Como já disse anteriormente, hoje sairia a introdução de uma história que iria não só embasar algumas coisas, como também poderá mudar muita coisa em minha principal, então mesmo sendo uma dita "secundária" ela não estará "refém" da (O morte súbita), e pode até ser que muitos acontecimentos nela possam de alterar arcos nela, e vice-versa.
Spoiler: Introdução
Introdução
Narrado por Ellis Roth.
Depois de duzentos anos vivendo em meio ao deserto, atravessando desde a prosperidade inicial até a queda após o ataque das tropas azuis, uma forte vontade me chama para fora desse ambiente que por muito tempo chamei de lar. Sinceramente eu acho que iniciar assim não é bem minha cara, mas vou relevar por ser algo importante...
Contudo vocês devem pensar como passei duzentos anos em uma cidade subterrânea, eu posso começar dizendo que quanto a necessidades você tem que ser criativo (sério, um verdadeiro artista). Agora sem rodeios, nasci nesse chão e cresci também nele (óbvio), o que foi o primeiro desafio nessas duas décadas, pois com aventureiros de todas as cidades e reinos invadindo esse local com sede de sangue, então já se pode imaginar a merda que é uma criança chegar à vida adulta aqui.
Para alegria de vocês eu consegui chegar, então começou o segundo pior desafio: Subir na sociedade que unicamente objetiva o poder, sem se corromper no processo. O que de fato eu consegui, mas pelo fato de conseguir ver o momento certo para agir, antes de atingir o grau que eu possuo hoje eu era um mago comum. Então em meio as minhas artimanhas, conheci aquela que você poderia chamar de a companheira perfeita, bom se você fosse e pensasse igual a alguém como eu.
Seu nome é Melissa March, feiticeira vinda de Carlin (sempre achei contraditório) que se filiou a nós e conseguiu ser aceita, do alto dos seus cento e trinta anos, ela semelhante a mim mantém a aparência jovem. Ela é uma morena, mais ou menos um metro e sessenta, cabelos e olhos castanhos. Eu havia dito que ela pensava igual a mim, não é? Então existe uma exceção: Quando o temperamento explosivo dela fala mais alto, mas ela não é o tipo de explosão normal aonde que acontece em um instante. Melissa quando perde a cabeça se torna venenosa, na verdade mais o que realmente fode é que ela perde o senso e o foco. Ai é que eu tenho que trazê-la de volta ao que importa, todavia não é só ela que depende de mim, se não fosse ela me fazendo pensar mais ainda fora da caixa, nunca que eu sairia da estagnação de sempre.
Nós dois juntos conseguimos me chegar no posto de K-Necropharus, sim K-Necropharus o real líder dessa agora arruinada cidade amaldiçoada. Tudo bem, vocês pode me zoar à vontade por só conseguir comandar esse lugar quando ele foi destruído parcialmente, mas eu jurei a mim mesmo que um dia iria me vingar, e meu juramento de fazer os azuis pagarem por esse feito jamais será revogado.
Eu queria muito continuar a dizer como eu cheguei ao topo, porque eu quis sair, como temos aparências tão jovens tendo séculos de existência, porque K-Necropharus, o que são na verdade os Necropharus, e como a arma saiu da nossa cidade... Ops, acho que já falei demais.
04-06-2016, 16:08
CarlosLendario
Interessante, você então irá introduzi-nos aos necromantes fodões da Morte Súbita. Ao que parece, deve ter alguma relação com a peste e as operações daquela organização.
Só achei o título dessa história estranho. Tenho certeza que você pode pensar em um melhor.
05-06-2016, 08:25
Iridium
Opa, habemus Necromancer?Habemus!
Gostei dessa nova história. Assim como o Carlos, o título poderia ser outro, talvez. Temos aqui, então, um spin-off ou uma prequel. Entendi corretamente?
De qualquer forma, aguardo o próximo Capítulo!
Abraço,
Iridium.
17-06-2016, 20:26
Skirt Underdome
Essa historia aqui ao menos é pequenininha e esta no começo da para eu ler as outras sao muito grandes ia dar muito trabalho ler desde o começo para poder comentar
23-06-2016, 23:00
Jotinha
Sendo sincero, achei algumas passagens difícil de serem lidas. Não que se tornaram incompreensíveis, nada que um novo passar de olhos não solucione, no entanto, sendo uma providência rotineira ao longo do curto texto, acabou por "quebrar o ritmo".
É engraçado como em certos lugares (sejam eles virtuais ou não) os hábitos se mantem ao longo do tempo, desde que eu me recordo os autores desta subsecção quase sempre utilizam o mesmo método para descrever fisicamente suas personagens: a descrição literal. Abro um parenteses antes de continuar, isto é apenas uma observação, não uma crítica, até porque, do costume surgem as leis!
Vejamos a passagem específica do seu texto:
Seu nome é Melissa March, feiticeira vinda de Carlin (sempre achei contraditório) que se filiou a nós e conseguiu ser aceita, do alto dos seus cento e trinta anos, ela semelhante a mim mantém a aparência jovem. Ela é uma morena, mais ou menos um metro e sessenta, cabelos e olhos castanhos. Eu havia dito que ela pensava igual a mim, não é? Então existe uma exceção: Quando o temperamento explosivo dela fala mais alto, mas ela não é o tipo de explosão normal aonde que acontece em um instante. Melissa quando perde a cabeça se torna venenosa, na verdade mais o que realmente fode é que ela perde o senso e o foco. Ai é que eu tenho que trazê-la de volta ao que importa, todavia não é só ela que depende de mim, se não fosse ela me fazendo pensar mais ainda fora da caixa, nunca que eu sairia da estagnação de sempre.
Como se trata de uma narração em primeira pessoa (quase como um diário), por mais que ele esteja contando a história, a apresentação sou artificial, quase obrigatória. Se o texto fosse mais longo (isso é uma crítica), você poderia ter introduzido uma cena onde as personagens mostram suas rotinas inserindo esta descrição, algo como:
Minha companheira, Melissa, estava especialmente enfezada hoje. Culpa minha, por óbvio. É que eu não resisto e nunca deixo uma oportunidade de pegar no pé dela passar em branco, geralmente sobre o fato dela ser uma feiticeira de Carlin, que ironia!
- Vai ficar me ignorando o dia inteiro baixinha? - Ela me ignorou afundando ainda mais aqueles seus lindos olhos castanhos, da cor de seus cabelos em um livro de feitiços qualquer.
- Sabe o que é isso? - Continuei. - É que quando a pessoa é dessa altura o sangue não tem muito espaço pra circular, sobe pra cabeça rapidinho!
Ela finalmente prestou atenção em mim, só o tempo necessário para fixar a mira nesse que vos narra, usando o livro como projetil. Eu pego o livro facilmente com um sorriso no rosto.
- Nossa amor, 130 anos e ainda não aprendeu como se comportar como uma dama?