Oi gente!!
Como vocês estão?
Faz um bom tempo que eu não interajo por aqui.
Ultima vez que interagi, foi dando a sugestão da plataforma nova para jogarmos hahah.
Ainda tem gente viva? Vocês ainda jogam?
Versão Imprimível
Oi gente!!
Como vocês estão?
Faz um bom tempo que eu não interajo por aqui.
Ultima vez que interagi, foi dando a sugestão da plataforma nova para jogarmos hahah.
Ainda tem gente viva? Vocês ainda jogam?
@Iridium Hoje consegui entrar, mas só uma horinha. :chora:
Aproveitei para andar com o plot. Está realmente difícil conectar para jogar. Mas logo me acostumo ao trabalho novo e retorno a jogatina em mais horas por semana.
@Kaditta Não sei o pessoal, mas eu estou entrando bem eventualmente. Desde que me mudei não consegui retornar a frequencia de outrora.
De qualquer forma o RPG ainda vive. :)
Spoiler: Assombração...
Em um instante Oriuny estava descansando sob uma árvore na região de Kazordoon no outro estava em um corredor escuro com paredes de areias que se moviam como dunas ao vento.
Anexo 5859
Sem muita alternativa o jovem percorre o corredor.
Anexo 5860
A voz na escuridão parecia se aproximar do druida e com ela uma mudança abrupta no ambiente que, repentinamente, se aquece e as paredes, antes areia, começam a arder em fogo e lava.
Anexo 5861
Sem subestimar a criatura, Oriuny luta por sua vida e liberdade.
Anexo 5862
Dessa vez Oriuny não se curvou as ordens da criatura e a enfrentou como se fosse a última batalha de sua vida. No entanto, o pequeno demonio era mais ameaçador que poderoso e a luta logo teve seu desfecho com a criatura rendida em frente ao jovem druida.
Anexo 5863
Como da primeira vez que foi assombrado em sonho, Oriuny acordou muito distante de onde supostamente dormiu.
Anexo 5864
Já que estava no arredores de Thais, resolveu checar seu deposito e lá encontrou uma carta de seu mestre.
Anexo 5865
Felizmente as criaturas das trevas subestimaram o poder do jovem druida dessa vez, porém, Oriuny não podia esperar que esse erro fosse cometido mais uma vez.
@Kaditta eita menina, sdds! Eu até fiz a conta no Amino, mas eu acabei ficando mais fantasma ali do que qualquer coisa, perdoe-me por esse mega vacilo plz =(
Eu não vinha entrando ultimamente, pois estava focando em resolver algumas coisas na RL (principalmente pq agora estou oficialmente FORMADA, falta só colar grau, pegar o diploma e GGWP), mas estou voltando aos poucos. Até pq tem plot pra continuar HSAUSHAUSHUAS de resto, eu e o @Manteiga, além do Oriuny, é que temos sido mais presentes rsrsrs
@Oriuny acabei de ver o post, QUE FODA!!!! ADOREI, ESSA PLOT TÁ FICANDO MTO SHOW DE BOLA!
Para quem está jogando, aproveitem a oportunidade: é época de Rise of Devovorga, tentem participar antes que nego termine o evento logo no primeiro dia HAUEUEAHEUEHUHEU
Abração para todos, saudades de todos!
Bom dia meus amigos, como estão? Estou um pouco triste em ver o tópico, com tantos grandes cronistas, assim tão parado :(, queria muito ver mais as aventuras de vocês. Espero ve-los novamente em breve. :y:
Spoiler: A mente em desequilíbio.
Oriuny havia se encontrado brevemente com seu mestre, ambos estavam completamente sem ideias de como resolver a assombração que os atormentava. No entanto, uma conversa na taverna de Thais e um achado antigo no depósito de Oriuny deram vida a uma nova teoria.
Uma caixa misteriosa, com energia e inscrições familiares, a muito esquecidas em seu deposito, lhe chama a atenção.
A capa era bonita, mas o nome do livro de couro vermelho lhe atrai a atenção de imediato.
Oriuny não tinha tempo a perder, e se agarrou ao fio de esperança que surgira.
A disciplina do jovem sempre foi sua característica mais marcante, e não demorou para que ela o leva-se a caminhos antes inexistentes.
Acessar o subconsciente parece ter freado os planos da entidade maligna, mas como ele poderá alcançar o equilíbrio de sua mente? Será que aquela flor representa isso exatamente? Oriuny está disposto a descobrir!
@Oriuny ADOREI O POST!!!
Agora sim o plot vai caminhar xD
Tenho gravado um material tmb, mas precisamos nos reencontrar! Forte abraço e que continuemos firmes e fortes no roleplay!
Abraço,
Iridium.
Aproveitando para tirar as teias desse tópico e matar a saudade da galera, um dos acontecimentos mais recentes do Ireas no Canal:
@Kaditta
@Motion Flamekeeper
@Menicc
@Mr Postman
@Japixek
@Bruttar
@Manteiga
@Gillex Koehan
@Dima Tureh
@Senhor das Botas
@Lacerdinha
@Lost Aisure
@Kinahked
@Kaio Gonzalez
Oi genteeeee!!!
Ainda existe alma viva por aqui?
Tô dando aquela passadinha nostálgica pra matar a saudade...
quem ainda se lembrar de mim e quiser contato comigo, meu discord é Sakkine#8284
Caríssimos “roleplayers” , há muito eu estava devendo o “bg” de um personagem que já participara de duas interpretações no jogo. Personagem interpretar sem “bg” não pode.
Ou pode, Arnaldo? :staredad:
Claro que não. :contemais:
Então segue a primeira parte do “bg” do Arborius (é, ficou muito longo e provavelmente não caberia em um post só, então vou postando aos poucos) e uma “fotenha” do mago. Mais tarde acrescentarei também aos posts umas “screens” da última participação dele, tentando ajudar uma pobre amazona em apuros após recorrer a agiotas venorianos.
Aproveitando o ensejo para desejar a todos os participantes do “roleplaying” um Santo e Feliz Natal e um 2019 cheio de alegrias e realizações. E com muito” roleplaying” também, pois afinal de contas, da mesma forma que o bom e velho “rock and roll”, o “roleplaying will never die”.
Spoiler: Bg do Arborius 1ª parte
Na mente de Arborius nunca desapareceram aquelas imagens trágicas, que ainda povoam seus pesadelos; um casal caído, ensanguentado, sem movimentos, sem reação aos choros da criança, desesperada.
Seres humanoides de aspecto assustador, de pele esverdeada, observam o pequeno, com não mais do que quatro anos, que sacode seus pais em busca de uma reação, de uma resposta, que nunca viria. Um dos orcs, não se sabe se por uma espécie de compaixão, se é que tais criaturas são capazes de tal sentimento, ou por não ver serventia na criança, ergue a lança para aplicar o golpe fatal.
Subitamente, um mar de chamas toma conta do local onde se posicionavam os orcs, fazendo com que os seres emitam horríveis urros de agonia e dor. Na sequência os orcs são atingidos por dezenas, talvez centenas de flechas e lanças; tombam inertes, carbonizados; o ar é tomado por um forte cheiro de carne queimada. Em alguns locais próximos ao redor podem ser ouvidos gritos e ruídos de refregas; urros e guinchos de orcs se misturam a gritos e comandos humanos. Barulhos de choques metálicos reverberam de todas as direções. Aos poucos os sons emitidos pelos orcs desaparecem e apenas as vozes humanas continuam a ecoar pelos arbustos e árvores do pântano.
