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Tópico: Jason Walker e o Patrono do Apocalipse

  1. #61
    Avatar de Neal Caffrey
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    No episódio anterior: A luta contra Ferumbras em Yalahar gerou mais uma baixa, sob a intensa revolta de Jason por perder mais um aliado. Entrementes, o grupo tenta descobrir como reparar a Túnica Rubra, o último artefato antes da aparição do Patrono do Apocalipse.

    CAPÍTULO XVIII – MEMÓRIAS


    Perdido em pensamentos, Randal, sentado solitário à mesa de refeições, achava-se ao mesmo tempo afortunado e azarado. Jason e os outros o haviam tirado do purgatório, sob verdadeiras promessas, o que acabou se concretizando nos meses seguintes. Jamais achava, contudo, que deixaria de ser um demônio em algum momento de sua vã existência. John, contudo, provara que ele estava errado.

    Por um instante seguinte, deixou-se retornar à sua vida pretérita, antes da superveniência daqueles fatídicos acontecimentos.

    Lembrava-se de como gostava de apreciar o sol se pondo, e de como se sentia surpreso pelo fato de que Jason Walker tinha o mesmo costume, e que também costumava sentar-se solto no cais, balançando as pernas enquanto assistia ao não raro, mas miraculoso, espetáculo da natureza. Todo santo dia, de manhã, o sol ressurgia, como se nunca tivesse ido embora na noite anterior. Aquilo dava a Randal a sensação de que tudo na vida era transitório, mesmo a mais fulcral das sensações.

    Quando Crunor apareceu, retirando-o dos quintos dos infernos e oferecendo-lhe uma nova oportunidade, imediatamente negou. Embora não entendesse que fizera o suficiente em vida para ir parar no inferno, certamente que entendia que o julgamento do Criador era justo e que, por esse motivo, não havia muito o que contestar a respeito daquilo que o universo lhe roteirizara. Semanas depois, no entanto, Lúcifer também o procurou, numa das vagas vezes em que tinha autorização para deixar a jaula, trazendo consigo uma relíquia histórica. O Colar de Contas.

    Sob a promessa de que bastaria protegê-lo, Randal deixou o inferno e foi parar no purgatório, conservando o seu corpo humano, do qual tanto gostava, a bem da verdade. Embora os demônios cristãos e tibianos estivessem ali, disputando um espaço que, verdadeiramente, não pertencia a ninguém, Randal não se esqueceu de sua missão e imediatamente se estabeleceu como um sujeito pacífico e simultaneamente insignificante, começando, poucos dias após, o estudo sobre o cultivo e a formação dos soil, que haviam sido tão importantes na jornada de todos recentemente.

    Pouco se sabia sobre o Colar de Contas, mas, depois de um tempo, Randal aprendeu como usá-lo. O Colar, criado por Uman, conservava dentro de si o poder de uma alma, e era capaz de implodir qualquer coisa mortal que se movesse. Obviamente, Randal nunca utilizara a relíquia, e achava que, dentre as 12, aquela era a mais agressiva. Lúcifer podia tê-la utilizado, mas não achava que tinha condições, de qualquer forma.

    Em breve, os seres locais começaram a respeitá-lo não pelo que ele era, mas pelo que ele fazia. Tornara-se um importante traficante de influência na região, e possibilitara o retorno de muitos demônios para o inferno com o seu cultivo, mas achava que sua missão ia além daquilo. Tardou muito para que se lembrasse de sua verdadeira história, do artesão capaz que costumava ser no passado, e de como tinha o fito de beber até se cansar, retornar para casa e espancar a mulher e os dois filhos até a inconsciência.

