Capítulo 2: A Vida de Chin
"No vilarejo de Lohan, entre muitas famílias, existia a família de Chin. Chin era um rapaz com seus 15 anos, cujo a mãe havia morrido. Ele vivia com seu pai Tetsu, e suas 2 pequenas irmãs, chamadas Lilian e Juli.
Chin sempre foi muito esforçado, e sempre demonstrava em lutar pelo que achava justo. Com seu espírito aventureiro, sempre teve vontade de conhecer aquilo que havia por trás do enorme muro que cercava Lohan. Quando pensava em conhecer outras raças, vinha uma sensação de medo e curiosidade, que sempre fizeram parte da vida do garoto.
Era de manhã, véspera de seu aníversário, Chin mal podia esperar para fazer 16 anos e pode ir caçar com os adultos mensalmente. Enquanto ele observava o mar(a única parte do vilarejo que não era cercada) ouve algúem caminhando em sua direção, era ela, se chamava Mei. Apesar de não demonstrar, Chin sempre fora apaixonado por Mei, eles cresceram juntos, a mãe de Mei ajudou a criá-lo também.
Mei- Oi Chin, já terminei o seu medalhão!
Chin- Nossa, obrigado! Passarei lá para buscá-lo quando derem 10 horas, pode ser?
Mei- Sim, e não se esqueça hein! Estarei te esperando!
Chin ficou observando o mar por mais algum tempo, estava refletindo sobre sua vida, já que no dia seguinte, ele iria para a sua primeira caçada. Após isso, resolveu ter uma conversa com o mestre ancião Doco, para saber algumas coisas.
Chin- Mestre Doco, posso lhe perguntar algo?
Mestre- Mas é claro meu filho. O que deseja saber?
Chin- Eu queria saber que tipos de criaturas eu posso encontrar lá fora, não existem só javalis e antílopes, certo?
Mestre- Você realmente é muito inteligente Chin, não conseguirei esconder mais. Lá fora é realmente muito perigoso, existem monstros e bestas de diferentes tipos, uns tem até conhecimento sobre magia, cuidado.
Chin- O que devo fazer quando ver um?
Mestre- Corra meu filho, não sacrifique sua vida.
Chin- Pode deixar mestre! Eu tomarei cuidado! Obrigado pelo aviso...
Mestre- Siga em paz.
Chin, ao sair da casa do mestre, foi para a casa de Mei, pegar seu medalhão. Ao entrar na casa, surpreendeu Mei, que ficou assustada.
Mei- Assim você me assusta!
Chin-Desculpe Mei, vim buscar meu medalhão...
Mei- Ah, claro, aqui está, pegue.
Chin- Obrigado Mei, estou indo para a casa, até amanhã.
Mei- Até lá Chin, mande um abraço a todos da sua família.
Chegando em casa, Chin guardou seu amuleto e foi se deitar, afinal, faltava muito pouco para o grande dia..."
