A indústria cinematográfica deve agradecer penhoradamente a George W. Bush. As trapalhadas do cada vez mais impopular presidente parecem ter empurrado a sensibilidade dos criadores do cinema na direção oposta à ação governamental americana. Às avessas, Bush jogou gasolina na - até o ano passado - brasinha política das telonas. Hollywood, a tomar por base os indicados ao Oscar , ficou mais política e menos moralista.
Uma corrente, composta pela dissecação do macarthismo em "Boa noite e boa sorte" e pelo drama racial em "Crash - No limite", dá fôlego às teses politicamente corretas nos EUA, cuja população tem suspeitado da boa fé político-racial de seus governantes, como o visto após a catástrofes ocorrida no Mississipi. Outra vertente, claramente encabeçada por "O segredo de Brokeback Mountain" e "Capote", joga na retina do público as tintas de um cinema menos moral e mais humano. No rastro dos novos temas vieram tambem novas caras, menos identificadas com o velho enquadramento hollyoodiano. A isso se dá o nome de renovação, um calo no pé dos conservadores americanos, em frente ou atrás das lentes.
PS: Nao irei responder a nenhum commentario, nem irei participar de nenhum chat pois estou com 80% de alerta e Youko Klaus ta de olho em min.
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