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Tópico: Epifania

  1. #1
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    Padrão Epifania

    Uma nova história que pretendo criar, só que dessa vez, pretendo realmente levá-la até o final. Promessa de ano novo, juro EUHHEUUEHUHE.

    Spoiler: Prólogo

    Publicidade:


    Não espere algo bem elaborado e feito. De resto...

  2. #2
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    Tu arrumou uma péssima hora e dia pra começar essa história, hein... Sorte que você tem um amigo anti-social que curte ficar no PC até as 5 da matina.


    Eu gostei do prólogo, foi um bom começo, colocou um mistério interessante no ar principalmente sobre as razões dessa Nadiya, bem como quem é a figura encapuzada. Com o tempo acredito que tudo se esclareça.

    O que mais se destacou aí foi tua escrita, Botas. Tu não enferrujou tanto, parece até que andou treinando. Tá boa de se ler, mas acredito que ainda falte um pouco de fluidez, não sei. Acho que é só frescura minha. Pra mim, tá ótimo, e contanto que você mantenha o nível, não me resta do que reclamar.

    Acompanharei. Ou ao menos até você desistir dessa história e partir pra outra.



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  3. #3

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    Primeiramente, feliz ano novo!

    Agora, sobre o prólogo. Eu realmente apreciei, conseguiu chamar a minha atenção e estou curioso para saber a continuação. No entanto, complemento o que o Carlos disse. Por algum motivo, sinto que não está tão fluido assim, mas acho que isso depende de critérios pessoais também.

    E sim, irei acompanhar.

  4. #4
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    Bom, aqui esta o primeiro capítulo. Mas antes disso, resposta aos comentários:

    Citação Postado originalmente por CarlosLendario Ver Post
    Tu arrumou uma péssima hora e dia pra começar essa história, hein... Sorte que você tem um amigo anti-social que curte ficar no PC até as 5 da matina.


    Eu gostei do prólogo, foi um bom começo, colocou um mistério interessante no ar principalmente sobre as razões dessa Nadiya, bem como quem é a figura encapuzada. Com o tempo acredito que tudo se esclareça.

    O que mais se destacou aí foi tua escrita, Botas. Tu não enferrujou tanto, parece até que andou treinando. Tá boa de se ler, mas acredito que ainda falte um pouco de fluidez, não sei. Acho que é só frescura minha. Pra mim, tá ótimo, e contanto que você mantenha o nível, não me resta do que reclamar.

    Acompanharei. Ou ao menos até você desistir dessa história e partir pra outra.
    A figura encapuzada é Nadiya, mas eu não deixei NADA CLARO que era ela. Minhas desculpas, foi erro de minha parte mesmo ;x

    Acerca da questão da fluidez, acho que faltou isso mesmo no prólogo, PRINCIPALMENTE na parte dos diálogos. Achei um pouco superficial relendo aqui, e mesmo sendo um prólogo, trabalhar as personagens com a mesma profundidade que nomes como você/Iridium/Neal conseguem vai ser um p*ta dum trabalho, mas pretendo chegar nesse nível... Eventualmente. Quanto tempo se passará nesse Time Leap, não me pergunte UHEHUEUH.

    Citação Postado originalmente por Riuberius Ver Post
    Primeiramente, feliz ano novo!

    Agora, sobre o prólogo. Eu realmente apreciei, conseguiu chamar a minha atenção e estou curioso para saber a continuação. No entanto, complemento o que o Carlos disse. Por algum motivo, sinto que não está tão fluido assim, mas acho que isso depende de critérios pessoais também.

    E sim, irei acompanhar.
    Falta de fluidez nos diálogos, como eu imaginei. Vou ver se consigo arrumar isso com o tempo ;X



    Por fim, vamos ao capítulo.


    Capítulo 1 — Ventos Errantes




    Os sóis se erguiam imponentes naquela tarde sem nuvens. O brilho da eterna perseguição dos irmãos refletia-se nas colinas verdejantes, e nas duas grandes montanhas que se destacavam por cima de Tibiasula: o Monte Fêmur e a Montanha de Kazordoon.

    Por entre as sombras e penumbras formadas pelos dois gigantes de pedra, um cervo caminhava. Sua pelagem clara como a cor da neve relanceava ao leve suspiro do vento, porém algo na penumbra da montanha vizinha, Kazoordoon, pegara sua atenção; fora por um breve momento, mas de súbito, um clarão branco dissipou a pouca ausência de luz criada pelo gigante de pedra habitado pelos anões, e não houve sombra que resistira à iluminação ou que pode esconder a verdade.

