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Tópico: COVID-19

  1. #71
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    Galerinha, só deixar um aviso aqui nesse tópico.

    Até o momento, o que está sendo discutido aqui é referente a uma pandemia. Um assunto muito sério, que impacta todo mundo, que coloca muita gente em risco. A coisa é muito na linha do que o @Don falou, agora (ou pelo menos aqui) não é hora de ficar brigando por diferenças.

    Assim sendo, fiquem à vontade para discutir sobre o vírus, sobre as respostas do governo, sobre o que está sendo bom e o que não está ou sobre qualquer besteira que qualquer político possa vir a falar. Por outro lado, nesse tópico não tem qualquer cabimento ficar atacando um ao outro ou incitando ódio.

    Espero que todos fiquem bem.

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    Última edição por Scarela; 22-03-2020 às 12:27.
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  2. #72
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    https://braziljournal.com/o-custo-ec...r-alternativas

    Geraldo Samor

    Existe uma discussão envergonhada acontecendo em alguns setores da sociedade sobre o custo econômico do combate ao coronavírus.

    A discussão é envergonhada porque ninguém quer ser visto “atrapalhando” o que a comunidade científica afirma ser o único curso de ação neste momento.

    Mas se políticos, trabalhadores e empresários forem intelectualmente honestos, todos deveriam admitir que a discussão é válida.

    Alguns acusarão este discurso de “argentário”, mas isto seria minimizar o que uma economia minimamente funcional significa para a vida e a dignidade humana.

    A economia global mergulhou numa queda livre que ninguém sabe onde ou quando termina. As principais vítimas serão as pequenas empresas familiares, que têm pouco acesso a crédito e capital de giro. O restaurante do bairro e a padaria da esquina podem nunca mais reabrir, mas as grandes empresas — quando a tempestade passar — voltarão ainda mais ricas e dominantes.
    Só esta semana, 2,25 milhões de americanos perderam o emprego nos EUA — o maior número desde que começaram a coletar os dados.

    No Brasil, os estados que já estavam quebrados e inadimplentes — e ainda assim resistiam a cortar na carne e vender estatais — agora acharam a desculpa perfeita para pressionar a União a abrir seus cofres. Politicamente, quem vai conseguir ficar contra essa onda? Alguém em Brasília vai querer ser visto “negando ajuda” numa economia de guerra?

    Infelizmente, o custo desse ‘shutdown’ global será medido não apenas em dinheiro, mas também em efeitos colaterais como desorganização econômica, desespero e violência urbana. Milhões de brasileiros — a tia do pastel, o cara do cahorro quente, o motorista de Uber e a faxineira diarista — dependem da circulação de pessoas e da existência de um mercado, isto é, oferta e demanda.

    Está claro que as autoridades (em todo o mundo) entregaram o processo decisório à comunidade médica, e os médicos deram ao assunto o encaminhamento que sabem.

    Explicaram que, se não desacelerarmos o contágio, os sistemas de saúde ficarão sobrecarregados e as pessoas morrerão — como está acontecendo na Itália — por falta de leitos, respiradores e médicos.

    Isso tudo é verdade — e não se trata de contestá-la. Mas tirar a economia global da tomada também terá um custo incalculável. Como os médicos são treinados para salvar vidas, eles não têm nenhuma obrigação de considerar os danos econômicos como uma variável importante em sua tomada de decisão. Mas os governantes precisam.

    Ninguém nunca tentou, voluntariamente e de uma hora para outra, paralisar 80% da economia global — e ninguém nunca tentou religar o sistema depois de paralisá-lo.

    O Senado dos EUA deve anunciar nesta segunda-feira um pacote de estímulo à economia que pode passar de US$ 2 trilhões, ou 10% do PIB da maior economia do planeta. Dependendo da duração do shutdown, este pacote de ajuda pode acabar sendo insuficiente. A Casa Branca está se preparando para mandar cheques para ajudar as pessoas a atravessar o momento.

    Ora, se toda a questão se resume à falta de leitos hospitalares e respiradores, por que a resposta de política pública (a nível global) não foi criar uma economia de guerra para suprir — em um mês — os déficits na infraestrutura dos sistemas de saúde? Quanto isso custaria? Uma fração do custo de parar tudo talvez seja um chute razoável.

    O argumento contra o ‘lockdown global’ — e a favor de uma resposta alternativa por parte das autoridades — ganha mais peso quando se considera o seguinte: a Alemanha estima que de 60% a 70% de sua população estará infectada em algum momento. O Estado da Califórnia foi mais preciso: estimou que, em oito semanas, 56% de sua população estará infectada.