O pequeno, com o intuito de se proteger do intenso calor emanado do mar de chamas adiante, usa seus bracinhos para cobrir o rosto. Aos poucos as chamas perdem força e tamanho; do meio delas, como a abrir um corredor encantando que afasta o fogo, surge a figura de um homem alto, cabelos e barba longos e esvoaçantes, trajando uma túnica presa ao corpo por um cinto largo de couro. O menino cerra os olhos lacrimejantes na tentativa de enxergar a fisionomia do homem, ofuscada pela luz das chamas atrás.
O homem toma a criança nos braços, que chora estendendo uma das mãos na direção dos corpos de seus pais. Mas eles não respondem. Soldados thaianos se aproximam e tratam de cobrir os corpos com panos rústicos achados ao redor. O homem se afasta da cena levando a criança nos braços, que ainda chora copiosamente apontando para os agora cobertos corpos dos pais, balbuciando palavras que soam como... mamãe... papai...
Arborius, com o passar dos anos, nunca deixou de ir ao pequeno cemitério quase oculto no nível do pântano, sob uma das ruas suspensas de Venore. Lá estão enterrados Ruhan e Alleria Mesclavenger, seus pais. Dravos Jansenin, seu pai adotivo e tutor, o homem que o pegara nos braços naquele dia fatídico e que buscou nos registros de Venore o nome do menino resgatado, sempre lhe contou toda a verdade a respeito do destino de seus pais biológicos. Na época do trágico acontecimento, bandos e hordas de orcs perambulavam pelos pântanos ao redor de Venore na tentativa de achar algum acesso desguarnecido para as ruas suspensas da rica cidade.
O Comando da Guarda em Venore já alertara diversas vezes os grupos de súditos que acampavam nos pântanos, para deles tirarem seu sustento, fosse em pequenos alambiques onde bebidas eram destiladas ou em laboratórios rústicos onde ervas medicinais ou com propriedades diferenciadas eram manuseadas para a produção de poções curativas ou mesmo cosméticos, a respeito da possibilidade de ataques por parte dos orcs e em consequência disso instavam as pessoas para que desmontassem os acampamentos e se pusessem em segurança no interior da cidade.
Mas as atividades no pântano eram lucrativas e por isso muitos dos súditos relutavam em desmontar os respectivos acampamentos; entre eles, Ruhan e Alleria... infelizmente, para os pais de Arborius, e para outros habitantes de Venore, os alertas da Guarda acabaram por se mostrar procedentes...
Arborius foi plenamente acolhido, quando já um jovem adulto, na guilda à qual Dravos pertencia já há muitos anos. Seu mestre e pai adotivo o iniciara nas artes e ofícios dos magos e Arborius logo se destacou na guilda, sendo benquisto por seus camaradas.
Acumulou grande fortuna, com parte dos espólios arrecadados quando das invasões e incursões a comunidades e esconderijos de determinadas criaturas, levadas a cabo pela guilda.
Sempre alimentou um especial sentimento de ódio e crueldade direcionados aos orcs, assassinos de seus pais. Quanto mais evoluía no domínio dos poderes ligados aos magos, mais fazia questão de eliminar os objetos de seu ódio com um alto grau de perversidade, sempre que a ocasião de confronto ou invasão contra os “filhos de Brog” se apresentava.
Mas Dravos aconselhou Arborius a não cultivar mais sentimentos negativos ou de crueldade, mesmo contra os orcs, pois isso corrói a alma e a fronteira que separa um mago de um feiticeiro ou warlock é tênue quando as trevas se acercam do coração daqueles que dominam o mana.
Arborius procurou seguir a orientação de seu mestre e lutou para que o sentimento de crueldade contra os inimigos dos filhos de Banor arrefecesse em seu coração, por mais que isso fosse extremamente difícil.
Cotidianamente a vida de Arborius era boa e praticamente tranquila. Fora as eventuais missões da guilda contra acampamentos e abrigos de criaturas seguidoras ou sob domínio de Zathroth, o jovem se dedicava a estudar e a aperfeiçoar seus conhecimentos e técnicas nas artes dos magos... até que um dia as coisas começaram a mudar, e radicalmente...
Seu mestre, Dravos, passou a encontrar-se frequentemente com um estranho indivíduo em uma das tavernas de Venore. O interlocutor de Dravos era um homem de aspecto soturno, usando sempre um capuz... nas ocasiões em que Arborius fez menção de se aproximar dos dois, por curiosidade, Dravos pediu-lhe que não o fizesse e se mantivesse afastado. Isso perturbava sobremaneira o jovem mago.
Até que Dravos aproximou-se de Arborius, na sede da guilda, com um semblante grave e disse a seu discípulo que estava desligando-se do grupo para integrar-se a outro, em terras muito distantes, no norte de Main. Arborius insistiu para que Dravos o levasse com ele.
O mestre relutou mas acabou cedendo. Assim, Arborius também se desligou da guilda e seguiu Dravos e o homem soturno que costumava conversar com seu mestre naqueles dias, em uma longa jornada, que durou semanas, para as terras do Reino Carlinês.
(Continua...)
Spoiler: Bg do Arborius 2ª parte
Tiveram que ter cuidado não só com as criaturas perigosas que habitam as florestas e planícies do continente, mas também com as patrulhas de Kazordoon e de Carlin, pois entravam em terras estrangeiras sorrateiramente e se fossem localizados principalmente pelas guerreiras de Carlin, poderiam ser presos ou mesmo mortos...
Durante a viagem Arborius fez insistentes questionamentos a seu mestre e ao estranho. Dravos respondeu que estavam indo juntar-se a uma espécie de guilda composta por magos muito poderosos, que dominavam plenamente não apenas o fogo, mas as lavas vulcânicas que corriam no subsolo do continente. O Mestre de Arborius queria muito dominar tal poder e afirmou que ele e Arborius atingiriam um novo patamar se conseguissem absorver todo o conhecimento dominado pela nova guilda... o interlocutor de Dravos apresentou-se como um membro dessa guilda. Seu nome era Apkar e revelou que corria o continente em busca de potenciais candidatos à “guilda dos dominadores da lava” e que viu em Dravos um mago muito promissor. Arborius sentiu que ingressava na aventura quase que como um acessório de seu mestre.
Depois de uma longa e extenuante viagem, chegaram às cercanias da província e ducado carlinês de Northport. Apkar conduziu seus acompanhantes através de um enorme labirinto de cavernas subterrâneas, ocupadas em determinadas partes por lobos e mesmo trolls, entre outras criaturas... depois de uma quase interminável jornada pelas cavernas, Apkar e os dois aprendizes chegaram aos salões da guilda.
Ao adentrarem os corredores e salões da guilda, Arborius e Dravos ficaram impressionados com o complexo utilizado como base. Viram que os habitantes do complexo tinham uma vida praticamente autossustentável no subterrâneo, com várias fontes naturais de água e cultivo, em pequenas hortas, de vários tipos de vegetais comestíveis, apesar da luz de Fafnar não penetrar nas profundas galerias. Havia rios e filetes de lava correndo por detrás das paredes mas por algum motivo a temperatura no ambiente não era elevada ou desconfortável. Era até aconchegante e compensava em parte as frias temperaturas do norte do continente. Foram apresentados, junto com outros recém-chegados, ao Grande Mestre dos manipuladores da lava: Benicio.