    Par de olhos, vermelhos como a rubra cor de sangue, não estavam a menos do que algumas dezenas de metros, espreitando o cervo. Tentara o animal se virar para escapar, mas acabou por se deparar com um ser de pelagem rústica, presas e olhos ainda mais penetrantes como os ocultos pelas sombras. Seu faro pode enfim distinguir que na suave brisa vinda do mar, malícia, sujeira e sangue disfarçavam-se, mas podiam ser sentidos. O cervo preparou-se para se defender.

    Não fora necessário. Sua audição aguçada pode captar o som deslizante e sibilante de uma flecha que cortava o ar, e tão logo o som chegou à sua percepção, a criatura bloqueando seu caminho tombou com uma flecha certeira em seu peitoral; alguns ganidos e uivos seguiram-se após a morte rápida de um membro de matilha, mas logo o ambiente retornou ao seu estado de suposta calmaria.

    Saindo da penumbra da montanha, uma figura encapuzada dirigia-se ao cervo. Tinha as feições finas, quadris largos e braços com um leve porte muscular, além de mal passar um metro e sententa de altura. Porém, o contraste criado entre seus longos cabelos, da cor da alvorada mais prateada, e seus olhos, tão negros e profundos quanto o mais entranho dos abismos, revelava que apesar de jovem, a moça que caminhava por aquela terra subitamente envelhecera muitos anos em sua jornada, seja por bem ou por mal.

    Mesmo que dezenas de lobos estivessem a lhe encarar, a mulher caminhava por entre as feras de forma calma, mas sempre alerta, com os músculos tensos e o pulso firme e preparado para colocar outra flecha em seu arco no instante em que sentisse perigo. Seu arco e aljava não eram o seu único arsenal, já que possuía também um escudo preso em suas costas, e algumas lanças presas juntas da aljava, mas preferira usar o arco naquela ocasião, para acabar de forma rápida com o sofrimento e miséria daqueles negados pela própria natureza.

    Por fim, ao se aproximar do majestoso animal, ajoelhou-se. O cervo retribuiu, abaixando sua cabeça como forma de agradecimento, e apesar de nenhuma palavra ou som ter sido proferido por ambos, a admiração que um tinha pelo outro pôde ser sentida. Não muito depois, o animal afastou-se lentamente para garantir que não seria perseguido por qualquer lobo, e correu em direção ao mar. A mulher seguiu sua jornada.

    Para onde, não sabia.


    (Narrado por Nadiya)

    Me chamo Nadiya. Minha vida inteira fora dedicada a servir o grande Reinado de Thais, e os Deuses que trouxeram a luz e a esperança para os homens, Fafnar, Suon e Banor, fazendo meus votos de castidade e lealdade, e jurando proteger aos inocentes e desamparados deste mundo. Entretanto, há de notar a antítese na frase.

    O “grande” Reinado de Thais, supostamente o primeiro assentamento de humanos no mundo, era um dos maiores e mais orgulhosos reinos do Antigo Continente... E o mais decaído. A mão que governava, era a que julgava e condenava, dizendo ser portadora da justiça de Banor; a miséria, a corrupção e a morte se espalharam pelos domínios do Reino, e o maior pilar do Reino, a Inquisição, tornou-se submissa à vontade de poucos. Eu não.

    E não me arrependia, creio eu. Poder caminhar pela criação de Tibiasula à noite, enquanto a luz da lua beijava minha pálida pele e permitia-me olhar para todas as Divindades acima, todas tão reluzentes e bonitas quantos os sóis, porém tão tímidas e melancólicas como Bastesh fora, devido ao medo do ciúme de Fafnar.

    Talvez em outra vida eu tenha tido uma forte conexão com a Natureza. Consegui testemunhar um dos Místicos Brancos, após minha saída dos domínios do povo de Durin. Fora breve, mas gratificante nosso encontro.

    Prossegui em minha caminhada, para ainda mais longe dos domínios do Reino. Talvez tenha conseguido despistá-los, já que em uma quinzena lunar, conseguira sair das planícies verdejantes de Thais e adentrar os campos de Carlin, onde formações rochosas se elevavam como serpentes marinhas em todos os lugares.

    Quando finalmente resolvi adentrar a estrada, já que não teria mais perigo de encontrar qualquer agente em território Carliano, me deparei com um grupo de aventureiros. Pretendia passar por eles sem chamar atenção, mas o líder do grupo, o único sem capacete, resolveu me cumprimentar.
    Fora uma conversa breve. Menti meu nome e meu local de origem, dizendo ser de Venore, e que estava simplesmente fugindo da peste que afligia a cidade. Todos os aventureiros pareciam ser de Carlin, e havia uma mulher no grupo, provavelmente uma druida devido as vestimentas, que parecia feliz por não ter sido alistada ao exército por “pura e livre espontânea pressão”.

