Haha, sem tirar nem por, minha opinião é a mesma.
Eragon é legal, mas sem essa de Espectro do Terror.
De resto, gostei, interessante!
Versão Imprimível
esperando o proximo cap :cool:
Bom, eu gosto de Eragon mas, a pontos que eu não gosto aqui e num gosto mesmo. gogo então;
Bom Primeiro que Curza ficou ridículo pelo menos na minha opinião, E outra cara Se misturou e formou dois nomes com um, um bruxo que controla os espectros ele controla por tradição, então normalmente o pai dele também tem poder sobre isso, Duran, pqp velho isso é nome de anão creia que é! Um bruxo não se chamaria Curza e muito menos Duram...
Cara se tá escrevendo em Tbia como mapa então considere a geologia dele, ele é um rpg em si portanto não há possibilidade nenhuma de um humano ter controle sobre um espectro e ainda mais por um batalhão deles.
Kra te mostrar um trecho do Fantasy aqui é a base do rpg de hoje.
" Caballa: círculo atrás das portas do medo (ou seja o inferno), tem como entrada uma escada em anéis, setualísticos como símbolo de pujança dominadora. (ou seja tem 7 anéis a escada mostrando que é uma imitação de um numero profético).
Cara eu poderia continuar na base do livro mas vou apenas lhe dizer, segundo o rpg o 1 círculo tem os semi-demonios, no 2º espectros, 3º demônios e divindades, 6º lichs. 7º os generais como Shiva!
então cara se tá tentando me dizer que esse bruxo ai controla 2 anéis da Caballa e ainda tem coragem de falar isso no meio de uma floresta...
E ainda por cima ele controla uma legião de espectros...Cara ele domina a raça humana com o poder que ele tem. lol.
Mas a história é sua, tenha isso como uma boa crítica procure mais a fundo suas pesquisas para dar uma base melhor no seu rp, por que matar um Semi-demonio é fodaaaaa!!! Imagina um espectro! Agora multiplica isso por 100 espectros... viu a dimensão do que você criou?
Cara sua escrita tá boa sem erros com uma boa descrição, cuidado com erros bobos as vezes e coisas sem importância que deixam fios soltos na história.
Bom por enquanto é isso...Depois dou mais criticas com o decorrer dos capitulos.
O ILUMINADO. Hail argetlam, Que Turin abra o caminho dos anões!!!!! HAIIIIIIIHAAAAA!
Um bruxo tem o nome que lhe derem, seja um nome de origem Élfica ou Humana ou o que for. Sem contar que Curza pode ter escolhido controlar espiritos e demonios, algo que seu pai não precisava necessariamente fazer também.
O que tem a ver a "Geologia" do mapa (não seria "Geográfia"?) e um humano ter controle sobre Espectros? Realmente, "manga" e "morango" começam com "m". E mesmo que o jogo Tibia seja um RolePlayingGame, a história não precisa seguir todos os seus aspectos a risca. Convenhamos que isso seria mais do que chato, mais ainda!, seria insuportável. É bom ser criativo de vez em quando.Citação:
Cara se tá escrevendo em Tbia como mapa então considere a geologia dele, ele é um rpg em si portanto não há possibilidade nenhuma de um humano ter controle sobre um espectro e ainda mais por um batalhão deles.
Base do RPG de hoje? Mas não de Tibia. Tão pouco precisa necessariamente ser da história dele. Porque você conhece "x" não significa que ele não conheça "y". Ai, é obvio, que você vai sempre tentá-lo corrigir.Citação:
Kra te mostrar um trecho do Fantasy aqui é a base do rpg de hoje.
" Caballa: círculo atrás das portas do medo (ou seja o inferno), tem como entrada uma escada em anéis, setualísticos como símbolo de pujança dominadora. (ou seja tem 7 anéis a escada mostrando que é uma imitação de um numero profético).
Cara eu poderia continuar na base do livro mas vou apenas lhe dizer, segundo o rpg o 1 círculo tem os semi-demonios, no 2º espectros, 3º demônios e divindades, 6º lichs. 7º os generais como Shiva!
então cara se tá tentando me dizer que esse bruxo ai controla 2 anéis da Caballa e ainda tem coragem de falar isso no meio de uma floresta...