    Em não raras ocasiões, sacudia a cabeça, arrependendo-se. Estava certo de que aquele não era um sentimento próprio dos demônios e, afinal, o amor pela família foi o que o salvou da danação eterna, impedindo-o de conservar aqueles sentimentos próprios das criaturas nefastas comandadas por Lúcifer. Para ele, havia um horizonte: se houvesse um único mortal que tivesse suficiente coragem para cruzar o liminar entre o mundo físico e o mundo sensível, ele deveria estar pronto para se aproveitar da vantagem.

    Quando Jason Walker surgiu com o arcanjo e o arqueiro obtuso em seus calcanhares, não foi necessário fingir. Bastava a Randal que fosse com eles o que tinha sido com todos desde que chegara ao purgatório: uma criatura dócil, amigável, cheio de informações para trocar e com um poder de barganha incrível. Deu certo. Embora o cavaleiro tivesse retornado do inferno num estado de semimorte, pronto para divertir-se com Lúcifer no limbo, e trazendo consigo um incandescente injustamente condenado ao inferno, Randal conseguiu sua passagem para fora. Progrediu. Ninguém nunca saberia que ele tinha uma relíquia, exceto, de fato, caso alguém soubesse.

    E Zathroth sabia. Em não raras oportunidades, salvara sua vida com o único fito de proteger a relíquia. Depois de um tempo, tornaram-se amigos. Depois de mais um tempo, tornaram-se irmãos. No momento em que Zathroth morreu, eram absolutamente inseparáveis. Daria a vida por ele, e ele por Randal. Assim como qualquer um dos dois daria a vida por qualquer um dos outros, porque todos se sentiam, agora, parte de uma mesma família.
    Família.

    O antigo demônio sorriu ao lembrar-se de sua descendência. É óbvio que certas informações não precisavam ser difundidas, pelo que a guardar para si poderia ser o suficiente. Ele se lembrava, é claro, muito bem do nome que ostentou em vida há tantos séculos, quando agia como um perfeito idiota, o que justificou o fato de que sua mulher cravou um machado em sua cabeça enquanto dormia, nocauteado pelo álcool.

    Fergus. Fergus Florence Walker. Um dos mais antigos antepassados de Jason e contemporâneo de Joseph Walker Prince e John, o único que conhecia sua verdadeira descendência.

    Ele subiu as escadas a leste e ingressou no quarto vazio que era dividido por Jason Walker e Leonard Specter Saint. Sorriu com tristeza ao analisar a árvore genealógica gentilmente presa à parede por Samuel, na véspera da chegada deles.

    A linha ascendente direta de Jason chegava a Fergus Walker há 18 séculos, riscado do mapa por conta de um homicídio cometido sob forte comoção. E que figura fantástica era Grace Walker. Uma pena que tivesse sido espancada tantas vezes.

    Ao menos, Michael Walker lhe dera uma descendência muito florida, até chegar a Jason, o último dos Walker vivo. Talvez pelo sangue que pulsava em suas veias, talvez porque tivesse o Colar de Contas, mas Randal era muito bem quisto por Crunor e por Lúcifer simultaneamente. Conseguira, ao mesmo tempo, obter a simpatia de ambos os lados. Se aquilo não significava a redenção de toda uma vida, era difícil dizer o que significaria.

    Jason e Leonard retornaram ao quarto mais tarde, o cavaleiro parecendo muito exasperado por alguma razão. Ele trazia a Túnica Rubra consigo, e espantou-se ao notar que Randal estava ali.

    O arqueiro sacudiu a cabeça como quem dissesse “alô”, e Randal apontou para a árvore genealógica, decidindo romper o silêncio. Seu polegar repousou por um curto momento sobre o nome que o representava enquanto vivo, ao que a boca de Jason se abriu em um “O” tão perfeito que era uma expressão digna de Leonard.

    Os dois se aproximaram, analisando a árvore com atenção e devoção.

    — Fergus? — perguntou Jason, a voz embargada.

    Randal deu-lhe um sorriso triste.

    — Isso foi há muito tempo atrás. Meu nome é Randal.