    Quando iria retirar meu capuz, Arlena, a druida ruiva e sardenta do grupo, resolveu retirar de dentro do capuz um cartaz de procurado. Gelei quanto ao conteúdo:

    Procurada: Nadiya Alastair.

    Como recompensa por parte da Coroa e da Inquisição, 500 mil moedas de ouro serão oferecidas para quem capturar e/ou matar Nadiya, pelos crimes de traição, bruxaria, assassinato, tortura e desacato às autoridades máximas. Caso seja entregue viva, faça a entrega nos quartéis da Inquisição.


    — Você por acaso não teria visto alguém parecido...? Estou precisando de uma casa e mil bandagens para cuidar desses malucos. — Disse com um sorriso brincalhão, virando-se despreocupadamente aos companheiros.

    — Não vá se gabando, Alena! Eu jamais precisaria de ajuda de alguém para capturar essa mulher. E com esse dinheiro, largaria esse escudo velho e compraria a mais cara das espadas, já que nunca precisaria defender alguém indefesa como você. — Era Roger, o cavaleiro brincalhão do grupo... E mais atrapalhado, pelo que pude perceber.

    — Há! Com essa grana toda, me aposentaria e viraria um poeta. Imagine só as canções que seriam cantadas? Dan da cidade de Carlin, a mão executora de Nadiya, a Vadia traidora de Thais! Até o título dessa canção rimaria! — Disse entre as gargalhadas do grupo. — Você não teria MESMO visto este saco de carne valioso? — Respondeu, com uma piscadela suspeita. Até demais.

    Embora a pergunta tenha sido casual, demorei quase meio minuto para responder. O retrato milimetricamente desenhado de mim seria o suficiente para qualquer um, por mais desavisado que fosse, me reconhecesse até desfigurada. Acho que eu balbuciei que nunca tinha visto tal pessoa, após as gargalhadas casuais, e depois de uma rápida despedida do grupo, fazendo o mínimo de contato ocular, prossegui minha caminhada em direção à cidade, mas tão longo perdi o grupo de vista, saí da estrada. Não sabia como, quando e onde a Inquisição conseguira permissão para entrar em Carlin E fixar um cartaz SOMENTE MEU, mas não era hora de questionar.

    Prosseguir era minha única opção. Em vez de tentar adentrar o grande foco de luz no horizonte, provinda da segunda maior cidade do Continente, adentrei ainda mais os Campos Gloriosos de Carlin. Talvez eu encontrasse abrigo em alguma caverna e pudesse planejar meus próximos passos, mas aquela noite estava longe de terminar.

    Tudo começou com um forte vento. As gramíneas, folhas decompostas e encharques da terra logo começaram a bater de frente com meu corpo e rosto, e infelizmente tinha de prosseguir, já que meu errante “destino” se encontrava contra a trajetória do lacerante vento. Uma massa negra de milhares de asas e penas cobriu o céu sem nuvens, e não mais enxerguei claramente. O crepúsculo noturno havia me abraçado inteiramente. Fechei meus olhos e concentrei-me em uma rápida oração:

    — Senhor, estendei vossa mão, e a ti lhe alcançarei. Defendei-me dos males, e a ti serei vossa vontade e arma contra as trevas.

    A iluminação gerada ao meu redor fora fraca. Os poderes de um paladino são manifestados pela sua fé e crença, e mesmo eu tendo manifestado a minha maior luz após minha deserção, em meu encontro com um dos Místicos Brancos, o menor brilho toda minha vida se formara naquela noite. Talvez até entre os deuses eu não mais tinha mais lugar.

    Não muito depois, a lua tornou-se visível. Logo após, o vento não só trouxe a umidade e a sujeira da terra: trouxe o nauseante cheiro de sangue, que não tardou para tornar-se mais forte até do que o próprio cheiro da terra úmida.

    Apertei o passo, seguindo o cheiro. Mesmo com o som de minha armadura e botas ecoando pela planície, do vento entrecortando minha respiração, meu coração parecia ser o mais audível acima de tudo. Não tardou para que eu me deparasse com a carcaça de alguns animais mortos entre as florestas: ursos, lobos, e até mesmo alguns cervos jaziam com seus membros rasgados, órgãos expostos, com um constante fluxo de sangue. Muito sangue.

    Uma súbita explosão perto de onde eu estava me pegou de surpresa. Aparentemente, um embate estava ocorrendo, e um rugido de congelar a espinha se seguiu. Os pássaros tiveram um ótimo instinto de imediatamente deixarem a área, e eu estava justamente indo não só contra os instintos deles, mas contra os meus.

    ***

    (Algumas horas depois, perto da formoção rochosa conhecida como Monte Fêmur)

    — Hey Dan! Você não acha que ela moça ali atrás, na estrada, não estava... Suspeita demais? — Argumentou a ruiva, trazendo a discussão à tona mais uma vez.

