, nesta cidade, que começa minha jornada. – disse Kaoh enquanto começava a caminhar, seus cabelos agora um pouco cumprido caídos sobre o rosto.
_E eu vou estar ao seu lado, não importa o que acontecer – disse a garota dando um sorriso.
_Hum... – Kaoh sentiu o coração saltar, a garota o havia fazer sentir que o mundo todo melhorara e retribuiu, ela estava com ele no que precisar e isso o deixava feliz – Sabe... eu gosto de você!
E sorrindo começaram a caminhar na direção do depósito, o sol brilhava no céu azul. Talvez se sentiria triste por Gadembler não estar ali, mas o sorriso e a presença daquela garota o fez esquecer de tudo e aprender a amar, amar muito aquela linda humana.
Asha Thrazi! :biggthump
