Justificativa à Virgo Shaka e Capítulo 3
Citação:
Postado originalmente por Virgo Shaka
Caro Tyrus,
A história não está ruim, pelo contrário, tem qualidade.Mas para que ela tenha futuro, precisa se atentar para alguns pontos.
1º: A Trama.
Um roleplaying não precisa ser necessáriamente sobre grandes missões e salvar princesas, e salvar o mundo.Um roleplaying é uma história, que pode ser sobre um cara saindo de casa e indo até a padaria.Tudo questão de tema.Quanto mais "missões épicas" mais o roleplaying fica ruim ,pois se aproxima dos outros, se tornando igaul aos outros, e você acaba perdendo o melhor da sua história, que seria a originalidade.
O cara está certo, fuja de clichês
2º: Os deuses
Uma pergunta: Se vocêfosse um ser onipotente, onipresente, onisciente e imortal, se envolveria com um ser mortal, falho e limitado como aprendiz?Não, você criaria um.Tenha em mente que os deuses só se importam com coisas a longo prazo.Um aprendiz de deus, teria de ser imortal.Ou seja, deuses se envolvendo com mortais não cola.
3º: A narrativa.
Este é o elemento que precisa de menos correção.Pode descrever um pouco mais, pular uma linha entre os parágrafos e outras pequenas correções gramaticais.Mas nada que prejudique.Ahn, e outra, não precisa colocar negrito toda vez que for destacar ação nas falar dos personagens.Somente pule um espaço entre o travessão e o texto.
Espero que ajude.
Sem mais,
Virgo Shaka
Vou tentar me destanciar do clichê o máximo que eu puder. Não sei se vou conseguir mas tenho planos pra está história que mal sei quando acabar um capítulo q começar outro.
Como já disse, tenho planos para está história e nem tudo que falo é o que parece ser. Zath pode não ser um monge, Dalheim pode não ser o guarda de Rookgaard, A Espada da Fúria pode não ser o destino de Tyrus e este pode não ser um mortal, enfim, não se enganem com o que está escrito nos capítulos iniciais pois poderá haver um tremendo revira volta na história, ou não. Mas o fato é que não devem se deixar enganar pelos que lêem, pois a derradeira história ainda está por vir.
Vou tentar melhorar minha narrativa. Leio alguns livros e tento passar está linguagem para o meu roleplay, Tyrus tem apenas 16 anos e nada de seu passado foi citado ainda, muito menos ao que está destinado. É cedo para dizer o que ou quem Tyrus é e o seu destino é incerto como de qualquer outra pessoa.
Espero não ter deixado meus planos claros.
Se o que vocês estávam esperando era o terceiro capítulo, então aqui está ele:
TIBIA
A ESPADA DA FÚRIA
- CAPÍTULO TRÊS -
O Monge Zath
.::Tyrus hesitou. Não sabia o que o suposto monge realmente pretendia. Então, ele teve a idéia de perguntar como o monge o ajudaria a saber qual era o seu dom. Zath respondeu segundos depois, com um ar superior:
- Cada um tem seu dom como eu já disse. Um dos meus doms, por exemplo, é poder vasculhar a alma e descobrir os doms das pessoas. - e em seguida olhou profundamente os olhos de Tyrus, dizendo em um tom sorrateiro: - Outro dos meus doms é simples: os meus olhos, sim, os meus olhos, são os espelhos da alma!
Tyrus olhou os olhos de Zath que eram cruéis e começou a imaginar que o monge queria confundi-lo e parecia que realmente estava conseguindo.
- Posso ver, jovem Tyrus. Sim, você tem um grande dom para a crueldade, é, você também tem um dom para o poder! Você pode usar suas incriveis abilidades para causar dor e sofrimento para as pessoas, se você se juntasse aos orcs tenho certeza que seria um líder grandioso! Seria capaz de dominar o mundo, suas abilidades que, um dia irão aflorarar, são incrivelmente superiores aos dos Orcs Comandantes e tenho certeza que vc é capaz de derrotar Demônios com facilidade! E mais, posso ver que o seu destino está nesta ilha, sim, ao noroeste, encravada numa pedra em uma pequena ilha está o seu destino! - e deu um sorriso malicioso.
Tyrus pareceu confuso, mas depois de pensar um pouco, pergunmtou firme ao monge:
- Sempre achei que eu iria encontrar respostas em Mainland e... espere... como sabe que o meu destino está nesta ilha?
- Digamos que seja outro dos meus dons saber o destino das pessoas.
- Mas eu posso usar minhas abilidades para ajudar as pessoas assim como eu posso usar para fazê-las sofrer? - perguntou Tyrus, curioso.
- Não! - vociferou Zath. - Digo... - e falou mais calmamente. - Bem, pode, mas eu não acho bom você correr contra o destino.
- Sim, mas... espere um pouco novamente! Se osu mais abilidoso que um Orc Comandante e sou capaz de derrotar um Demônio então porque meu destino estaria nesta ilha?
Zath pareceu enfureciso mas se conteve e Tyrus pensou ter visto chamas surgirem próximas ao monge durante um certo período de tempo. Ao invés de responder, o monge simplesmente repetiu sua pergunta:
- Aceita sim ou não? - e em seguida falou com um ar extremamente tentador: - Eu posso esclarecer melhor as coisas se concordar ser meu aprendiz, posso mostrar-lhe o que quiser, dar-lhe poderes inimagináveis, se quiser! É só se tornar meu aprendiz e eu lhe darei o que quiser, a informação que desejar. Somente precisa fazer um pacto de sangue comigo e automaticamente você terá tudo o que quiser!
Por mais tentadora que a proposta lhe parecesse, algo dentro de Tyrus dizia a ele que NÃO! Que NÃO deveria aceitar a proposta. Seu corpo queria e sua alma insistia para ele NÃO aceitar.
Zath, sem receber resposta alguma, decidiu dar à Tyrus uma chance:
- Darei à você um tempo para pensar e se decidir se quer ou não aceitar a proposta. Bem, deixarei você num lugar seguro, não posso deixar os pobres ratos imóveis por tanto tempo, não?
Zath deu um aceno com sua mão e Tyrus sentiu-se puxado por algo muito forte e em seguida aterrisar no centro de comércio da ilha, ainda indeciso se deveria ou não aceitar a proposta. De repente, uma voz perguntou:
- O que faz aí?
EDITED::.
Como vêem, este é o terceiro capíyulo, não foi muito bom, mas os próximos eu irei melhorar e ainda não estou certo de como continuar minha história mas os próximos capítulosa serão melhores.