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O Primeiro Curandeiro
Nossa historia começa há muito tempo atrás, quando o mundo era obcecado por poder, e a guerra estava em todas as planícies...
Em um navio, em um lugar há muito esquecido, chegará um aprendiz de feiticeiro, deveras jovem, porem muito habilidoso, de todos os feiticeiros os quais havia milhares, porém muitos sem nenhum dote especial, ela tinha um diferencial, em quanto todos se puseram a aprimorar magias de malevolência, ele se pós a pesquisar métodos de cura...
Talvez isto tenha sido ocasionado por um incidente acontecido em sua família há muitos anos atrás, com seu tio, um antigo explorador que estava em uma busca entre o deserto e um velho pântano.
Como ela era muito novo ele foi enviado para uma ilha chamada Rookgaard, onde ele aprenderia um pouco sobre combates, magias e conheceria vários outros guerreiros para ajudar em sua jornada.
Saindo do navio ele fora a se encontrar com Santiago o seu instrutor.
-Qual seu nome jovem feiticeiro? –pergunta Santiago
-Meu nome é Yan Lorenzo
-Filho de Miguel?-Perguntou Santiago
-Sim!
-Ah sim. Seu pai já havia me dito que iria passar por aqui, entre em minha casa pegue um roupão é volte aqui...
E assim que voltara com o roupão Santiago começou há explicar quanto tempo ficaria na ilha, perigos que enfrentaria, e tudo que deveria fazer.
No dia seguinte Yan se pós a despertar bem cedo, para ir até Zirella uma mulher a quem Santiago disse para ele a encontrar, e ajuda-lá.
Zirella Avistou o Jovem de muito longe, com uma aparência fraca, era ele franzino, estatura mediana, cabelos negros com um penteado espetado e olhos castanhos, logo ela percebeu que ele não teria qualidade alguma como guerreiro, supondo assim que só poderia se tratar de um feiticeiro.
-Bom dia, sou Zirella sua guia, você deve ser o Yan, certo?-Perguntou Zirella
-Sim, sou eu! –respondeu Yan
-Santiago havia dito que você viria, preciso que você colete alguns galhos secos para mim; você só precisar retirar eles de algumas arvores velhas, pode fazer isto?
-Claro, não demorarei muito. Adeus. –Respondeu Yan
Zirella observou o jovem caminhar em direção a floresta, porém com uma duvida, será que ele era o jovem a muito esperado por ela, o qual ela sonhava em conhecer?
Talvez eu deva tentar descobrir. Ela pensou... Assim que ele voltar com os galhos que lhe pedi farei algumas perguntas, e se for quem eu espero darei ele algumas coisas para a sua jornada, alem do que é permitido fornecer...
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(Continuação 1)
Yan voltou para Zirella algumas horas depois com alguns galhos, já que não aguentava carregar tantos assim.
-Vejo que você conseguiu jovem, foi muito difícil? –Ela o perguntou
-Sim, está clava que uso é meio pesada e não sei a manusear com aptidão.
Zirella então começou a fazer as perguntas para ver se realmente era ele o garoto tanto esperado.
-De onde você vem Yan?
- Thais, lá é uma linda cidade, extremamente grande e segura, embora às vezes ocorram alguns ataques de criaturas como ratos, e uma criatura peluda, o qual não me recordo o nome por nunca ter visto, meu pai não me deixava sair de casa quando ocorria os ataques destas, por isso até hoje só matei os ratos quando invadiam a nossa casa.
Zirella disfarçadamente sorriu, mas logo voltou às perguntas.
-Qual o nome de seu pai? –Pergunta a guia
-Miguel! Miguel Lorenzo ele é um guerreiro, atualmente líder da guilda dos guerreiros de Thais, talvez por isso tenha me mandado para este lugar, ele não aceita o fato de eu não me dar muito bem com armas, e ele superestima minhas habilidades com magias. –Explicou Yan
Zirella abriu um sorriso enorme, sim era ele o jovem tão esperado, porem ele não precisava saber este não era o momento certo para que ela revelasse o motivo desta longa espera por ele, e apenas ignorou o fato e levou ele a sala de equipamentos, o qual ela disse para ele que daria alguns pelo favor feito a ela.
