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Bem-vindo, amigo.
Acho que você já recebeu boas dicas, mas pra entender ainda mais as "leis" que regem essa seção, é bom dar uma olhada em outras obras. Aconselho "O Sangue de Crunor", todas do usuário Wakka Hill e a minha, "Ferumbras". Essas são as histórias que eu acompanho (ou acompanhava) e garanto que são boas dicas.
Você parece ter criatividade, mas falta passar isso pro papel. Você precisa descrever mais os sentimentos, as emoções e o espaço físico. Isso irá resultar em capítulos longos, por isso use o Word para escrevê-los.
Sugiro que leia essas outras dicas:
http://www.forums.tibiabr.com/showpo...79&postcount=7
Tente fazer a história parecer real, e crie antagonistas cativantes.
Boa sorte.
··Hail the prince of Saiyans··
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O capítulo 1 ficou um pouco teatral, muito dialógo, acho que você precisa melhorar um pouco na descrição dos acontecimentos, uma história só com dialogos fica cansativa de lêr, pois não tem muitas emoções, bem essa é minha opnião, nunca consigui ler textos teatrais. Mas comece a descrever o ambiente onde se passa.
Bem acho q é so isto.
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CAPÍTULO III
Eliwood chega com os outros 6 sobreviventes do ataque do Krill em uma caverna azulada, inteiramente feita de gelo onde ele podia ver o seu reflexo nas paredes, apesar de não estar sentindo nada, o seu braço estava sangrando muito por uma das tenazes do Krill que atingiu seu ombro direito. Foi neste exato momento que Shannon chega com os outros 5 sobreviventes, Matias, Semmler, Twombly, Vlammick e O'Malley, este com uma lasca da garra do Krill em seu escudo.
- Onde estão os outros? - Pergunta Eliwood
- Na barriga daquele Krill – Diz Shannon
- Olhe! Ele está vindo de novo!- Diz O'Malley- Preparem-se!
Eliwood consegue enxergar a silhueta do Krill, a de uma cobra roxa, sem escamas e no lugar da cabeça apenas uma falange de gigatescos dentes, que mais abaixo várias patas como a de uma centopéia, e na dianteira de seu abdômen um par de grandes braços com afiadas tenazes.
Eliwood saca sua espada da bainha e se prepara para a investida do Krill. O Krill por sua vez bate com a sua cabeça na entrada da caverna, esta que é muito pequena e não consegue entrar na caverna, é neste exato momento que Shannon aproveita e tira um frasco com um líquido amarelo e reluzente e atira na boca do Krill, Que este por sua vez o engole e dois segundos depois solta uma baforada de fumaça e foge para fora.
- Você só o deixou irritado Carlo- Disse O’Malley- Onde você conseguiu este frasco de óleo explosivo? Achei que o seu estoque havia acabado.
- E havia, eu conheço um comerciante que faz negociações com os Hirkanianos
Meia hora depois o grupo havia feito uma fogueira com os restos de madeira do carro de boi para se aquecerem da rigorosa noite das montanhas de Bal-Sagoth, e Eliwood, foi quem teve de ficar de guarda.
- Precisa de algo? – Twombly pergunta a Eliwood- O seu braço não está parecendo bem
- não, estou bem.
- Então vá dormir que o meu turno é agora
Eliwood se retira para dentro da caverna e vê o resto do grupo, O’Malley estava empolgado com um dos frascos explosivos de Shannon, Semmler, Matias e Vlammick estavam na fogueira se aquecendo. Eliwood tira a manga rasgada d seu casaco e vê o corte, “não foi um corte profundo, apenas um arranhão” ,pensa, mas mal ele sabia que não era apenas isto. Eliwood se deitou, fechou os olhos e após dois dias, dormiu.
Na manhã que se seguiu foi exaustiva, todos tiveram de se preparar, o que levou muito tempo, cerca de duas horas. Quando o grupo saiu da caverna o céu estava claro e limpo, um dia perfeito para se chegar à cidadela. Depois de andar várias horas Twombly avista uma fumaça preta pelo horizonte.
- Será que vem da cidadela?- pergunta O’Malley a Shannon.
- Se for, teremos problemas
-Você acha que são eles Carlo?
- Pode ser que sim pode ser que não
Quando o grupo chega na cidadela a cena está horrível, pessoas mortas e feridas, casas incendiadas, cavalos mortos e restos de pólvora. Só há uma associação que sabe usar a pólvora em Bal-Sagoth, Os piratas da neve. O pai de Eliwood foi morto por uma bola de canhão atirada por um dos navios flutuantes dos piratas, Eliwood conseguiu fugir se escondendo na neve, ele nunca pode enterrar o pai, e no fianl deste mesmo dia, Eliwood jurou vingança.
