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Tópico: Jason Walker e o Patrono do Apocalipse

  1. #31
    Avatar de Neal Caffrey
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    27-06-2006
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    Caralho, sou muito relapso. Desde o mês passado que não posto. Vamos corrigir isso imediatamente.

    Este novo capítulo representa tristeza e felicidade. Espero que não faltem

    Spoiler: Respostas


    No último episódio: Eremo explica que possui a Varinha Mestra e Crunor pede a Jason que procure por Rashid, o Comerciante, requerimento replicado pelo espadachim ao padrinho. O grupo conjectura visitar Thais diante da nova necessidade.

    CAPÍTULO IX – PERDA INSANÁVEL


    Arthur ainda refletia sobre o que Procusto havia exigido quando, inexplicavelmente, o grupo de combatentes entrou na sala do trono, sendo seguido de perto por um guarda indignado. Diante dele estavam Jason Walker, John Walker, Eremo Walker, Leonard Saint, Randal e Zathroth.

    O rei dispensou o soldado com um gesto breve, voltando suas atenções para o grupo. Aproveitou a oportunidade para requerer que seus dois guarda-costas deixassem a sala, ao que o pequeno Noodles marchou até Jason e começou a lamber-lhe as mãos. O monarca refletiu longamente sobre o que deveria fazer.

    Jason abria e fechava a boca, falando extensamente sobre um determinado comerciante que precisavam encontrar. Em algum lugar, em seu íntimo, sentia muito a respeito do embaraço que poderia criar. Lá no fundo, bem nos locais mais profundos de sua alma, sabia que não podia fazer o que Ferumbras lhe exigira para dar paz ao seu reino; inobstante, existia uma forma de suspender a guerra, ao menos contra Thais, desde que tomasse uma decisão ao mesmo tempo arriscada e comprometedora.

    Ele nunca me perdoará, pensou, entristecido, quando Eremo começou a apresentar as razões do grupo. Ele falou durante um certo tempo sobre as 12 relíquias, e sobre como um comerciante chamado Rashid – ele o conhecia, é óbvio; não havia quem não o conhecesse – podia ter o paradeiro da última relíquia que buscavam. O demônio Randal assentia devagar, e John, com suas mãos pousadas sobre seu cajado pitoresco, analisava suas reações, afora Leonard e Zathroth, que começavam a brincar com Noodles.

    Não posso fazer isso, concluiu, quase que em ultima ratio. Pensou, no entanto, em Heloise, e em como Morfeu vinha tentando sistematicamente massacrar o reino de Carlin nos últimos dias, desde que aqueles fugitivos da coroa haviam se alojado em toda parte do continente. Ferumbras comandava Carlin com mão de ferro naquele momento, e Thais não seria diferente, se não tomasse alguma decisão àquele respeito.

    Jason, que era homem de confiar, mantinha sua mão direita pousada sobre a Espada de Crunor embainhada, mesmo assim. O rei, que tinha a mesma característica e já tentara recrutá-lo no passado, também segurava seu cajado de forma preventiva, sem saber o que dizer. John agora tomara a palavra, e também estendia-se longamente sobre como Thais poderia ser a tábula rasa entre o velho e o novo, e como as 12 relíquias reunidas seriam o suficiente para derrotar Ferumbras e todo o seu exército.

    Agora, Zathroth, que retornara à conversa, de quem Arthur tinha repulsa, tentava convencê-lo que estava reformado, e que poderia ajudá-los a todos, se o rei fornecesse o necessário. Disse que pretendia libertar Carlin e Heloise primeiro e que, depois, atacariam Edron, sendo o caso. Comentou algo sobre Randal estar curado; finalizou seus pensamentos alegando que Thais poderia ser a responsável por virar a sorte de todos.

    Tudo aquilo durou menos de cinco minutos, os últimos cinco minutos que Arthur tivera para tomar uma decisão. Estava sozinho, não havia a menor possibilidade de se proteger, mas amava mais a cidade do que a própria vida, e poderia estar disposto a correr certos riscos, se fosse necessário.

    Todos agora aguardavam pela longa pausa do rei, que deliberava, os olhos fixos no rosto calmo de Eremo. Bastava um único movimento, algo que eles fizessem que justificasse o revide, mas nenhum deles se moveu nos instantes que se seguiram. Estavam lá de boa-fé, e, sinceramente, era improvável que soubessem que ele confabulava com Procusto e Ferumbras naquele momento.

    Ele baixou a cabeça por um instante, reflexivo.

    — Se há algo pelo que morrer…

    Antes que qualquer um pudesse reagir, ele sacou um punhal e cravou-o no coração de Eremo, sacando-o um segundo depois. John, Leonard, Randal e Zathroth saltaram para trás, surpresos demais para fazer qualquer movimento, e, para Jason, tudo caminhou em câmera lenta. Lenta demais.