-Que lindas armaduras. –Disse Yan
-Sim, muito belas. -responde a guia
-Esta armadura de bronze é maravilhosa, poderia ficar bem em mim! -ele sugeriu.
Zirella então abriu um sorriso, e dirigiu-se a um velho baú, o qual ela retira um chapéu vermelho, com um tecido bem leve e resistente, porem velho, uma capa que se assemelhava com o chapéu em cor e idade, uma bota velha de couro bem gasta, um livro que na capa havia uma lua e um bastão de madeira com uma cobra esculpida e em sua boca um brilhante rubi que projetava uma quase imperceptível luz vermelha.
Este bastão era usado somente para feiticeiros iniciantes, porem ninguém ainda havia despertado o poder deste bastão, o qual não era comum.
Meio frustrado Yan olha para a guia e pergunta.
-Só isso?
-Sim. - Respondeu Zirella, -Seu pai usou estes equipamentos, porem nunca teve habilidade alguma para com eles, por isso ele não acredite na suas habilidades, por ele nunca ter conseguido se torna um mago ele tem medo que seu filho passe o mesmo.
Yan ficou meio assustado nunca saberá que seu pai quis um dia se torna um mago, porem isto explicava muita coisa sobre seu pai e seus discípulos, como por exemplo, eles se curavam sem usar poções, embora suas magias de cura os cansassem muito mais do que quando um mago se curava, ou como eles podiam usar algumas magias condensadas em pedras, também conhecidas como runas.
-Ou, isto é incrível! –ele disse. –Meu pai um dia tentou se torna um mago, que incrível.
-Não só um mago, mas um curandeiro. –Disse Zirella como se o conhecesse há anos.
-Assim como eu, mas por que diabos ele desistiu? E como você sabe tanto dele?
Sorrindo ela respondeu.
-Ele não era muito habilidoso com magias, por isso ele se tornou guerreiro, e com o pouco que aprendera criou uma magia para que guerreiros recuperem-se de suas batalhas mais rápido, e bom vamos dizer que já nos esbarramos por ai.
Yan fica ainda mais surpreso e maravilhado.
Meu pai deve ter sido um cara incrível para ela o tratar com tamanho respeito, e deve ter um passado brilhante, talvez um dia eu descubra tudo sobre ele! Pensou Yan
Depois de algumas horas ele se dirigiram para fora de casa, foram para perto de alguns coelhos e então pararam.
-Ataque eles com a magia do bastão.
-Eu não sei usá-lo ainda. –Disse Yan
-Basta deixar que sua mana flua de seu corpo até sua mão, e então foque o coelho, o resto será feito pelo bastão. –explicou Zirella
Assim fez Yan, quando sua mana fluiu para a mão o bastão brilhou um pouco mais do que de costume disparando um projétil de veneno no coelho que ele focou, o coelho por sua vez caiu morto assim que disparado.
-Impressionante! -Disse Zirella maravilhada com o que havia acontecido. –Você é o primeiro a usar o bastão da cobra, geralmente feiticeiros usam bastões de energia, fogo, coisas mais destrutivas, talvez você venha se torna o primeiro curandeiro.
Yan sorriu e disse:
-Eu Serei! O primeiro curandeiro.
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Saudações!
Primeiramente, bem vindo à Seção. Sou Iridium, uma humilde
frequentadora assídua do Roleplay.
Bem, vamos à crítica:
Primeiro, gostei desse começo... Alguém usando a ilhazinha tutorial,
o que é incomun. Contudo, recomendo a você algumas coisas:
1 - Tire as "aspas" dos nomes dos personagens: normalmente, ao escrever um Roleplay, pense em um livro. As aspas parecem as citações de instruções de um spoiler do tibia.Wikia sobre como fazer as quests e com quais NPCs falar.
2 - Separe os parágrafos uns dos outros por meio do Enter. A sua wall of text está grande e um tano hostil para a leitura, tornano difícil a identificação de uma fala para algo narrado.
3 - Cuidado com a pontuação! - Encontrei exclamações, vírgulas e pontos fora do lugar, que podem conferir sentidos distintos às frases por seus personagens ditas. Tome cuidado redobrado ao revisar!
No mais, gostei da história. E é bom ver sangue novo por aqui.
Abraços,
Iridium.