Benicio se mostrou um homem sério, de semblante rigoroso. Mas deu as boas-vindas aos novatos e manifestou sua esperança no sentido de que os novos membros em potencial se empenhassem em aprender os poderes aos quais seriam apresentados. Benicio exigiu deles, além disso, que prometessem não divulgar os novos conhecimentos fora do âmbito da guilda e também se esforçassem por manter a localização do complexo ou base dos magos da lava em segredo.
Dravos e Arborius foram incorporados a uma espécie de turma ou grupo, composto por cerca de quinze aprendizes e conduzido por Apkar. Apesar do estranhamento inicial Arborius acabou se adaptando à nova “guilda”. A arte e a ciência da manipulação da lava era de fato fascinante, levando seus praticantes a alcançarem um novo patamar no domínio do mana. Os demais aprendizes do grupo eram pessoas de boa índole e Arborius logo fez amizade com todos. Dravos, mostrando-se um mago de fato muito poderoso, evoluiu rápido nos novos conhecimentos e logo foi designado por Benicio para conduzir um outro grupo de aprendizes. Arborius entristeceu-se pelo fato de Dravos não mais compor seu grupo de aprendizado, mas não se surpreendeu com o rápido progresso de seu mestre. Arborius sempre reconhecera e admirava as habilidades de Dravos no controle e domínio do mana.
Arborius com o tempo se inteirou a respeito da história da “guilda da lava”. Aprendeu que a guilda fora fundada há muitos anos por três poderosos magos, entre eles Benicio. Os outros dois magos acabaram por se desligarem do grupo, temerosos de que o poder estudado e aperfeiçoado pela guilda pudesse cair em mãos erradas e ser usado para o mal. Benicio continuou com o “projeto”, ensinando outros magos e procurando cooptar potenciais aprendizes ao redor de Main, impondo, no entanto, uma rigorosa regra de conduta aos membros. Os guildanos diziam que os outros dois magos fundadores eram mais poderosos do que o próprio Benicio. Seus nomes eram Alawar e Gesnar e haviam se tornado verdadeiras lendas entre os aprendizes. Alguns diziam que ambos teriam se estabelecido em uma gélida e remota ilha ao norte de Main, mas seus destinos eram um pouco obscuros, ninguém sabia ao certo onde estavam ou o que faziam, sequer se ainda estavam vivos.
A vida seguia e Arborius aos poucos foi aperfeiçoando seus conhecimentos e habilidades na manipulação da lava. Mas, mais uma vez, uma mudança radical iria se impor em sua vida...
Rumores começaram a correr entre os aprendizes no sentido de que havia desavenças muito fortes entre Benicio e um mago que conduzia um grande grupo de estudos.
Esse mago advogava a ideia de que a “guilda da lava” deveria expandir seus domínios; usar dos grandes poderes desenvolvidos para conquistar terras na superfície acima do complexo subterrâneo; terras do Reino de Carlin, mais especificamente.
Benicio se opunha vigorosamente. Dizia que se algum dia a guilda saísse e se desse a conhecer ao Mundo seria de modo pacífico, se relacionando normalmente com os reinos ao redor do continente. Apkar, Dravos e a maioria dos condutores das turmas de estudo se colocavam ao lado de Benicio na querela e seus alunos os seguiam nessa posição. O Grande Mestre chegara até a ameaçar o mago dissidente com o banimento, caso insistisse com a mentalidade belicista. O nome do mago era... Zarabustor.
O clima seguiu tenso dentro da guilda. Arborius se lembrava constantemente das histórias referentes a Alawar e a Gesnar e se indagava se os dois magos fundadores não estariam certos; o poder de manipulação da lava poderia cair em mãos erradas e ser usado para o mal... por pessoas como Zarabustor...
O mago dissidente tinha muitos simpatizantes e seguidores no grande grupo de estudos que conduzia e mesmo fora dele. Muitos na guilda temiam a possibilidade de um sério conflito interno e consideravam que o banimento de Zarabustor, por parte de Benicio, era iminente.
Não muito tempo depois, Arborius foi acordado por fortes tremores nas galerias subterrâneas, seguidos pelo transbordamento de lava através das paredes. O mago de Venore e outros aprendizes saíram de seus recintos para os corredores, assustados com os tremores e o súbito movimento da lava ao redor das galerias. Alguma coisa muito séria estava acontecendo no complexo. O epicentro dos tremores parecia se localizar no salão do Grande Mestre e para lá se dirigiram os aprendizes, atemorizados mas ansiosos por descobrirem o que acontecia.
À medida que os aprendizes e demais habitantes das galerias se aproximavam do salão, o cenário se mostrava devastado. Como se uma luta titânica tivesse se desenrolado nas cercanias. Lava brotava do chão e escorria das paredes, rachadas como o assoalho. Detritos e enormes blocos de rocha jaziam no caminho.
Quando alcançaram o salão, uma visão aterrorizante se apresentava; vários magos jaziam mortos ou muito feridos no chão, diante do trono do Grande Mestre. E no trono sentava-se, naquele momento, Zarabustor... ao redor dos corpos e dos feridos, podiam ser vistos os numerosos aprendizes e estudiosos do grupo conduzido pelo mesmo Zarabustor...
Arborius e os outros recém-chegados ao salão conseguiram divisar, entre os mortos, Benicio, Apkar e outros instrutores dos diversos grupos de estudo; todos sempre muito fiéis a Benicio e às regras por ele estabelecidas para as atividades da guilda. Compreenderam que Zarabustor e seus seguidores aproveitaram-se de uma reunião no salão, da qual participavam os instrutores dos diversos grupos de estudo, para levarem a cabo um golpe interno contra Benicio, atacando covardemente de surpresa o Grande Mestre e os instrutores que lhe eram fiéis... entre os corpos havia vários aprendizes de Zarabustor, também; perderam a vida no embate.
Arborius reconheceu, perto de onde estava, na entrada do salão, o corpo de Dravos, envolto em pequenos blocos de lava e muito ensanguentado... notou, despedaçado por dentro, que Dravos ainda vivia e fazia pequenos gestos, pedindo a Arborius que se aproximasse...
Dravos, sussurrando, com as últimas forças que tinha, antes de expirar definitivamente, suplicou a Arborius que fugisse, saísse dali imediatamente...
Em lágrimas, apoiando o corpo já sem vida de seu mestre nos braços, hesitando, tentando controlar o ódio que sentia por Zarabustor e seus sequazes, Arborius ergueu-se, olhou pela última vez para o rosto de Dravos e saiu correndo do salão, ganhando os corredores do complexo, em busca de uma das saídas... atrás dele vieram vários outros alunos dos instrutores assassinados, buscando também fugir das galerias.
Percebendo o que acontecia, Zarabustor disse aos demais aprendizes que chegaram ao salão junto de Arborius e que ainda não tinham se evadido, que se quisessem ser aceitos na “nova ordem” que acabara de ser implantada na guilda da lava, deveriam perseguir e eliminar todos os fujões, sem dó nem piedade.
