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Tópico: Jason Walker e o Patrono do Apocalipse

  1. #41
    Avatar de Neal Caffrey
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    No capítulo anterior: Jason e os outros abatem o penúltimo general de Ferumbras, Chimera, pagam Rashid e obtêm informações parcas sobre a Túnica Rubra em contraprestação. A infame Bellatrix se junta ao grupo e eles planejam o próximo movimento. O feiticeiro ameaça destruir Venore e matar Heloise e Daniel Steelsoul, e os amigos enfrentam um paradoxo sobre como prosseguir. O tempo está se esgotando.

    Ação para enjoar neste capítulo.

    CAPÍTULO XII – LINHA DE SANGUE


    Morfeu desfilava livremente diante da maior parte do que remanesceu do exército de Carlin e da rainha, todos postos de joelhos defronte ao depósito. Daniel Steelsoul estava ali, e também Ferumbras. Carlin se parecia mais com um cemitério.

    Quando o relógio marcou seis horas, Ferumbras fechou os olhos bisonhos, irritado demais para falar. Jason Walker não apareceu, ao contrário do que ele havia imaginado, e Leonard Saint também não havia se dirigido até Edron, como ele determinara. O exército encontrou a residência oficial de Crunor em Venore, vazia, mas com sinais de uso recente. Chegara o momento de cumprir com a sua promessa e decidir sobre o que faria com a cidade pantanosa onde perdera seu penúltimo general.

    — Que decepcionante — Ferumbras comentou, manejando o cajado.
    — Nem tanto.

    Surpreendentemente, Jason Walker, Leonard Saint, John Walker, Zathroth, Randal e uma mulher rechonchuda surgiram pela viela ao sul de Carlin, apresentando-se diante do depósito. Heloise abriu um sorriso nervoso para Jason, que retribuiu como pode. Daniel Steelsoul sequer levantou a cabeça.

    — Jason Walker — disse Ferumbras, arrebatado. — E Leonard Saint. Finalmente.
    — Não é a única novidade do ano.

    Agora, ele via. Jason Walker utilizava o Capacete dos Anciãos e trazia consigo a Espada de Crunor. Leonard Saint, com a Lança do Destino embainhada, manuseava o Arco dos Elfos, equipado com o Bracelete de Anúbis. O demônio chamado Randal carregava consigo a Varinha Mestra, usando o Colar de Contas. O Anel Finalíssimo vinha preso a um cordão, no pescoço de Zathroth. John Walker segurava o Cajado de Moisés e tinha o Livro das Ciências Ocultas. A julgar pelo fato de que a mulher gorducha não tinha qualquer relíquia consigo, eles não haviam encontrado a Túnica Rubra.

    — Falta uma — observou Ferumbras. — Mas o Patrono do Apocalipse está perto. Posso senti-lo. Quem diria. As relíquias nunca estiveram tão próximas de se reunir.

    Jason sentiu um solavanco ao ouvir falar sobre o Patrono. Era o maior dos enigmas até então. Se ele estava próximo, precisavam descobrir quem era. Mas, no momento, tinham problemas mais imediatos sobre os quais discutir.

    — Liberte a todos — exigiu Jason. — Estamos aqui. E as relíquias também.

    Ferumbras balançou a cabeça, como quem dissesse “pode ser”.

    — Não posso ignorar o fato de que matou quatro dos meus cinco melhores homens, Jason. Mas, a exemplo do que fiz há poucos dias, serei condescendente. Escolha alguém, e esse alguém morrerá. Se não fizer a escolha… bem, você já viu isso acontecer antes.

    Jason franziu os lábios, compreendendo.

    — Certo, então.

    Ferumbras aguardou, leniente.

    — Escolho Zeus.

    Um raio inesperado desceu dos céus e estourou a poucos centímetros de Ferumbras, que saltou para trás, pego de surpresa. Quando o exército de Carlin se levantou e começou a lutar contra o exército de Ferumbras, Jason entendeu que a situação estava se convertendo, enfim. Não seria como da primeira vez.

    Zeus surgiu, com sua impecável túnica, irretocável. Morfeu, que ameaçou avançar contra o grupo, foi contido imediatamente por ele, que o empurrou para fora da balbúrdia. John avançou e começou a disparar feitiços contra Ferumbras, que se abrigou no interior do depósito no mesmo momento em que o restante da população de Carlin chegava ao local, segurando pedaços de pau, barras de ferro, espadas, clavas, machados, arcos, bestas e lanças, atacando ferozmente qualquer oponente que usasse aquela bizarra armadura vermelho-sangue.

