Pois é, vim hoje me manifestar diante de tamanha ignorancia sobre essa modinha "EMO"
minha opiniao:
até onde sei emo sao grupos ligados a bandas, e nesses grupos se encaixam na maioria das vezes bisexuais, drogados, espancadores de mae, rebeldes.
tudo bem em eles existirem..mas uma coisa com o q nao me conformo é q no brasil virou moda esse lixo todo..me perguntam porque nao gosto de emo..dai explico sobre bi~ e essas coisas mas todos dizem as mesmas coisas..
"nao sou gay"
entanto os animais usam apenas o estilo "emo" pra se achar o maximo...coisa mais imbecil.. sem ao menos saber oq estao faendo...
pra quem nao entandeu...NAO, NAO GOSTO DE EMO...
outro ponto de vista com mais detalhes:
é engraçado ver como a concepção de música mudou tanto em tão pouco tempo. Hoje em dia, bandas como o Jimmy Eat World, Get Up Kids e Thursday são consideradas "emo". Indian Summer, Native Nod, Rites of Spring e Fugazi também são consideradas "emo". As bandas mais recentes podem, vagamente, ser agrupadas sob a descrição "punk com pegadas pop". As bandas mais antigas têm o som que inspirou e deu sentido ao estilo. Aonde estes dois grupos se encontram? Em lugar nenhum, desde
que eu saiba.
Fato é que a cena evolui por si só. Mesmo agora, com o termo completamente rebaixado por sua apropriação pelo comércio e pela crítica, emo foi a culminação de muitas bandas e gêneros, todos trazidos juntos no momento e na hora certa. Com o passar do tempo, o estilo se modelou, assim como qualquer outra cena mais antiga que, digamos, cinco minutos. Por isso, a história do emo é dividida em “fases”. A primeira manifestação do estilo na música foi no início dos anos 80, e era o hardcore um pouco mais calmo e trabalhado, com letras mais profundas e emocionais – daí o nome emocore. Acrescentando um pouquinho mais de intensidade ao emocore, surgiu o emo no fim dos anos 80. Em 1990 esse estilo se fundiu com o hardcore, formando o hardcore emo, que nada tinha a ver com o rumo que a música tomou em 95, o post emo .
É verdade que a história do estilo é um pouquinho maior e mais complexa do que muita gente pensa. A maioria das pessoas tem uma idéia muito limitada e clichê do que é o hardcore emocional, especialmente porque grande parte dos registros mais importantes na história do Emo foram lançados principalmente em vinis, em pouca quantidade e distribuição limitada, e nem por isso deixaram de influenciar várias bandas desde então. Por isso, muitos meninos e meninas escutam estilos de emo da terceira ou quarta geração e nem ao menos sabem disso.
É claro que a maior parte das bandas não gosta de se auto-intitular “emo” porque os meninos sabem que a música evolui porque os artistas estão constantemente superando seus limites, se esforçando para serem diferentes, se esforçando para serem originais. Diante disso, nenhum verdadeiro músico quer ser rotulado ou colocado numa caixinha de estereótipos – porque isso parece diminuir a intensidade e a complexidade da música. Mesmo assim, o termo ainda é uma inteligente descrição para as bandas pioneiras, porque, nos termos mais vagos, música emo tem uma estrutura espiral que consiste em largos e crescentes clímaxes que geralmente se contrastam com passagens quietas e mais refletivas – “uma combinação que, na mais superficial e redutiva analise imaginável, sugere a inconstante e tensa natureza humana”.
Compare e contraste isso com Get Up Kids, por exemplo.É verdade que seu estilo pop-punk influenciou inúmeras novas bandas a deixarem o humor imaturo, associado à Fat Wreckords, e a se focarem mais em questões pessoais. Mas, ainda assim, eles tocam acessível e cativante música pop-punk, com letras que te fazem discriminá-los, ou se sentir bem ou, se eles forem muito enérgicos, pode te fazer querer vomitar. Não estou diminuindo
o valor do Get Up Kids só porque eles são desmerecidamente rotulados "emo" por uma porção de meninos insensatos/estúpidos - ou surdos. Mas, ao mesmo tempo em que é admirável ter influenciado algumas bandas a
um nível de letras ligeiramente mais profundo, muitas dessas bandas não passam de cópias pioradas e ridículas versões do que são agora os clichês do emo: oitavadas, músicas acústicas, linhas de teclado fracas, melancólicas fotografias e design do encarte lotado de "abstração", que não passam de linhas e círculos arbitrários.
É por isso que eu acho importante delinear o emo como um gênero - para afastá-lo e até mesmo arrancá-lo do meio de tanto clichê: a escória de corações-partidos como aquela das baladas Top 20 MTV. Originalmente, eu vejo o estilo como uma combinação de extremos de emoções e a expressão dessa emoção através das formas musicais, e não só letras românticas. Melodias sobre meninas cantadas por meninos (e vice versa) com a intenção de desabafar é uma idéia tão antiga quanto a própria música.
Por essa razão, eu gostaria de dispensar a tentativa de trazer bandas como o Get Up Kids, Taking Back
Sunday e Saves The Day para dentro
da concepção emo, porque todos esses grupos são agora meras imitações do gênero. Elas são bandas pop-punk com letras sobre namorados e namoradas bonitinhas. Isso não é e nunca foi emo, e rotular essas bandas assim é dar uma impressão inteiramente errada.
Emo é Indian Summer, Angel Hair, Still Life. “Se você quer compreender o gênero, escute as bandas mais antigas e veja como elas não são Mariah Carey -para-o-underground. Mariah Carey não deixaria escapar os primitivos, guturais berros como o Guy Picciotto (que hoje toca no Fugazi) faz no Rites of Spring. Mariah Carey, faria uma balada acústica como o Ataris ou o Something Corporate. Essa é a diferença”.
(fonte: http://www.matrizbh.com.br/revista/emode.html)
resumo:
foi-se o tempo em que se via crianças de 12 anos cobertas de metal ouvindo "offspring", "massacration", " nirvana"?
nao quero defender nenhum estilo mas veja como as coisas sao empulsionadas por modas ou coisas do tipo...
:confused:
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