Bem, esse é meu primeiro RP, espero que entendam que eu não sou um grande escritor, além do mais, sou novo.
O roleplay vai contar sobre a saga de um guerreiro que luta para tornar a terra um lugar habitável novamente.
A história se passa na Idade Média, numa era pós-apocalípse. O começo da história ainda não se passa nesse tempo, portanto não reclamem "mas tipow, se o tempo eh de caos, ele nao pode ter ganho arco e flexa de niver e ficado feliz".
Os capítulos vão ser postados de semana em semana, pois tenho internet discada e só posso logar nos nos sábados e domingos.
Aceito críticas construtivas
Segue o roleplay:
OBS: Qualquer semelhança de nome com qualquer usuário ou ex-usuário do fórum não é simples coincidência.
Capítulo 1 - Nasce um PaladinoPrólogo:
A terra agora é um lugar de trevas, de dor, de morte, um lugar onde apenas os mais fortes sobrevivem, e os mais fracos perecem.
Há quem diga que é o fim, há que diga que tudo vai recomeçar, mas há um, apenas um, que sabe isso pode não ser definitivo.
Junte-se a Locke em sua saga épica no reestabelecimento da ordem original.
Locke abre os olhos. Eles ainda estão sensíveis à luz do dia devido à longa noite de sono que tivera. Olhando para a janela que iluminava o quarto com seus fortes raios de luz, o garoto percebe que o melhor a fazer é ir brincar com seus amigos e conferir alguns dos presentes de aniversário que ganhara no dia anterior.
Locke completara 14 anos, mas tratavam-no como um adulto por causa de sua grande inteligência, capaz de desvendar enigmas dificílimos com grande facilidade. Além dessa grande inteligência, Locke manejava a espada e o arco com extrema facilidade, tornando-o um guerreiro completo.
Caso contrário era o de seu querido irmão Ruly, um homem forte, de 17 anos, que apesar de seus aspectos físicos, nunca fora bom em combate. O jovem gostava mesmo era de desafios lógicos, mesmo que não tivesse tanta inteligência quanto seu irmão caçula.
Ao descer as escadas, Locke lembra-se de que não ganhara muitos presentes, mas dentre os que ganhara, um arco-e-flecha, uma mochila nova e uma armadilha para pássaros eram os que destacavam, e como todo jovem que gosta de praticar atividades físicas, Locke optou por ir até o riacho, onde testaria sua habilidade de arqueiro em algumas árvores.
Como ainda é novo na área, Locke resolve convidar apenas seu melhor amigo, Angus, para ir com ele. À frente da casa do amigo, Locke grita:
-Angus! Angus!
Ele estava esperando algum sinal vindo da janela do segundo andar, mas quem apareceu à porta foi a mãe de Angus, uma senhora alta e magra, que usava um simples vestido rústico.
-O que você quer garoto?
-Eu vim convidar o Angus para brincar.
-Ele está dormindo, ou pelo menos estava antes de você chegar.
Ao término da frase, os dois vêem Angus descendo as escadas, já todo arrumado para ir brincar. O garoto se despede da mãe e segue com o amigo para o seu lugar de destino, sem questionar aonde iam.
Angus é um jovem tímido, um tanto magro e sem experiência no manejo de armas. Ele prefere ficar em seu quarto lendo algo. Locke sabe que ele é muito esperto, mas que não demonstra isso no dia-a-dia.
-Que bom que você ouviu meus gritos – diz Locke.
-Como não haveria de ouvir? Você chegou berrando como um doido lá.
Locke da um risada singela e os dois seguem em direção ao riacho.
Chegando à beira do lindo riacho, o qual parecia estar com as águas mais transparentes do que de costume, Locke larga a mochila no chão, retira o arco e uma flecha e diz, olhando para Angus:
-Duvida que eu acerte bem no centro daquela árvore?
Angus, que olhou para árvore que o amigo estava apontando, ficou um tanto surpreso, pois a árvore estava a aproximadamente 7 metros de distância. Mesmo sabendo das qualidades do amigo, Angus ficou em dúvida se Locke era capaz de fazer o que disse.
Como se soubesse como o amigo ficaria, Locke não esperou resposta, apenas mirou na árvore, se concentrou e soltou a flecha.
Angus, que ainda estava pensando se o amigo conseguiria fazer o que fala, nem percebeu que a flecha atirada por Locke acertou exatamente o centro da árvore. Mas quando vira a cabeça, confirma o que não esperava:
-Você é muito bom! Quem me dera ter tanta habilidade!
-E quem disse que você não têm? Só treinar um pouco e você pode ser um ótimo arqueiro! – enquanto fala isso, Locke entrega o arco uma outra flecha nas mãos do amigo.
-Mas espere, eu nem sei mexer com isso.
-Então deixa que eu te ensino.
Dizendo isso, Locke da uma série de demonstrações de como segurar o arco, como manejar e como atirar. Quando acaba a explicação, Angus, que está concentrado na mesma árvore na qual Locke atirou, comenta:
-Vamos ver então – e solta o cordão do arco.
Os dois ficam em silêncio. Angus tenta abrir a boca, mas é interrompido por Locke. Ele havia acertado exatamente no meio da flecha do amigo, a qual havia partido no meio em dois pedaços iguais.
Surgia assim o mais novo paladino da região.
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