    Eremo segurava o local do ferimento com a mão direita, a esquerda tentando inutilmente alcançar a Varinha Mestra. Devagar, muito devagar, ele caiu de joelhos e rolou de borco, respirando em profundos arquejos.

    Anestesiado, Jason assistia à cena boquiaberto, com tudo girando ao seu redor. Seus olhos se demoraram pelo que lhe pareceu uma eternidade no ponto onde Arthur ferira Eremo, mas seu instinto animal o dominou no segundo seguinte, e ele já sacava a Espada.

    Não houve tempo para que o rei pudesse se defender, ou mesmo para que pudesse se explicar. No giro de corpo, Jason, possesso, cravou a Espada em sua cabeça; a lâmina a perfurou e saiu do outro lado. O corpo de Arthur fraquejou no mesmo instante e, enquanto o rei, agora morto, tombava no chão como Eremo, o druida ainda tinha chances de salvação.

    Ao menos na visão de Jason.

    Ele atirou-se sobre o corpo do padrinho, ainda boquiaberto, sem saber o que dizer. No instante em que seu corpo começou a se desfazer, a partir do peito — é claro, ele era quase um incandescente —, Eremo puxou Jason para perto e sussurrou em seu ouvido.

    — Vença-o.

    Menos de cinco segundos depois, não havia mais substrato no que se fiar, exceto as roupas púrpuras excêntricas que ele usava.

    Eremo se fora; seu corpo, decomposto, fora absorvido pelo universo, e Jason, que por alguns dias, somente alguns dias, experimentava a sensação de finalmente ter uma família, agora, encontrava-se sozinho de novo.

    Ele se levantou devagar, os olhos cheios de lágrimas, sacudindo a cabeça. Teria seu momento para sofrer. Agora, queria vingança.

    Ele desceu as escadas depressa, arrancando a cabeça de um soldado próximo e cravando a Espada no coração do outro. Os outros, sacando suas armas, seguiram em seus calcanhares, John chegando um pouco mais tarde. O bobo da corte, chamado Bozo, assistia à cena embasbacado, mas não precisava de um segundo aviso para simplesmente desaparecer.

    Quando Jason chegou ao saguão do castelo, seus olhos fixaram-se nas portas duplas de saída.

    — Venha me pegar, desgraçado — murmurou, em prantos. — Venha, Ferumbras.

    Meio segundo depois, as portas duplas de carvalho explodiram. Por ela, marchou uma criatura andrógina de aparência infernal, trazendo consigo um cão do inferno amarrado numa coleira rudimentar. Por um segundo, todos se sentiram confusos sobre se era homem ou mulher; o corpo era esguio e os seios, fartos, mas a cabeça careca e os traços masculinos deixavam muitas dúvidas a respeito.

    Procusto, pensou Jason, sentindo-se ultrajado pelo fato de Ferumbras não ter vindo pessoalmente.

    — O que é que temos aqui?

    Sua voz era grossa e, ao mesmo tempo, feminina; por um instante, Jason quase se esquecera de que o padrinho acabara de morrer.

    — Jason Walker e… muitas relíquias. Que circunstância fortuita.

    Jason avançou contra ele, no mesmo tempo em que ele simplesmente soltou o cachorro da coleira. O bicho enorme avançou contra o cavaleiro e derrubou-o no chão com as imensas patas dianteiras, mas, a essa altura, John já corria pela sala, atirando feitiços por todos os lados.

    Zathroth e Randal ingressaram no combate também, atacando Procusto com tudo que tinham. Porém, algo em sua armadura dourada fazia refletir todos os golpes atirados contra ele, e, com seu cetro dourado, ele combatia ao mesmo tempo a espada de Zathroth e as flechas precisas atiradas por Leonard.

    Jason ainda tentava dar cabo do cachorro infernal; segurava sua mandíbula com a mão direita e sua arcada superior com a esquerda, quase desmaiando com o cheiro de mil cadáveres mortos que exalava de seu bafo horrível. O cão abocanhava o ar e estava prestes a alcançar a cabeça do cavaleiro, sendo que os demais não tinham sucesso maior no combate contra Procusto. Fosse o que fosse que decidisse, precisava ser rápido.

    Agora, a magia de John abria rachaduras nos entornos dos pés do soldado de Ferumbras, mas não lhe causava qualquer dano. Quando Leonard abandonou o uso do arco e começou a combater com a Lança do Destino e passou a ser combatido com a mesma facilidade dos demais, Jason finalmente compreendeu.

