Bem...gostei mtu principalment da narrativa e dos outros detalhes ^^
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Bem...gostei mtu principalment da narrativa e dos outros detalhes ^^
Meu Conto novo:
Ether-Prólogo.
Estou te devendo alguns comentários construtivos, então aqui vai.
(Na verdade nem devo, mas estou com piedade de ti e do seu rp)
Sim, eu li a história. Antes eu estava comentando mas nãi tinha lido nenhum capítulo que você lançara nos ultimos dois meses. Li até o terceiro e parei. Agora li tudo e irei tirar as conclusões necessárias do que acho que deve melhorar e do que está exagerado demais.
Como sabe, uma história em um futuro próximo deve conter elementos básicos para sua formação: o presente. Esse presente não está se indentificando com o futuro - que é o cenário da história. A base da história é algo que deveria estar bem mais trabalhado, bem mais detalhado, bem mais enganxado.
A emoção que as pessoas falaram que falta pode ser resolvida de um jeito que cause ilusão de ótica simples e fácil no leitor: As pausas e o controle do tempo. Sempre lembre-se da existência de pontos auxiliares de pausa, em especial, o ponto final e a vírgula. Eles serão seus amigos na transmissão de algo mais sentimental.
A base da história poderia estar mais desenvolvida. De qualquer forma, seu jeito de escrever me lembra uma narração de algum anime, ou algo do tipo. Isso não chega a ser um defeito, mas pra mim não é agradável. Porém, não queira agradar a todos: Agrade a si mesmo e seja feliz.
Um bom escritor é aquele que sabe onde peca e bate a calda até acertar o ponto. Se você não enxerga seus defeitos, você não é tão bom assim...
#Caboom*
*Gostou da nova assinatura, né? =D
Você está escrevendo ação e suspense. Nesse ramo de suspense e ação, eu tenho uma opinião: trabalhar personagens e narração lenta é simplesmente viadagem. Uma história de suspense raramente possui um só gênero. Ou o suspense é produto do terror ( personagens muito complexos, histórias muito lentas), ou produto da ação, que implica em cenas rápidas, com riscos e surpresas. Os personagens geralmente tem a identidade fraca, porém, ao desenrolar da trama, se caracterizam pelos seus atos. Tramas de ação geralmente tem vocabulário simples e ágil, e diálogos bem desenvolvidos. Á você faltam os diálogos elaborados. Você apresenta as idéias de uma só vez, e num diálogo normal não é assim. As pessoas tem jeitos diferentes de conversar e pensar. Se você caracterizar isto, o texto vai melhorar, pois o enredo (em si) não está ruim. A cada momento aparecem novos ganchos e dúvidas. Eis aí o suspense criado.
Isto é um kraken:
(Kraken é a última coisa que eu iria falar se estivesse nessa cena. Uma pessoa normal diria "Olha essa lula gigante comendo aquele barco")
Última edição por Guardian of Muritanya; 06-02-2006 às 12:20.
Putz, eu não sabia que era suspense :mellow:Postado originalmente por Guardian of Muritanya
Sim sim...Postado originalmente por Guardian of Muritanya
Bem, em relação ao kraken depende... Ele já foi retratado de diferentes formas pelos navegadores gregos... Uns diziam que ele, de tão grande, parecia uma ilha. E dificilmente lulas ou polvos ou seilaoque atacariam barcos, pois eles ficam mais pro fundo do mar... Já o kraken está diretamente relacionado à isto, portanto achei melhor usá-lo...
Mas de qualquer maneira, muito obrigado pelas dicas Guardian e Caboom... Tomarei as devidas providências para que o meu texto fique melhor que esta joça...
[]'s
roleplay da hora mto loko os personagens o enrendo bom mesmo
gostei do hugo tb![]()
Última edição por Huei; 06-02-2006 às 23:32.
Sim sim...Postado originalmente por Huei
Valeu pelo comentário kra... Aguarde novos caps e acompanhe a hist...
@pessoal: Estou fazendo novo cap exatamente agora... Talvez ainda hoje eu posto...
[]'s
Última edição por Favaru; 06-02-2006 às 23:36.
De nada gostei msm ^^
Última edição por Huei; 06-02-2006 às 23:37.
Sim sim...
Bem pessoal, esse cap ficou meio comprido, então espero que gostem!
