Bom pessoal, demoro mais tá aew outro capítulo. Espero que gostem. Uma pena a seção de Rp's estar quase morta. Meu rp fico uma semana sem comentários e continuou na primeira página!
Aí vai:
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CAPÍTULO II:
Noite em família
__ Que linda! Obrigada tio Dalan. __ Disse Ranya, sobrinha de Dalan, ao abrir o presente que ele lhe trouxera, em seguida dá um beijo no rosto dele e um abraço.
__ Nossa Dalan, muito obrigado mesmo. __ Vitor falou quando viu a espada novinha que ele lhe deu. Levantou e deu um abraço nele.
__ Que vestido maravilhoso! Muito lindo! __ Disse Mila, esposa de Ronder, admirando o vestido que Dalan lhe dera.
__ Que brincos lindos, amor! Obrigada! __ Quem falou dessa vez foi Joana. Os brincos eram dourados e tinham entalhes muito bonitos.
Para Ronder, ele trouxe uma túnica de linho. Ronder também trouxe presentes para a família inteira, entregou-os assim que terminaram de abrir os presentes de Dalan. Depois dessa troca de presentes, Joana serviu o jantar: cervo assado, ensopado de lebre com ervas do campo, pão de centeio aromatizado com ervas e vinho. Depois do jantar, Ronder pediu a atenção de todos e deu a notícia: ele estava ali em resposta uma oportunidade de trabalho, e que iria morar perto deles. Dalan ficou muito feliz e deu um abraço bem apertado nele e disse:
__ Finalmente vamos ficar juntos outra vez, depois de tantos anos!
__ Vou contigo até a cidade quando voltar à sua guarnição. Enquanto isso, temos bastante tempo para conversar.
__ Vamos para o telhado, lá ficaremos mais à vontade. __ Em seguida, em tom de brincadeira, fala para Vitor, que estava distraído: __ Cuide bem delas, ouviu?
Vitor, que estava distraído e, quando ouviu seu nome, apenas acenou com a cabeça. Ele estivera assim durante toda a noite, e como todos estavam conversando, não repararam no comportamento dele: olhara a noite toda para Ranya, apenas lembrava de comer, para que sua mãe, ao ver seu prato intocado, não o pegasse tão distraído. Ela tinha quinze anos, cabelos ruivos, algumas poucas sardas na face e era muito bonita.
Joana e Mila conversavam e faziam amizade, enquanto Ranya apenas ouvia tudo. Vitor pegou uma marreta e alguns pregos e pendurara sua espada antiga na parede, em seguida olhou mais uma vez demorada mente para Ranya, que percebeu que ele a observava e se sentiu encabulada, foi até o lado de fora da casa e fez uma fogueira.
Ele se sentou na frente da fogueira e examinou bem de perto a espada por alguns minutos e se levantou e começou a enfrentar um inimigo imaginário dando chutes, socos e golpes de espada no ar, e se defendendo dos golpes eventualmente desferidos pelo oponente. Quando, finalmente ele o derrotou, Ranya, que estava à porta deu uma risada, ele se deu conta de que estava sendo observado e corou. Meio sem saber o que dizer, falou:
__ Gostou?
__ Sim, você luta muito bem. Com quem aprendeu? Seu pai? __ Respondeu ela, chegando mais perto.
__ Não, aprendi com Dalan. Meu pai morreu quando eu era bem pequeno. __ Ele se sentou e convidou-a a se sentar perto dele.
__ Ah... __ Disse ela, ressentida. __ A quanto tempo tio Dalan está casado com sua mãe?
__ Onze anos... Ele é muito legal.
__ É... eu quase não me lembro dele. Eu tinha só dois anos quando ele se alistou no exército e foi mandado para cá. A única lembrança que tenho dele é uma boneca que ele me deu alguns dias antes de partir.
__ Ele me ensinou a lutar desde que eu tinha seis anos. Ele vinha ver como nós estávamos regularmente. Ele era amigo de meu pai.
__ A propósito, pode me ensinar a lutar?
__ Mais é claro! Amanhã mesmo podemos começar.
__ Que ótimo! __ Respondeu ela, e puxando outro assunto, disse: __ Que lugar maravilhoso, tão diferente de onde eu venho... __ E a conversa prosseguiu até à hora de se recolherem.
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Bom, fresquinho. Espero que gostem. Bon apetit