- São eles mesmo, tomem cuidado- Disse Shannon olhando para os lados- ainda podem estar aqui
- E estão – Concluiu O’Malley.
Enquanto Twombly analisa os restos de pólvora no chão, as crateras feitas pela explosão e as crateras no chão, e após examinar conclui:
-São eles mesmo – Fala Twombly enquanto um guarda corre na direção do grupo com um rosto de terror estampado na cara, um corte na perna e gritando:
- Aqueles Cachorros estão conseguindo invadir o palácio e vão matar matar o rei! É a tripulação do temido John Avery!
- Aonde é o palácio? – Diz Shannon
- No centro da cidadela, boa sorte! Diz o guarda- Eu não posso mais lutar, estou incapacitado, mas se salvarem o rei prometo que receberão uma boa recompensa e...
O guarda nem terminou que Eliwood sacou a sua espada e correu como um louco em direção ao palácio, desta vez ele não iria fugir, desta vez ele iria saldar uma velha dívida, a dívida da vingança. Eliwood Chegou no palácio e viu aquela cena horrível da guerra, canhões atirando, homens nos cavalos gritando de dor com as explosões e a praça central ensopada de sangue, Eliwood fica com mais raiva ainda daquela cena e parte para a luta, ele pula no meio de uma luta de três piratas contra um guarda que estava apenas com o escudo e deserperado para salvar sua vida, Eliwood avança com uma espada, desfere uma estocada na perna de um pirata que cai no chão gemendo de dor, enquanto outro desfere um ataque por cima com o seu alfange e Eliwood rapidamente defende o ataque colocando a sua espada entre as mãos e automaticamente desferindo um corte que mata o pirata quase que instantaneamente, então finalizou o último salvando a vida do guarda, este que fugiu desesperado, depois disto, com mais ódio ainda Eliwood vai para a batalha lutar, ele pulou no meio de, foi assim que se seguiu a batalha, onde havia o combate mais brutal Eliwood estava lá lutando com uma fúria inimaginável que quando a batalha terminou Eliwood estava com a roupa cheia de sangue e logo após entrando no castelo quando uma bola de canhão que explodiu o portão principal de carvalho maciço. O palácio era o lugar mais luxuoso da cidadela, com vários objetos de ouro, pinturas dos reis antepassados e aquecido, mas com a guerra se reduziu a um recinto escuro e frio, perdendo toda a sua beleza por causa da ambição dos piratas. No palácio Eliwood pode ver a guarda real do rei, armada até os dentes e com reluzentes armaduras folheadas a ouro, que estavam com várias manchas de sanguen Eliwood abriu o caminho matando vários piratas desferindo cortes e estocadas com a sua espada, e no final da tarde, o palácio estava ensopado de sangue,e, milagrosamente Eliwood não sofrera nenhum arranhão sequer então ele foi para fora, para sair daquele inferno, e ao encontrar-se com Shannon, O’Malley, Twombly, Vlammick e Semmler, que estava com um grave corte na perna devido a um louco com uma alfange. Chegando ao encontro do grupo Eliwood os cumprimentou e disse:
- Pelo palácio tudo está bem e aqui?
- Está seguro, o resto dos piratas que sobreviveram fugiram- Disse Shannon
- Temos más notícias Carlo, os piratas podem ter fugido ,mas olhe no horizonte – Disse O’Malley- É o Queen Ane’s Revenge! John Avery está aqui!
Eliwood olha para o horizonte para a silhueta de um navio voando no ar a baixa velocidade, então se prepara, pois pra destruir o segundo navio mais potente da frota dos piratas, ele precisaria de uma intervenção divina...
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Alfange: espada curta e afiada usada pelos piratas, se defere de um sabre por cortar dos dois lados
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CAPÍTULO IV
O Queen Anne’s Revenge era o segundo maior navio da frota dos piratas da neve, armado com cerca de 50 canhões ele podia reduzir a cidadela a cinzas em menos de uma hora, porém não foi isso que ele fez, o navio começou a pairar sobre a cidade e quando estava bem perto, ele soltou algumas cordas para que os piratas que sobreviveram pudessem fugiu, Eliwood aproveitou a chance e foi em rumo às cordas, mas foi logo parado por O’Malley que disse:
- Você está louco garoto? Vai acabar sendo morto.
- Que seja, mas eu tenho uma divida a quitar com aqueles cachorros-
Diz Eliwood se soltando e correndo para as cordas.