A Lei do Sigilo Cap 6 – A Influência da Ganância
A noite caiu. Seu véu negro cobriu todo o céu anteriormente ensolarado. Hugo estava refletindo sobre suas ações, enquanto Jorge pensava numa maneira de salvá-los.
_ Hugo... _ Jorge estava cabisbaixo, meio indeciso no que falar... Ele, ao notar fica receoso, mas arrisca uma tentativa de conversa.
_ Jorge, o que foi? Está chateado assim por quê?
_ Droga Hugo... Estou preocupado como vamos nos safar daqui... Mas deixa pra lá... Deixa-me quieto.
_ Jorge, se você tem alguma coisa que te deixa chateado eu quero saber, caramba! Somos amigos depois de tudo, não? Vamos lá, conta o que foi!
_ Já disse para me deixar quieto. SERÁ QUE NÃO OUVIU?!
_ Ta bom, perdão...
Se Hugo continuasse, resultaria em briga. Então ele achou melhor parar por ali.
Ele começou a admirar as estrelas, e o céu descomunal do Triângulo das Bermudas. Era limpo, sem nenhuma nuvem, era perfeito. Ao fundo o céu fundia-se com o mar, resultando num panorama curioso e apreciativo.
Tudo aquilo fazia ele se sentir muito bem, e ele começou a relaxar, mas quando olha para Jorge, vê uma cena desconfortante, que não via há muito tempo:
Jorge lentamente colocou a mão em seu bolso, pegou um cigarro, e começou a fumar... Ele só fumava quando algo de muito ruim acontecia, ou quando ele não estava nada confortável. Provavelmente seria porque eles estavam numa ilha desconhecida até então, procurando um metal desconhecido até então, e que próximo a eles provavelmente tinha uma lula gigante desconhecida até então, e com fome.
Mas Hugo não quis nem saber. Estava preocupado com suas peles, e chama a atenção de Jorge de novo.
_ Jorge! Me empresta teu isqueiro! Posso tentar fazer fogo com ele...
_ Toma. _ Jorge jogou o isqueiro para Hugo, e logo depois voltou a olhar para o infinito, mergulhando em seus pensamentos...
Hugo tentava fazer um fino graveto ficar em chamas para acender a fogueira.
Quando o vento colaborou, ele finalmente fez a fogueira, assim os dois podiam dormir aquecidos e sem muito perigo... Jorge ficou calado a noite inteira, enquanto Hugo pensou no metal, e também neles...
Eles dormiram rápido, entretanto, Hugo mexia e se remexia... Estava inquieto. Chegou a acordar algumas vezes de madrugada com uma sensação de estar sendo observado, mas logo passou, e ele voltou a dormir.
No dia seguinte, Hugo e Jorge acordam, e vão procurar alguma pista sobre o metal... Jorge já estava mais calmo, enquanto Hugo estava querendo achar algo. Eles procuram, acham algumas pistas, e vão seguindo em frente...
Estava fazendo um calor bem forte naquele dia. Eles estavam suando pra caramba, mas mesmo assim seguiam em frente.
Mal podiam esperar a hora de ver aquele metal. Eles vão andando, andando... Até que acham uma caverna. Estranhamente era frio lá. Muito frio, na verdade. Mas sentiam-se confortáveis.
Eles vão andando com cautela, cada passo era pensado duas vezes. Qualquer coisa podia acontecer numa caverna daquele lugar...
Hugo começa a apalpar as paredes, e dá socos de leve para ver se era oco, mas em vão. As paredes eram mais sólidas e densas que aço. Jorge, sem seu laptop, fica atrás de Hugo, observando cada passo que ele dá.
Depois de ter andado um bom tempo, eles seguem uma passagem estreita, e um pouco menos gelado que a entrada da caverna.
A passagem leva a um lugar realmente grande. Era similar a uma base... Uma base abandonada...
Hugo se lembra do que o chefe tinha dito antes de eles partirem:
“Não se esqueçam, cambada! O metal tem uma cor bordô. Portanto se virem algo de cor vinho, que seja duro, resistente, pegue! Provavelmente é o metal!”
Então ele percebe que as coisas realmente tinham um tom vermelho-escuro nesta “base”. Talvez tivessem achado o metal? Mas era improvável que um item de tamanho valor esteja de tão fácil acesso...
