Craro, mas é que não deu pra escrever esse mais fast ;D~Citação:
Postado originalmente por Blarow
Mtas coisas a fazer aqui ;'|
C yA!
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Craro, mas é que não deu pra escrever esse mais fast ;D~Citação:
Postado originalmente por Blarow
Mtas coisas a fazer aqui ;'|
C yA!
Sem plural aqui...Citação:
novamente de pés
"em cima"Citação:
encima
[QUOTE dá licensa...[/QUOTE]
"licença"
Naõ ficou "Uma merda" não, dos rp's que to lendo hoje esse foi o que mais me interessou e prendeu na leitura, tá indo bem...
Dard* :)
Brigadin, Dard meu filho.Citação:
Postado originalmente por Dard Drak
Erros de português already corrigidos. =)
Comentem please! Vários dias e 1 comment só ='( Nem dá graça escrever assim ;x
O teu rp ta mto bom, a história ta boa, poucos erros de portugues...
Espero logo outro capitulo.
Flw!!!
velho, vc conseguir, me prendeu num rp...
agora oq posso fazer??? esperar e olhar todos os dias pra ver se vc ja postou um novo cap...
novo cap plx???
tah muito bom velho!
Porra, que RP foda. Melhor que já vi nesses 3 dias que começei à visitar a seção de RP, humilhou o meu RP(Penedono), chega deu vontade de parar de pensar e escrever, haha
Você realmente tem a técnica de prender o leitor, lí todos os capítulos sem desviar o olhar nem uma vez das palavras, e estou sedento pelo o próximo capítulo, escreve essa porra logo! ^^
o tema ta bem mastigado né... mas a idéia é realmente boa ;)
continue assim, com muitos diálogos! odeio aqueles textos enormes sem conversinhas :/
Próximo capítulo?
:)
People, valeu pelos comments :D
Desculpem a demora, estava viajando. Mas agora me apressei a escrever o novo capítulo, que ficou chato, sem muita emoção, mas que foi preciso escrever para um melhor desenrolar da história, ok? Também não gosto de escrever capítulos muito grandes, mas a partir do próximo capítulo a história vai... Er... Deixa pra lá, melhor nao contar =P
Comentem, pleasE!!! =P
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Capítulo 4 - Uma história para contar aos meus netos
O soldado levou meu mestre para longe e eu segui com o capitão para dentro da cidade até o castelo. Lá dentro ele me levou à ala hospitalar, mandou que uma enfermeira cuidasse de meus ferimentos e se pôs a observar-me atentamente. A sala era enorme e a enfermeira era muito velha e gorda e fazia companhia a um médico de cabelos um tanto grisalhos e roupas muito sujas que roncava muito alto deitado por sobre a mesa de pedra ao meu lado.
Meus ferimentos não eram lá muito graves, então a enfermeira não teve dificuldades. Ela já havia terminado os curativos e já arrumava as coisas quando o capitão abriu a boca pela primeira vez desde que parara pra me observar.
- Como seria seu nome, jovem guerreiro? - tomei o jovem como ironia, já que ele aparentava ser muito novo também. Cerca de 25 verões no máximo.
- Meu nome é Richard Leonner, filho de Anton Fuwelld, senhor.
- Bonito nome. Mas... Por que não usas o sobrenome de teu paterno, jovem?
- Motivos pessoais, senhor... - respondi sem ter gostado da pergunta, nem muito menos da curiosidade daquele homem.
- Ok, desculpe então... Então, senhor Richard Leonner, acho que você tem coisas a me contar, não?
- Tenho?
- Sim... Não sei se sabes... Nem todo homem corajoso desejaria dar de cara com um dos demônios saxões e são em menor número os homens corajosos que os conseguiriam dar combate. Já vi muitas coisas, garoto. Já vi homens serem massacrados em batalhas, já vi soldados gigantes montados em cavalos enormes morrerem com apenas um golpe de uma lâmina saxã. Mas é a primeira vez que vejo uma criança lutar contra um soldado saxão e... ganhar...
- Mas eu não ganhei... Se não fosse meu mestre, o senhor Campbell, não estaria aqui agora.
- Aquele velho é seu tutor, garoto?
- Sim, senhor. Treino esgrima com ele há algum tempo e...
- Então ele deve ser muito bom!
- Não... Ele era. Mas sabe como é, a idade acaba com o guerreiro. Com todo o respeito...
- Sim, claro. Soldado... Quero saber mais sobre você. Venha comigo, vamos à um passeio de cavalo e você vai me contar tudo, certo?
***
Cerca de uma hora depois, estavamos nos estábulos com os cavalos prontos para partir. Eu, claro, estava morrendo de medo, já que nunca havia montado num daqueles. O capitão me deu as instruções, mas foi em vão: nem bem eu montei, escorreguei para o lado e bati com a cabeça no chão que, por sorte, era macio. Então decidimos ir à pé. Nosso passeio durou cerca de meia hora, contornando o castelo pelo lado de fora e sendo sempre bem recebidos pelos soldados "puxa-sacos" que faziam reverências e gentilezas demasiadas para o capitão. Contei tudo, desde o dia em que vi os saxões, até a invasão e o caminho até a capital. William Bohr, que parecia adorar uma boa história, ouvia atentamente à minha falação e, de vez em quando, deixava escapar alguns "Nossa!", "Puxa vida!"...
- Soldado, não sei se você é melhor em esgrima ou contando histórias. Estou impressionado!
- Senhor... Soldado??
- Sim! Você tem potencial, garoto! Você tem sangue frio... Muito sangue frio pra ter atacado um saxão assim. Você agora faz parte do meu exército soldado, quero você morando aqui conosco. Não é uma ordem... É um pedido... Você aceita??
Minha cabeça começou a girar muito. Eu sempre quis aquilo. Sempre quis ser soldado, lutar pelo rei e defender a população, fazer pilhagens e me casar com uma linda mulher. Mas ali, naquela hora eu hesitei. E minha mãe? Será que ia voltar a vê-la? E minha terra natal? E meu mestre, Campbell, que tanto havia me ensinado, que havia sido um pai pra mim? Voltaria a vê-lo? A resposta pulou de minha boca muito rapidamente, sem ter tempo nem de pensar melhor:
- Não.
- Não? - respondeu com outra pergunta - tenho que dizer que estou certamente decepcionado. Acho que você tem potencial e, de qualquer forma, vou deixar essa conversa em aberto. Se você mudar de decisão, é só me avisar, ok?
Fiz que sim com a cabeça.
- Certo... Ahm... Vou lhe dar esse pergaminho, que lhe dará salvo conduto dentro das dependências da cidade. - e puxou um papel amarelado de dentro das vestes - Com ele você poderá ir no castelo ou em qualquer outro lugar. Vou pedir para algum soldado lhe levar para seu mestre. Pode ficar aqui o tempo que quiser, vocês terão mantimentos à vontade. E, claro, antes de sair, me avise. Vou providenciar uma viagem confortável e segura pra você, soldad... Quer dizer... Ricardo.
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C yA!~
Bom o capítulo, aliás, ótimo.
E que venha próximo!