Chegando lá começa a subi-las para poder embarcar no navio, mas subindo ele viu uma silhueta de alguém, vestindo uma armadura fina e bonita, com um diamante negro no meio da parte do peito da armadura, era John Avery, o vice-líder da facção dos piratas da neve e o mais temido pelo fato de ter constantemente acessos de loucura, uma vez até acabou com uma possibilidade de aliança do clã Kaisheik com os Piratas da neve pelo fato de o mensageiro apenas ter errado seu nome, e então matou-o com o seu sabre. Eliwood chegou em cima do navio, ninguém percebeu que ele era a pessoa que havia dizimado, naquela tarde, metade da tripulação de Avery. Eliwood tirou do seu casaco um frasco com um líquido amarelo reluzente dentro dele, “Espero que Shannon não tenha me visto pegando um de seus frascos”, pensou, e chegando em cima ouvira várias pessoas comentarem sobre o fracasso no ataque na cidadela e principalmente dele, Eliwood pode ver Avery vociferando como um cão louco contra seu imediato:
-COMO ASSIM APENAS UMA PESSOA? ISTO É UM ABSURDO! APÓS TREINARMOS UM BOM TEMPO VOCÊS AINDA ME FALHAM! Ah, você me falhou pela última vez DeSoto! – Diz avery, enfiando o seu sabre contra o tórax de seu imediato e matando-o quando retira a espada com um corte para a direita.
Mas Avery mal sabia que a pessoa a quem julgava um verme ia ser capaz de destruir o seu precioso navio. Eliwood rapidamente dribla um grupo de piratas andando na direção oposta, vai para a escada que julga ser os dormitórios, mas estava enganado, era justamente a sala que procurava, a sala de armas. Eliwood tira o frasco de seu bolso e coloca junto a vários barris de pólvora depois pega um barril menor e com a sua mão faz uma trilha até a porta, logo em seguida abrindo-a continua a fazer a sua trilha até chegar à prancha e lá deixa o barril, escondido por baixo de uma lona e rapidamente saindo, só faltavam mais dois fatores para ele poder realizar a sua visita ao Queen Anne’s Revenge uma das coisas que se lembraria pelo resto de sua vida, uma tocha e uma boa noite de sono. Eliwood Não se preocupou em dormir no navio, uma vez que nunca descobririam quem ele era, esperou até boa parte da tripulação dormir e ultilizou uma das redes vazias que com certeza pertencera a um pirata que morreu no ataque, Eliwood deitou na rede, e dormiu. Na manhã que se passou Eliwood conseguiu arranjar uma tocha que havia roubado do timoneiro quando estava distraído, deixou tudo pronto para a surpresa que havia preparado para Avery, Eliwood fingiu estar trabalhando na manutenção do navio e ninguém se quer perguntou seu nome. Ao meio dia o céu estava ficando mais azul e estava começando a esquentar, Eliwood tira o seu casaco totalmente manchado de sangue e fica apenas com a sua cota de malha e sua camisa de seda por baixo, deixando o seu corte à mostra. Momentos depois chega um pirata e pergunta a Eliwood:
-Este corte no seu braço, parece estar infeccionado, se você não remover o tecido morto pode ficar pior – Disse o pirata.
- Estou bem, não preciso de ajuda – responde
- Não tente me enganar, sou Raymond Thomard o médico do navio, já vi pessoas morrerem por causa de “besteiras” como o seu corte, venha, deixe-me tratar de seu ferimento. Diz Raymond levando Eliwood a um cômodo com vários suprimentos médicos, bandagens, ervas, soros, bisturis e vários outros objetos. Raymond pega uma agulha um frasco com um líquido preto, uma bandagem e um palito com uma tufa de algodão na ponta e começa a cirurgia, limpando o ferimento, costurando-o e por fim colocando a bandagem.
- Pronto, pode ir agora.
Eliwood se retira, este fato inesperado acabou com seus planos, ele teria que revelar a sua presença agora. Chegando ao convés, Eliwood pega a tocha que escondera e a acende enconstando-a em outras acesas, e depois a deixa perto da prancha, chega perto do velame onde o novo imediato está navegando o navio, saca sua espada e o mata com uma silenciosa estocada, pega o velame e vira-o bruscamente para a direita, fazendo o navio vira quase que por completo e depois deixando o velame onde estava, dois segundos depois um grupo de piratas chega ao lugar e vê Eliwood com a espada manchada de sangue e com o seu casaco na mão.
- Ora seu cachorro! Você vai pagar pelo assasinato do nosso imediato!- Diz um pirata sacando seu alfange, mas Eliwood parece não se importar e sua expressão na cara nem muda, apenas há aquele olhar franco estampado na cara.
- Não tenho tempo a perder com você – Diz Eliwood finalmente, tirando o seu casaco e jogando-o na direção do grupo.