    Se todos topamos uma economia de guerra para desacelerar o vírus, por que não montar uma economia de guerra para exponencializar a capacidade de atendimento dos hospitais?

    Para quem conhece a economia brasileira, está claro que o ‘lockdown’ (o mais rigoroso possível) é necessário neste momento, mas não poderá durar meses. A questão é como encontrar uma alternativa. Por que não mobilizar o setor privado para encontrar soluções a nível local, protegendo os idosos, aumentando o número de leitos e construindo hospitais de campanha?

    O debate sobre uma alternativa não visa negar a ciência — como fazem alguns governantes irresponsáveis — e sim complementar o objetivo médico de salvar vidas com a obrigação das lideranças políticas de salvar, também, a vida econômica do País.

    O desemprego ou mata de fome ou de tristeza, e a violência urbana causada pelo desespero também pode matar.

    Passaremos as próximas semanas contando infectados e mortos, mas quem está fazendo esta outra conta?

    Um meme que circula na internet diz que haverá “mais falidos que falecidos” quando esta crise acabar.

    Não se trata apenas de um jogo de palavras. É uma pergunta séria em busca de uma resposta inteligente e inovadora

    Enviado de meu ASUS_X00TDB usando o Tapatalk

  3. #73
    Avatar de Shadownmancer
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    Finalmente alguém lúcido. Políticos demagogo demagogos estão ouvindo conselhos de médicos lunáticos e destruindo a economia.

    Se a gente obedecer ao pé da letra tudo que médico fala, a vida seria uma merda: sem bebida, sem noitada, sem drogas, sem fumar, sem sexo sem camisinha, sem doces e guloseimas, sem gordura. Pra viver assim melhor morrer.

    Governadores e imprensa se juntaram numa histeria sem precedentes afim de destruir a economia economia e culpar bolsonaro.

    Querem tirar o emprego de milhões de pessoas pra salvar meio dúzia de octogenário cheio de doença crônica. Que bom, os velhinhos ganham 1 ou 2 anos de vida e os jovens tomam no cu de maneira sem precedentes.

    Quanta gente vai morrer pela derrubada da economia?

    Vai poder fazer busca e apreensão coletiva sem mandado, nas favelas? Vai o bope entrar de casa em casa no alemão atrás de ladrão, sem mandado? Afinal decidiram que em nome de salvar vidas os direitos individuais pode ser violados.

    De quem é culpa dos aeroportos não terem sido fechados antes ? Fechamento de fronteira e proibição de estrangeiros. TODO brasileiro antes antes de voltar ficaria em quarentena e faria exames. Porque só agora ? Porque não antes?

    Porque a imprensa não ficou histérica com h1n1?

  4. #74
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    37% de aumento nos casos de infectados pelo Corona de ontem pra hoje, atingindo 1.546 casos, e um aumento de 39% nas mortes, saltando de 18 para 25.

    Mas o que mais assusta é o Mendetta assumir a possibilidade de que temos 80% dos casos não detectados. Se o número dele estiver correto, temos um número de infectados de 7.730, deixando o Brasil com a 9ª maior população infectada do mundo.

    Enquanto isso, o presidente segue fazendo pouco caso disso. Incompetente.
    Última edição por Flea; 22-03-2020 às 20:23.

  5. #75
    Avatar de Shadownmancer
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  6. #76
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    Citação Postado originalmente por Sete Ver Post
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    Geraldo Samor

    Existe uma discussão envergonhada acontecendo em alguns setores da sociedade sobre o custo econômico do combate ao coronavírus.

    A discussão é envergonhada porque ninguém quer ser visto “atrapalhando” o que a comunidade científica afirma ser o único curso de ação neste momento.

    Mas se políticos, trabalhadores e empresários forem intelectualmente honestos, todos deveriam admitir que a discussão é válida.

    Alguns acusarão este discurso de “argentário”, mas isto seria minimizar o que uma economia minimamente funcional significa para a vida e a dignidade humana.

    A economia global mergulhou numa queda livre que ninguém sabe onde ou quando termina. As principais vítimas serão as pequenas empresas familiares, que têm pouco acesso a crédito e capital de giro. O restaurante do bairro e a padaria da esquina podem nunca mais reabrir, mas as grandes empresas — quando a tempestade passar — voltarão ainda mais ricas e dominantes.
    Só esta semana, 2,25 milhões de americanos perderam o emprego nos EUA — o maior número desde que começaram a coletar os dados.