    Como em Venore, o chão tremeu por alguns segundos quando um homem alto e musculoso, usando vestes gregas antigas, mas simples, e um capacete cheio de espinhos, apareceu. Aos poucos, mortos-vivos e cães infernais começaram a surgir do chão, no meio do nada, avançando contra os soldados de Ferumbras, mas poupando os cidadãos de Carlin.

    Hades disparou feitiços contra os combatentes mais próximos, e logo Carlin se tornou uma verdadeira praça de guerra.
    De pé, Heloise sacou sua varinha e também entrou no combate. Na meia distância, Jason percebeu que Daniel Steelsoul não deixou por menos, e também atacava tudo que se movia com sua imensa espada prateada.

    Parte da fachada leste do depósito cedeu, e Ferumbras saltou para fora, disparando feitiços com seu cajado contra John, ao mesmo tempo que tentava disparar fagulhas contra Leonard, que saltava para lá e para cá, divertindo-se. O antigo incandescente de Crunor contratacava, replicando os movimentos de Ferumbras e tentando atingir Josh, que tinha avançado contra Heloise mas fora contido por uma flechada na perna, disparada por Leonard logo atrás.

    Agora, a balbúrdia estava instaurada, definitivamente. Quando Zeus e Morfeu se destacaram do combate, um atacando com feitiços, o outro com seu imenso raio-mestre, Poseidon surgiu, ingressando na luta de John e atacando Ferumbras com tudo que tinha.

    Não demorou para que um imenso dragão, negro como a noite, sobrevoasse Carlin. Jason sorriu, tenso. Sabia que a aparição de Ares significava um acréscimo intenso no pelego, mas tinha consciência de que seu desengonçado animal de estimação destruiria algum edifício em breve ao tentar pousar.

    Dito e feito. O templo de Carlin a Crunor veio abaixo, ao leste do depósito, quando o dragão sentou seus imensos quartos no topo da construção. A druida chamada Arlia disparou para fora, em desespero, mas Ares a conteve, pedindo a ela, por algum motivo, para que ficasse de olho no bicho.
    Surpreendentemente, apesar de ser um feiticeiro, a Varinha Mestra se moldou com perfeição às mãos de Randal, que batia recordes dentro da luta, derrubando tantos adversários quantos fosse possível.

    Aos poucos, os amigos foram se reunindo na parte central da intersecção entre as duas ruas principais de Carlin, de norte a sul e de leste a oeste. Jason havia matado alguns deles, mas não se engajara totalmente no combate. Precisava manter a estratégia firme. John, Heloise, Randal, Zathroth, Daniel, Leonard e Bellatrix, juntos de Jason, armaram um círculo no local, um de costas para o outro, repelindo com tranquilidade os soldados que avançavam. Adiante, Zeus e Morfeu travavam um duelo todo particular, mas Ferumbras não estava em local algum visível. Se tivesse batido em retirada, facilitaria o desenlace do plano traçado.

    Logo, no entanto, Morfeu conseguiu atingir Zeus, que rolou pela estrada principal, chocando-se contra uma coluna na loja defronte ao depósito. A estrutura cedeu e o soterrou. O corpo inconsciente de Ares foi atirado diante do depósito, no mesmo tempo em que Ferumbras retornava à cena, trazendo Poseidon sob a mira do seu cajado. Hades não estava presente, e seus mortos-vivos acumulavam-se ao longo das ruas, seus corpos mágicos se decompondo aos poucos e desaparecendo.

    Jason engoliu em seco quando Poseidon foi atirado diante dele, e não demorou para que todos se rendessem, embainhando suas armas. Ferumbras bufou, irritado, chutando um soldado morto para o lado e olhando de frente para o grupo, que se encolhia. O coração de Jason estava descompassado. Pelo menos, ninguém morrera. Ao menos não por enquanto.

    — É oficial — murmurou Ferumbras, ao que Morfeu se juntou a ele, absolutamente inteiro. — Chegamos ao fim do mundo.

    Jason olhou para o céu, tentando mensurar a posição do sol, que já ia se pondo.

    — Antes de qualquer coisa — respondeu, tentando manter a calma —, gostaria de lhe fazer uma pergunta.

    As atenções de Ferumbras, que estiveram voltadas para o rosto impassível de Leonard, voltaram-se para Jason.

    — Sua ousadia é inebriante, especialmente quando estou prestes a matá-los.

    Ele fez um gesto, orientando Jason a prosseguir.

    — Qual é o lugar mais seguro da Terra?