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Capítulo 2 - A jornada começa
Uma semana se passara dês que Yan e Zirella ficaram treinando nos arredores de sua casa, Yan decide que está na hora de partir para sua jornada.
-Tenho que ir! -ele disse
-Já? perguntou Zirella. - ainda tenho tanto a te ensinar.
-Sim, tenho que seguir minha jornada muito obrigado por tudo, vou sentir muita saudade de você.
Com uma lagrima no rosto Zirella vê o jovem Yan seguindo seu caminho em direção a Carlos de quem ganharia roupas novas que poderia vestir por cima de sua velha capa.
Após ganhar as roupas de Carlos ele lhe pediu para que buscasse um pouco de comida, Yan rapidamente matou alguns coelhos e veados abriu cada um deles, e retirou sua carne ainda crua para que Carlos tivesse alimentos. Agradecido Carlos o deseja boa sorte, e Yan continua seu caminho.
Chegando ao centro de Rookgaard Yan viu vários comerciantes e muitos guerreiros, alguns feridos, outros sujos, e cada um com sua história.
-Quem é você? -Disse um desconhecido de voz calma e suave para Yan que virou de costas e avistou uma bela moça
-Meu nome é Yan, Yan Lorenzo, e o seu senhorita?
-O meu é Violet, Violet Marrin, mas pode me chamar só de Violet.-Disse a desconhecida.
-Bonito nome... Sou novo aqui, como é esta parte da cidade? -Perguntou Yan
-Aqui é muito tranquilo, mas como estamos aqui para aprendermos temos que procurar pelas aventuras, aqui embaixo de nós tem um bueiro que tem vários ratos e ratazanas, pode ser divertido até que você aprenda um pouco mais sobre combates.-falou Violet
-Sim, poderia me mostrar como é lá? -perguntou Yan
-Claro. -ela disse – Vamos lá.
Assim Yan e Violet foram para o bueiro, lá Violet observou que Yan não era tão fraco quanto aparentava, e viu que sua ferramenta era diferente, ela não era que nem as ferramentas dos magos que habitavam a sua cidade, e nem dos estrangeiros, parecia uma coisa nova nunca vista antes por ela.
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Muito obrigado pela critica farei isso daqui em diante, espero que goste da historia.
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(CONTINUAÇÃO)
-De onde você é? -perguntou Violet
-Sou de Thais e você? –disse Yan
-Venho de Carlin a cidade onde as mulheres são predominantes! –disse ela com um sorriso maldoso.
-Nunca fui a Carlin, dizem que é uma bela cidade, porem o caminho é muito longo e cheio de perigos. –retrucou Yan
-Sim, também nunca fui a Thais, talvez quando nós saímos daqui eu vá te visitar. –disse Violet
-Eu adoraria. –respondeu Yan.
Os dois saíram do bueiro e foram para o templo tirar um cochilo, o dia foi intenso e amanhã Violet prometera levar o Yan em um lugar totalmente novo e perigoso.
-Acorda preguiçoso! –Violet gritou.
-Já esta na hora? –Yan perguntou
-Já sim, pegue sua mochila nos iremos hoje encara os troll’s
Yan neste momento se lembrou do seu pai, troll’s era as criaturas que invadiam Thais e seu pai e os outros lutavam para não deixá-los entrar na cidade, por algum motivo seu pai nunca deixara ele lutar contra um, e agora ele iria tentar descobrir o porque.
-Estamos chegando. –disse Violet
-Onde é? –perguntou Yan
-Bem aqui, eles estão neste rochedo, só precisamos subir a escada, eu vou na frente para bloquear os ataques dele, enquanto você ataca-o de longe com seu bastão.
-ok. –disse Yan.
Embora Yan achasse entranho ela se arrisca na frente, ele não poderia discorda, ele não possuiu um escudo e muito menos habilidade com algum, ela porem aparentava ser uma eximem guerreira, e assim os dois foram...
Assim que ela subiu o troll começou a atacar furiosamente a guerreira que defendia todos os ataques com seu escudo e retrucava com sua espada, Yan por sua vez subiu e começou a atacar o troll com seu bastão rapidamente os dois o mataram.
-Boa defesa! –disse Yan.
-haha! Muito obrigada –respondeu Violet.
-Vamos continuar? –ele perguntou
-Sim hoje vamos conseguir habilidade suficiente para sair dessa pequena cidade.