    Ele tirou o Colar de Contas e o colocou no pescoço de Jason, que não sabia como reagir.

    — Pronto — aprovou. — Agora, você tem mais uma relíquia.

    Jason decidiu abrir o fecho e acorrentar o Anel Finalíssimo, que passou a fazer parte do Colar de Contas, fechando-o outra vez em volta do próprio pescoço.

    — Incrível como todas as pessoas do mundo parecem ser aparentadas comigo e com Leonard. Estou surpreso de não encontrar Margareth nessa árvore.

    John chegou no instante seguinte, compreendendo prontamente a controvérsia.

    — Parece que estamos todos em família, afinal.
    — Vou deixar passar o fato de que você sabia disso e nunca nos contou.
    — É. Tanto faz. Só tente ser um pouco menos emotivo.

    Por um longo tempo, todos olharam para a árvore genealógica das famílias Walker e Specter, sentindo um turbilhão de emoções. Afinal, a família Walker era tão antiga quanto se sabia, tendo-se iniciado a partir do próprio Crunor, que não tinha pudores de descer e coabitar com a própria criação, vez ou outra. Lilian Walker tinha sido a outra vertente que iniciou a família. Era simplesmente arrebatador vê-los todos ali.

    Randal respirou fundo, pela primeira vez totalmente satisfeito. Embora o trajeto até ali não tivesse sido dos mais fáceis, a companhia dos seus familiares tinha tornado mais prazeroso.

    Que Grace me perdoe, pensou, pesaroso.

    *

    Sentado sobre os escombros do castelo de Edron, Ferumbras balançava a cabeça, deveras desgostoso. Tinha sido combatido, embora não com tudo aquilo que tinham, e o saldo havia sido muito negativo para ele em Yalahar naqueles dias. Que lástima.

    No segundo seguinte, ele estava diante de um amplo conjunto de escadas que levava no sentido descendente, protegido por grades imensas. Lá embaixo, alguma coisa se movia, arrastando-se, impaciente. As paredes de pedra pareciam fechar-se ao seu redor, e o chão cheio de sangue seco sugeria que aquele era o local onde as melhores carnificinas aconteciam.

    Repentinamente, o feiticeiro pegou-se pensando no passado, sobre como a primeira passagem pela Terra havia sido muito mais interessante do que aquela. Não havia Jason Walker, Leonard Saint ou sua obstinação para atrapalhá-lo a alcançar seus objetivos, e Crunor era obrigado a combater em duas frentes fortes, distintas e periculosas. Enquanto Lúcifer trazia Cain para si, ele, Ferumbras, tomava Carlin, Thais, Venore e Edron de assalto. Morfeu havia sido um soldado mais do que leal na ocasião. Era ruim que tivesse sido derrotado por guerreiros muito menos talentosos naquele tempo.

    De todas as falhas fulcrais que havia cometido, tentar invadir Senja teria sido a pior de todas. Samuel o desafiara, e ele fora cobrá-lo. Era a mais violenta das más decisões.

    Quando Ferumbras ousou ingressar na redoma de proteção criada nos entornos do castelo, era como se sua alma estivesse em chamas, irremediavelmente irreparável. Cindido ao meio, seu espírito nunca mais foi o mesmo. Aquele havia sido o início do fim. Embora Crunor fosse verdadeiramente muito menos poderoso, o combate se inverteu. E sua jaula no espaço, nova em folha, recém construída, onde Urano o atormentaria por toda a eternidade, já aguardava por ele quando foi reconduzido.

    Não era, contudo, o momento de cometer novas falhas.

    Perdera Chimera, Procusto, Górgon, Cerberus e, recentemente, Morfeu. Todos os seus cinco melhores generais haviam sido destruídos pela sagacidade de Jason e dos outros. Na ânsia de dividir para conquistar, Ferumbras havia cometido erros básicos de combate, de batalha e de estratégia. Não tinha mais seus maiores combatentes e, considerando-se o fato de que enfrentara todos eles e quase todos haviam saído muito vivos da luta em Yalahar, era humilde da sua parte pensar que precisava de mais alguém consigo.