    Repentinamente, uma onda gigante invadiu a cidade pelo sul, lavando tudo que via pela frente. Ferumbras deu meio passo para trás, incerto, ao que Morfeu sacou sua espada, sem saber como reagir. No momento seguinte, um imenso navio encouraçado ingressou através da viela, rompendo poços artesianos e sacudindo a estrutura da cidade. Poseidon colocou-se de pé imediatamente, chutando Morfeu na altura do plexo, e o general de Ferumbras rolou para dentro do depósito, sendo prontamente soterrado por muito tijolo de argila.

    O deus dos mares e dos terremotos estalou os dedos e, magicamente, todos estavam a bordo do navio. Daniel Steelsoul, contudo, não se satisfez. Tomando uma decisão toda particular, ele saltou pela amurada de espada em punho contra Ferumbras, preparado para tirar sua vida.

    O feiticeiro, que já tinha passado por surpresas demais para um espaço de tempo tão curto, simplesmente deu um passo para o lado e cravou seu cajado na altura do estômago de Daniel, ao que o medonho “F” entalhado em seu topo saiu pelo outro lado. Heloise soltou um grito estrangulado, mas ninguém poderia ficar para analisar as reais implicações da morte de Daniel Steelsoul. Tomara sua decisão, à revelia da estratégia que fora delineada pelo grupo que viera de Venore, e, agora, não podiam condená-lo, mas ele também não poderia mais ser salvo.

    Era o fim do governante de Edron.

    Poseidon tocou no timão com seu tridente e o navio girou 360 graus muito depressa, atirando todos para a amurada, onde se seguraram com dificuldade. Zeus surgiu dentre os destroços, acompanhado de perto por Hades e Ares, que já ia se levantando, e ambos voltaram a atacar Ferumbras e Morfeu, que também retornara, enquanto o navio, depressa demais para ser natural, começou a vencer a distância até a orla, destruindo bancas fixas de venda, pontos de treinamento e arrancando boa parte do calçamento submerso.

    O navio entrou no oceano aos trancos, sacudindo-se violentamente, mas Poseidon conseguiu acalmar a maré. Muito rápido, a superfície do oceano começou a impulsioná-lo para a frente no sentido oeste, contornando a costa, enquanto se afastavam rapidamente da cidade.

    Secretamente, Jason pediu a Crunor que não permitisse que Ferumbras transformasse Carlin e Edron em duas tumbas no antigo continente. Era a hora, contudo, de garantir que aqueles que não podiam morrer, de fato, não morressem. A fibra moral dos habitantes de cada uma das cidades dependia diretamente disso, e, intimamente, Jason confiava que todos seriam capazes de segurar as pontas, caso fosse necessário.

    A última imagem que viram era a de Zeus disparando raios loucamente e batendo em retirada junto do irmão mais novo e do sobrinho, ao que Ferumbras tentava loucamente atingir o navio, protegido pela magia do Olimpo e impenetrável, que ia se distanciando, imparável, rumo ao lugar mais seguro da Terra.

    *

    Samuel deu um longo abraço em John, recepcionando o restante do grupo e trocando até um aperto de mão com Zathroth e Bellatrix. Senja era muito diferente daquilo que eles haviam visto, alguns anos atrás; ao contrário do excesso de neve acumulada, agora, a ilha se revestia de verdes campos por todos os lados, tendo os cidadãos aberto mão inclusive das lajotas na cidade principal, deixando a natureza tomar conta.

    O soldado os escoltou até o castelo, onde a proteção mágica não causou qualquer dano a Zathroth ou Bellatrix. Jason sorriu para eles; significava boa coisa. Segundo as lendas, era impossível de se ingressar dentro da redoma do castelo quem tivesse coração impuro, e aquelas regras foram definidas por Samuel e Zathroth em conjunto, há muitos milênios. Se os dois conseguiram ingressar ali, significava que o seu lado na guerra estava muito bem definido, e que o acordo de paz se transformara também em um acordo de amizade, definitivamente.

    Samuel, no entanto, tinha suas atenções concentradas em Randal. O demônio sorriu para ele, um pouco encabulado, enquanto andavam.

    — Um demônio cristão — comentou, semicerrando os olhos por alguma razão. — Que interessante que tenha conseguido entrar aqui.
    — Não sou mais um demônio — Randal comentou, para a surpresa de boa parte dos presentes. — John me curou naquela barraca próxima de Carlin, há dois dias. Estou novo em folha.