No final do dia os dois já haviam derrotados vários troll’s alem de terem derrotado minotauros e orc’s os quais tiveram que ter um cuidado duplo pois eram bem mais fortes, no final do dia Yan e Violet se dirigiram até o Oráculo para poderem seguir os seus destinos.
O Oráculo mandou os dois para uma ilha chama Island of Destiny, onde cada um se dirigiu ao instrutor que mais se identificava, Violet que sempre foi mais forte e gostava de ir para cima dos monstro seguiu com o Instrutor Hykrion, enquanto Yan procurava pelo instrutor que mais se identificava.
Após algumas horas procurando Yan achou uma casa cheia de folhas, com uma runa, que curava qualquer um que a usasse, ela avistou um homem com quem começou um dialogo.
-ola meu nome é Yandur, Sou um Feiticeiro, qual seu nome?
-Sou Yan! Você não parece um feiticeiro, suas roupas e a decoração deste local não se parece com a de casas de feiticeiros ou guilda. –disse Yan.
-Na verdade eu sou um feiticeiro diferenciado, eu me empenho em pesquisar magias de cura, para amigos feridos em batalha, porem tudo que conseguir até hoje foi esta runa.
-Como você pretende fazer tais magias? -perguntou Yan.
-Pesquisando a natureza, já parou para pensar que todas as magias de ataques são baseadas nas forças da naturezas, como fogo, energia, morte e até esse seu bastão o qual utiliza veneno. –explicou o Instrutor
-Sim, e verdade. –disse Yan.
-Então se elas podem produzir essas magias de aniquilação em massa, também podem fazer magias para curar, e nisto que eu acredito.
Assim Yan escolheu o Yandur como seu instrutor, ela aprendia sobre a natureza de dia e de noite sairá com Violet, essa foi sua rotina durante um mês até que seus treinamentos acabaram.
-Muito bem. -disse ambos instrutores para seus respectivos alunos.- já estão prontos.
Os dois se dirigiram para o barco, o qual lá estava o capitão Kurt para levá-los de volta para a casa.
-Como foi seu treinamento. -Perguntou Yan.
-Bem intenso, mas foi muito bom, minhas habilidades melhoraram milhares de vezes, me sinto muito mais confiante, e você? –perguntou Violet.
-O meu também foi bem intenso, eu sou um guerreiro que calejou mais o coração é a mente. –Respondeu ele.
Violet deu um fraco soco em seu braço é disse:
-Pare de ser metido, não me menospreze haha!
-Jamais faria isto, estou a penas brincando minha guerreira. –disse Yan.
-Chegamos na nossa primeira parada, Thais quem vai descer?-perguntou Kurt
-Eu! –disse Yan, já com uma lagrima no rosto...
-É aqui que a gente se separa! –disse Violet com uma voz melancólica.
-Suponho que sim! –disse Yan. -Porem ainda nos veremos muito por ai, afinal estamos conectados por laços bem mais fortes do que a distancia.
Violet deu um lindo sorriso, e com uma lagrima no rosto puxou Yan para perto e lhe deu um beijo.
-Espero que não esteja mentindo. –disse Violet, com o navio já se afastando do porto.
-Não estou! Adeus. –gritou Yan, enquanto via o navio se afastando sem saber por quanto tempo aquele seria o único beijo que ganhará de Violet.
Yan observou o navio seguir sua viajem acenando para Violet até que ele há perdesse de vista, suas lagrimas se misturavam com a água salgada do mar enquanto ele sentara no cais e ficava pensando em que iria fazer depois que volta-se para a casa, por sua vez Violet chorava quieta em um canto do navio, afinal ela era muito orgulhosa para deixar que alguém a visse chorando por qualquer motivo, principalmente por um cara.
Se passaram algumas horas até que Yan tomasse coragem para se levantar, ele estava meio fraco porque havia passado muito tempo ali chorando, mas se pós a caminho de casa, sabia que seu pai iria ficar feliz em vê-lo.
-Ola pai! –disse Yan, com a voz um pouco triste pelo ocorrido.
Miguel então se virou e teve um susto quando avistou seu filho, ali parado na sua frente, alguns centímetros mais alto e bem mais forte.
-Ola Yan, como foi sua jornada? Desistiu daquela bobagem de mago? Ou ainda esta tentando?
