
Postado originalmente por
Dard Drak
Nesse caso é junto, "demais"...
"abdômen"...
Se o resto tá no passado, por que essa não?¿Se me confundi, perdão...
Esse tem acento, "pôde"...
Sem esse acento no U...
Quanto à parte...simplesmente senti um pouco de nojo no descrever do cadávere, se era isso que queria passar ao leitor, parabéns, conseguiu XD...
Dard*

Desculpe me Dard, mas algumas coisas não estavam erradas
----abdome esta certo, algumas pessoas acham que tudo é escrito do
jeito que se pronuncia, mas no caso abdome pode ser escrito tanto assim como abdômen
---- o expunha vc tmb se confundiu ^^...pq exunha tmb esta no passado
---- e o acento no U, sim esse acento tem, se não no caso vc iria ler freqEncia, pois esse acento que faz o u ser lido...
mas quanto aos outros erros... foram burradas que deixam o texto feio por falta de atenção....
mas aqui vai a continuação
Continuação
Capitulo Quatro “A Viajem”. Parte V "Lembranças"
A imagem do corpo lhe vinha a cabeça, sentia se exausto e com uma pequena dor onde fora atingido, sua barriga gritava por comida; uma sensação de ânsia lhe subiu pela garganta. Primeiro se curvou para o solo, colocou a mão no peito, e Cronos vomitou sobre o solo gélido. Sentindo se zonzo... Desmaiou.
Escutando o riso das crianças, Cronos abriu os olhos sonolentamente; saindo de baixo das cobertas; andando ate a janela pode observar as casas da vila todas sob o branco que caia, as crianças que se divertiam enquanto brincavam de guerra de neve, e riam alegremente sob suas roupas peludas. Avistando a estrada que levava ao cemitério, pode ver um vulto escondido em um grande casado seguindo o caminho de ida.
“Aposto que esta indo levar flores” Pensou enquanto se dirigia a saída do quarto. Descendo os degraus da escada de madeira, apoiando se no corrimão e saltando em largos passos. “Hoje o dia promete”; um rápido café da manha para sustentar a manhã. “Esta ficando cada vez mais frio”, isso passava por sua cabeça enquanto deixava suas vestes de dormir e se enfiava no meio das roupas quentes e peludas, “Ainda bem que não sou alérgico a pele de animais”; lançando um outro olhar pela janela em meio a uma e outra roupa que vestia; “Pronto para mais um dia de frio”, em rápidos passos já pairava em frente à porta.
O frio era constante, o simples fato de deixar a quentura de sua casa, para a monotonia do enjoativo branco que circundava todo o horizonte, já o deprimia. Caminhando em direção a estrada que levava ao cemitério, passando pelas crianças que riam da brincadeira, e lançando-lhes um “Olá” com um sorriso esforçado com o frio. Quando já dava as costas para as crianças e começava a seguir a trilha, um pequeno impacto em suas costas o fez olhar para trás, “Ótimo, guerra de neve”. Lá estava Lisandra sentada na pequena escadinha que levava a porta de sua casa, com uma mão levada a boca, e rindo baixinho.
- Me desculpe Cronos, não sabia que era você por causa do capuz – ainda rindo baixinho com seu rosto escondido pela peluda blusa cinza – Em todo caso, me perdoe.
- Não tem problema não – soltando um sorriso e tentando sempre não encara-la diretamente, esse ser bélico.
- Esta ficando cada vez mais frio. Não quer entrar e tomar um chocolate quente?
- Ah, bem, eu estava indo para o cemitério...
- Não quero atrapalhar sua manhã.
- Desculpe me, mas outra hora eu aceito – olhando sempre de relance para os olhos dela, enquanto sua pele corava lentamente – Quando eu voltar quem sabe.
- Então esta bem.
- Tchau.
Seguindo para a estrada, agora começava o caminho cercado pelas árvores, sempre em seus pensamentos, perdido em suas ilusões por Lisandra. “Acho que devia ter aceitado. Guardar isso já esta pesando”. As lápides já começavam aparecer em seu campo visual, esforçando para ver mais alem. Nada. Não avistou nenhum vulto. Já adentrando as lápides, e caminhando rumo onde sua querida mãe jazia nesse momento. “Não estou vendo el... e”. Trombando o pé em algo semiduro, e caindo de cara no chão nevado. “Que droga foi essa...”.
- Pai! – ali estava o corpo de seu pai, todo esbranquiçado, limpando a neve com a mão desesperadamente, expondo os cortes por todo o corpo; profundos porem secos, não apresentando presença de sangue, sua cor em um tom branco descomunal, sua pele fria, totalmente sem vida. Os olhos de seu pai o encaravam, de uma cor cinza borrado. Olhando profundamente esses olhos borrados, passou a mão suavemente sobre o rosto de tal, para fechar seus olhos. Não havia mais como segurar... Nem motivo para isso, com o mais simples dos atos, como derramar lágrimas – que escorriam pelo peito de seu pai, ate sumir feridas adentro – o fazia expressar todo sua amargura, era horrível, primeiro sua mãe... Agora seu pai assassinado... Friamente estendido sobre a lápide de sua mãe.
Ficou ali, imóvel curvado sobre o corpo de se pai... Chorando, seria a ultima vez que veria seu pai.
-------------------
(parte editada: sasuhrsuheuhas eu vi ta casado, mas nem vo muda... tem que deixar como erro para não se repitir futuramente xD O.O... que coisa mais fea.... mas agente supera =P.. eu ja mudei minha assinatura =)... vlw =P... cya)