Sim sim...
Well, aqui vai outro capítulo...
Espero que gostem, e sem viadagem, comentem...
A Lei do Sigilo Cap 5 – Rebeldia por Desespero
Hugo estava tentando achar terra firme, enquanto Jorge começava a ficar nervoso e preocupado com o Kraken.
_ Hugo! E se aquele kraken vier aqui! Podemos morrer! Ele vai nos pegar! Eu sou muito jovem para morrer!
_ Cala a boca Jorge! Chega de ser pessimista! Estamos sem transporte, sem roupas, sem comida, sem água potável, sem video-game, mas não precisamos nos desesperar! Estamos no meio do nada, numa parte do mapa não explorada, mas obviamente vamos achar terra firme!
Hugo e Jorge nadaram. Nadaram e nadaram. Jorge, por não ser tão forte quanto Hugo, desmaia.
Hugo segurou Jorge e continuou nadando... Sim, nadaram por muito tempo, mas nada que a correnteza não dê conta...
Hugo logo desmaia também, e o mar se encarrega de cuidar daqueles intrometidos...
_ Hein... O que? Ai!_ diz Hugo colocando sua mão na cabeça. Ele tinha levado um forte golpe, ou apenas foi o impacto deles chegando à ilha.
_ Jorge... Acorda! Estamos no meio do nada, precisamos fazer algo para dar o fora daqui!
Hugo joga água em Jorge, que acorda bem assustado. Nisso, uma fina chuva começa a cair. Hugo olha para o céu e começa a recordar de sua vida pacata antes deles pararem naquela ilha.
“Sim... Eu me lembro... Desprezei minha esposa, nem ao menos retribuí seu beijo... Eu fui um idiota pensando coisas como “Amanhã falo com ela”, “Depois eu retribuo seus beijos”. Sou um completo idiota de pensar que vou voltar vivo para São Paulo...”
Neste momento, uma lágrima sai de seu rosto, e se funde com a chuva, caindo rapidamente no chão. Hugo fecha os olhos abruptamente e começa a chorar e se lembrar do passado...
Já era tarde. Avistava-se o sol se pondo no céu avermelhado. Logo a noite iria chegar, e com ela, animais selvagens, a ausência de um abrigo, poderiam causar problemas à Hugo e Jorge.
Em meio a lágrimas, ele diz:
_ Como pude ser tão imbecil? Como pude deixar tantas coisas ruins acontecerem comigo?! Desprezei minha esposa. Não pude fazer nada no submarino. Estou em uma ilha deserta, e provavelmente irei morrer aqui!_
Hugo começa a falar mais alto... Sua mente estava perturbada por não poder aproveitar a vida que tinha. Ele foi um pobre homem, que não usufruiu dos prazeres que a vida lhe deu. Ele apenas se importava com o trabalho, as gigantescas dimensões que a descoberta daquele metal podia causar... Não apenas nas carcaças dos foguetes, mas em armas, casas, robôs, aviões, carros, e muito mais.
Seria um desperdício deixar aquele conhecimento todo se perder através do tempo, e do fracasso daquela missão atribuída à eles. Hugo, agora, carrega uma grande responsabilidade nas costas:
Achar o metal, e sair vivo do Triângulo das Bermudas...
_ COMO EU POSSO MORRER AQUI?! MEU DESTINO NÃO PODE SER ESSE!! NÃO PODE... NÃO PODE!!!!!
_ Vai com calma, Hugo. Não podemos nos desesperar numa hora como esta. Precisamos é raciocinar um meio de sairmos daqui.
_ COMO EU POSSO IR COM CALMA?! VAMOS MORRER NESTA ILHA E VOCÊ ME PEDE CALMA?!
Logo chegou a noite. Eles estavam em apuros, pois não tinham fogo, nem abrigo, e nem comida. Teriam que improvisar alguma coisa, se não quisessem morrer, porém, a situação chegou a um ponto crítico. Hugo estava descontrolado, Jorge tentava acalmá-lo, mas também precisava encontrar uma maneira deles saírem dali.
O tempo é cruel
O destino é impiedoso
O fluxo da vida é implacável com cada um de nós. Tentamos mudá-lo do jeito que podemos, mas somos apenas mais um grão de areia na praia. Um, em um milhão. Seremos capazes de fazer algo?
Somos impotentes?
[]'s
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