Os aprendizes entreolharam-se, aterrorizados... com medo de serem mortos pelos seguidores de Zarabustor, se colocaram em perseguição a Arborius e os demais fugitivos.
(Continua...)
Spoiler: Bg do Arborius 3ª parte
Uma intensa perseguição e vários combates tomaram conta das galerias subterrâneas. Gritos e explosões eram ouvidos em vários corredores e recintos ao longo de todo o complexo. Arborius conseguiu fugir da base para o labirinto de cavernas acima, na esperança de chegar à superfície. Chegou a ser cercado por dois dos aprendizes que obedeceram à ordem de Zarabustor, no sentido de perseguir e matar os que haviam fugido do salão do Grande Mestre. Mas Arborius já havia atingido um alto nível de poder e conseguiu ferir gravemente seus dois oponentes. Não teve coragem de matá-los, no entanto, deixando-os no local da refrega, na esperança de que, mais tarde, fossem encontrados por outros membros da guilda.
Arborius prosseguiu em sua fuga pelas cavernas, escondendo-se das diversas criaturas que habitavam e transitavam pelas galerias rochosas.
Não ouvia mais ruídos de combate nem gritos. Pensava assim que, infelizmente, os fugitivos teriam sido capturados ou mortos pelos aprendizes que atenderam ao apelo de Zarabustor.
Finalmente, depois de quase um dia inteiro tentando encontrar uma saída, Arborius alcançou a superfície. Seus olhos se encantaram com a visão de Fafnar se pondo no horizonte. Há tanto tempo vivera nas cavernas e galerias, centenas de metros abaixo da superfície... esquecera-se de tantas coisas fascinantes existentes sob a atmosfera de Tibia; a vegetação, os animais, o céu azul, as estrelas... mas não tinha tempo para contemplações; os seguidores de Zarabustor poderiam ainda estar em seu encalço...
Arborius percebeu que Northport estava não muito distante, um pouco ao norte. Rumou para a cidade carlinesa, chegando lá ao anoitecer. Temendo não ser bem recebido ou ser abordado pelas guardas reais, escondeu-se em um estábulo e acomodou-se sobre um montículo de feno. Estava esgotado...
Teve um sono conturbado, no entanto... visões de magos da guilda da lava perseguindo-o... a imagem de Zarabustor sentado no trono que fora de Benicio... os corpos de Benicio, Apkar... seu mestre Dravos agonizando no chão, pedindo-lhe que fugisse... imagens da infância... o cemitério onde estão enterrados seus pais em Venore...
Acordou sobressaltado. Refez-se um pouco com o frescor do ar da manhã e os ruídos da fauna ao redor. Novamente sentiu um deslumbramento com a visão de Fafnar, avançando sobre o céu na aurora. Ao ouvir conversas, provavelmente dos habitantes da pequena fazenda, em cujo estábulo se escondera e pernoitara, evadiu-se discretamente e, tomando cuidado para não ser notado, principalmente pela guardas carlinesas, afastou-se de Northport rumo ao sul. Temia que os seguidores de Zarabustor viessem em seu encalço e causassem problemas para os fazendeiros ou mesmo para os demais habitantes da cidade. Northport seria um dos primeiros locais onde procurariam.
Caminhou alguns dias rumo à grande enseada ou pequeno mar interior que separa as terras de Carlin das de Kazordoon. Com seus poderes, conseguiu afugentar alguns salteadores que costumam abordar os viajantes incautos, nas estradas e florestas. Evitou a grande floresta, lar das Dryads e dos Leaf Golems. Foi atacado por alguns goblins, os quais rechaçou sem maiores problemas. Alimentou-se de frutas e de alguns animais de caça. A água era abundante nos pequenos córregos e riachos que cortam as férteis terras de Carlin.
Sentia-se bem assim. Gozava a liberdade, o ar puro e as belezas naturais da superfície de Main, apesar das lembranças a respeito dos fatos trágicos há pouco ocorridos.
Acabou por alcançar uma península cuja extremidade, dominada por uma elevação rochosa, debruçava-se sobre a grande enseada. Subiu no cume do pequeno monte para admirar a belíssima vista.
Estava absorto em seus pensamentos quando ouviu, vindo de trás, uma voz agressiva localizada a poucos metros. Virou-se e viu dois magos pertencentes à guilda da lava. Reconheceu-os como dois aprendizes de grupos que não eram seguidores ou simpatizantes de Zarabustor. Entristeceu-se ao ouvir, de um dos magos, que estavam há vários dias rastreando-o para matá-lo e assim ganhar a confiança do “Grande Mestre”, na “nova ordem” da guilda.
Arborius também notou a presença de um terceiro membro da guilda, um aprendiz do grupo onde Zarabustor fora o instrutor. Postava-se a uma certa distância, como a observar o confronto que se aproximava, ou como “garantia” do cumprimento da tarefa dada por Zarabustor, por parte dos outros dois aprendizes.
Um silêncio, cortado apenas pelo sibilar do vento proveniente da enseada e pelo som das gaivotas que voavam ao redor, dominou o ambiente. Então, Arborius percebeu que seus dois perseguidores passaram a emanar fortemente a energia proveniente dos respectivos mana, indicando que estavam prestes a atacar. E atacaram com grande intensidade...
Spoiler: Bg do Arborius 4ª parte
Um tremor tomou conta do cume do pequeno monte e fluxos de lava irromperam na superfície; os dois magos da guilda, através de gestos com as mãos, fizeram precipitar sobre Arborius pequenos projéteis pontiagudos de lava, mas o discípulo de Dravos fez surgir, também atraindo um fluxo de lava à superfície, uma espécie de muro de proteção entre ele e os assassinos, fazendo com que os projéteis explodissem contra a barreira, sem causarem qualquer dano a Arborius... os agressores espantaram-se com a engenhosidade e rapidez da reação de Arborius. Ato contínuo, o fugitivo, sempre se utilizando de fluxos de lava atraídos à superfície, forma sob seus pés uma espécie de chaminé ou cilindro de lava, elevando-se assim acima da barreira produzida anteriormente, para defender-se... os perseguidores imitam-lhe o movimento e atraem, por sua vez, fluxos de lava que também assumem a forma de enormes colunas, suspendendo os magos da guilda a uma grande altura; mas Arborius, utilizando-se, à distância, com seu poder, das colunas de lava erguidas por seus adversários, faz surgirem longas protuberâncias pontiagudas que se curvam na direção dos corpos dos dois magos da guilda, trespassando-lhes os respectivos abdomens, causando-lhes mortes horríveis.
O terceiro mago da guilda que a tudo observava, à distância, espanta-se com o desfecho do combate e, emanando grande energia proveniente de seu mana, faz com que as colunas de lava erguidas pelos agora mortos adversários de Arborius se precipitem, com todas as suas protuberâncias, na direção do discípulo de Dravos, que pula para o solo na esperança de proteger-se atrás da barreira por ele erguida momentos antes; mas as colunas se chocam com grande força contra a barreira, empurrando-a contra Arborius, arrastando-o para a beira do precipício que se debruça sobre o mar...
Arborius tenta frear, com seu poder, o ímpeto da enorme massa de lava, parte ainda ativa e parte já solidificada, que se desloca em sua direção, mas é inexoravelmente empurrado para o abismo e cai de grande altura na superfície da água; em seguida toneladas de lava chocam-se contra o espelho d’água, produzindo uma enorme coluna de vapor...