    No Brasil, os estados que já estavam quebrados e inadimplentes — e ainda assim resistiam a cortar na carne e vender estatais — agora acharam a desculpa perfeita para pressionar a União a abrir seus cofres. Politicamente, quem vai conseguir ficar contra essa onda? Alguém em Brasília vai querer ser visto “negando ajuda” numa economia de guerra?

    Infelizmente, o custo desse ‘shutdown’ global será medido não apenas em dinheiro, mas também em efeitos colaterais como desorganização econômica, desespero e violência urbana. Milhões de brasileiros — a tia do pastel, o cara do cahorro quente, o motorista de Uber e a faxineira diarista — dependem da circulação de pessoas e da existência de um mercado, isto é, oferta e demanda.

    Está claro que as autoridades (em todo o mundo) entregaram o processo decisório à comunidade médica, e os médicos deram ao assunto o encaminhamento que sabem.

    Explicaram que, se não desacelerarmos o contágio, os sistemas de saúde ficarão sobrecarregados e as pessoas morrerão — como está acontecendo na Itália — por falta de leitos, respiradores e médicos.

    Isso tudo é verdade — e não se trata de contestá-la. Mas tirar a economia global da tomada também terá um custo incalculável. Como os médicos são treinados para salvar vidas, eles não têm nenhuma obrigação de considerar os danos econômicos como uma variável importante em sua tomada de decisão. Mas os governantes precisam.

    Ninguém nunca tentou, voluntariamente e de uma hora para outra, paralisar 80% da economia global — e ninguém nunca tentou religar o sistema depois de paralisá-lo.

    O Senado dos EUA deve anunciar nesta segunda-feira um pacote de estímulo à economia que pode passar de US$ 2 trilhões, ou 10% do PIB da maior economia do planeta. Dependendo da duração do shutdown, este pacote de ajuda pode acabar sendo insuficiente. A Casa Branca está se preparando para mandar cheques para ajudar as pessoas a atravessar o momento.

    Ora, se toda a questão se resume à falta de leitos hospitalares e respiradores, por que a resposta de política pública (a nível global) não foi criar uma economia de guerra para suprir — em um mês — os déficits na infraestrutura dos sistemas de saúde? Quanto isso custaria? Uma fração do custo de parar tudo talvez seja um chute razoável.

    O argumento contra o ‘lockdown global’ — e a favor de uma resposta alternativa por parte das autoridades — ganha mais peso quando se considera o seguinte: a Alemanha estima que de 60% a 70% de sua população estará infectada em algum momento. O Estado da Califórnia foi mais preciso: estimou que, em oito semanas, 56% de sua população estará infectada.

    Se todos topamos uma economia de guerra para desacelerar o vírus, por que não montar uma economia de guerra para exponencializar a capacidade de atendimento dos hospitais?

    Para quem conhece a economia brasileira, está claro que o ‘lockdown’ (o mais rigoroso possível) é necessário neste momento, mas não poderá durar meses. A questão é como encontrar uma alternativa. Por que não mobilizar o setor privado para encontrar soluções a nível local, protegendo os idosos, aumentando o número de leitos e construindo hospitais de campanha?

    O debate sobre uma alternativa não visa negar a ciência — como fazem alguns governantes irresponsáveis — e sim complementar o objetivo médico de salvar vidas com a obrigação das lideranças políticas de salvar, também, a vida econômica do País.

    O desemprego ou mata de fome ou de tristeza, e a violência urbana causada pelo desespero também pode matar.

    Passaremos as próximas semanas contando infectados e mortos, mas quem está fazendo esta outra conta?

    Um meme que circula na internet diz que haverá “mais falidos que falecidos” quando esta crise acabar.

    Não se trata apenas de um jogo de palavras. É uma pergunta séria em busca de uma resposta inteligente e inovadora

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    Exatamente... isso está começando a ecoar... será que o método atualmente adotado (full lockdown) é, de fato, a abordagem mais eficiente e inteligente no combate ao #VirusChines?

    Estava vindo pra cá pra justamente comentar esse artigo do Dr. David L. Katz: Is Our Fight Against Coronavirus Worse Than the Disease?
    https://www.nytimes.com/2020/03/20/o...istancing.html

    Recomendo a leitura.

    Dá pra resumir com uma imagem:


    - - - Atualizado - - -

    Citação Postado originalmente por Luis Marques Ver Post
    Será que você tem noção do que você tá falando? Justamente por haver essa diferenciação que isso é possível; assim como qualquer outro estabelecimento cultural, comercial, ou de qualquer tipo, está abaixo do poder executivo e pode, se necessário, ser ordenado a fechar. É uma questão de saúde pública, o país está em estado de calamidade.