Eliwood corre em direção aos piratas e pula dando um chute que abre caminho em volta do grupo, logo após isso se depara com um pirata com uma machadinha que desfere um golpe por cima de Eliwood, que se esquiva e faz um corte em sua perna, caindo com força no chão, Eliwood consegue matar ainda mais dois piratas com sua espada e quando chega na prancha cercado de piratas, que mais pareciam loucos com machados, lanças e alfanges, pega a tocha no chão e se prepara para joga-la no rastro de pólvora, mas é impedido pelo som de um sonoro bater de palmas, quando olha para o convés é justamente o capitão John Avery que está com um sorriso estampado na cara e disse:
- Parabéns, nunca pensei que alguém pudesse ser capaz de dizimar metade da minha tripulação e muito menos vir aqui para me enfrentar, afinal de contas rapaz, qual é seu nome para que eu possa saber quando for coloca-lo no mural onde terá sua cabeça.
- Meu nome é Eliwood Drake, filho de Theodor Drake, morto por uma bola de canhão atirada pelo Queen Anne’s revenge e eu estou aqui para quitar a minha dívida com você Avery!
- Então, busca vingança senhor Drake? Creio que não vai consegui-la, pois em menos de um minuto estará morto!
- É o que nós veremos...- Disse Eliwood chutando a lona e pegando o barril de pólvora.
- Ah! Oque pensa que poderá fazer com este minúsculo barril? Explodir o Anne’s?
- Não com esse barril, mas sim com a SUA sala de armas.
A expressão na face de Avery mudou quando ele viu a trilha de pólvora em direção à sala de armas, Eliwood jogou o barril na direção de Avery, depois jogou a tocha no chão e pulou, Eliwood caiu cerca de dez metros até começar a se bater entre o galho de árvores e cair na grama, a única coisa que pode se lembrar foi do melhor momento de sua vida, um dia nas planícies de Imir.
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Miraculosamente arranjei tempo para escrever esse outro capítulo
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CAPÍTULO V
Meckgonal era um jovem de 19 anos, cabelos marrom, cerca de 1 metro e setenta de altura e olhos castanhos, nascera em Makkalet, no continente Hirkaniano, teve uma vida comum até os 10, quando ocorreu o brutal cerco à sua cidade natal, Meckgonal fugiu da cidade mas nunca mais vira seus pais, fora para a Hirkania e lá viveu sua vida de pequenos furtos, até ao 15 se tornar aprendiz de um assassino chamado Annam Akkad, e dentro de dois anos tinha participado das mais perigosas missões com o seu mestre, mas aos 18 seguiu seu rumo ao ver Akkad ser morto durante uma missão. Dentro deste período de tempo Meckgonal aprendera a ser tão discreto quanto as sombras e tão letal quanto uma cobra, e com isso ganhara uma boa quantia de ouro roubando objetos valiosos ou trabalhando como caçador de recompensas, mas na sua missão mais recente acontecera algo de especial, quando tentara roubar um amuleto de um lorde de Hirkania de repente o amuleto brilhara como um raio ofuscante verde e depois disso ele se sentira mais forte, mais rápido e mais habilidoso.
Na manhã do seu terceiro dia se escondendo de soldados em uma vila campestre ao sul de Hirkania, Meckgonal foi descoberto pelos soldados e fugiu para a fechada floresta de Aala, onde conseguiu despistar os soldados, mas quando ia sair da floresta viu algo especial, ou melhor, ouvira um grande barulho de como que uma montanha iria desabar sobre ele, então olhou para cima e viu alguém caindo e se debatendo pelas árvores até cair em um baque surdo na grama, seguido de outro estrondo, mal ele sabia, que quem caíra fora Eliwood Drake, o salvador da cidadela de Tarim e quem acabara de destruir um dos mais bem armados navios da frota dos piratas da neve. Meckgonal se precipita ao ver tal cena e saca a sua faca do porta-faca do seu ombro direito e vai em direção à figura caída na grama, ele rapidamente procura algo nos bolsos de valor mas percebe que a pessoa ainda respirava e então checa seu pulso, “De tudo que já vi, esta pessoa é uma das mais sortudas, o pulso está normal”, procura por fraturas, nada. Então Meckgonal tira um pouco de álcool cristalizado que usa na sua espada e coloca perto do nariz do sujeito.
***
Eliwood Drake acorda de seu sonho devido a uma batida na cabeça, ele não consegue ver direito as coisas na sua frente, sua visão está embaçada, mas consegue perceber que está em um lugar fechado e que principalmente há alguém em sua frente, seria John Avery que havia sobrevivido? Ele não sabia, mas a sua visão estava começando a voltar ao normal e então ele consegue achar o cabo de sua espada e ataca dando um breve corte que é bloqueado por apenas dois dedos do vulto à sua frente.
- Para alguém que sobreviveu a uma queda daquelas, você luta muita mal.-Diz o misterioso vulto à sua frente
- Não preciso lutar mal para mata-lo- Diz Eliwood- Quem é você?
- Meu nome é Meckgonal, e você quem seria?
- Eliwood Drake, você sabe o caminho para fora desse inferno?- Diz Eliwood se levantando e recuperando a sua espada.
