Capitulo II
Onde se desenrola uma interessante conversa entre Ulrich e Hardek
Tibianus II havia recebido a notícia,e não desistiu da construção de Venore,declarando guerra aos orcs do pântano.Segundo a lei,todo homem(na época,Thais era estremamente machista,com a ampliação e indenpendência de Carlin isso foi fragilizado) especialista em alguma vocação deveria defender sua cidade.Ulrich não temia,como dizia em seus delírios de honra,a morte na guerra e os orcs.Mais não se pode negar que estava nervoso,era de noite e foi á taverna de Frodo,que estava lotada.Por coincidência do destino,Frodo estava ausente e o homem em seu lugar não era ninguém mais do que Hardek.
-Olá,Hardek.Deixou de ser bardo do dia pra noite?
-Não,só estou susbstituindo o Frodo,algo que melhor caberia á você-disse Hardek,retribuindo o leve trocadilho-O que vai querer?
-Uma cerveja,e só isso.O que achas dessa guerra?
-Seria lógico dizer que é besteira de tibianus,mais ouvi dizer que debaixo daqueles pantânos há o mais bruto e puro diamante de todo o mundo que conhecemos.Acho que entrarei nessa guerra sim,mais sozinhos seremos massacrados.
-Então o que sugere?Carlin está em guerra,os elfos e os anões,bem,os elfos e os anões odeiam a tudo e todos.
-Não passa de mentira:os anões são muito anti-sociais e os elfos pacificos demais.Devemos convence-los de que o melhor á fazer é juntar-se aos humanos.Temo pelo pior,Ulrich.
-Como assim?
-Um homem,orc,ou qualquer criatura que seja,ao ter Thais,Edron,Fibula,Greenshore e tudo que pertence á Tibianus e mais os pantânos nas suas mãos irá querer muito mais,não acha?
-Obviamente.Acho que já perceberam isso,mais vão esperar que isso se resolva entre nós.
-Os orcs cresceram de mais,Ulrich.Agora precisam ser empedidos,mesmo que isso nos forçe á puxar os elfos e anões pelos cabelos.Kormarak é um homem ambicioso,tem várias alianças com povos negros e perigosos.Ele nos deu um tempo de duas semanas,é mais que o bastante para irmos de Kazzordoon á Ab'dendriel e convencer aquele povo.
-Você disse IRMOS?
-Ora,preciso de alguém do meu lado para emergências,e você parece o amis disposto desse bando de amebas transgênicas.Olhe,a maioria deles esta bebendo como nunca para não chorar como uma garotinha.Você é o único são da cabeça aqui,criança.Embora não tenha ido com sua cara,sinto obrigado a te convidar.
-Pois bem-disse Ulrich-Aceito seu convite,pela honra de druida que tenho e por minha pátria.Sou contra a gana de Tibianus(e,se não me engano,você também)mais como o rei é a voz da justiça,nada posso fazer,senão impedir que Kormarak nos obrige a trabalhar pelo resto da vida nas minas de diamante,ouro ou qualquizer coisa em qualquer parte do mundo!Senão for morto,o que me enche de medo só de pensar.
-Não tenha medo,pois partiremos ao amanhecer,e estará seguro em Kazordom.
-É Kazordoon,sua besta.Você que é bardo deveria saber disso.
-De tanto viajar fico confuso,e aposto que você também deve estar.Vá para casa e descanse,teremos trabalho amanhã,curandeiro.
-Certo,violeiro.Esperaria que pragas de gafanhotos caissem sobre sua cabeça,mais assim perderia meu guia bastardo.
-Certo,certo,agora se vá,que tenho de servir muitos vagabundos e mulheres.
E assim se foi,nem menos nem mais confiante,e mais pensante que nunca.
Sem mais comentários,esse é o capitulo II.Fiz ele á toa,é pra esclarecer dúvidas e contar melhor a história,pra não cair na pancadaria e na bábarie consecutiva XD
Peço comentários,desse jeito parece q ninguém Lê essa porcaria q eu uso de passatempo xD







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