O mago da guilda vem para a beira do precipício, certificar-se de que Arborius não sobrevivera à queda e ao impacto da lava na água, no mesmo local onde o discípulo de Dravos caira...
Além dos ruídos provocados pelo vapor, produzido pelo contato da lava com a água, nenhum sinal de Arborius é notado pelo agressor. Julga o mago da lava que o fugitivo está morto, não sobrevivendo à grande queda e ao posterior choque de toneladas de lava com a superfície da água, no mesmo ponto onde Arborius atingira o espelho d’água...
Após alguns minutos, o seguidor de Zarabustor vai embora, convencido de que seu alvo jazia para sempre no fundo do mar...
(Continua...)
Spoiler: Bg do Arborius 5ª parte
No grande mar interior localizado ao sul das terras do Reino de Carlin, como uma continuação a leste do Golfo dos Reis, existem nas margens ao norte vários vilarejos submetidos à Coroa Carlinesa.
Em uma dessas localidades, uma pequena aldeia formada por pescadores e agricultores, a população se aglomera em torno de um corpo na praia. Pescadores, mulheres e crianças julgam estar morto o homem de longos cabelos e barba, trajando uma comprida e, assim como os cabelos e a barba, encharcada túnica. O homem apresenta também muitas escoriações e queimaduras pelo corpo.
Uma senhora, já bem idosa, pede passagem entre os curiosos e, agachando-se, aproxima o ouvido da boca do “náufrago” e toca-lha levemente o pescoço, procurando sinais de vida. Subitamente, exclama: __Ele está vivo! Ele está vivo! Levem-no para minha cabana!
Surpresos, os pescadores e camponeses erguem o homem desfalecido e o conduzem à cabana da anciã, que se dispõe a cuidar e a reanimar o infeliz afogado.
Após três dias, aquecido na cama e sendo objeto de cuidados por parte da idosa, que lhe ministrara alguns remédios e poções a base de ervas e plantas medicinais, o homem tosse, movimenta as mãos e lentamente abre os olhos...
Os habitantes do vilarejo passam a ir frequentemente à casa da idosa, quase que em uma espécie de romaria, para ver e acompanhar a melhora do estranho recolhido das águas.
Com o passar dos dias, Arborius tem suas feridas e queimaduras praticamente cicatrizadas... nutre a partir daí um sentimento de grande afeto pela idosa que praticamente salvara sua vida, cujo nome, vem a saber depois, é Maissa...
Para Maissa, e os demais habitantes do vilarejo, curiosos em saber a história pregressa de Arborius; como aparecera na praia, desfalecido... o discípulo de Dravos, temeroso da reação dos campesinos, omite os fatos relativos à guilda da lava, relatando apenas ser um mago que vivia sozinho nas florestas e planícies ao redor e que fora atacado por feiticeiros perversos e assim lançado ao mar... Arborius evita revelar também sua origem thaiana, posto que está entre súditos da Coroa Carlinesa.
Nesta época Carlin é governada pela Rainha Isolde, mãe e antecessora de Eloise. Isolde é uma soberana respeitada e amada pela grande maioria de seus súditos. É acatada inclusive pelas comunidades de amazonas seguidoras da filosofia de Amazia.
Arborius é praticamente acolhido por aquele povo simples e acaba se integrando ao cotidiano do vilarejo. Durante algum tempo habita na cabana de Maissa, ajudando a idosa nos afazeres; colhe gravetos e corta a madeira para o fogo, ajuda na coleta de ervas e raízes, para a alimentação e preparo de medicamentos e fortificantes.
Após algumas semanas, começa a construção de uma pequena casa rústica ao lado da casa de sua salvadora, contando para isso com o auxílio de vários moradores do vilarejo.
Com o passar dos dias, Arborius se depara com uma situação curiosa. Uma comitiva de amazonas seguidoras da filosofia de Amazia, portanto não pertencentes às forças regulares de Carlin, visita o vilarejo. O mago fica sabendo que os habitantes da localidade mantém uma relação de convivência amistosa com uma comunidade de amazonas situada a oeste do vilarejo, em uma outra península.
Mais do que isso, as amazonas cultivam relações afetivas, quase matrimoniais, com pescadores e camponeses da vila. Nessa espécie de “casamento”, as filhas são levadas para o acampamento das amazonas, tornando-se futuras guerreiras, enquanto os filhos permanecem com os pais, aprendendo os ofícios ligados às atividades agrícolas e à pesca.
Mas há também casamentos apenas entre os habitantes, o que permite a existência de meninas na aldeia, uma vez que não são filhas de amazonas e não são levadas para o acampamento das guerreiras.
Mas neste último caso, o problema se refere às tropas regulares de Carlin. Guerreiras de Isolde por vezes visitam, também, a aldeia; as militares usam o vilarejo como passagem e descanso para o deslocamento de tropas que patrulham as fronteiras do Reino ou se dirigem para o posto avançado de Carlin, em Femor Hills. Durante as visitas do Exército, meninas da aldeia são selecionadas e compulsoriamente levadas para a capital, para estudarem, treinarem e serem incorporadas às tropas da Rainha, ainda que sob protestos dos pais.
Mas os aldeões acabaram, ainda que a contragosto, se adaptando ao sistema. Afinal não deixa de ser uma oportunidade para algumas de suas filhas receberem uma educação de nível, no Exército Real, e o soldo que futuramente recebem, em parte é remetido para os pais, ajudando o sustento e a economia do vilarejo. Além de tudo o Exército, auxiliado pelas seguidoras de Amazia, da comunidade a oeste, proporciona segurança e defesa contra eventuais e específicos invasores, situados nas bases e encostas de Femor Hills, a leste: os goblins; além de bandos de foras da lei que se refugiam na margem sul do golfo, dentro de terras ao norte de Kazordoon.
Arborius vem a saber, curiosamente, que Maissa já pertencera, há muitos anos, à comunidade de amazonas selvagens; a idosa recebera autorização, da valquíria que lidera as guerreiras, para viver no vilarejo, onde acabou por se tornar uma espécie de matriarca e conselheira dos campesinos. Não só isso. O mago tomou conhecimento do fato de Maissa ser a mãe da mesma valquíria, de nome Ingrid, que comanda o grupo de seguidoras de Amazia. O finado marido da idosa era um morador do vilarejo e a filha que tiveram juntos foi levada por Maissa para ser criada entre as guerreiras.
Na primeira visita à aldeia que as amazonas selvagens fizeram, após Arborius ser encontrado na praia, desfalecido, Ingrid inquiriu o mago detalhadamente, desconfiada de sua origem e de suas intenções. Arborius, como fizera antes em relação aos aldeões, omitiu cuidadosamente sua antiga relação com os magos da lava e sua remota origem thaiana, limitando-se a repetir as mesmas alegações, no sentido de ser apenas um mago que vivia sozinho nos campos e florestas e que fora atacado por feiticeiros perversos.
Ingrid acabara por aceitar as explicações e relatos de Arborius, constatando que o mago conseguira angariar a confiança e a simpatia de Maissa e dos demais camponeses. Mas na ocasião adverte Arborius para que não traia a confiança do povo simples do vilarejo, do contrário atrairia sobre si a ira das guerreiras da comunidade das amazonas.