    — Porquê ela seria suspeita, Arlena? Tudo bem, uma pessoa encapuzada, sozinha no meio da estrada, com o nariz tão arrebitado quanto o seu... Mas você quase matou um bêbado ontem por ele dizer isso também! E olha que ele te chamou de bruxa. — Retribuiu Roger, mesmo sem a pergunta ter sido feito à ele.

    — Sem brincadeiras! Estou falando sério, vocês não acham que ela era muito parecida?

    — Ora, vamos. — Interveio Dan, embora de forma sucinta.— Você acha que conseguiria atravessar mais de metade do continente, sem ser percebida, em... Duas semanas? Além do mais, caso entreguemos a pessoa errada ou, Banor nos perdoe, chegássemos ao ponto de MATAR a pessoa errada... O continente inteiro iria nos perseguir. E eu não vou voltar atrás agora que...

    A iluminação ao redor do grupo fora desfeita. A luz lunar fora suprimida pela gigantesca massa de aves no céu, e o mau agouro do vento noturno passou por entre os três aventureiros. Uma troca de olhares entre o grupo fora o suficiente:

    — Ela não me parecia um bruxa, como o cartaz lhe descreveu... Mas se aquela encapuzada sacaneou a gente e causou o pavor desses pássaros, seremos os primeiros a descobrir... E a ficar ricos. — Disse o líder Dan, mais para si mesmo do que para o grupo.


    Continua...



    * Monte Fêmur: tradução livre (e horrível, devo acrescentar UHEEU) de Femor Hills. O certo seria Colinas Femor mesmo, mas coloquei isso mesmo for the kicks.

    **Místico Branco: São os White Deers. Embora não sejam considerados nenhum tipo de divindade, são adorados pelos elfos, e devido sua raridade, reverenciados. Mesmo que não por humanos, Nadiya, no caso dessa história, no mínimo os respeita.


    PS:

    Estou usando a história meio que como um experimento (de escrita). Não que ao escrevermos, não estejamos buscando nossa melhoria/aperfeiçoamento, mas estou MUITO indeciso quanto à estrutura que devo seguir, se será de primeira pessoa, terceira pessoa, ou alternado, como fora nesse capítulo. Não que eu esteja buscando um "Faça isso que acho melhor", mas só gostaria mesmo do Feedback, que nem houve com o prólogo por exemplo, que certas partes, mesmo que curtas, deixaram alguns leitores desconfortáveis (e pretendo corrigir/melhorar isso com tempo, que é tentar deixar a história mais natural).

    Enfim, é isso
    Última edição por Senhor das Botas; 05-01-2018 às 13:37.


    Não espere algo bem elaborado e feito. De resto...

  5. #5
    Cavaleiro do Word Avatar de CarlosLendario
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    Dan da cidade de Carlin, a mão executora de Nadiya, a Vadia traidora de Thais! Até o título dessa canção rimaria!
    Is that a motherfucking DANBOY reference?

    Ficou ótimo o capitulo Botas, ouso dizer que está melhor que os meus. Você resolveu os problemas com os diálogos e eles soaram mais naturais, e o início dessa história pareceu muito mais interessante que a sua anterior. Temos aí uma procurada com metade da Mainland caçando ela, milhares de pássaros correndo de um confronto, e dezenas de criaturas mortas ao redor. Isso realmente me chamou a atenção, talvez por causa do monte de sangue. Sacumé.

    Aguardando o próximo.








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  6. #6
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    Saudações!

    Esqueci de comentar, mas vamos lá! Sua escrita está começando a fluir melhor, meu amigo! Siga adiante, eu gostei bastante e você realmente resolveu vários dos problemas que o Carlos já pontuou anteriormente! Estou gostando, continue!



    Abraço,
    Iridium.

  7. #7
    Avatar de Sombra de Izan
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    Padrão Promissora

    Fala galera, feliz ano novo a todos.
    Que Deus nos ilumine e nos abençoe em nossos caminho, que aprendamos sempre com os erros do passado.

    Mas vamos a história, pelo contexto do Henricus, cara ta promissora demais, já lançou uns 3 mistérios só de cara ai e ficam as perguntas: Quem é o cara, quem é a noviça, por que ele riu, qual eram as dores de cabeça? (seriam cólicas menstruais?), kkk
    Bom desejo que neste ano consiga terminar a história, ou pelo menos fechar um ciclo dela neh.
    Sucesso


    Meio fora a parte, tava olhando o fórum, as seções de vocações e tutoriais, nossa ta meio abandonada, voltei esses dias e to procurando uma huntzinha boa free e só tem os mesmo tutoriais de antigamente.



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