E ainda por cima ele controla uma legião de espectros...Cara ele domina a raça humana com o poder que ele tem. lol.
As vezes conter simbolos cabalistícos seja uma coisa e dominar espectros e outros seja outra coisa completamente diferente para o autor. Sem contar que esse tal "Curza" parece sim ter poder suficiente para uma destruição enorme. Agora pergunto, E DAI?
Esse papel de defender a história caberia ao autor, mas eu não pude me conter.
Bem da hora =)
Primeiramente queria me desculpar pelo atraso, maas meu pai chegou de viagem e a primeira coisa que ele falou foi: "Sem computador até o domingo". Assim, só hoje, quando ele saiu, é que pude entar na internet.
Segundo, agradeço as críticas, sugestões e elogios. Todos são sempre bem-vindos.
Terceiro, não entendo muito os usuários deste fórum. Primeiro lhe dizem que clichê deve ser evitado, depois pedem que tome referência de um livro de RPG. Caro Wicht'druid, toda a história de Duran, Curza será apresentada depois, assim como o porquê de Curza controlar tantos espectros.
Quarto, Chazys faço minhas quase todas suas palavras. Obrigado por defender minha história. Mas vamos ter calma que não queremos ter briga por aqui.
Cinco, chega de enrolação e lá vai a primeira parte do segundo capítulo.
Cap-2 O órfão, o comandante e o monge|Parte 1|
Dezesseis anos haviam se passado. A cidade de Thais continuava imponente, com suas bandeiras tremeluzindo em cima das muralhas, os bêbados brigando na taverna, os cavaleiros treinando, as crianças brincando e vadiando, os magos testando seus poderes sobrenaturais.
Um grupo estranho acabara de entrar pelo portão norte, várias crianças comportadas seguidas de poucos jovens nem tão comportados assim. Uma senhora severa fechava o grupo, montando num pequeno burro. De vez em quando a senhora ralhava com os jovens. Mas só um a escutava, Baldwin, de 16 anos. Os cabelos eram escuros e compridos, os olhos eram de um verde brilhante olhavam a grande cidade com uma admiração silenciosa. Foram saudados pelos guardas, que deixaram eles passarem. Quem não reconheceria a Velha Alet, governanta do orfanato de Rivandal? Sempre viajando com seu burrico.
Uma vez por ano, levava os órfãos mais velhos para viajar para Rookgaard, onde seriam trenados para guerra, a mando do rei de Thais, Tibianus XVI. Aproveitava a ida para Thais e trazia os pequenos também para se divertirem e contemplarem a grande cidade. Rivandal era muito pequena, ao norte de Thais, sobrevivia graças aos famosos pinheiros de madeira escura que eram ótimos para fabricar flechas e barcos.
Baldwin sempre gostara de viver no orfanato. Embora as vezes sentisse um vazio no peito, era feliz lá. Fizera poucos amigos, era silencioso e calmo, não gostando de coisas espalhafatosas que as outras crianças faziam. Seu melhor amigo era Sturla, um ano mais novo, que era estudioso e obediente. Caminhava em silêncio, ao lado de Baldwin. Eles estavam pensando no futuro. Sturla iria para o norte, seria um padre num pequeno mosteiro dedicado a Crunor. Entretanto, Baldwin iria para Rookgaard. Seria uma despedida dolorosa.
Baldwin não sabia quem eram os seus pais, já que fora encontrado numa cesta, ao lado do orfanato. Na cesta tinha uma pequena folha de carvalho, um papiro no qual estava escrito seu nome e uma bolsa com trinta moedas de prata. Alet cuidara do menino e daria a ele as trinta moedas depois que ele voltasse de seu treinamento. Sturla, contudo, era filho de uma pobre camponesa da vila. Seu pai era um guerreiro famoso que morrera em batalha. A mãe morrera de parto.