    Me explica você seu raciocínio pra achar que isso não faz sentido.

    Igreja, templo, terrero, prédio, são todas definições iguais. Religião, qualquer que seja, é respeitada até bater com qualquer situação pública.
    Quando eu falo "igreja" aqui, leia-se quaisquer entidades confessionais. ok?

    Poderia dar uma resposta mais alongada, mas vou deixar um conteúdo de especialistas em direito religioso:



    Inclusive, eles são os autores do mais amplo livro em português sobre o tema:
    https://www.amazon.com.br/Direito-Re...dp/8527509776/
    Atenciosamente,
    Felipe "GrYllO"

    Galera, eu não tiro dúvidas por Mensagem Privada. Se precisarem de ajuda, tentem usar a pesquisa para ver se a dúvida já não foi solucionada antes e, em caso negativo, criem 1 tópico na seção adequada do Suporte ou mesmo na seção Tecnologia (pro caso de uma dúvida técnica não relacionada ao Tibia). Beleza?

    Intel Core i5 4460 @ 3.4GHz | MSI Z97-G43 Gaming | 16GB Kingston DDR3 @ 666Mhz (9-9-9-24) | GALAX GeForce GTX 1050 Ti EXOC 4GB | 240GB OCZ Vertex3-LP | x2 500GB Seagate ST3500418AS RAID 0 | 1TB Seagate ST1000LM024 | CoolerMaster Silent Pro M700 | NZXT H2 Silent Chassis | Corsair Hydro Series H90 | Windows 10 Pro x64
    Meu coração pertence à Valéria Freitas.

    proposta ativa: Atualizem o Software do Fórum oficial!

  7. #77
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    Citação Postado originalmente por GrYllO Ver Post
    Quando eu falo "igreja" aqui, leia-se quaisquer entidades confessionais. ok?

    Poderia dar uma resposta mais alongada, mas vou deixar um conteúdo de especialistas em direito religioso:



    Inclusive, eles são os autores do mais amplo livro em português sobre o tema:
    https://www.amazon.com.br/Direito-Re...dp/8527509776/
    @GrYllO, primeiro de tudo, quando você conversa ou se permite entrar numa discussão com alguém, você coloca as coisas da sua visão e argumenta por si, não coloca um vídeo que fale por você. Do contrário, eu poderia simplesmente linkar um vídeo análogo dizendo o quão absurdo é o conteúdo do vídeo que você me mostrou ou socar links e falar que eles respaldam o que eu estou falando através de opiniões de outros que não a minha, por exemplo.

    Porém, vou responder. O vídeo que tu linkou é ABSURDO. Pra começar que nível dos dois "apresentadores" ao citar as coisas é de uma ingenuidade gigante, se não for desonestidade. "Decreto por poder eclesiástico" Nenhuma instituição religiosa tem qualquer poder que se valha ou equipare a nível executivo/jurídico/legislativo; esse decreto tem valor pra qualquer fiel católico ENQUANTO não se chocar com nenhuma esfera das quais eu citei.
    Eles mesmos se embananam ao usar o Artigo 19 Inciso 1 da constituição, porque, é claro, convenientemente, não terminam de ler a linha que vale como aval pra situação atual. Isso pra ser extremamente brando com a irresponsabilidade desse argumento e conteúdo exposto no vídeo.

    Dito isso, pela primeira vez eu vejo o @Sete postar algo legal e coerente, e realmente interessante, mas a insanidade de alguns comentários aqui é desoladora, iguais os do começo do tópico (que vejam só, já se provaram insanos ou ingênuos, esperemos a maioria da metade até aqui acontecer o mesmo, de novo). O cidadão fazendo paralelo de quarentena por causa de uma doença virulenta de nível pandêmico e sério com o efeito que isso teria também sobre estupros e coisas do tipo foi de matar qualquer seriedade pretendida. Só tá faltando citarem Terça Livre ou Deputado Osmar pra coisa ficar maravilhosa de vez. Melhor ainda querer comparar com o H1N1.


    Gente, acompanhem conteúdos sérios; diversos acadêmicos, OMS e outros governos estão falando com seriedade sobre o problema, pelo amor de deus, procurem informações minimamente embasadas. A discussão que o @Sete colocou é MUITO séria e relevante, mas procurem fontes de qualidade verdadeira, como discussões/textos da McKinsey, JPMorgan, e outros desse âmbito. Se querem informações sobre o COVID/Corona, não tá faltando. Não fiquem nessa de achismo igual uns e outros por aí.