    Jason se adiantou e abraçou o amigo, reservando um segundo abraço também para John. Randal havia sido curado e, em meio a toda aquela loucura, o fato havia passado batido, por mais importante que aquele evento podia parecer. Ao que tudo indicava, Randal se sentia um pouco culpado por ter saltado de seres humanos enquanto tentava se comunicar com Jason. Até mesmo Zathroth havia sido possuído. Que momento.

    — Sei que não é mais um demônio — prosseguiu Samuel, após o pequeno momento. — Posso sentir sua energia vital. É excepcional. Sobre-humana, se quer saber.

    Randal fez que sim uma vez, agora um pouco disperso.

    — Estamos dentro da redoma de proteção — Samuel explicou, bem uns 10 metros adiante do marco inicial. — Aqui, Ferumbras não pode entrar. Nem mesmo se dissermos o seu nome. Estamos protegidos em nossa integralidade. Teremos tempo para pensar e nos reorganizar, com tranquilidade.

    O castelo de Senja, que antes era um palacete coberto de gelo do piso ao teto, agora transmitia a vibração da vida. Trepadeiras começavam a tomar conta dos muros, e um pomar de macieiras crescia espalhado próximo às portas duplas de carvalho, abertas.

    Apesar de ser noite, alguns camponeses ainda aravam a terra ao sul do castelo. Jason ficou feliz em vê-los, no final das contas; a última visita que fizera a Senja fora bastante complexa, quase morrera, e as terras desoladas tinham sempre aquela estranha sensação de devastação perene. Agora, tudo era diferente, e ele não conseguiu deixar de se orgulhar por aquilo. Não tivesse vencido Bellatrix, Sirius e os desafios de Zathroth, talvez não tivessem onde se esconder, hoje.

    Samuel conduziu os visitantes por um corredor de pedra à esquerda da entrada, que terminava numa escadaria ampla e adornada que levava no sentido ascendente. Lá em cima, um corredor acarpetado em verde estendia-se em todas as direções, contendo cerca de seis ou sete portas. Eram dormitórios.

    Heloise ocupou o primeiro, sentindo-se grata pelo fato de que cada quarto tinha seu banheiro. O restante deles foi se distribuindo nos quartos remanescentes, e Jason e Leonard decidiram dividir o último, cuja porta ficava de frente para o corredor. Era um pouco maior do que os demais e tinha duas camas de casal; Leonard foi o primeiro a ocupar o chuveiro, enquanto Jason abria a janela e respirava agradecido pela brisa que soprava no sentido sul.

    Ele se sentou no chão e encostou-se na parede de pedra fria, agradecendo silenciosamente por ainda estar vivo, porque os amigos ainda estavam vivos. Embora não fizesse a mínima ideia de onde encontrar a Túnica Rubra, era importante ter alguns momentos de paz, para variar.

    Quando entrou no chuveiro após Leonard, tomando um banho gelado, ele pensou longamente a respeito de Eremo e de todas as vezes em que ele intercedera em favor do grupo, salvando vidas em período sazonal. Agora, o padrinho se fora; os últimos dias haviam passado como um borrão, desde a morte dele até a batalha de Carlin, e, embora estivesse cercado dos seus, sentia-se mais sozinho do que nunca.

    Quando retornou ao quarto, Leonard analisava longamente um banner imenso que havia sido afixado na parede ao oeste da porta, que se parecia muito com uma árvore genealógica. Jason aproximou-se e o arqueiro suspirou, permitindo-se sorrir, contrafeito.

    — Veja isso.

    Ele traçou uma linha com o dedo indicador desde determinado ponto da árvore genealógica até o final. Passou por John e Samuel, cuja descendência abrangia ainda Eremo Walker e, muitas gerações depois, finalmente alcançava Lawton Walker. À sua direita, a mulher, Clarice Specter, e, ao seu lado, sua irmã, tia de Jason, a quem ele não conhecia, chamada Janice Specter. Sob sua linha imediata, descendente dela e de Glover Saint, estava Leonard Specter Saint.

    — Disse que seu nome tinha sido escolhido aleatoriamente — surpreendeu-se Jason.
    — Parece que escolhi os nomes porque me lembrava deles, no final das contas.

    Jason sorriu, maravilhado. Finalmente, uma importante peça do quebra-cabeças que era sua família se encaixava. Era parente consanguíneo de Leonard Saint.

    Próximo episódio: CAPÍTULO XIII – NÃO NESTE DIA

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    Jason Walker e o Patrono do Apocalipse

    Acompanhe a quinta e última história de Jason Walker na seção Roleplay!

