Coisas que eu li em comentários e discordo (Ao primeiro usuário citado, saiba que eu não estou te repreendendo nem nada, apenas quero discordar amigavelmente mostrando meu ponto de vista. Ao segundo, porém, sinta-se à vontade para ler o que eu escrevi imaginando que uma voz calma, mas nada amigável, lhe fala.):
@Thulio:
"dez metro de "altura", não seria distancia??" - Se você reler atentamente o parágrafo, vai ver que ele falou sobre um riacho que realmente estava em uma diferença de altura da posição de quem relata. A caverna da onde o personagem principal fala está há muitos metros do chão, dentro de uma cachoeira. (Pelo menos foi o que eu entendi).
@witcht' druid: Não julgue o autor sem provas, dizer que ele mente e que escreve o texto em dez minutos é uma atitude leviana e totalmente reprovável. Onde está a crítica construtiva nesses comentários, que beiram a ofensa? Ah, e se decidir falar sobre os erros decentemente, faça questão de enumerar os mesmos. Para mim não significa nada um crítico falar e falar do clichê sem deixar bem claro onde que o mesmo apareceu no texto (veja que o Thulio acabou fazendo uma suposição sobre o lugar onde você achou o clichê, o que prova que você não foi claro). Você foi o banal, achando que falar a palavra "clichê" é um ato auto-explicativo, e que as coisas são tão simples assim. E eu digo que não é tão simples por um único motivo: Esse é apenas o prólogo, não o enredo completo. A paciência é essencial, espere a história de verdade aparecer para manifestar as suas agressividades.
Ah, "o clichê está na alma" do fulano? Isso não existe, clichê é questão de hábito (e portanto pode ser mudado), não de essência (aliás, todos os aspectos na escrita de um autor são questão de hábito.). E por favor, pare de ser tão dramático. Isso aqui não é um tópico profissional, você não está sendo pago para criticar nem muito menos comprou o livro com esse prólogo para que por um breve segundo sequer você pudesse pensar que tem direito de falar uma coisa dessas.
Veja alguns sinônimos da palavra "sórdido" (cortesia do Word): Abominável, desprezível, detestável.
..... [sarcástico]Ah sim, realmente abominável essa falta da letra maiúscula, sórdido... Bah, que horror!....[/sarcástico]Citação:
e... bom... se
Pense bem, veja que os três pontos foram usados como modo de mostrar uma passagem simbólica (bem curta) de tempo. É claro que o certo seria usar letra maiúscula, mas isso não fez diferença nenhuma no enredo nem atrapalhou o entendimento da frase e, portanto, foi totalmente desnecessária essa ênfase teatral.
Respeite para ser respeitado. Esse é o lema do Tibia, a regra básica da vida em sociedade e não poderia ser diferente nesse fórum. Falar no final que "não queria ser rude ou arrogante, não foi a intenção" depois de fazer um ataque de graça e sem fundamento nenhum como foi o seu, não muda nada.
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Agora o principal, a crítica.
Sobre o prólogo, a palavra "importantíssima" deu uma ênfase realmente desnecessária (ficou estranho, como se o narrador estivesse julgando as ações do personagem, e não cabe ao narrador[se ele é impessoal], mas ao leitor, julgar as ações), mas ao certo você não irá dar uma continuidade óbvia para essa "decisão". O contrário seria decepcionante.
Pois bem, a parte que fala sobre a morte do pai dele, bem.... foi simplesmente hilária. Nâo sei se a intenção foi essa, mas se não foi intencional então seria sensato mudar a expressão usada para alguma coisa mais séria e mais amena. Não se fala pra uma criança que a cabeça do pai dela ficou muito longe do pescoço. O nome desse recurso de linguagem é "eufemismo", mas o problema é que quando se vai usar um eufemismo para disfarçar a palavra "morte" em uma frase que precisa ser dita a um ente querido do morto, geralmente é usada uma frase mais "simpática" do que a que você usou...
E sobre o aspecto comum do homem que trai e é morto, geralmente o ponto de vista do narrador não é o do traidor, mas o do traído. Sendo assim, esse caso tecnicamente não pode ser considerado clichê, pois sai do comum.
É isso, prólogos só rendem críticas curtas, qualquer coisa a mais seria supor sem fundamento.
Próximo Capítulo?
A.E. Melgraon I