- Sei, mas não lhe revelarei à toa, terá de me dar algo em troca, sabe? Pessoas como eu não trabalham de graça.
Eliwood tira um fardo de ouro de seu bolso e entrega a Meckgonal
- Ótimo, eu conheço cada centímetro desta floresta tanto quanto cada beco da Hirkania, siga-me.
Então ambos começam a andar pela perigosa floresta de Aala onde vários aventureiros já ousaram entrar, mas nunca saíram de lá. Eliwood e Meckgonal começam a caminhar pela floresta, mas a cada vez que andam, a cada caminho diferente que pegam, parecem estar andando em círculos, depois de várias horas daquela marcha forçada Eliwood pergunta a Meckgonal:
- Você tem realmente certeza para onde estamos indo?
- Absoluta, como disse, conheço cada centímetro desta floresta como cada beco da Hirkania, mas estas raízes, não parecem muito fora do solo para você?
- Você sabe ou não o caminho?
- Sei, sei
-Então vamos andando. Não lhe dei metade do meu dinheiro à toa.
Então ambos começam a andar, apesar de tudo estar correndo bem, mal a dupla sabia de que os soldados que estavam atrás de Meckgonal estavam a poucos metros de distância, então, pouco tempo depois, inevitavelmente eles se encontram, com um grito:
- ALI! Ali está aquele ladrão! Peguem ele, mas levem a sua cabeça a prêmio- Diz um soldado
- Você não mencionou esta parte para mim Meckgonal!- Diz Eliwood aborrecido e sacando a sua espada.
- Não achei que iria ser nescessário- Diz Meckgonal desenbainhando a sua espada Katana das costas e tirando um frasco de um dos bolsos.
Nesse mesmo estante os soldados pegam em armas e ambos vão um para cima do outro em uma carga espetacular, Eliwood opta pela guarda alta, foi uma boa escolha já que seu oponente estava usando um machado, já Meckgonal nem se preocupa com a guarda, joga o frasco no chão, cirando uma leve cortina de fumaça e matando dois dos seus oponentes com um rápido golpe de sua Katana. Eliwood estava tendo problemas com o soldado com o machado, ele devia ser o líder do grupo, houve uma hora em que Eliwood até que conseguira desferir um corte no ombro e dar uma estocada com a ponta da espada no peito do soldado, mas Eliwood estava em desvantagem, uma vez que seu oponente era demasiadamente enorme, e então de súbito, este desfere um ataque tão poderoso que faz Eliwood voar cerca de dois metros para trás e deixar sua espada cair longe, o que dá tempo de o soldado pisar em seu braço esquerdo, o mais próximo da espada e levantar o machado como em que em um movimento de um golpe de misericórdia, mas de repente o inesperado acontece o soldado cai para o lado e Eliwood vê Meckgonal logo atrás com a sua espada ensangüentada. Eliwood se levanta para ajudar Meckgonal a acabar com o resto do grupo, mas isso não é necessário, pois logo depois de se prepararem para lutar, o chão treme e uma figura grande e grotesca vem em direção ao grupo derrubando as pequenas árvores da floresta de Aala, Eliwood e Meckgonal não se importam com a batalha e junto com dois outros soldados correm freneticamente pela floresta, no início da fuga o monstro desfere um brutal ataque com a sua clava de pedra em um dos soldados, que morre instantaneamente, o segundo morre pisoteado pela criatura, Eliwood mal consegue acompanhar Meckgonal, que corria rápido como o vento, chega a certo ponto que os dois conseguem ver uma luz no final das árvores era finalmente a saída, Meckgonal sai correndo para uma planície verde e gramada mas Eliwood ainda está muito longe da saída e quando chega no final pula para se esquivar desesperadamente de um ataque da horrenda criatura às suas costas. Chegando ao encontro de Meckgonal, Eliwood percebe que a criatura não mais o seguia, e então pergunta:
- O que em nome de Bagri poderia ser aquilo?
- O ciclope que habita a floresta, pensei que era apenas lenda, mas vi que estava enganado, considere-se com sorte, mas alguns metros longe da saída e ele o teria reduzido à pasta. Aqui ele não pode nos ferir, diz a lenda que um poderoso mago o trancafiou na floresta com uma magia que duraria para sempre- Diz Meckgonal pegando um cantil e tomando um gole de água- Vamos, ainda temos que chegar à qualquer lugar com civilização antes do anoitecer, não se sabe que perigos espreitam estas planíces de Vahalla à noite.
Os dois saem andando, exaustos da jornada que tiveram na floresta, no cair da noite Eliwood e Meckgonal conseguem chegar à pequena vila de Strachclyde, e entram na estalagem para matar a sede com um bom copo de cerveja, seguido de um bom jantar preparado pela madame Kyrie, esposa de Rhane, o dono da estalagem e uma boa noite de sono para o agitado e perigoso dia que enfrentariam do dia seguinte para chegarem à Hirkania
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Demoro mais consegui terminar este capítulo, será que ninguém lê a minha história?