  8. #78
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    Isso aí grelo, aprende comigo

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  9. #79
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    Citação Postado originalmente por Luis Marques Ver Post
    mas a insanidade de alguns comentários aqui é desoladora, iguais os do começo do tópico (que vejam só, já se provaram insanos ou ingênuos, esperemos a maioria da metade até aqui acontecer o mesmo, de novo).
    Toma no seu cu porra, ta achando que a gente é vidente agora? Lê aí em cima o título do forum, se é tibiabr ou CONVENÇÃO ANUAL DOS DISCÍPULOS DA MÃE DINÁH

    Porque você não apareceu em janeiro pra contar pro mundo todo o que ia acontecer? Da próxima vez vem mais cedo, marcia sensitiva do caralho


    Quer ver os meus desenho clica na imagem aí então zé

  10. #80
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    Citação Postado originalmente por Luis Marques Ver Post
    @GrYllO, primeiro de tudo, quando você conversa ou se permite entrar numa discussão com alguém, você coloca as coisas da sua visão e argumenta por si, não coloca um vídeo que fale por você. Do contrário, eu poderia simplesmente linkar um vídeo análogo dizendo o quão absurdo é o conteúdo do vídeo que você me mostrou ou socar links e falar que eles respaldam o que eu estou falando através de opiniões de outros que não a minha, por exemplo.

    Porém, vou responder. O vídeo que tu linkou é ABSURDO. Pra começar que nível dos dois "apresentadores" ao citar as coisas é de uma ingenuidade gigante, se não for desonestidade. "Decreto por poder eclesiástico" Nenhuma instituição religiosa tem qualquer poder que se valha ou equipare a nível executivo/jurídico/legislativo; esse decreto tem valor pra qualquer fiel católico ENQUANTO não se chocar com nenhuma esfera das quais eu citei.
    Eles mesmos se embananam ao usar o Artigo 19 Inciso 1 da constituição, porque, é claro, convenientemente, não terminam de ler a linha que vale como aval pra situação atual. Isso pra ser extremamente brando com a irresponsabilidade desse argumento e conteúdo exposto no vídeo.

    Dito isso, pela primeira vez eu vejo o @Sete postar algo legal e coerente, e realmente interessante, mas a insanidade de alguns comentários aqui é desoladora, iguais os do começo do tópico (que vejam só, já se provaram insanos ou ingênuos, esperemos a maioria da metade até aqui acontecer o mesmo, de novo). O cidadão fazendo paralelo de quarentena por causa de uma doença virulenta de nível pandêmico e sério com o efeito que isso teria também sobre estupros e coisas do tipo foi de matar qualquer seriedade pretendida. Só tá faltando citarem Terça Livre ou Deputado Osmar pra coisa ficar maravilhosa de vez. Melhor ainda querer comparar com o H1N1.


    Gente, acompanhem conteúdos sérios; diversos acadêmicos, OMS e outros governos estão falando com seriedade sobre o problema, pelo amor de deus, procurem informações minimamente embasadas. A discussão que o @Sete colocou é MUITO séria e relevante, mas procurem fontes de qualidade verdadeira, como discussões/textos da McKinsey, JPMorgan, e outros desse âmbito. Se querem informações sobre o COVID/Corona, não tá faltando. Não fiquem nessa de achismo igual uns e outros por aí.
    Me deixa de fora do seu mau sentimento. Você é uma pessoa horrível. Uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia. Isso não tem nada a ver com o que está sendo julgado. É um absurdo, Vossa Excelência aqui fazer um comício, cheio de ofensas, grosserias. Vossa Excelência não consegue articular um argumento, fica procurando, já ofendeu a presidente, já ofendeu o ministro Fux, agora chegou a mim. A vida para Vossa Excelência é ofender as pessoas

    Vossa Excelência, sozinho, envergonha o tribunal. É muito ruim. É muito penoso para todos nós ter que conviver com Vossa Exxcelência aqui. Não tem ideia, não tem patriotismo, está sempre atrás de algum interesse que não é o da Justiça. É uma coisa horrosa, uma vergonha, um constragimento. É muito feio isso.

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    [12/05 às 20:39] Don Maximus Meridius : ja pensou o fantasma do gengiskão futuro visitando o pearl "olha aqui o mundo como seria se você não tivesse inventado essa merda"



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