    Oblivion, ou Samuel, tinha sido o responsável por destruir Morgaroth e Ghazbaran. Sozinhos, Jason Walker e os outros varreram Apocalypse, Infernatil, Verminor e Bazir. Tafariel, Ashfalor e Pumin haviam sido mortos por Zathroth em pessoa. Agora solto no limbo, embora Ferumbras não soubesse disso, Lúcifer e o detetive travavam uma batalha infinita em que nenhum dos dois morreria. Embora fossem combatentes de classe menor, teriam formado uma boa equipe dos sonhos, se estivessem dispostos para tanto. Agora, nem mesmo Zathroth estava aqui para negociar. Seria necessário capitalizar, ou abraçar a destruição. Ao menos, a Túnica Rubra nunca mais poderia ser acessada.

    Lá embaixo, dentro da prisão improvisada, o som do linóleo sendo partido pode ser ouvido, arrancando Ferumbras de seus devaneios. Ele franziu os lábios e o cenho, incrédulo que tivesse que recorrer àquela estupidez para garantir o seu ponto de vantagem. Embora fosse triste, era necessário. Vencer Jason Walker e vingar Cain sete vezes eram o plano primordial, não importava a que custo.

    Respirando fundo, ele desceu as escadas devagar, dissolvendo as barras diante de si somente por tempo suficiente para atravessar, recompondo-as de novo.

    O domo era perfeitamente quadrado, e faltavam pedaços das paredes e do chão. Apesar disso, a destruição era menor do que se imaginava, pelo que Ferumbras imaginou que Crunor operava magia no local, regenerando a prisão de tempos em tempos.

    Agora, diante dele, estava uma das criaturas mais temidas do mundo.

    O corpo muito vermelho e torneado era sustentado por quatro patas, que terminavam em pés enormes com grandes garras. Os braços eram longos demais para o corpo, e arrastavam no chão conforme ele caminhava para cá e para lá. Duas serpentes imensas brotavam-lhe das costas, servindo de suporte, e os ombros conservavam aqueles medonhos espinhos abissais, naturais a todo demônio que passava tempo demais na danação.

    O cheiro de Ferumbras chamou a atenção da criatura, que levantou a cabeça, interessada. Seu par de chifres negros reluziu sob a luz mágica que preenchia o ambiente. Sua bocarra, sob os olhos amarelos, abriu-se num sorriso medonho.

    Quando o bicho endireitou o corpo, sua altura ultrapassava em muito a de Ferumbras, dobrando-a com facilidade. Durante todo aquele momento, o feiticeiro não descruzou as mãos defronte do corpo. Embora, até mesmo para ele, aquele monstro horripilante causasse os piores arrepios, era necessário manter o controle da situação.

    O bicho avançou devagar, pé ante pé, estacando a dois passos de Ferumbras. Ele abaixou-se também muito devagar, atirando o pescoço para frente e nivelando seu rosto ao do feiticeiro. Tudo aquilo aconteceu em menos de cinco segundos. A distância que separava os dois pares de olhos era de menos de 30 centímetros.

    — Ferumbras — disse o bicho, com sua voz profunda e rascante e o hálito de mil corpos apodrecidos.
    — Gaz’Haragoth — respondeu o feiticeiro, dominando a voz.

    A criatura não piscou.

    — Há tempos não tenho um humano aqui dentro.
    — Roshamuul é uma cidade convenientemente esquecida, assim como a prisão que ela sustenta. Guardar cães infernais, torturadores do inferno, demônios, ceifadores e outras criaturas do gênero não é para qualquer cidade.

    Gaz’Haragoth fungou, endireitando-se finalmente. Seus olhos não desgrudaram de Ferumbras por um segundo sequer.