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Calma
Não posso ler agora, mas dê um tempo pras pessoas lerem.
Depois volto aqui e edito.
··Hail the prince of Saiyans··
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CAPÍTULO VI
Eliwood não conseguira dormir naquela noite, estava pensando em tudo o que acontecera, “e Shannon?” , pensava, “ Será que enviaram outro ataque à cidadela e ele morrera?”. Eliwood só conseguira dormir quando o sol já estava a nascer. Às dez horas Meckgonal o acordou.
-Eliwood, temos que sair rápido!- Disse ele como que tivesse visto um fantasma-.
- O que houve?
- Contrataram um assassino, um dos melhores.
-Você?
- Isso é sério, contrataram Louis Bowman, o Lobo caçador. - Nesse mesmo instante Eliwood sente um calafrio correr pela sua espinha, seguido de um medo inigualável, um medo que faz o coração de todos os homens apertarem, o medo, que Eliwood teve quando enfrentou a morte no dia em que seu pai morreu.
- Temos que sair- Diz Meckgonal- E agora, ouvi dizer que está em Vanahem, pouco distante daqui. Você tem algo para levar?
- Apenas minha vida agora.
-Então se apresse.
Eliwood pegou a sua espada embainhada e acompanhou Meckgonal enquanto os dois corriam em disparada e pegavam dois cavalos ( que não lhes pertenciam ) na frente da estalagem, quando entravam em uma outra floresta o cavalo de Eliwood caiu, o que o arremessou dois metros à frente, e fez Meckgonal pular instantaneamente do seu cavalo e correr em na direção de Eliwood.
- O que você fez com o cavalo Eliwood?
- Nada, ele caiu!
- Cavalos não caem do nada...
Meckgonal vai em direção ao cavalo que morrera e tira da sua dianteira uma flecha e a cheira.
- Envenenada, óleo de peixe, não mata, mas diminui os sentidos.
Meckgonal olha com atentamente para o lado e diz:
- Bowman está aqui Eliwood!
Então uma flecha passa raspando pela cabeça de Meckgonal e atinge o braço de Eliwood.
- AHHHHH! SEU CACHORRO! APAREÇA E LUTE COMO UM HOMEM! – Então se levanta e saca sua espada.
Meckgonal tira a sua espada das costas e pula corre para Eliwood.
- Se ficarmos aqui morreremos! Eu não sei onde ele está.
Então ambos começam a corrida desenfreada para a saída da floresta ou, ao menos, uma posição vantajosa para ambos.
***
Louis Bowman estava satisfeito com a quantia de moedas de ouro que recebera de um lorde pirata, e por isso, faria um de seus melhores serviços, Louis tinha feito várias missões, matado, roubado e pilado várias vilas quando era soldado do sexto regimento dos mercenários, ele não conhecia muito seu alvo, apenas sabia seu nome e suas características, mas sabia quem estava com ele, era Meckgonal, ele também servira um ano no seu regimento e era uma daquelas pessoas raras de encontrar, ele achava ovos onde não houvessem galinhas, achava água onde havia desertos e espadas onde não havia ferreiros. Porém Meckgonal deixou o regimento para seguir a sua vida, um ano depois da morte de seu mestre que ensinara a ele e à Bowman a arte de matar. Bowman de início pensara que apenas podia retaliar seu alvo e a sua companhia com o arco, mas depois de descobrir que se tratava de Meckgonal, sabia que teria que tomar muito mais cuidado, uma vez que ele estava mais habilidoso do que nunca. Bowman acertara uma flecha no braço de seu alvo e ela passou por Meckgonal de aviso. Bowman respeitava Meckgonal, mas o mataria se precisasse, uma vez que preferiria matar o alvo e deixá-lo ir do que ter de confrontá-lo.
Depois de ver os dois pularem para a floresta Bowman os seguiu, descendo da árvore em que estava e correndo atrás dos dois, atirando flechas, todas errando o alvo, nunca houve um alvo que sobrevivera a Bowman, que a cada flecha era um tiro certeiro em seu alvo. As flechas de Bowman estavam acabando quando decidiu parar de atirar, sabia que em pouco tempo seu alvo iria cair, inconsciente, e então, poderia finaliza-lo.
***
Eliwood estava prestes a cair, seus olhos pesavam e seu corpo estava mole e cansado, mas ele não se entregaria tão fácil, mal conseguia acompanhar Meckgonal.
- Vamos Eliwood, corra mais rápido!- Gritava Meckgonal de tempo em tempo, quando via o seu amigo ficar para trás.
Meckgonal não queria deixar Eliwood morrer, mas não queria enfrentar Bowman, foi então que tomou sua decisão, correu para o lado, como que estivesse fugindo, nesse mesmo momento, Eliwood caiu.