  2. #42
    Avatar de Ameyuri Ringo
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    Nostalgia pura senja me recordei até da leitura de o incubo, um pouco de sossego eles merecem, oque vem por ai uma titanomaquia 2 rs que nada pelo conheço de sua escrita neal vc deixaria omero o no chinelo kkk parabens tamo junto !!!
    Ameyuri Ringo The Ghost Of Sparta!!!

  3. #43
    Cavaleiro do Word Avatar de CarlosLendario
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    Porra, me lembrou Age of Mythology mesmo essa luta em Carlin. Os três grandes lutando junto com a galera de Jason contra Ferumbras, Morfeu e seus soldados, caralho. Mal posso acreditar no que essa história se tornou. Tá épico pra um cacete.

    Ainda rolou um plot twist bem interessante no final. Não tinha me passado pela cabeça que eles são parentes, no caso, primos. Isso é bem interessante, mostra porque ambos se dão tão bem e lutam tão bem juntos. Isso foi ótimo. Depois de tudo isso, acredito que a maré vai virar a favor de Jason; Já está virando, a propósito.

    Excelente capítulo, Neal. Aguardo o próximo.



    ◉ ~~ ◉ ~ Extensão ~ ◉ ~ Life Thread ~ ◉ ~ O Mundo Perdido ~ ◉ ~ Bloodtrip ~ ◉ ~ Bloodoath ~ ◉ ~~ ◉

  4. #44

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    Mal posso esperar pelo próximo capítulo, está de tirar o fôlego mesmo. Incrível como o universo do Tibia é rico, e temos bons escritores. Algumas histórias aqui nessa sessão(incluindo a sua), dariam ótimas séries de TV.
    Parabéns.
    Aquele abraço!

  5. #45
    Avatar de Neal Caffrey
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    Spoiler: Respostas


    Sobre o último capítulo: Sem spoilers, bicho. Volta lá e vê. =D

    CAPÍTULO XIII – NÃO NESTE DIA


    O clima no café-da-manhã do castelo de Senja era o melhor possível. Jason anunciara que Leonard era, na verdade, seu primo, filho de sua tia, irmã de sua mãe, e que, afinal de contas, a parceria deles se justificava pelo simples fato de que eram parentes consanguíneos. John, que dificilmente sorria, agora felicitava a ambos a plenos pulmões, mais feliz do que nunca. Embora não necessariamente na linha reta, mas na colateral, Leonard era, também, um de seus descendentes. Era uma notícia e tanto.

    Os camponeses haviam trazido uma parte de sua produção como forma de agradecimento a Jason e aos demais por terem libertado Senja anos atrás. Pães, aveia, mel, leite fresco, manteiga vegetal, porco e ovos. Há tempos Jason não tinha uma refeição completa, e sabia que os amigos também não; no final das contas, ainda que Senja fosse um lugar seguro, era ainda mais importante saber que, ali, poderiam quase ter uma vida.

    Jason comeu uma fatia de pão com mel e manteiga, e logo tinha um prato diante de si cheio de ovos mexidos e bacon. Samuel, sentado à ponta da mesa, estava mais parecendo um daqueles antigos patriarcas, que se rejuvenescia toda vez que via a casa cheia de parentes, feliz por ver todos reunidos num único lugar.

    Lá fora, o sol brilhava, e sua posição no céu marcava as 7 da manhã. Não sabiam exatamente qual seria o próximo passo, mas pensar com conforto e barriga cheia era bastante mais simples.

    Enquanto todos ainda comiam, Samuel pediu a palavra.

    — Morfeu veio me ver, há dois ou três dias — disse, atraindo as atenções de Jason, que semicerrou os olhos, tenso. — Disse que era uma visita de rotina. Obviamente, não cruzou a redoma, mas visita de rotina é o meu ovo. Ele queria saber se não estavam aqui.

    Leonard concentrou suas atenções no prato cheio de ovos diante de si, sentindo-se um pouco enojado agora. Jason levou um pouco de tempo para entender o porquê, e foi dominado por uma intensa vontade de rir repentinamente. O primo tinha uma imaginação muito fértil.

    Visita de rotina — John repetiu, soturno. — Quis te intimidar.
    — Provavelmente.

    Jason, no entanto, mantinha seus olhos um pouco desfocados. Com um certo assomo de compreensão, percebeu que talvez Ferumbras não fosse assim tão inteligente.

    — Morfeu veio vê-lo?

    Samuel assentiu, bufando, impaciente.

    — Parem todos o que estão fazendo.

    Os amigos levantaram os olhos para ele, curiosos. John, no entanto, tinha aquela chama por trás das retinas que Jason conhecia muito bem: alinhara seus pensamentos aos seus. Sabia exatamente no que estava pensando.