Arborius, sendo sincero consigo mesmo, não tardou a reconhecer que em seu coração uma certa atração ou paixão por Ingrid, uma mulher belíssima, alta, loura, de corpo atlético, havia despertado; mas a valquíria já escolhera o seu eleito, um jovem pescador da aldeia, e logo engravidara dele. Arborius resignou-se e tratou de mergulhar no cotidiano do povoado, lavrando a terra, indo ao mar com os pescadores e mesmo cuidando de Maissa, a quem praticamente “adotara” como mãe.
Os anos se passaram... Ingrid tivera dois filhos com o pescador; a menina, como de hábito, fora levada para a comunidade das amazonas e o menino ficara na aldeia, aprendendo o ofício de pescador com seu pai e ajudando-o em terra e no mar.
(Continua...)
Spoiler: Bg do Arborius 6ª parte
Um fato triste acontece alguns anos mais tarde. Maissa falece e os camponeses rendem-lhe homenagens no enterro, em um pequeno cemitério localizado a leste da aldeia. A ex-amazona e anciã era considerada praticamente a condutora do povoado, sua matriarca... Arborius derrama lágrimas pela perda de sua segunda “mãe”, cuidando, sempre que possível, de sua sepultura. Tantas perdas em sua vida... seus pais biológicos nas mãos dos orcs; Dravos, Apkar, Benicio e outros amigos que fizera na guilda da lava, mortos pela “revolução” de Zarabustor...
Mais alguns anos e explode a guerra de Ferumbras contra o Reino Thaiano. No decorrer dos intensos combates, Carlin e o Norte de Main não são diretamente afetados... mas após ter seus planos de conquista e destruição de Thais rechaçados, Ferumbras instiga o Rei dos Orcs a lançar o restante de suas hordas contra Carlin, na esperança de que as legiões thaianas viessem em socorro de sua ex-colônia, para não deixá-la cair nas mãos dos orcs, como já fizera em outras ocasiões no passado, e assim dispersar as tropas, deixando o Sul de Main menos guarnecido. O Norte do Continente treme sob as pesadas passadas dos orcs.
As legiões de Tibianus cruzam o grande rio que separa o norte do sul do continente e, atendendo ao apelo de Isolde, lutam ombro a ombro com as guerreiras de Carlin, contra as sanguinárias hordas de Ulderek’s Rock... Ab’Dendriel e Kazordoon juntam-se aos exércitos humanos e os orcs sofrem uma fragorosa derrota nos já lendários Campos de Glória, que já haviam visto muitas outras batalhas notórias antes, na história...
Batendo em retirada, grupos de orcs invadem e depredam alguns vilarejos pequenos submetidos à Coroa Carlinesa, como uma espécie de vingança e retaliação pela derrota... as ferozes criaturas tentam invadir, também, a aldeia de Arborius; os campesinos, Arborius ao lado deles, tentam organizar a defesa mas a visão da pequena horda de orcs se aproximando do vilarejo é capaz de gelar a espinha do mais valente guerreiro... mas, subitamente, os orcs são atingidos por saraivadas de flechas e lanças disparadas com extrema habilidade... em seguida, são alvo de uma carga de cavalaria das amazonas da comunidade a oeste; Ingrid, voltando naquele momento dos Campos de Glória, onde liderara suas guerreiras que lutaram ao lado do Exército Carlinês, literalmente atropela os orcs com os cavalos, ao mesmo tempo em que as amazonas vão trespassando os corpos das surpreendidas criaturas; ali Arborius pôde constatar in loco como de fato as amazonas da comunidade defendem o pequeno vilarejo...
Algo intrigava Arborius durante o desenrolar dos conflitos na guerra que se encerrava. Alguns aldeões que iam à Capital retornavam com estranhos relatos a respeito de poderosos feiticeiros que teriam se envolvido na guerra ao lado de Ferumbras. Mesmo nas batalhas contra Thais, no Sul do Continente, como também no último embate nos Campos de Glória, guerreiros contavam que os citados feiticeiros demonstravam um enorme poder, causando muitas baixas nas fileiras dos inimigos de Ferumbras; mais do que isso, Arborius fica espantado ao saber que tais feiticeiros pareciam ter um controle assombroso sobre a lava, que conseguiam trazer à superfície e, em seguida, manipulá-la de várias formas, transformando-a em arma terrível... O discípulo de Dravos não tem dúvidas; a Guilda da Lava, sob o comando e inspiração de Zarabustor, começara a ensaiar os primeiros passos para fora do complexo subterrâneo; e na guerra contra Ferumbras, ficava evidente que se pusera ao lado do feiticeiro perverso, ainda que Ferumbras tenha sido derrotado... tais fatos levavam Artborius a resgatar, em sua memória, os pensamentos a respeito dos dois mestres fundadores da guilda da lava, ao lado de Benicio: Alawar e Gesnar. Estariam ainda vivos? Se sim, poderiam de alguma forma intervir e ajudar a conter os ímpetos malignos de Zarabustor?
Volta e meia tais reflexões invadiam a mente de Arborius. Mas os anos foram passando; a vida tranquila e bucólica na aldeia foram novamente moldando o espírito do discípulo de Dravos, que de dedicava à agricultura e à pesca, praticamente abstraindo-se das questões relativas aos poderes de manipulação do mana...
Mas, como quase tudo na vida de Arborius, os tempos de bonança eram um prenúncio de tempestades...
(Continua...)
Spoiler: Bg do Arborius 7ª parte
Um dia, ao retornar do trabalho na lavoura, Arborius se depara com uma cena em relação à qual talvez sequer pudesse imaginar a possibilidade de tal cenário pertencer aos seus mais tormentosos pesadelos...
Naquele dia os homens da comunidade haviam zarpado para uma grande pescaria e Arborius considerou ser mais útil lavrar a terra, uma vez que os pequenos barcos estavam lotados.
Mas no centro da aldeia, estavam Mulheres, idosos e crianças do vilarejo, apavorados, cercados por fluxos de lava que emergiam do subsolo como serpentes incandescentes...
De pé, contemplando a cena, em locais diferentes ao redor, como se estivessem se divertindo com o terror estampado nos rostos daquele grupo de indefesos e vulneráveis, três feiticeiros manipulavam a lava de modo ameaçador, fazendo menção de jogá-la sobre os infelizes aldeões...
Arborius percebe, então, que o feiticeiro mais afastado do círculo de lava que ameaçava os camponeses, como se supervisionasse, à distância, a perversa “brincadeira”, é o mesmo que combatera, anos atrás, no penhasco...
Ao perceber a chegada do discípulo de Dravos, o feiticeiro diz, com um sorriso de satisfação em meio a uma expressão de perversidade: __ Arborius... então eram verdadeiros os relatos que nossos batedores produziam... há um mago vivendo entre esses camponeses... e pelas descrições, tudo indicava que só poderia ser você. Não sei como conseguiu sobreviver à queda do penhasco, há tantos anos... De qualquer modo, desta vez me certificarei que não volte mais do “túmulo”...
__Por que fazem isso??? Indaga, indignado, Arborius. __Por que não me esquecem??? Nada mais tenho a ver com a guilda da lava! Tenho uma vida nova e diferente agora!