Meckgonal correu pela floresta e deu a volta pelas árvores até que pode flanquear Bowman que estava olhando para eliwood, tirando a sua adaga da bainha.
***
Eliwood não sabia se havia morrido ou estava vivo, mas se estivesse vivo, não ia se entregar tão fácil. Ouvira um som de uma arma ser desembainhada, então não pensou duas vezes, com um surto de coragem, se levantou em um rápido pulo e tirando a flecha no seu braço a enfiou no peito de Bowman, que pulou para trás tirando o arco e preparando uma flecha. “Vou morrer”, Pensou Eliwood.
- Definitivamente, Você é o alvo que mais me deu trabalho – Disse Bowman
Eliwood nada fez, ficou parado, nada podia fazer para matá-lo, até que Bowman atirou a flecha, e errou, Eliwood ficou tão surpreso que demorou quase que três segundos para perceber o que havia acontecido. Eliwood largou sua espada correu na direção de Bowman e pulou em cima dele, o que o fera se desequilibrar e seu arco quebrar-se em três partes. Eliwood dera três socos no rosto de Bowman para quebrar o seu nariz, mas bowman dera um golpe com a sua mão no pescoço de Eliwood que o fera cair para o lado, sem fôlego, Eliwood não podia desistir, ele não pensa quase nada, só em uma coisa, “sou eu ou ele”, Eliwood se levanta, chuta Bowman na cara, se ajoelha em cima dele, o imobilizando, e desfere uma série de socos até Bowman ficar com o rosto todo ensangüentado, e Meckgonal chegar.
- Nossa Eliwood, Você já matou ele! Disse Meckgonal e então Eliwood parou de socar Bowman.
Eliwood se levantou e disse:
- Me sinto bem melhor agora – E sorriu.
- Que bom, vamos sair logo desse inferno...
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Demorou, mas saiu
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ai Star prometo que tirarei um tempo e lerei e farei um comentário plausível, so vim lhe dizer para ter calma ao lançar capítulos. Você está afogando o seu leitor, e nem deu tempo de ouvir dicas valiosas que poderiam lhe ajudar muito.
O ILUMINADO.
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:)
Muit o bom!, to esperando o próximo cap.
Continue assim.
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CAPÍTULO VII
Seja o que quer que fosse, o objeto estava a quilômetros e quilômetros de distância de onde Eliwood e Meckgonal estavam, mas sobre uma pedra e uma bigorna se encontravam as palavras em uma língua antiga e esquecida pela sociedade do mundo conhecido, as palavras eram Qubth-ut-Allah.
***
Eliwood e Meckgonal acabaram de sair da floresta e estavam a caminho de qualquer povoamento, mas apenas se deparavam com planícies, à medida que andavam parecia que estavam pertos de um imenso deserto, no entardecer se deram conta de que se encontravam no deserto de Rahmani, onde poucos ousavam se aventurar e nenhum voltara, o deserto era temido por todo o povo do deserto, mas os nômades, beduínos, que o contornavam não pareciam dar a mínima para os relatos de aventureiros que juravam ter visto um brilho distante, talvez no coração do deserto, refletir na direção deles, era dito que era um tesouro, um artefato tão poderoso que tinha o poder tão grande quanto a ira dos deuses. Quando estava quase anoitecendo conseguiram se abrigar em um oásis.
Há muitos quilômetros de distância um grupo de beduínos saqueadores vagava pelo deserto.
Eliwood acordou no meio da noite por puro extinto, se tivesse acordado apenas um minuto depois talvez nem estivesse vivo, o que vira fora um grupo de beduínos indo em direção ao oásis em que se encontrava, talvez atraídos pela fogueira, eliwood desembainha a sua espada acorda meckgonal que instintivamente diz.
- Se fizer isso de novo juro que lhe mato
- Não há necessidade, temos companhia- disse Eliwood.
Como que em um surto de adrenalina Meckgonal se levanta e pega a sua espada.
- Esperamos? Aí perdemos o elemento surpresa ou atacamos? Aí perdemos uma chance de diplomacia, a segunda opção seria a mais favorável- Diz Meckgonal
- Não se pode confiar em beduínos
- É a nossa única opção no momento- Diz Meckgonal- Eu sei a língua deles, tente flanqueá-los enquanto isso
Meckgonal se levanta e vai em direção do grupo de beduínos de túnicas pretas, o que ele não sabia é que esse era um grupo de saqueadores disfarçados depois de um saque bem sucedido, Meckgonal se aproxima e fala em Bedun.
- Olá, apenas quero passagem
- Quem vem ai?- pergunta o primeiro beduíno em cima do cavalo com um escudo de aço e uma lança inteiramente de ferro.