    — Estou preso há mais de seis milhões de anos.

    Ferumbras assentiu, os olhos registrando as paredes de pedra da prisão.

    — Estou ciente. Seus ataques sempre trouxeram morte e danação. Crunor tinha que o conter de alguma forma.

    O piso de linóleo recentemente recomposto trincou sob as quatro patas de Gaz’Haragoth ao ouvir o nome de Crunor. Imediatamente, embora não tivesse sorrido, Ferumbras registrou o fato de que as lendas eram verdadeiras: Crunor o trancafiara porque não soubera como destruí-lo, e a criatura tinha sede de vingança.

    Por mais perigoso que tudo pudesse parecer, era importante que as coisas estivessem se delineando naquele sentido.

    — Posso tirá-lo daqui.

    Gaz’Haragoth bufou, atirando lava no chão.

    O linóleo derreteu muito rapidamente entre a posição dos dois. Ferumbras também registrou a volatilidade do bicho.

    — Ninguém pode me tirar daqui. Crunor fez a cela como fez para ser inviolável.
    — Não é impressionante, contudo, que eu esteja aqui dentro, conversando com você?

    Os olhos peçonhentos e amarelos de Gaz’Haragoth arderam por um instante, enquanto avaliava a proposta.

    — Presumo que queira algo em troca.
    — Somente os bons préstimos da sua força e da sua coragem. Um homem chamado Jason Walker tem quase todas as relíquias antigas. Falta-lhe a Túnica Rubra, porque tratei de torná-la inacessível.

    A criatura moveu os lábios, franzindo-os.

    — Não me interesso pelos humanos.
    — Pode achar interessante o fato de que ele é o último descendente vivo de Crunor.

    De pronto, Ferumbras percebeu que vencera. Gaz’Haragoth sapateou parado no mesmo lugar, tomando impulso.

    — Tire-me daqui.
    — Imediatamente — Ferumbras ergueu seu cajado. — Não se esqueça do nosso acordo.

    PRÓXIMO EPISÓDIO: CAPÍTULO XIX - PARUSIA

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  2. #62
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    Overpower mano quero ver combos ta combos de mais agora vai pega kkk parabens irmao!
    Ameyuri Ringo The Ghost Of Sparta!!!

  3. #63
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    Excelente capítulo mais uma vez, Neal. Como se não bastasse a surpresa de Randal ser parte da Grande Família, ainda teremos a introdução do atual (Até onde eu sei) mais poderoso boss de Tibia. Eu estou impressionado, mas também bem curioso pra saber no que isso vai dar. Eu já quis trabalhar em cima dos Demon Princes na minha outra história, eles iam ser poderosos ao nível Dragon Ball, e vendo que até o Ferumbras tem um certo medo desse cara, vejo que não tá tão distante de como vejo ele.

    Quanto ao que você falou do Ferumbras: Concordo. Pra mim ele sempre foi uma lenda extrema em Tibia, parte de sua cultura, de sua história. Apesar de terem buffado ele na Ferumbras Ascendant, não sinto que é o mesmo Ferumbras. Ia ser legal se ele fosse atrás de outro método pra vencer Jason usando as dimensões igual na quest que mencionei, mas vejo que a história tá perto do fim. É mais adequado terminar do jeito que está apontando pra terminar.

    Aguardo o próximo.



    ◉ ~~ ◉ ~ Extensão ~ ◉ ~ Life Thread ~ ◉ ~ O Mundo Perdido ~ ◉ ~ Bloodtrip ~ ◉ ~ Bloodoath ~ ◉ ~~ ◉

  4. #64

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    Sensacional os últimos episódios, fiquei um mês fora, e já tiveram mais dois!
    Fico impressionado em como sua narrativa está indo por caminhos diferentes dos que o senso comum dita, torna a leitura muito mais interessante.
    No aguardo dos próximos,
    Vitor Medeiros.
    Abraços!



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