O feiticeiro responde: __Não existe isso de “vida nova” para aqueles que abandonam Demona. A penalidade para os desertores é a morte. Paira sobre você uma sentença de Mestre Zarabustor. E ela será cumprida hoje...
__D-Demona? Indaga, surpreso, Arborius.
__Sim. Esse se tornou o nome de nossa organização, ou guilda, se preferir. É também o nome de nosso complexo subterrâneo...
__Vocês se envolveram na guerra de Thais contra Ferumbras? Indaga, curioso, Arborius.
__Sim... Mestre Zarabustor ajudou Ferumbras. Mas aquele velho idiota não foi capaz de subjugar o Reino Thaiano. Doravante Demona promoverá seus próprios ataques aos reinos da superfície...
Tendo confirmado suas suspeitas, Arborius exclama: __Se é a mim que querem, deixem essas pessoas inocentes livres. Libertem-nas do círculo de lava!
_Oh, que nobre... Responde sarcasticamente o feiticeiro. __Mas você não tem condições de reivindicar nada. Vamos executar a sentença de Mestre Zarabustor e depois decidimos o que fazer com esses camponeses... talvez os usemos como exemplo para os demais que estão pescando... talvez possamos nos divertir com eles, após matá-lo...
Ao ouvir a resposta do feiticeiro, Arborius enche-se de ira e, decidido a reagir, apesar de há muito não usar seus poderes, começa a irradiar fortemente seu mana, de modo que uma auréola vermelha pode ser vista ao redor de seu corpo.
Um dos outros dois feiticeiros que acompanham o líder, ao ver isso, exclama: __M-mestre Dersimus...
Dersimus, no que é seguido pelos dois outros feiticeiros, começa a elevar o nível de seu mana e a irradiar uma forte e agressiva energia a partir de seu corpo.
Mas, ato contínuo, os dois seguidores de Dersimus são atingidos, por disparos de flechas, vindos de trás, em seus respectivos pescoços. As flechas atravessam suas curvaturas cervicais, fazendo com que as pontas dos projéteis apareçam nas gargantas. Os dois feiticeiros cospem e expelem muito sangue pela boca, sofrem enormes convulsões e caem mortos no solo.
Dersimus, surpreso, volta-se para trás e só tem tempo de ver uma amazona cavalgando rápido em sua direção e trespassar-lhe o tórax com uma lança, erguendo-o do solo e disparando com seu cavalo na direção de um dos casebres mais próximos, na aldeia. Dersimus é cravado pela lança na parede do casebre e, como seus dois auxiliares, expele grande quantidade de sangue pela boca, antes de sofrer fortes convulsões e baixar a cabeça, morto e pendurado à parede. Seu algoz é, simplesmente, Ingrid.
Um comando de amazonas, seguindo Ingrid, irrompe na aldeia, inclusive as arqueiras que haviam abatido os dois feiticeiros sob as ordens de Dersimus, além de alguns adolescentes que conseguiram se evadir, quando da chegada dos três warlocks de Demona e assim alertar as amazonas do acampamento a oeste.
Arborius, ante o desfecho do que parecia ser um final trágico para ele e para os habitantes do vilarejo, cai de joelhos aliviando a tensão e dissipando grande parte da forte energia que emanava de seu mana, uma vez que o combate contra os três warlocks acabara por não acontecer. Em seguida, levantando-se, desfaz o fluxo de lava, produzido pelos feiticeiros e que prendia os aldeões. Grande parte dos camponeses corre para Arborius, abraçando-o e agradecendo.
Outros aldeões vão cumprimentar as amazonas salvadoras, como também os adolescentes que conseguiram alertar as guerreiras.
Ingrid se aproxima de Arborius e diz: __Parece que você não nos contou toda a verdade a seu respeito...
Arborius, constrangido, reconhece que não fora totalmente honesto, quando narrou seu passado, a fim de ser aceito pela comunidade da aldeia. Então se põe a contar tudo o que ocorrera em sua vida pregressa e que havia omitido, anteriormente... sua origem thaiana... os acontecimentos relativos à antiga guilda da lava... a morte de seu mestre e de outros na sublevação de Zarabustor... a perseguição dos Warlocks sob a liderança de Dersimus... o combate travado no penhasco...
Após o relato, ou confissão, Ingrid e as amazonas dirigiram a Arborius olhares severos, não muito dispostas a relevar, por parte do mago, as omissões em relação a fatos importantes de seu passado. Mas Arborius já havia, com o passar dos anos, conquistado o respeito e o afeto dos aldeões que não se importaram muito com o fato do mago não ter contado tudo a respeito de sua vida pregressa. As amazonas, diante disso, cedem e abrem mão de impor qualquer pena ou censura sobre Arborius; ainda mais, no caso específico de Ingrid, que nutre uma espécie de gratidão por Arborius ter cuidado de sua mãe, Maissa.
Mas Arborius julga que seu tempo como habitante da aldeia cumpriu um ciclo agora já esgotado. O mago resgata em sua mente os pensamentos e as ideias relativas aos antigos fundadores da guilda da lava: Alawar e Gesnar. Sua antiga intenção de procurá-los e falar a respeito da revolta de Zarabustor, caso ainda estejam, evidentemente, vivos. Além do mais, pensa Arborius, muito provavelmente Zarabustor, após tomar conhecimento da morte de Dersimus, enviará outros warlocks em seu encalço, o que poderá, mais uma vez, colocar em risco a vida e a segurança dos habitantes do vilarejo.
O discípulo de Dravos decide, então, partir, não sem a forte oposição dos habitantes da comunidade, pelos quais Arborius é considerado uma espécie de patriarca ou conselheiro-mor, praticamente um sucessor de Maissa. Mas a decisão está tomada e, após uma longa e calorosa despedida, tanto em relação aos aldeões como também em relação às guerreiras de Ingrid, Arborius, portando um alforje e um cajado, empreende nova jornada, desta vez a procura de Alawar e Gesnar, os velhos companheiros de Benicio e cofundadores da antiga guilda da lava, hoje conhecida como... Demona.
Spoiler: “Fotenha” do Arborius
Opaaa!Citação:
Gata, eu to voltando ao Tibia! Fiquei ausente de outubro até esse mês quase todo por questão de RL, que tá beeeem complicada kkkk (imagino q a sua tb esteja x.x)
Realmente, deu uma parada; eu vou voltar a interpretar tb, to preparando material pra ir colocando no Canal pra dar uma agitada e, uns dias atrás, tava dando problema nesse tópico e eu, por algum motivo sinistro, não estava conseguindo acessar aqui. Parece que voltou ao normal!
Eu te tenho no disco tb, eu vou te gritar qqr dia desses! Aconteceu muuuuita coisa xD
Abração e muuuita saudade de ti!
Aeeeeee!!! :aecarai:Citação:
Caríssimos “roleplayers” , há muito eu estava devendo o “bg” de um personagem que já participara de duas interpretações no jogo. Personagem interpretar sem “bg” não pode.
Ou pode, Arnaldo? :staredad:
Claro que não. :contemais:
Então segue a primeira parte do “bg” do Arborius (é, ficou muito longo e provavelmente não caberia em um post só, então vou postando aos poucos) e uma “fotenha” do mago. Mais tarde acrescentarei também aos posts umas “screens” da última participação dele, tentando ajudar uma pobre amazona em apuros após recorrer a agiotas venorianos.