Eles se conheciam desde os primeiros dias de Sturla. Cresceram juntos e fizeram amizade. Sturla era muito tímido, herdara os cabelos louros da mãe e os olhos azuis do pai. Eles eram os preferidos de Alet, mesmo que esta não o demonstrasse. Obedeciam sem reclamar e sempre acatavam suas ordens.
Era a sexta visita de Baldwin a Thais, a quinta de Sturla. Sempre ficavam numa pousada barata para passar a noite, O Olho do Javali. Frodo, o atendente, gostava de Alet e seus órfãos e sempre dava presentes para a governanta. Nesta vez ele deu uma grande cesta cheia de bons queijos de cabra. Como chegaram no crepúsculo, só comeram na pousada e foram dormir. As camas eram cheias de pulgas e tinham teias de aranha por toda a parte.
De manhã os órfãos foram encaminhados ao imenso porto. Passaram por metade da cidade, seguindo a Velha Alet em seu famoso burrico. Iam por estreitas ruelas, imundas e cheia de pessoas. Depois de um quarto de hora caminhando, deram em uma imensa avenida. Ela ia do porto a entrada leste. Quatro carroças poderiam, facilmente, andar lado a lado ali. O imenso porto de Thais estava cheio, duas trirremes tinham chegado de Libert Bay trazendo notícias preucupantes sobre corsários. O capitão dos navios esbravejava com o superintendente do porto.
Três barcos de costado largo (provavelmente mercadores de Venore) estavam aportados no cais principal. Vários homens descarregavam incontáveis feixes de flechas e caixotes com cotas de malha. Diversos guerreiros fortemente armados guardavam a carga. Ao norte do cais principal ficava uma enseada onde muitos navios pesqueiros saiam para o alto mar. Ao sul, um pequeno cais de madeira apodrecida estava cheio. Jovens se empurravam e carregadores tentavam levar caixotes de suprimentos para um navio azul que estava fundeado. O navio era de bom tamanho, as muradas grandes e tinha buracos para remos, embora neste momento eles estivessem tapados com rolhas de madeiras envoltas em trapos de couro besuntados com cera. O mastro era alto e a vela estava desfraldada. Era branca e tinha um leopardo dourado bordado no meio.
O capitão gritava para que os jovens não atrapalhassem o carregamento. Cinco soldados da cidade viam quem ia a bordo. Ao lado da prancha de embarque estava um velho de barba branca. Ele tinha um longo pergaminho sujo desdobrado. Ia verificando os jovens que podiam ir para Rookgaard e resmungava baixinho.
Um soldado viu Alet e gritou para o ancião. O grito foi disperso na multidão. O soldado tentava gritar, mas não consiguia se fazer ouvir. Desistindo, o soldado se encaminhou para a prancha. Cutucou o velho, que finalmente olhou para os órfãos de Rivandal.
-Ah! Alet, finalmente!- resmungou o velho, coçando a longa barba branca e verificando se Baldwin poderia mesmo subir– bem o mar está calmo, todos estão aqui; subam a bordo, rápido!
Os jovens subiram, inclusive Baldwin, que olhava Thais. O capitão começou a esbravejar para que os carregadores fossem mais rápidos. Quando o último pacote subiu a bordo, o capitão disse para os passageiros irem para o convés, e não atrapalharem os marinheiros. Os carregadores voltaram do porão e começaram a ajeitar a vela. No leme o capitão coordenava os movimentos. A âncora foi levantada e o barco começou a flutuar ao sabor do vento.
O navio zarpou.
De repente o velho barbudo levantou a mão, lá no cais. Logo em seguida uma enorme rajada de vento fez o navio se afastar da costa, de Thais e do único amigo que Baldwin tinha.
Só achei estranho que essa despedida do Baldwin e de seu amigo Sturla não tenha sida tão descrita... Baldwin subiu ao navio e fim. O.o
Bom, pediram pra que você diminuisse o cápitulo, postasse em partes... Eu prefiro ele inteiro, mas tudo bem, eu espero a Parte 2.
=D
Bem, primeiramente obrigado a quem criticou ou sugeriu algo (na verdade, obrigado Chazys por ter comentado).