    — Raciocinem comigo — o cavaleiro pôs-se de pé, andando devagar de um lado para o outro. — Ferumbras pode ter tudo que quiser exatamente debaixo do seu nariz, porque é o ser mais poderoso do mundo, à exceção de Crunor, estou correto?

    Todos assentiram, acompanhando.

    — Entretanto, há uma coisa que ele não pode ter. Algo que nunca teve, mas que sempre quis. Algo que lhe causou danos, no passado, quando tentou possuir. Algo que é inalcançável neste momento.

    Samuel assentia devagar, vendo certa lógica no raciocínio.

    — Ele nunca entrou no castelo de Senja. E se, como que em um último ato desesperado para possuir o que não puder ter, conseguiu uma forma de infiltrar sua influência maligna dentro do castelo? E se não pudesse entrar nos domínios de Samuel, mas, por alguma razão, Morfeu pudesse?

    Leonard arqueou as sobrancelhas, finalmente compreendendo.

    — Acha que ele escondeu a Túnica Rubra aqui dentro. Faz um certo sentido. Seria o último lugar onde procuraríamos.

    Zathroth sacudiu a cabeça, discordando em partes.

    — Conheço os feitiços que fabriquei, e o Castelo das Ilusões encontra-se desativado desde que a Espada de Crunor deixou seu receptáculo. É preciso uma magia ancestral muito poderosa para lacrar um objeto da qualidade da Túnica Rubra, algo que afetasse permanentemente a alma de quem proferiu o encantamento.
    — Precisamente, mas a alma de Ferumbras já se encontra bipartida, certo? — Jason pensou alto. — Quero dizer, ele já tentou entrar no castelo e não conseguiu. Naquela oportunidade, a magia rompeu o selo de sua alma e quase o matou. Não seria absurdo pensar que ele teria o interesse de fazer a mesma coisa novamente, já que, agora, para lacrar a relíquia, não seria mais necessário danificar a alma, considerando que ela já se encontrava danificada por ocasião do feitiço.

    Jason se virou para Samuel.

    — É possível que Morfeu tenha entrado no castelo?

    O outro assentiu devagar, ainda raciocinando.

    — Na teoria, o coração dele pode ser puro. Ele cumpre as ordens de Ferumbras porque as considera mais adequadas, mas não valora nada entre positivo e negativo, ou certo e errado. Os Arautos sempre cumpriram suas missões, sem questioná-las. Não sei dizer a respeito das consequências; é possível que sobreviver nesta redoma tenha exigido muito de seus esforços, o que me faz lembrar da sobrevivência dos incandescentes no Castelo das Ilusões. Possível, mas por tempo limitado.

    Jason ainda não tinha se sentado.

    — Que tipo de objeto pode encerrar uma relíquia histórica?

    Foi Zathroth quem respondeu.

    — O mesmo tipo de objeto que continha a Espada de Crunor. Um baú mágico. Não fui eu quem lacrou a Espada lá dentro, sequer sabia o que havia no baú quando o conquistei. Mas presumo que o Inominado tenha poder o suficiente para fazê-lo, ainda mais nas circunstâncias atuais.

    O cavaleiro bateu palmas, sentindo-se revigorado. Lembrava-se bem do baú que continha a Espada de Crunor e saberia identificá-lo se o visse novamente.

    — Todos, façam sua higiene matinal e procurem pelo baú dentro do castelo. Será pequeno, de mais ou menos um metro por um metro, azul, adornado com enfeites de ouro e prata. Não contém fechadura. Não ousem tentar abri-lo. Tragam-no para mim se encontrarem. John e eu trabalharemos nisso assim que o tivermos.

    Não foi necessário outro aviso. Os próximos 30 segundos foram intensos, de arrastar de cadeiras e gente correndo para os quartos nos andares superiores, enquanto Jason, John e Leonard ficavam para acertar os últimos detalhes com Samuel.

    — O que fará? — ele perguntou.

    Jason aguardou um segundo.

    — Samuel, por favor, engaje-se na mesma busca. John, Leonard e eu vamos tentar enfeitiçar a ilha e protegê-la. Se a Túnica Rubra estiver aqui e se Ferumbras sabe para onde viemos, seu próximo ato será o de tentar levar a ilha abaixo.

    Samuel ia se retirando depressa quando Jason o segurou para o braço, olhando profundamente em seus olhos.

    — Senja não se tornará uma tumba — prometeu. — Não neste dia.
    — Confio em seu jugo.

    *

    Tão logo deixaram o castelo para a luz do dia, Jason percebeu que seu plano fora por água abaixo.