Se separando de Hugo, Jorge começa a procurar... Ele queria encontrar o máximo possível de itens de valor. Ele vai andando, e aquele lugar estranhamente não tinha sinal de poeira.
De repente, Jorge acha uma caixa. Sim, uma grande caixa. E tinha muitas coisas dentro feitas com aquele metal: Uma espécie de soco inglês com espinhos e mais resistente, oito copos, uma faca e um chapéu estranho.
Ele ia mostrar para Hugo os artefatos, quando ele pára por um momento e começa a refletir.
Será que Hugo realmente merecia ficar com o metal? O que ele tinha feito até então? Nada. Enquanto os outros trabalhavam arduamente, ele apenas cumpria ordens menores...
Isso deixava Jorge irritado. Hugo só na boa, e os outros suando para manter o centro de pesquisas ativo...
Hugo não merecia aquilo... Ou merecia? Por que merecia? Jorge imaginou o atributo que ele receberia por achar aquela base... SOZINHO. Mas Hugo era seu amigo...
Jorge estava num conflito mental tão grande, que começou a ter alucinações...
“Tudo apareceu de repente... Um flash de luzes brancas, aos montes...
O chão estava vermelho... Muitas criaturas falando algo que ele não entendia...
Objetos que as criaturas aproximavam de Jorge o deixaram mudo.
Outros o deixaram vermelho de raiva.
Aquelas criaturas sabem controlar os sentimentos das pessoas... Elas são poderosas... Mas o que são?
As imagens estavam embaçadas e distorcidas, mas ele conseguia ouvir algo. Ele não entendia muito bem... A única coisa que ele conseguiu distinguir foi: Ganância...
Ganância...
O flash voltou. O chão vermelho ficou azul, as criaturas falando estranho de novo...
Jorge sentiu um tiro no peito.
Um tiro que parecia corroer todo seu coração.
Ele estava suado, confuso, perturbado...
Ganância...
E outra vez um tiro, só que foi na testa. E começou a corroer seu cérebro. Aquilo era completamente desconfortante. Era perturbador.
Jorge chorava de dor... Aquilo dominava sua mente...”
Até que parou.
Ele voltou ao normal. Estava deitado no chão, e Hugo fitando-o fixamente.
_ Jorge! O que aconteceu cara?
_ Nada..._ disse Jorge ofegante_ Apenas uma dor de cabeça. Mas já estou melhor.
Ele se levanta, e vai buscar sua caixa com os objetos feitos com aquele metal... Ainda refletindo sobre Hugo, olha para a caixa, e pára. Olhando para o infinito de novo, diz:
_ Eu decidi. Não preciso esconder nada de Hugo.
Ele volta para perto de Hugo, que fica meio confuso com o que Jorge fez.
_ Jorge, tem certeza que você está bem? Você foi pra lá e voltou sem nada. Ah já sei!
Hugo começou a falar mais baixo, como se estivesse contando para o presidente dos Estados Unidos um plano confidencial:
_ Foi... Mijar?
Ele não se controlou e soltou uma gargalhada escancarada. Daquelas que se a gente olhar por algum tempo começa a rir também.
_ Não. E sua piada foi muito sem graça. Eu vim aqui, para lhe dizer adeus. Não vou mais ficar com você.
_ O quê? O que quer dizer?
_ Imbecil. Eu cansei de te aturar. Cansei de ter que ficar inventando desculpas para sua esposa, quando na verdade é apenas você que está ficando velho. Chega! Pensei que não diria isso, mas, disse. Quero o metal apenas para mim. Então, eu decidi que preciso me livrar de você.
_ Espere Jorge! Porque você est...
Jorge usa o soco inglês achado na caixa e dá um soco com toda sua força no rosto de Hugo, que cai, sangrando.
(continua)
[]'s
Bem, este capítulo ficou...digamos..psicodélico.Pórém mesmo com estes aperitivos, não chegou lá.
Realmente a sua história não convence a muitos.De todos que comentaram, somente alguns enxergaram que continua sem desenvolver plenamente as suas capacidades.
Sem mais,
Virgo Shaka
PS:para de mendigar coment ¬¬Postado originalmente por MSN
Última edição por Virgo Shaka; 07-02-2006 às 14:40.