Chazys, sim, eu tinha um parágrafo grande acerca a despedida inteira. Mas eu achei que ficara muito ruim, então delete.
Lá vai a segunda parte do capítulo, espero mais comentários e críticas, para poder aprimorar minha história.
Capítulo 2 O órfão, o comandante e o monge|Parte 2O vento uivava, o uivo do infinito, do desconhecido e do futuro. Os cabelos de Baldwin ondulavam como as ondas que se formavam e estouravam no casco do barco, produzindo espuma e vários respingos de água que batiam docemente na face de Baldwin.
O capitão saiu da sua cabine particular e se encaminhou para a murada. Baldwin chegou perto, examinando o homem. Ele era um velho "lobo do mar", faltavam vários dentes e inúmeras cicatrízes riscavam sua face. A mais feia ia da têmpora esquerda até o queixo. Notando que estava sendo observado, o capitão olhou para o jovem. Ergueu a mão, para um aperto.
-Oi jovem! Eu sou Bredom, de Venore, as suas ordens!
-Baldwin de Rivandal, seu servo. Que Crunur ilumine vosso caminho!
Baldwin apertou a mão do marujo. Era áspera e calosa, tinha entrado água do mar em vários cortes e rachaduras, transformando-os em feridas brancas e impedindo a cicatrização.
-Todos os marinheiros tem isso, não se espante – disse Bredom ao observar a cara de Baldwin – é natural para quem trabalha no mar de Sula.
-Quando eu era pequeno eu queria ser marinheiro – falou Baldwin
-Eu queria ser um guerreiro, guri – riu o capitão
-Então porque você não virou?
-Porque eu nasci em Venore, e Venore nunca entra em guerra. A única armada que Venore tem é para fiscalizar os impostos. E os guardas de lá são uns corruptos, você pode se redmir de qualquer crime, é só ter uma boa quantia de dinheiro.
-Mesmo assim, você poderia ter entrado para o exército de Thais! – insistiu Baldwin
-De Thais?! Nem pela espada de Banor! – disse Bredom gargalhando
-Porquê?
-Vocês jovens querem saber muito! Sempre o porquê!
-Desculpe – falou Baldwin ruborizando
-Não precisa ficar constrangido, vou te contar o porquê de eu não poder lutar para o rei Tibianus: "Minha família foi uma das fundadoras de Venore, quando o rei Tibianus III estava no poder. Devido ao grande poder comercial e naval de Venore, os thaisenses tomaram a cidade. Nós não tínhamos um exército terrestre grande, só uma pequena tropa de mercenários que debandou quando soube que o maior reino de Tibia iria atacar. Tivemos que nos render e pagar um humilhante tributo. Séculos depois, durante a fundação de Carlin, e da guerra entre as duas cidades, Carlin e Thais, os nobres viram uma oportunidade para se rebelar contra o odiado poderio de Thais."
-Eles conseguiram? – perguntou ansioso Baldwin
-Espere! – exclamou rindo Bredom – vou dizer! Onde eu estava mesmo?... Há! "Os nobres de Venore se juntaram em um grande exército, composto de soldados treinados. Subornaram os guardas thaisenses que cobravam as taxas de Venore e contrataram hordas de amazonas e foras-da-lei. Secretamente, enviaram as tropas pelos pântanos ao norte da cidade, pois sabiam que Tibianus tinha cruzado a ponte dos anões com seu imenso exército e queriam atacar pela retaguarda do rei."
-E...
Nesse momento, Bredom fechou a cara e disse numa voz embargada:
"Por Banor! Deu tudo errado! Os carlinianos tinham expulsado, duas décadas antes, o rei dos orcs de suas terras. Agora os orcs estavam ansiosos para vingar seus irmãos mortos, iriam atacar os sobreviventes da batalha entre os humanos. Tinham se preparado secretamente e estavam começando a marchar quando encontraram com a vanguarda dos venorianos, formada por mercenários. Estes logo debandaram, devido a selvageria dos orcs, que tinham pensado que estavam sendo atacados. Os comandantes de Venore tiveram pouco tempo para armar um campo de batalha. No final, escolheram uma planíce que tinha um monte no meio. Ali eles botaram os melhores soldados de Venore e as mais sangüinolentas valkírias. Na vanguarda pôram os fora-da-lei e atrás da parade de escudos deles, as amazonas. O flanco era protegido pelos veloses arqueiros montados da Planice de Harvroc e a retaguarda era vigiada pelos soldados subornados de Thais.