    Diante da redoma mágica estavam Morfeu e uma infinidade de soldados, todos armados até os dentes. Nenhum deles havia ousado cruzar o liame que separava a vida da morte, mas diversos camponeses haviam sido rendidos e estavam sob a mira de trabucos, pistolas, varinhas, cajados e espadas. Jason semicerrou os olhos e deu dois passos para fora, mantendo as portas do castelo abertas. A todo tempo, sua mão repousava com firmeza no cabo da Espada de Crunor, usando também o Capacete dos Anciãos, somente para ostentar; não precisaria dele, em verdade. Leonard, com suas relíquias, e John, com o Cajado, vinham logo atrás, os olhos fixos no terreno diante deles.

    — Bom dia — Morfeu levantou a cabeça, analisando, aparentemente com prazer, o efeito do sol sobre a copa das macieiras. — Imaginei que tivessem vindo para cá.
    — É típico das estratégias de Ferumbras — Jason retrucou, tentando pensar desesperadamente. — Fazer reféns, matar inocentes, tudo em troca de um ideal miserável e fadado ao insucesso.

    Morfeu deu de ombros, indiferente.

    — Crunor sempre comandou tudo isso aqui muito mal. Ele fará diferente.
    — Já vem fazendo — Leonard assentiu enfaticamente. — Pensávamos que Crunor fosse um bosta. Aí conhecemos Ferumbras, e percebemos que, entre a bosta firme e a diarreia, ficamos com a bosta firme.

    Jason franziu o cenho, achando péssima a analogia usada pelo primo. Leonard, contudo, fez que sim de novo, aparentemente julgando mal a expressão do cavaleiro.

    — Vamos encurtar nosso papo? Saiam desse circo e venham para cá. Se tivermos os três, pouparemos os demais.
    — Certo — Jason respondeu. — Vamos até aí, entregamos tudo que temos, vocês ficam com a metade do que sobrou e transformam tudo num imenso cemitério. É uma proposta bastante razoável.
    — Conhece a lenda de Atlas, Jason?

    O cavaleiro franziu as sobrancelhas novamente.

    — Pode ser que Poseidon tenha me contado no caminho para cá.
    — Atlas foi severamente punido pelo Olimpo. Transformou-se no responsável por segurar o mundo nas costas, por toda a eternidade. Se falhasse, tudo acabaria. Todos morreriam, e seria culpa dele.

    Morfeu fez um gesto amplo, tentando abarcar tudo em volta.

    — Neste momento, você quer ser Atlas. Garanto-lhe que sua punição não foi agradável, e, no final das contas, Zeus o matou. Não tinha estômago para tolerar uma pequena briga pelo poder.
    — Aparentemente, Ferumbras também não. Vem tentando firmar acordos comigo desde que isso começou. Acho que ele perdeu a mão. Parcas foram as vezes em que o vi pessoalmente. Em todas as demais oportunidades, me enviou seus Arautos. Todos morreram. O próximo será você.
    — Creio que não teremos um acordo, então.

    Jason arqueou as sobrancelhas.

    — Não, nós temos uma proposta. Diga-me onde escondeu a Túnica Rubra no castelo e, como prêmio, vou matá-lo rapidamente. Se não me disser, bem, vou matá-lo lentamente. Em qualquer caso, você morre. O que acontecerá antes disso será por decisão sua.

    Morfeu vacilou por um instante ao ouvir falar sobre a Túnica Rubra. Foi o momento em que Jason percebeu que sua análise estava certa; a relíquia estava dentro do castelo.

    — Creio que não teremos um acordo, então. Avancem. Vamos colocar este castelo abaixo.

    Não muito distante dali, o galopar de cavalos pode ser ouvido. Os soldados se viraram quase que instantaneamente, ao que Jason, John e Leonard espelharam seus movimentos, as cabeças voltadas para a parte central da cidade.

    De repente, uma mulher surgiu, montada em um imenso cavalo de batalha. Era baixa, baixa demais para os padrões normais, mas tinha um corpo exuberante sob a armadura de amazona. Seus cabelos castanhos respondiam ao vento que seu galopar fazia, e ela trazia em suas mãos um arco dourado, muito semelhante ao Arco dos Elfos, de propriedade de Leonard. Mas não foi o que atraiu mais a atenção de Jason e dos outros.