    Havia uma razão para que Procusto tivesse um cachorro infernal. Algo lá no fundo de sua mente causou-lhe uma epifania momentânea.

    *

    Margareth repassava talvez pela centésima vez o mesmo estudo com o jovem Jason Walker, que não tinha mais do que 12 anos completos. Era muito habilidoso com uma espada na mão, mas tinha problemas de aprendizado gravíssimos. Segundo o médico de Carlin, ele sofria do transtorno do déficit de atenção, de dislexia e de hiperatividade. Na visão de Margareth, era somente mais um menino preguiçoso, dentre tantos outros. Que lástima que fosse Jason Walker o mais abobado, depois do arqueiro forasteiro cabeça-oca.

    Embora sempre fosse complicado, aquele capítulo, particularmente, estava bem difícil de ser ensinado. Jason simplesmente não compreendia as características das criaturas do submundo, especialmente as infernais, e levara muito tempo para que ele aprendesse a diferenciar uma besta do inferno de um cachorro infernal. Quando finalmente aprendera, não tinha sido o suficiente para fazê-lo discernir em poucas palavras uma criatura da outra.

    — O cachorro infernal possui um mestre, ao contrário da besta infernal, que não obedece ordens de ninguém — explicou ela, talvez pela centésima vez, também. — O cachorro cria um laço com seu dono, e será seu último escudo contra ataques externos. Quem tiver um cachorro infernal não morrerá, exceto caso o cachorro seja abatido primeiro.
    — Entendi — disse ele, a voz fina subindo uma oitava pela puberdade. — Então, quando alguém manda numa besta infernal…
    — Cachorro — ela corrigiu novamente, revirando os olhos.

    Jason assentiu, determinado.

    — Quando alguém tem um cachorro infernal, não morre se a fera não morrer.
    — Precisamente — ela aprovou.

    Ele ficou em silêncio por alguns instantes, torcendo o nariz para a figura pitoresca do cachorro infernal estampada no livro diante deles. Ainda franzia os lábios quando Margareth finalmente perguntou o que havia.

    — Como se mata um desses?

    Ela sorriu, agradando-se da inocência do menino.

    — Não precisará se preocupar com isso em momento algum da vida.
    — Mesmo assim, é importante aprender, não é?

    Margareth aquiesceu contrafeita e puxou o livro para perto, passando seus longos dedos, que mais se pareciam com garras, pelo largo do texto. Finalmente, tamborilou todos os dedos num ponto específico da página.

    — Somente um tipo de arma é capaz de destruir uma fera dessas. É uma relíquia sagrada, chamada Lança do Destino. Pertence aos arcanjos. Sem ela, nem adianta tentar.

    Jason fez que sim, compreendendo.

    *

    De volta ao presente, foi com surpresa que Jason percebeu a minúscula figura de um basset correndo no meio da confusão e alojando-se em algum lugar atrás do cachorro infernal. Um segundo depois, quando o bicho se balançou no mesmo ponto, ainda lutando para alcançar a cabeça de Jason, o cavaleiro finalmente notou que Noodles mordia o rabo do cão, rosnando loucamente, mais feroz do que nunca. Só que não.

    Não houve tempo para que ele ficasse surpreso. Leonard rolou ao seu lado, a Lança do Destino caindo a centímetros da sua mão direita. O cavaleiro confiou no seu poder de síntese e segurou o cão infernal com a mão esquerda, esforçando-se para alcançar a relíquia deixada por Rafael.

    Enfim, a criatura percebeu que havia um petisco grudado em seu rabo, e sacudiu-o violentamente, mas Noodles não soltou. A deixa de que Jason precisava era aquela; no exato instante em que o cachorro aliviou a pressão sobre ele, ele alcançou a Lança, segurou-a firmemente e degolou o monstro com a maior ferocidade que podia reunir, o sangue de sua jugular esguichando incontrolavelmente e lavando Jason da cabeça aos pés.

    O corpo do bicho pesava mais do que parecia. Com esforço e usando as pernas, ele o chutou de lado, e Noodles passou correndo outra vez, satisfeito, disparando escada acima.

    Junto às portas de carvalho destruídas, a armadura dourada de Procusto se partia, revelando – a bem da verdade – um belo par de peitos, mas a imagem era violentamente distorcida pela existência de um órgão genitor masculino entre suas pernas.

    Exposto no campo de batalha, ele tentou correr, mas Jason, já de pé, o perseguiu, perfurando-o na altura do calcanhar direito. O soldado tropeçou nas próprias pernas e caiu estatelado no chão, virando-se para cima no exato instante em que o cavaleiro o golpeava com a Espada, abrindo seu abdômen de fora a fora.