Assim que os grupos tomaram as posições, os orcs atacaram, uma massa furiosa que pedia sangue. Os seus monta-lobos romperam a barreira de escudos da vanguarda e massacraram os fora-da-lei. As amazonas entraram na refrega rapidamente, fazendo a balança da vitória pender para o lado dos humanos.
Entretanto, até a mais valente das amazonas recuava ao ver o rei orc chegar. Ele era um orc imenso, com armas e armaduras dignas de um imperador. Estava cercado por seus xamãs e comandantes. Ele quebrava qualquer tentativa de ataque das amazonas. Essas reagiam a altura, decapitando e desmenbrandos centenas de orcs. No final, um punhado de amazonas fugiram, levando sua rainha mortalmente ferida para longe. Os arqueiros montados não foram páreos para os feroses monta-lobos.
Os orcs cercaram os montículo. Vários orcs insanos atacavam inutilmente a firme parede de escudos formada pelos mais valorosos guerreiros venorianos. Todavia, o rei orc conseguiu quebrar a nossa parede de escudos, atacando em cunha com seus monta-lobos. Quando tudo parecia perdido, quando as valkírias já tinham perecido, assim como a maior parte dos soldados venorianos, o exército de Thais chegou do norte. Sua famosa cavalaria penetrou fundo no exérito dos orcs. Eles trucidaram a maioria deles. Ganharam a batalha perdida. O rei orc, entretanto, foi morto por um venoriano: meu ancestral, Zamor."
Nesse momento, Bredom parou, com lágrimas nos olhos, ao lembrar-se do fiasco de seus compatriotas.
"O rei Tibanus tinha ganho a batalha contra Carlin dois dias antes, e os nossos espiões eram na verdade agentes de Thaís que espalhavam mentiras. A nossa retaguarda debandou no início da batalha, indo avisar o rei. Este não teve nenhuma misericórdia com os rebeldes, matou todos, queimou suas propriedades e massacrou suas famílias. Só não fez isso com a minha família. Ele admirou a força e a coragem de Zamor. Disse que ele poderia ser seu representante em Venore. Entretanto, nós odiamos a clemência do rei. Estamos em débito com ele até hoje. E até hoje servimos Thaís. Olhe a vela, nela está bordado o brasão dos Catelos, família governadora de um reino e subservente a Thais."
Quando acabou de contar a história, o comandante foi chamado por um contra-mestre, que estava pilotando o leme. Se desculpou com Baldwin e foi ter com o subordinado. Baldwin ficou olhando para o mar, pensando nas intrigas reais que levavam um homem a odiar seu salvador.
O cêu escureceu, mas as ondas continuaram plácidas. O barco rumava para oeste, e um ótimo vento se inflava nas velas. Os jovens estenderam os cobertores e dormiram ao cêu aberto, cheio de estrelas. O tempo estava ameno para uma noite de outono. Um a um, todos dormiram.
-Desperte - sussurrou uma voz feminina - desperte!
As pálpebras de Baldwin se levantaram e seus olhos verdes se depararam com dois olhos violetas claros bem perto do seu rosto. O contado visual pareceu durar um século. Baldwin viu seus olhos refletidos naquele mar violeta, que transmitia todas as emoções do mundo. Bruscamente, o contato se rompeu.
-Ahhhh!- se assustou o homem, se levantando rapidamente.
-Shhh!- disse a garota- não acorde os outros!
-Por que você me acordou?- reclamou Baldwin - ainda não amanheceu!
Isso era verdade, pois os dois irmãos, Fafnar e Suon, os sóis, ainda estavam despontando no céu, iluminando todo o mar de rosa, muito parecido com os belos olhos da garota.