    Um sem número de outras mulheres montadas em cavalos vinha a acompanhando, logo atrás. Não tardou para que flechas começassem a ser disparadas, alojando-se nas cabeças dos soldados de Morfeu. Os camponeses que estiveram sob o jugo das armas deles conseguiram subjugá-los, e logo estavam engajados na luta também. Em meio à multidão, Jason divisou os contornos de Melany, que coordenava as amazonas mais atrasadas. Logo, a parte frontal do castelo de Senja se transformou numa imensa batalha campal entre amazonas e camponeses contra os soldados de Ferumbras.

    Jason sacou a Espada e deixou a proteção da redoma, avançando diretamente contra Morfeu. O Arauto deu um passo calculado para trás e tentou acertar um soco no cavaleiro, que se esquivou com competência. John e Leonard também saíram do local do feitiço, disparando flechas e feitiços contra os soldados que tentavam revidar o ataque das amazonas.

    — Todos os que estiverem vestidos com o estandarte de Ferumbras são inimigos — gritou a mulher de cabelo castanho, avançando por entre a horda dos oponentes e derrubando muitos corpos. — Matem todos! Não queremos prisioneiros, e Senja não cairá! Não neste dia!

    Jason saltou um corpo e continuou avançando ferozmente contra Morfeu, até de forma incauta, mas ansioso por ver aquela cabeça especificamente rolar. O Arauto ou escondia o jogo, ou havia sido superestimado, porque encontrava muitas dificuldades sequer para se defender, quem dirá para contratacar os golpes do cavaleiro.

    Logo, Samuel e Heloise surgiram, atirando magias contra os inimigos mais avançados, do lado de fora da proteção. A julgar pela ausência de Zathroth, Bellatrix e Randal, eles ainda estavam engajados na busca pela relíquia. Jason estava prestes a ralhar com Samuel por não ter mantido o plano original quando ele atingiu Morfeu com um feitiço, no exato instante em que o Arauto se preparava para atacar o cavaleiro, fazendo-o deixar cair o machado que obtivera.

    Lentamente, o contingente adversário ia se reduzindo. As amazonas poderiam cuidar da guerra totalmente sozinhas, é verdade, porque tinham poder de fogo o suficiente para tanto, e, por um instante fugaz, Jason imaginou que, talvez, e só talvez, a mulher que as liderava era ninguém menos do que Ártemis, a deusa das caçadoras. O Olimpo, de fato, se engajara de sobremaneira no combate, e, até aquele momento, Zeus e os outros vinham mantendo sua parte do trato, o que era um conforto e tanto.

    Agora, boa parte dos soldados do exército inimigo ia batendo em retirada. Organizadamente, as amazonas dividiram-se e um pedaço delas partiu para evitar a evasão dos retardatários, enquanto o restante continuou abatendo à exaustão os demais, que não tinham a menor condição de contragolpear. Naquele momento, Senja estava segura; bastava um pouco mais de pressão e venceriam mais um combate, como em todos os outros.

    Jason continuava avançando contra Morfeu, que tentava, com muita dificuldade, escapar dos ataques, a todo momento apontando as mãos espalmadas contra a cabeça de Jason. O que quer que estivesse fazendo, simplesmente não estava funcionando, e sua frustração só não era maior do que o medo em seus olhos cinzentos.

    O cavaleiro o acertou na altura da coxa, e Morfeu se dobrou, tombando no chão um segundo depois. Finalmente, Jason compreendeu que era em potencial o fato de que Morfeu tentava utilizar sua magia suja contra ele, mas o Capacete dos Anciãos mantinha suas ideias no lugar. A relíquia, afinal, servia para alguma coisa: mantinha Morfeu fora da sua mente e, sem suas mágicas de araque, não passava de um paspalho de marca maior.

    Ele se arrastou para trás, mas logo seu terreno acabou, porque começava o oceano. Jason o golpeou na outra coxa, mas, agora, havia cravado a Espada na altura dos ligamentos do joelho e esforçava-se para separar o corpo de Morfeu, que berrava, em agonia, incapaz de se defender. Uma sombra se moveu nas águas e Jason sorriu, prestes a cumprir sua promessa.

    — Ofereci um acordo e você o recusou — ele sentenciou, atirando o pedaço da perna de Morfeu no mar. — Hora de morrer dolorosamente.

    No instante seguinte, Poseidon, montado em um imenso tubarão branco, emergiu. O bicho mordeu a cabeça de Morfeu e o arrastou para o fundo do oceano, aos berros engasgados, a água se tingindo de vermelho em poucos segundos.

    PRÓXIMO EPISÓDIO: CAPÍTULO XIV - O ENIGMA MILENAR





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    Morfeu faleceu kkk de tudo um pouco nesse cap parabéns neal!
    Ameyuri Ringo The Ghost Of Sparta!!!



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