    A cena poderia ser horrenda para quem não estivesse acostumado com visões de morte o tempo todo; Jason sequer piscou quando as entranhas de Procusto foram atiradas para fora da barriga. Quando ele rolou de lado, Jason simplesmente separou a cabeça do corpo, e John não esperou por uma segunda oportunidade para incendiá-lo por completo.

    Enquanto Procusto torrava, já sem vida, o cavaleiro deixou-se cair no chão, chorando copiosamente. Ao custo de destruir um dos mais fortes soldados de Ferumbras, perdera o padrinho e fora obrigado a matar Arthur Pennyworth. Não sabia em que circunstâncias Heloise o receberia, mas não importava mais. Mais do que nunca, entendia que precisava cumprir sua missão, e que, talvez, perderia amigos no final daquele trajeto.

    Jason tentou se lembrar dos momentos felizes que passara com Eremo, e de como pretendia interpelá-lo, depois que tudo aquilo acabasse, para requisitar morar com ele em sua ilha, próxima de Cormaya. Talvez, se Ártemis permitisse, poderia levar Melany para lá, e o futuro poderia ser um pouco menos nebuloso do que o que vinha sendo reservado para eles até então.

    Agora, no entanto, não tinha mais o padrinho e não sabia como prosseguir sem ele. Lembrou-se de quando perdera John, naquela fatídica missão nos Poços do Inferno, e de quanto de sua estrutura aquilo exigira à época. Embora amasse John de todo o coração, era mais simples dizer que Eremo ocupava outro lugar em sua vida; era aquele a quem Lawton e Clarice haviam destinado a vida de Jason, a quem haviam incumbido da dolorosa missão de prepará-lo, de criar um guerreiro completo
    .
    Tudo se fora. Tudo fora interrompido.

    — Jason — chamou a voz de John, controlada, mas com um fundo de urgência. — Jason, precisamos ir embora daqui.

    O cavaleiro sacudiu a cabeça, sem conseguir raciocinar.

    — Jason, ele está vindo — dessa vez era Zathroth quem falava. — Conheço seus sentimentos e compartilho deles, mas precisamos da Túnica primeiro.

    Outra vez, ele se negou.

    — Levante-se, saco de bosta.

    Finalmente, ele abriu os olhos. Leonard, ferido no rosto, fechava a cara para ele.

    — Vamos, imbecil. Eremo morreu para que tivéssemos essa oportunidade. Quer realmente jogar fora seu último sacrifício?

    Jason levantou-se de um salto, finalmente voltando a si.

    — Ferumbras está vindo — disse, com urgência.

    Leonard revirou os olhos.

    — Puta que o pariu, depois eu é que sou o cabeça-oca. John, pode nos tirar dessa?
    — Segurem-se.
    — A Varinha e o cachorro — lembrou-se Jason, de repente.

    Todos sentiram aquele estranho solavanco na altura do umbigo enquanto eram comprimidos pelo espaço-tempo. A última visão que tiveram era a de Ferumbras levando abaixo o castelo de Thais, frustrado por ter perdido uma nova oportunidade.

    Próximo capítulo: CAPÍTULO X – RASHID, O COMERCIANTE

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    Jason Walker e o Patrono do Apocalipse

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  2. #32
    Avatar de Ameyuri Ringo
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    G zuis" o que foi isso? 😢 eremo justo ele ...to sadboy agora rs a espera valeu apena mais um grande capitulo neal meus parabéns sinto que a tendência e que as lutas por vir vao ser cada vez mais épicas. Um abraço yours Ringo on Elera.
    Ameyuri Ringo The Ghost Of Sparta!!!

  3. #33
    Cavaleiro do Word Avatar de CarlosLendario
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    O título do capítulo me lembrou aqueles episódios de DBZ revelando que alguém morre (E no caso do desenho, revela quem morre também )

    Esse capítulo foi sensacional, Neal. Você não precisou escrever o que eles estavam falando exatamente em detalhes, simplesmente narrou e combinou com os pensamentos de Arthur. Foi uma boa jogada. E falando no título, pobre Eremo. Arthur ficou sem escolha e tentou salvar sua cidade, mas foi uma tentativa em vão. Pobre do Jason também, que finalmente encontrou família, e tão surpreendentemente a encontrou, também a perdeu.

    Vale destacar também a melhor parte do capítulo:

    Junto às portas de carvalho destruídas, a armadura dourada de Procusto se partia, revelando – a bem da verdade – um belo par de peitos, mas a imagem era violentamente distorcida pela existência de um órgão genitor masculino entre suas pernas.
    Caralho, o Procusto é realmente uma futanari?

    Excelente como sempre, cara. No aguardo do próximo.



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