- Pois eu queria que você visse isso - disse ela apontando para o horizonte a oeste, mostrando uma pequena costa reluzindo ao brilho dos dois Irmãos.
- Rookgaard – murmurou o jovem com um brilho nos olhos - o começo da aventura!
- Sim- confirmou a outra – o começo da verdadeira vida!
- Quem é você?– perguntou Baldwin depois de um tempo
- Eu me chamo Luise, de Thais, desde que Crunor me pôs nesse mundo - respondeu ela.
- Você não disse seu nome todo - observou ele
-Você não disse nem seu primeiro nome - rebateu ela
- Baldwin Elerion, de Rivandal - respondeu a pergunta camuflada, fazendo uma reverencia – você é Luise...?
- Valáris, de Thais – disse ela, fazendo uma pequena reverencia.
Os dois ficaram por um tempo olhando para o horizonte e para a pequena ilha que se agigantava no oeste. O barco avançava em boa velocidade.As ondas batiam na quilha, com um exercito que tenta invadir um castelo muito bem fortificado e fracassa. Depois de um longo tempo, os outros jovens começaram a acordar. Todos olhavam maravilhados para a costa no oeste, outros se dependuravam no casco para sentir a brisa salgada.
O barco se aproximava, as ondas se acalmavam, já dava para ver o intenso movimento no sul da cidade, carroças e camponeses marchavam para uma grande planíce cultivada ao lado da cidade.
O barco se aproximava, dava para ouvir os pássaros tagarelando, o burburinho que era as conversas dos jovens, o tinir das armas, as pessoas rindo felizes, os passos delas ecoando nas ruas da cidade, o suave marulho era encoberto pelo barulho. Ao longe, montanhas e florestas sombrias emanavam sombras aterradoras. Mais perto, do outro lado de um rio de mais de 10 quilometros da margem a margem, outra cidade despontava, amanhecedo.
O barco atracou no cais. Lá havia um homem de cabeça raspada, um longo manto marrom, e um sorriso amigável nos lábios. O olhar era severo, passava disciplina e respeito. Estava apoiado num caixote de madeira que guardava pescados dos pequenos barcos que vagavam pelo litoral da ilha.
- Bem vindos – disse ele – bem vindos a Rookgaard!
Bem, espero que tenham gostado bem da leitura. A propósito, tenho dúvidas se devo postar o 3o capítulo ou não. Ele descreve Rookgaard, como está na história (está diferente da do jogo). É meio enfadonho, já que não acontece nada, mas altamente auxiliador na hora de entender a geografia da ilha. Por favor, a cada post, indique no final se você gostaria ou não de ler o 3o cap.
Parabéms cara.
Quando mais vejo você escrever melhor fica...
Desculpa por não ter entregado a revisão do capítulo.
Abraço.
Rp recomendada,pelo menos por mim
Bom, antes eu vou tentar corrigir o que eu acho que está errado... Depois eu comento o capítulo e depois... Bem, o depois que fique pra depois.
Não há vírgula entre "uivava" e "o uivo do infinito".Citação:
O vento uivava, o uivo do infinito...
Evite repetir o nome da personagem duas vezes dentro da mesma sentença. Isso fica cansativo e pode tornar-se muito irritante para o leitor, acredite!Citação:
Os cabelos de Baldwin ondulavam como as ondas que se formavam e estouravam no casco do barco, produzindo espuma e vários respingos de água que batiam docemente na face de Baldwin.
Eu não sei o que aconteceu aqui, mas a vírgula entre "calosa" e "tinha" está mal posicionada e eu faria uma inversão nessa frase...Citação:
Era áspera e calosa, tinha entrado água do mar em vários cortes e rachaduras,...
Algo mais ou menos assim:
Citação:
"Era áspera e calosa e a água do mar havia entrado em vários cortes e rachaduras,...
Não é junto. Forma correta:Citação:
-Porquê?
Citação:
- Por quê?