Aproveitando o ensejo para desejar a todos os participantes do “roleplaying” um Santo e Feliz Natal e um 2019 cheio de alegrias e realizações. E com muito” roleplaying” também, pois afinal de contas, da mesma forma que o bom e velho “rock and roll”, o “roleplaying will never die”.
Spoiler: Bg do Arborius 1ª parte
Na mente de Arborius nunca desapareceram aquelas imagens trágicas, que ainda povoam seus pesadelos; um casal caído, ensanguentado, sem movimentos, sem reação aos choros da criança, desesperada.
Seres humanoides de aspecto assustador, de pele esverdeada, observam o pequeno, com não mais do que quatro anos, que sacode seus pais em busca de uma reação, de uma resposta, que nunca viria. Um dos orcs, não se sabe se por uma espécie de compaixão, se é que tais criaturas são capazes de tal sentimento, ou por não ver serventia na criança, ergue a lança para aplicar o golpe fatal.
Subitamente, um mar de chamas toma conta do local onde se posicionavam os orcs, fazendo com que os seres emitam horríveis urros de agonia e dor. Na sequência os orcs são atingidos por dezenas, talvez centenas de flechas e lanças; tombam inertes, carbonizados; o ar é tomado por um forte cheiro de carne queimada. Em alguns locais próximos ao redor podem ser ouvidos gritos e ruídos de refregas; urros e guinchos de orcs se misturam a gritos e comandos humanos. Barulhos de choques metálicos reverberam de todas as direções. Aos poucos os sons emitidos pelos orcs desaparecem e apenas as vozes humanas continuam a ecoar pelos arbustos e árvores do pântano.
O pequeno, com o intuito de se proteger do intenso calor emanado do mar de chamas adiante, usa seus bracinhos para cobrir o rosto. Aos poucos as chamas perdem força e tamanho; do meio delas, como a abrir um corredor encantando que afasta o fogo, surge a figura de um homem alto, cabelos e barba longos e esvoaçantes, trajando uma túnica presa ao corpo por um cinto largo de couro. O menino cerra os olhos lacrimejantes na tentativa de enxergar a fisionomia do homem, ofuscada pela luz das chamas atrás.
O homem toma a criança nos braços, que chora estendendo uma das mãos na direção dos corpos de seus pais. Mas eles não respondem. Soldados thaianos se aproximam e tratam de cobrir os corpos com panos rústicos achados ao redor. O homem se afasta da cena levando a criança nos braços, que ainda chora copiosamente apontando para os agora cobertos corpos dos pais, balbuciando palavras que soam como... mamãe... papai...
Arborius, com o passar dos anos, nunca deixou de ir ao pequeno cemitério quase oculto no nível do pântano, sob uma das ruas suspensas de Venore. Lá estão enterrados Ruhan e Alleria Mesclavenger, seus pais. Dravos Jansenin, seu pai adotivo e tutor, o homem que o pegara nos braços naquele dia fatídico e que buscou nos registros de Venore o nome do menino resgatado, sempre lhe contou toda a verdade a respeito do destino de seus pais biológicos. Na época do trágico acontecimento, bandos e hordas de orcs perambulavam pelos pântanos ao redor de Venore na tentativa de achar algum acesso desguarnecido para as ruas suspensas da rica cidade.
O Comando da Guarda em Venore já alertara diversas vezes os grupos de súditos que acampavam nos pântanos, para deles tirarem seu sustento, fosse em pequenos alambiques onde bebidas eram destiladas ou em laboratórios rústicos onde ervas medicinais ou com propriedades diferenciadas eram manuseadas para a produção de poções curativas ou mesmo cosméticos, a respeito da possibilidade de ataques por parte dos orcs e em consequência disso instavam as pessoas para que desmontassem os acampamentos e se pusessem em segurança no interior da cidade.
Mas as atividades no pântano eram lucrativas e por isso muitos dos súditos relutavam em desmontar os respectivos acampamentos; entre eles, Ruhan e Alleria... infelizmente, para os pais de Arborius, e para outros habitantes de Venore, os alertas da Guarda acabaram por se mostrar procedentes...
Arborius foi plenamente acolhido, quando já um jovem adulto, na guilda à qual Dravos pertencia já há muitos anos. Seu mestre e pai adotivo o iniciara nas artes e ofícios dos magos e Arborius logo se destacou na guilda, sendo benquisto por seus camaradas.
Acumulou grande fortuna, com parte dos espólios arrecadados quando das invasões e incursões a comunidades e esconderijos de determinadas criaturas, levadas a cabo pela guilda.
Sempre alimentou um especial sentimento de ódio e crueldade direcionados aos orcs, assassinos de seus pais. Quanto mais evoluía no domínio dos poderes ligados aos magos, mais fazia questão de eliminar os objetos de seu ódio com um alto grau de perversidade, sempre que a ocasião de confronto ou invasão contra os “filhos de Brog” se apresentava.
Mas Dravos aconselhou Arborius a não cultivar mais sentimentos negativos ou de crueldade, mesmo contra os orcs, pois isso corrói a alma e a fronteira que separa um mago de um feiticeiro ou warlock é tênue quando as trevas se acercam do coração daqueles que dominam o mana.
Arborius procurou seguir a orientação de seu mestre e lutou para que o sentimento de crueldade contra os inimigos dos filhos de Banor arrefecesse em seu coração, por mais que isso fosse extremamente difícil.
Cotidianamente a vida de Arborius era boa e praticamente tranquila. Fora as eventuais missões da guilda contra acampamentos e abrigos de criaturas seguidoras ou sob domínio de Zathroth, o jovem se dedicava a estudar e a aperfeiçoar seus conhecimentos e técnicas nas artes dos magos... até que um dia as coisas começaram a mudar, e radicalmente...
Seu mestre, Dravos, passou a encontrar-se frequentemente com um estranho indivíduo em uma das tavernas de Venore. O interlocutor de Dravos era um homem de aspecto soturno, usando sempre um capuz... nas ocasiões em que Arborius fez menção de se aproximar dos dois, por curiosidade, Dravos pediu-lhe que não o fizesse e se mantivesse afastado. Isso perturbava sobremaneira o jovem mago.
Até que Dravos aproximou-se de Arborius, na sede da guilda, com um semblante grave e disse a seu discípulo que estava desligando-se do grupo para integrar-se a outro, em terras muito distantes, no norte de Main. Arborius insistiu para que Dravos o levasse com ele.
O mestre relutou mas acabou cedendo. Assim, Arborius também se desligou da guilda e seguiu Dravos e o homem soturno que costumava conversar com seu mestre naqueles dias, em uma longa jornada, que durou semanas, para as terras do Reino Carlinês.
(Continua...)
Spoiler: “Fotenha” do Arborius
Saudades de vc, Japixek! Bora se encontrar ingame tb! Esses dias todos eu to livre, praticamente! To curtindo a double exp, mas tempo pra roleplayar sempre dou jeito de ter kkkk
Feliz Natal atrasado pra geral, boas festas pra todo mundo e bora interpretar!
Abraço,
Iridium.
Eu gostava de ver aqui as screens das aventuras da quela vampira danadinha :biggrin:

