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Tópico: Tibia - A Espada da Fúria

  1. #11
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    Bem, agora vou escrever o segundo capítulo.

    TIBIA
    A ESPADA DA FÚRIA

    - CAPÍTULO DOIS -
    O Florete do túnel



    .::Tyrus Não obtendo resposta alguma, Tyrus se pos de pé para ver melhor quem o havia salvado. Era um homem de aparência jovial, seus cabelos eram rebeldes, lisos e muito castanhos; usava uma Armadura de Correntes e Calças de Pregas, segurava um Escudo de Cobre em uma das mãos e na outra segurava seu Elmo de Legião, sua espada estava na bainha.
    - Quem é você? - repetiu Tyrus
    - De nada. - falou o homem em tom de censura - Tome. - e tirando um frasco contendo um estranho líquido vermelho-sangue e o atirou para que Tyrus pegasse.

    Tyrus bebeu o fluido que tinha gosto de sangue e recobrou parte de sua força, instantâneamente.
    - Obrigado. Pode me dizer o seu nome?
    - Isto importa agora? - respondeu duramente o homem.

    Tyrus ficou calado e bebeu o resto do líquido.
    - São Fluidos da Vida. - falou o rapaz mesmo antes de Tyrus lhe perguntar.
    - Onde arranjou esses fluidos?
    - De repente virei balcão de informações. - o rapaz já demonstrava aborrecimento. - Não acho que a ilha seja grande demais para que você a explore sozinho! - e dizendo, isso, deu as costas a Tyrus e continuou seu caminho rumo ao nordeste da ilha.

    Tyrus passou um tempo nos subterrâneos da cidade, aumentando suas abilidades em espada com ratos, não queria arriscar sair dos terrenos da cidade depois do que acontecera e só sairia quando conseguisse um arma melhor. Foi perguntar para Dalheim, o guarda da cidade sobre armas e o mesmo lhe responde:
    - Com a minha Espada de Espinhos, posso fazer um Ciclope em pedaços!
    - Espada de Espinhos? - perguntou um jovem de cabelos loiros e despenteados que estava ao lado de Tyrus.
    - Uma poderosa espada que, com o movimento certo, é capaz de cortar qualquer coisa. - respondeu Dalheim, cheio de si.
    - Onde posso encontrar armas? - perguntou Tyrus, mas desta vez foi o jovem que respondeu:
    - Nos subterrâneos você poderá encontrar uma, é ótima para começar. Bem, estou com pressa. Tchau! - mas antes que pudesse ir, Tyrus perguntou seu nome e, diferentemente do rapaz que o salvara, o jovem respondeu educadamente. - Meu nome é Dan, prazer. E você?
    - Me chamo Tyrus.
    - Bem, adeus.
    - Adeus.

    Tyrus seguiu o conselho de Dan e foi procurar pelos subterrâneos por uma arma melhor. Não havia sinal de ratos e nenhum deles havia aparecido. Vasculhava por buracos e mais buracos a procura de uma arma. Quando em um buraco ele encontrou muitos ratos, eram centenas, milhares, dezenas de milhares de ratos, e estavam se procriando rapidamente. Com cuidado, Tyrus caminhou pelo túnel, quando pode ver um vulto a sua frente e, empunhando sua Faca de Combate, perguntou:
    - Quem está aí?
    - Um humilde monge procurando por um aprendiz - falou o vulto e um homem emergiu das sombras daquele túnel.
    - Ah, certo, desculpe. Sabe onde posso encontrar uma arma, de preferência uma espada?

    O homem tinha cabelos pretos que na parte de cima da cabeça, eram lotios, usava uma roupa típica de um Frei, porém era azul e com detalhes de aspectos orientais, seu sorriso era enigmático e seus olhos eram cruéis, mas ele não parecia representar ameaça. Logo que Tyrus perguntara ele apontou para um baú ao fundo do túnel e Tyrus foi, cautelosamente até o lugar onde o baú estava e em seguida o abriu.

    Dentro do baú havia um Florete, Tyrus pegou a arma e a guardou. Em seguida se virou para o monge:
    - Obrigado. Posso saber os seu nome?
    - Meu primeiro nome não é importante. Mas pode me chamar de Zath. Então jovem Tyrus, gostaria de ser meu aprendiz? - respondeu o monge calmamente.
    - Bem... Eu... Espere um pouco. Eu não lembro deter lhe dito meu nome, Senhor. - falou Tyrus, desconfiado.
    - Digamos que cada pessoa tem um dom em especial. Se quiser eu posso lhe mostrar o seu dom... - o monge falou com um certo ar sedutivo, seus olhos tinham um brilho negro e a proposta pareceu tentadora para Tyrus que gostaria de saber mais sobre seu passado e achava que Zath poderia ajudá-lo de alguma forma.

    O monge tinha um sorriso malicioso e em seguida perguntou:
    - O que me diz? Sim ou não?


    O monge Zath

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    Última edição por Tyrus the Knight; 19-12-2005 às 00:12.

  2. #12
    Avatar de Kokimotoh.
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    Zath...
    Posso estar revelando algo que você revelaria apenas futuramente mas algo me diz que pelo aspecto do ''Zath'' ele seria... ...Uman Zathroth...:eek:
    xDDDDD continue a historia parece que irá ficar rox no decorrer!

    PS:Caso eu tenha estragdo um pouco do seu roleplay, me desculpe eu naum resisti e tive que fazer esse comentario.
    "Quando você entender a dor, então poderá suprimí-la."


  3. #13
    Avatar de Tyrus the Knight
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    De maneira nenhuma você estragou o meu Roleplay. Várias figuras de Tibia irão aparecer e repito que a história de Tyrus não é curta, porém a Espada da Fúria é somente a primeira saga de Tyrus. :eek:

    Muitos fatos e especulações sobre a história do Tibia irão aparecer na aventura de Tyrus que busca descobrir sobre seu passado, agora ele só poderá encontrar as respostas em um lugar...

  4. #14
    Banido Avatar de the pally
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    continua plx to achando + ou - tá digamos legalzinho + tá no começo quem sabe ñ fica muito bom. Uma dica tenta fugir do clichê esse é o principal erro do seu rp os outros são insignificantes.
    Última edição por the pally; 17-12-2005 às 13:08.

  5. #15
    Avatar de Virgo Shaka
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    Caro Tyrus,

    A história não está ruim, pelo contrário, tem qualidade.Mas para que ela tenha futuro, precisa se atentar para alguns pontos.

    1º: A Trama.

    Um roleplaying não precisa ser necessáriamente sobre grandes missões e salvar princesas, e salvar o mundo.Um roleplaying é uma história, que pode ser sobre um cara saindo de casa e indo até a padaria.Tudo questão de tema.Quanto mais "missões épicas" mais o roleplaying fica ruim ,pois se aproxima dos outros, se tornando igaul aos outros, e você acaba perdendo o melhor da sua história, que seria a originalidade.

    Citação Postado originalmente por the pally
    continua plx to achando + ou - tá digamos legalzinho + tá no começo quem sabe ñ fica muito bom. Uma dica tenta fugir do clichê esse é o principal erro do seu rp os outros são insignificantes.
    O cara está certo, fuja de clichês

    2º: Os deuses

    Uma pergunta: Se vocêfosse um ser onipotente, onipresente, onisciente e imortal, se envolveria com um ser mortal, falho e limitado como aprendiz?Não, você criaria um.Tenha em mente que os deuses só se importam com coisas a longo prazo.Um aprendiz de deus, teria de ser imortal.Ou seja, deuses se envolvendo com mortais não cola.

    3º: A narrativa.

    Este é o elemento que precisa de menos correção.Pode descrever um pouco mais, pular uma linha entre os parágrafos e outras pequenas correções gramaticais.Mas nada que prejudique.Ahn, e outra, não precisa colocar negrito toda vez que for destacar ação nas falar dos personagens.Somente pule um espaço entre o travessão e o texto.

    Espero que ajude.

    Sem mais,
    Virgo Shaka




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    Última edição por Virgo Shaka; 17-12-2005 às 13:18.

    Simplesmente Futuro: O Futuro Como Você Nunca Imaginou Antes

    Entre Por Sua Própria Conta e Risco...

  6. #16
    Avatar de Tyrus the Knight
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    Post Justificativa à Virgo Shaka e Capítulo 3

    Citação Postado originalmente por Virgo Shaka
    Caro Tyrus,

    A história não está ruim, pelo contrário, tem qualidade.Mas para que ela tenha futuro, precisa se atentar para alguns pontos.

    1º: A Trama.

    Um roleplaying não precisa ser necessáriamente sobre grandes missões e salvar princesas, e salvar o mundo.Um roleplaying é uma história, que pode ser sobre um cara saindo de casa e indo até a padaria.Tudo questão de tema.Quanto mais "missões épicas" mais o roleplaying fica ruim ,pois se aproxima dos outros, se tornando igaul aos outros, e você acaba perdendo o melhor da sua história, que seria a originalidade.



    O cara está certo, fuja de clichês

    2º: Os deuses

    Uma pergunta: Se vocêfosse um ser onipotente, onipresente, onisciente e imortal, se envolveria com um ser mortal, falho e limitado como aprendiz?Não, você criaria um.Tenha em mente que os deuses só se importam com coisas a longo prazo.Um aprendiz de deus, teria de ser imortal.Ou seja, deuses se envolvendo com mortais não cola.

    3º: A narrativa.

    Este é o elemento que precisa de menos correção.Pode descrever um pouco mais, pular uma linha entre os parágrafos e outras pequenas correções gramaticais.Mas nada que prejudique.Ahn, e outra, não precisa colocar negrito toda vez que for destacar ação nas falar dos personagens.Somente pule um espaço entre o travessão e o texto.

    Espero que ajude.

    Sem mais,
    Virgo Shaka

    Vou tentar me destanciar do clichê o máximo que eu puder. Não sei se vou conseguir mas tenho planos pra está história que mal sei quando acabar um capítulo q começar outro.

    Como já disse, tenho planos para está história e nem tudo que falo é o que parece ser. Zath pode não ser um monge, Dalheim pode não ser o guarda de Rookgaard, A Espada da Fúria pode não ser o destino de Tyrus e este pode não ser um mortal, enfim, não se enganem com o que está escrito nos capítulos iniciais pois poderá haver um tremendo revira volta na história, ou não. Mas o fato é que não devem se deixar enganar pelos que lêem, pois a derradeira história ainda está por vir.

    Vou tentar melhorar minha narrativa. Leio alguns livros e tento passar está linguagem para o meu roleplay, Tyrus tem apenas 16 anos e nada de seu passado foi citado ainda, muito menos ao que está destinado. É cedo para dizer o que ou quem Tyrus é e o seu destino é incerto como de qualquer outra pessoa.

    Espero não ter deixado meus planos claros.

    Se o que vocês estávam esperando era o terceiro capítulo, então aqui está ele:

    TIBIA
    A ESPADA DA FÚRIA

    - CAPÍTULO TRÊS -
    O Monge Zath



    .::Tyrus hesitou. Não sabia o que o suposto monge realmente pretendia. Então, ele teve a idéia de perguntar como o monge o ajudaria a saber qual era o seu dom. Zath respondeu segundos depois, com um ar superior:

    - Cada um tem seu dom como eu já disse. Um dos meus doms, por exemplo, é poder vasculhar a alma e descobrir os doms das pessoas. - e em seguida olhou profundamente os olhos de Tyrus, dizendo em um tom sorrateiro: - Outro dos meus doms é simples: os meus olhos, sim, os meus olhos, são os espelhos da alma!

    Tyrus olhou os olhos de Zath que eram cruéis e começou a imaginar que o monge queria confundi-lo e parecia que realmente estava conseguindo.

    - Posso ver, jovem Tyrus. Sim, você tem um grande dom para a crueldade, é, você também tem um dom para o poder! Você pode usar suas incriveis abilidades para causar dor e sofrimento para as pessoas, se você se juntasse aos orcs tenho certeza que seria um líder grandioso! Seria capaz de dominar o mundo, suas abilidades que, um dia irão aflorarar, são incrivelmente superiores aos dos Orcs Comandantes e tenho certeza que vc é capaz de derrotar Demônios com facilidade! E mais, posso ver que o seu destino está nesta ilha, sim, ao noroeste, encravada numa pedra em uma pequena ilha está o seu destino! - e deu um sorriso malicioso.

    Tyrus pareceu confuso, mas depois de pensar um pouco, pergunmtou firme ao monge:

    - Sempre achei que eu iria encontrar respostas em Mainland e... espere... como sabe que o meu destino está nesta ilha?

    - Digamos que seja outro dos meus dons saber o destino das pessoas.

    - Mas eu posso usar minhas abilidades para ajudar as pessoas assim como eu posso usar para fazê-las sofrer? - perguntou Tyrus, curioso.

    - Não! - vociferou Zath. - Digo... - e falou mais calmamente. - Bem, pode, mas eu não acho bom você correr contra o destino.

    - Sim, mas... espere um pouco novamente! Se osu mais abilidoso que um Orc Comandante e sou capaz de derrotar um Demônio então porque meu destino estaria nesta ilha?

    Zath pareceu enfureciso mas se conteve e Tyrus pensou ter visto chamas surgirem próximas ao monge durante um certo período de tempo. Ao invés de responder, o monge simplesmente repetiu sua pergunta:

    - Aceita sim ou não? - e em seguida falou com um ar extremamente tentador: - Eu posso esclarecer melhor as coisas se concordar ser meu aprendiz, posso mostrar-lhe o que quiser, dar-lhe poderes inimagináveis, se quiser! É só se tornar meu aprendiz e eu lhe darei o que quiser, a informação que desejar. Somente precisa fazer um pacto de sangue comigo e automaticamente você terá tudo o que quiser!

    Por mais tentadora que a proposta lhe parecesse, algo dentro de Tyrus dizia a ele que NÃO! Que NÃO deveria aceitar a proposta. Seu corpo queria e sua alma insistia para ele NÃO aceitar.

    Zath, sem receber resposta alguma, decidiu dar à Tyrus uma chance:

    - Darei à você um tempo para pensar e se decidir se quer ou não aceitar a proposta. Bem, deixarei você num lugar seguro, não posso deixar os pobres ratos imóveis por tanto tempo, não?

    Zath deu um aceno com sua mão e Tyrus sentiu-se puxado por algo muito forte e em seguida aterrisar no centro de comércio da ilha, ainda indeciso se deveria ou não aceitar a proposta. De repente, uma voz perguntou:

    - O que faz aí?

    EDITED::.

    Como vêem, este é o terceiro capíyulo, não foi muito bom, mas os próximos eu irei melhorar e ainda não estou certo de como continuar minha história mas os próximos capítulosa serão melhores.
    Última edição por Tyrus the Knight; 19-12-2005 às 13:47.



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