Eliwood escuta o dialogo enquanto contorna o grupo de beduínos, “algo está errado”, pensa, ao ver um beduíno empunhando uma espada bastarda, e não uma cimitara, “muito errado”, ao ver um outro beduíno empunhando um machado não se conteve, espreitou por trás dele e tirou sua espada lentamente.
-Então está tudo combinado...- disse o beduíno no cavalo- ... você tem a passagem concedida
- Muito obrigado – Diz Meckgonal, relaxando a mão em que se encontrava um punha pronto para ser arremessado em caso de algum problema;
Mas logo percebe que iria precisar dele mais do que nunca ao ouvir um grito e um beduíno cair e a silhueta de Eliwood aparecer enquanto os outros 4 beduínos avançam na direção de Meckgonal e outros 2 em Eliwood, inclusive o beduíno no cavalo, espadas são sacadas, escudos empunhados e começa a batalha, Eliwood pega o machado e arremessa no primeiro beduíno em sua direção acertando-o no ombro esquerdo e fazendo-o cair no chão, morto, já o segundo consegue desferir um golpe cujo o qual Eliwood se defende, então o beduíno coloca a ponta da espada no chão e com ela joga um punhado de areia nos olhos de Eliwood que recua para trás dando a chance do beduíno no cavalo arremessar a lança que voa a meros de distância, Eliwood se levanta com sua espada desfere um corte na garganta do beduíno e então se abaixa para se esquiva da investida do beduíno no cavalo e desferindo um golpe que libera toda a sua fúria na parte dianteira do cavalo e faz o beduíno cair e engolir um punhado de terra, então Eliwood o vê se levantar e arremessa a sua espada que o acerta em cheio no peito. Meckgonal não estava tendo problemas na sua luta quando chegara o beduíno empunhando um mangual e gritando como um louco, ele já havia matado dois e o terceiro estava caído no chão e chorando como uma criança devido à dor que sentia, Meckgonal defende um ataque vindo do lado mas o mangual se enrosca em sua espada e então o beduí aproveita a vantagem a puxa o mangual desarmando Meckgonal e chutando-o para o chão “ Maldição, é o fim...” mas de repente o beduíno cai inerte e Eliwood o salvara como ele o salvara na floresta de Aala.
- Acho que estamos quites- diz Eliwood
- Que droga, se você não tivesse matado aquele beduíno já estaríamos bem longe daqui.
- Quem disse que eram beduínos? Estavam empunhando armas do como as nossas, e não armas do deserto.
Meckgonal repara as armas no chão, “Eliwood tem razão”, então o beduíno no cavalo pronuncia as suas últimas palavras.
- Não adianta fugir- diz o beduíno com sangue na garganta- meu mestre está por aqui e os acharão... vocês estão perdidos, hahahaha...- E morre.
-Droga Eliwood, MAS QUE DROGA! QUE DROGA! Ele era do clã Ba’ath!
Eliwood sente um calafrio subir pela sua espinha, o clã Ba’ath era praticamente o clã mais poderoso de todos.
- Temos que sair daqui, agora. Alguma sugestão?
- Está vendo aquela luz, bem no horizonte, deve ser à um dia daqui, podemos chegar lá ao anoitecer se nos apressarmos.- Diz Meckgonal olhando para o beduíno que acabara de morrer- Só uma coisa- Meckgonal tira um saco no cinto do beduíno e tira uma gema de dentro- Ótimo! Agora vamos!.
Os dois fazem uma marcha apressada pelo deserto até que a luz que vem de longe começa a se tornar mais e mais intensa até ficar totalmente ofuscante e os dois chegarem perto e se depararem com uma pedra que sobre ela se encontra uma bigorna com as palavras Qubuth-ut-Allah e sobre a bigorna uma reluzente espada com a lâmina vermelha e com um brilhante rubi no cabo.
- È por isso que não gostam desse lugar- Diz Eliwood e avança na direção da espada para pega-la.
- Acho que não é uma boa idéia Eliwood, de ter magia.
Até onde se sabe todas as pessoas que ultilizam magia simplesmente entram em contato com ela tem um efeito colateral muitas vezes devastador que as segue até o resto dos seus dias. Eliwood tinha certeza de que não era mágica mas não sabia que o nome da espada denunciava a sua origen, na língua esquecida Qubth-ut-Allah quer dizer O punho de Deus, Eliwood tira a espada da bigorna e esta começa a brilhar tão intensamente que a luz emanado por ela poderia ser vista a quilômetros de distância, e foi o que de fato aconteceu, justamente um batedor do mestre do beduíno que Eliwood matara vira a luz e comunicara ao seu mestre.
- Então finalmente o punho de Deus foi librtado...- Diz a misteriosa figura em um cavalo negro usando uma túnica tão negra quanto as sombras
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demorou um poko + saiu em fim!