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Contos Tibianos
HiHo, Lets go!
Olá galera! Venho até aqui para apresentar com todo o prazer o meu novo site de Tibia...
O CONTOS TIBIANOS
Após desistir do ramo de tiras tibianas, pois percebi que só é engraçado mesmo se você está lá quando aconteceu :P,
vou investir na minha habilidade de (des)escrever, contando diariamente contos tibianos, histórias saídas da minha cachola que se passam no mundo de Tibia, ilustradas por mim! (DÃ)
Confiram, basta clicar AQUI
Para vocês não acharem que é baboseira, aí vai uma amostra.
"Conto-001 - A druída e o elfo.
Era uma manhã normal. As ultimas gotas que sobraram da última grande tempestade que castigara a floresta de Thais pingavam das folhas geladas e duras dos pinheiros maciços de lá. Era inverno.
Viam-se algumas pegadas no elo. Seguindo-as, descobrimos que elas vem das belas botas de couro de mamute de Judera, uma druída linda, que caçava seu alimento do mês, um mamute. Ela ainda usava a robe que fez da pele do ultimo que caçou, a aproximadamente 3 semanas atrás.
Tudo Parecia bem. Judera já podia farejar o mamute. Mas então algo aconteceu. Judera farejou sangue. De mamute. Isso não era bom. Era péssimo. Significava que alguém já havia pescado seu peixe. Tomado sua caça.
Mas Judera resolveu continuar. Era corajosa. Ela murmurou:
- "Utana Vid"
E desapareceu no pó de mana expelido pelo seu corpo. Salpicou neve sobre todo o corpo para disfarçar seu cheiro, e prosseguiu.
Após uns 100 passos, o cheiro de sangue já estava mais do que se intensificando.
E então, ela avistou o cadaver do mamute. Gigante. Um dos maiores que ela já vira.
Tinha que ser rápida, ainda havia sobrado carne nele, mas pelo cheiro, havia sido devorado a pouco tempo, então era provável que o caçador estivesse perto.
E Judera não queria nem um pouco conhece-lo.
Ela puxou sua faca, e começou a cortar um pedaço de carne do corpo, rapidamente.
Então, de repente..
TUMP!
Uma pedra enorme é arremessada e passa a alguns centímetros de Judera, que tomba pra trás, instintivamente. Sem saber o que acontecia, ela se vira para o lado e vê um orc gigante, de uns 3 metros, correndo em sua direção feito um louco.
Ele devia ter fareijado ela. Era o fim de Judera.
Mas então, surge do nada uma flecha, que acerta o braço do orc com tudo, que recua.
Judera vira-se para o outro lado e vê um belo elfo, olhando o orc e sorrindo.
O elfo diz:
- Olá Tronc.
-Queime no inferno Luther!-Berra o orc, enquanto corre contra o elfo-
O orc joga toda seu peso em um soco poderoso, mas tudo que o elfo faz é dar um desvião para lado, com toda a sutileza.
O elfo pega uma espada, finca na panturrilha do orc, que tomba, e usa algumas algumas cordas e um pouco de magia para fincar o orc no chão por um tempo.
Judera, já devidamente escondida atrás de um pinheiro, se impressiona. O elfo já ia indo, quando de repente parou e disse:
-Ah. Adeus Druída.
Judera caiu pra trás. Como ele havia descoberto ela? Era tudo muito estranho, mas o elfo a encantou. Judera puxou sua faca novamente, cortou um pedaço enorme de carne, pôs em sua mochila, e se foi. Sorrindo, e pensando no elfo."
Curtiram? Confiram o blog pra ver as ilustrações (há, jogada de marketing!:cool:) , e os novos contos que irei postando sempre.
O template ainda está sendo editado por eu, eu mesmo, e joy, mas em breve termino. Será um belo blog. Bem. é isso. Confiram.
Pedro C.
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Curioso. É como eu, após ler seu conto, o defino. Por quê? Após terminar a leitura, meu questionamento foi "então, e aí?", faltou algo além do que você escreveu. Contos são corriqueiros, mas têm de ter algum motivo para existirem; a história aqui narrada transmitiu a sensação de que não houvera terminado, de que suspendia o fim no ar. Até o orc aparecer em cena (mesmo que a pedra gigante não tenha sido propriamente explicada) estava quase tudo em seus eixos (afinal, não existem mamutes próximos a Thais), mas quando o elfo aparece tudo fica estranho. Como o orc sabe o nome do elfo e vice-versa? São pequenas inconsistências que precisam de maior atenção por parte de quem escreve. Certo?
Outro ponto para o qual quero chamar sua atenção é a variação de tempos verbais, pretérito, presente e futuro. Por exemplo, neste trecho "Ela ainda usava a robe que fez da pele do ultimo que caçou, a aproximadamente 3 semanas atrás.", 'usava' está no pretérito e 'fez', no presente. Isto se repete e precisa de atenção também. O texto precisa de uma revisão final para corrigir pequenos errinhos. ;)
A premissa é boa, falhar em pequenos aspectos é comum, por isto digo que não desista e que continue escrevendo! Estou ansioso para ler o próximo conto.
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Haha, valeu pelo apoio. Então, a idéia do blog é essa mesmo, captar os raros momentos no mundo de Tibia. O conto ficou com esse ar por que esse é um conto diferente, terá outros episódios.
A idéia é "acuriosar" o leitor, pra que ele visite regularmente o blog, e descubra o resto.
Já tem mais uns contos lá no blog, visite.
:)
Abraços e obrigados
Pedro
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Acho que você que você fez um mundo dos monstros...
Eu li a historia rapidinho vou ler direito agora edito da aqui a pouco.
EDIT:
A história está bem contada so que não curto essas historias muito sangrenta, os dialogos se você organiza-se aqui no fórum, ficou meio que embolada.