Assim que seu pai disse isto, Yan retira o bastão de suas costas e ataca um rato, que ali estava tentando roubar um pouco de queijo.
-Foi muito boa pai, não desisti, ainda estou estudando para criar minhas próprias magias, e como pode ver achei suas velhas roupas... –disse Yan, com um sorriso sarcástico no rosto.
-Quem os mostrou? –perguntou Miguel, com uma expressão preocupada no rosto.
-Zirella. –Disse Yan. - Ela me ensinou muita coisa e me falou um pouco sobre o senhor.
-O que ela disse? Falou sobre algo importante? –Perguntou Miguel com uma expressão seria no rosto.
-Nada demais, só sobre seu sonho de se torna feiticeiro, sobre como se tornou guerreiro, mas suponho que deva haver muito mais coisas para se descobrir sobre você, pelo menos é o que a expressão em seu rosto sugere.-especulou Yan, que fora para seus aposentos.
Enquanto Yan dormia, seu pai pediu que um de seus guerreiros buscasse os melhores equipamentos que seu dinheiro poderá comprar, para um feiticeiro em inicio de jornada, e pusera encima da cadeira de Yan, enquanto ele dormia.
Assim que acordou, Yan avistou em sua cadeira um chapéu rosa, uma capa que também se assemelhava em cor com seu chapéu, uma calça azul,um colar de platino, um escudo feito com casco de tartaruga, uma bota muito leve que o dava mais agilidade, e um bastão de ferro que continha algo parecido com um globo de neve em sua ponta.
Quanto ele retirou seu chapéu vermelho para colocar o que seu pai havia lhe dado, ela avistou um papel amassado preso no fundo, ele logo percebeu que se tratava de uma carta de Zirella para ele.
“Querido Yan
Venho por está carta lhe dizer, que estou muito feliz por você ter se tornado este bravo jovem empenhado em ajudar o outros, você me faz lembrar de um cara que me apaixonei quando jovem, ele tinha o mesmo pensamento que você, este era seu pai...
Sim Yan, eu sou sua mãe, desculpe por nunca ter te enviado uma correspondência ou ter cuidado de você, não espero que entenda, mas eu tinha minhas responsabilidades por aqui.
Esta ilha tem uma magia muito poderosa de proteção, a qual quem sai não pode voltar, e se voltar não poderá sair, tudo que você adquiri em Rookgaard só pode ir para o continente com a própria pessoa, não temos correios isso dificulta as coisas, alem de não saber onde é o seu endereço.
Seu pai, não deve ter falado muito de mim, não culpo ele, eu escolhi vim para cá viver minha própria vida, sempre tive o sonho de guiar todas as novas mentes, para não deixar que um incidente há muito acontecido ocorra novamente.
Há muito tempo um feiticeiro veio aqui, sem ninguém para o guiar ele escolheu seguir o caminho de Zathroth o Deus da destruição. Este feiticeiro saiu desta ilha direto para edron, uma outra ilha com brilhantes feiticeiros, onde eles pesquisam tudo sobre magias de todos os tipos, com tanto poder que o feiticeiro adquiriu ele se corrompeu, ficou focado em destruir as cidades foi então que ele mudou seu nome para ‘Ferumbras’ e se pós a atacar Thais, muitos guerreiros morreram, muitos ficaram feridos, foram vários ataques até que o baniram para sua fortaleza, por todas as mortes causadas por ele, jovens guerreiros mataram sua filha, e capturaram sua alma em jarro, e o levaram para plains of havoc, onde pela primeira vez ele demonstrou humanidade novamente, e tentou resgatar a alma de sua filha, ele invocou vários demônios, é muitos magos que o seguiam foram com eles, tudo que isso trouxe fora mais destruição para nosso mundo, o qual ele jurou para sempre odiar e destruir, para que mais nenhum feiticeiro se juntar a ele, escolhi morar aqui, e guia-los em seu caminho, desculpe por não ter sido a mãe que você merece, mas preciso ser o que o mundo precisa, e neste momento eles precisam de uma pessoa para guiar seus jovens...
Enfim não vou ocupar mais o seu tempo, já disse o que queria, espero que você realmente mude o conceito de feiticeiro, e se torne um curandeiro de primeira, adeus.
Com Amor, Sua Mãe Zirella.”