De novo, a vírgula entre "mortos" e "iriam" está mal posicionada, seria melhor se você tivesse escrito "e".Citação:
Agora os orcs estavam ansiosos para vingar seus irmãos mortos, iriam atacar os sobreviventes da batalha entre os humanos.
"Colocaram" ficaria melhor.Citação:
Ali eles botaram os melhores soldados...
"Ficaram"...Citação:
Na vanguarda pôram os fora-da-lei...
Planícies de Havoc.Citação:
Planice de Harvroc
Detalhe: "Havoc" em Inglês significa "S. estrago, destruição; ruína, devastação. V. assolar, devastar, destruir, destroçar."
Caso você queira traduzir por inteiro, utilize-se das definições para "S.".
Só uma curiosidade, Tolkien descreve os Orc Riders em "O Hobbit" como sendo Orcs montados em Wargs, que são os lobos de guerra (War Wolves) de Tibia.Citação:
...monta-lobos...
"Estas reagiam..."Citação:
Essas reagiam a altura, decapitando e desmenbrandos...
Desmembrando.
Acho que seria "...os montículos...".Citação:
Os orcs cercaram os montículo...
Nos três últimos paragráfos você comoça com "O barco..." e isso também é repetição. Tente evitar.
Bom, quanto a história, creio que tenho alguns comentários a fazer. Após ler o prólogo, o capítulo I e as duas partes do capítulo II, já é possivel perceber como você escreve. Isso significa que também é possivel perceber aonde você erra.
A história começa de uma forma inesperada, no melhor estilo Eragon e depois vai tomando sua forma. Particularmente não acho que depois do Capítulo II a história tenha-se tornado interessante, de fato, acredito que tudo que você criou de expectativa e curiosidade no leitor, você destruiu nesse capítulo.
Vamos falar um pouco da despedida de Baldwin de novo. Se eles eram tão amigos, como foi possivel que a despedida tenha sido tão sem descrição? E mesmo que você tenha achado ruim, seria melhor que tivesse reescrito o paragráfo ao invés de simplesmente deletá-lo. Não sei quanto a você, mas quando eu escrevê todos meus paragráfos são continuação do anterior, portanto se eu deleto um deles a minha história sofre um corte, uma rachadura, fica desestabilizada e perde parte do sentido.
Quanto a descrição, na segunda parte do capítulo II ela fica muito ruim. Você tenta fazer comparações, mas elas se tornam forçadas em alguns pontos, dando ao leitor a clara visão de que você, talvez, não saiba direito como descrever uma cena. Não estou pedindo para que você evite isso, de maneira alguma. Eu adoro textos com muita descrição, desde que elas deêm uma ajuda a história, tragam emoções e uma noção do local onde as personagens se encontram e porquê eles estão ali. Você pode descrever uma ação para torná-la mais intensa ou não, um local para fazê-lo mais sombrio ou não, uma pessoa para que ela seja misteriosa ou completamente previsivel... Isso é a descrição. Ela serve para quase tudo, ou quase nada (dependendo do tipo do texto). Sugiro que você trabalhe mais nelas!
Agora, quanto as emoções, elas não existem nas suas personagens. Sério! Dizer que alguém chora não é a mesma coisa que passar a tristeza ou o desespero da pessoa. É simplesmente dizer o que ela está fazendo. Tente trazer mais emoções as suas personagens!
Quanto a história do Capitão, você parece ter forçado ela no texto. E coisas forçadas não funcionam. Posso estar enganada, mas na hora de escrever acredito que você pensou que precisava colocar essa história no texto, mas não sabia como. Então criou uma situação propícia e boa. Isso não ficou muito legal, não sei explicar o porquê. Acho que a situação deveria ter vindo com o tempo, e não tão de repente! Talvez você tenha uma razão pra ter feito isso, mas eu estou falando como leitora dos seus textos, e não da sua mente...
Bom, sem mais, eu gostaria de ler o Capítulo III e vou continuar a acompanhar sua história! E espero que você receba esse Post como algo que pode fazê-lo melhorar a escrita, e não como uma critíca não construtiva.
=D
Até \o