https://i.imgur.com/xDSLT5V.png
Arborius consegue entrar em Venore através de um atalho pouco conhecido, do qual se lembrava ainda dos tempos em que vivia na cidade, no nível do pântano sobre o qual a cidade está assentada. Teria problemas caso tentasse entrar normalmente por um dos portões guarnecidos pelo Exército Thaiano, já que deixara para trás todos os documentos que possuía, durante a fuga de Demona. Uma vez no pântano sob as ruas elevadas de Venore, Arborius se dirige a um dos pequenos cemitérios, quase esquecidos e abandonados... ali revê e cuida dos túmulos de Ruhan e Alleria Mesclavenger, reverenciando a memória de seus pais...
https://i.imgur.com/pXqOKtq.png
Após a visita ao cemitério, o discípulo de Dravos dirige-se ao Templo de Venore, em busca de um velho amigo, o Monge Yberius. Arborius não sabe se o monge ainda vive após tantos anos desde sua partida de Venore. No Templo, um surpreendido Yberius quase não acredita no que vê. Arborius conta tudo a respeito de sua jornada após partir da cidade; Yberius se entristece ao saber da morte de Dravos ao mesmo tempo em que ouve estarrecido os relatos a respeito de Zarabustor e de Demona...
https://i.imgur.com/eLvAkDo.png
Em seguida, Arborius dirige-se à sede de sua antiga guilda. Lá encontra membros mais antigos, com os quais conviveu antes da partida para as terras de Carlin. Os antigos camaradas ficam comovidos ao tomarem conhecimento da morte de Dravos, que antes de partir era muito benquisto por todos. Quando Arborius narra os fatos relacionados à Zarabustor e a Demona, os guildanos se propõem a informar outras guildas sediadas em Venore e mesmo em outras províncias do Reino, bem como fazer chegar ao conhecimento da AVIN e da TBI. Os membros da antiga guilda de Arborius se oferecem para ajudar o mago no caso da amazona ameaçada por Nurik, mas Arborius diz que resolverá ele mesmo a questão.