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Tópico: Jason Walker e a Sétima Vingança

  1. #51
    desespero full Avatar de Iridium
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    Saudações!

    Caramba, bicho... Quanto mais eu leio, mais panteões se metem nessa zorra e eu concordo com o Jason: nada pode dar errado... Até que se prove o contrário né HSUAHSAUHAUSHAUSHAUAHSUASHAUHSA

    Fantásticos os capítulos, Neal! Estou relendo alguns anteriores para não me perder na narrativa (que às vezes acontece quando fico mto tempo enfurnada na tumba até sair de lá, rs), que continua cativante como sempre. Para mim, existe algo muito forte com o número 13, especialmente na sua narrativa: para mim, quando chegou a ler o décimo terceiro capítulo de seus arcos do Jason Walker, é como se a história toda ficasse amarrada, fazendo tudo ter sentido. Ao menos é a impressão que eu tenho, não sei se você sente o mesmo, rs.

    De toda forma, estou sempre acompanhando --- seja fazendo o ritual dos likes, seja complementando esse mesmo rito com comentários. Continue em frente, Neal, que essa história é pleno sucesso!



    Abraço,
    Iridium.

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  2. #52
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    Realmente, pra tibianos velhos, Ferumbras é Ferumbras, não tem quem o supere. Seja Gaz'Haragoth, seja Apocalypse, Prince Drazzrak, a porra que for, Ferumbras continuará o melhor de todos.

    ...mesmo que atualmente não demore mais de 1 minuto pra ele morrer quando ele aparece.


    Excelente capítulo como de costume Neal, Leonard mostra-se um despreocupado do caralho como sempre (Ferumburras foi demais ) e a situação como sempre parece muito tensa para Jason e companhia lidar. Devo dizer que com a inserção de novos personagens, acabei me esquecendo de como eram esses antigos amigos da dupla implacável, e é interessante saber que eles não são tão diferentes do Leonard. Se um já é bom, imagina seis?

    Eu imagino que o primeiro desafio seja Poseidon e provavelmente alguma de suas criaturas marinhas (Põe a Scylla pls) e em seguida, não sei dizer. Apesar de conhecer os olimpianos, é até estranho que eles estejam em Krailos, e que eles estejam reforçando essa ilha. E levando em conta que Jason vai dar um jeito de chegar lá, me pergunto quem vai recebê-lo quando por os pés na ilha. Chuto que possa ser Ares junto dos ogros que habitam a ilha.

    E tô achando demais essa mistureba que você tá fazendo, esses cruzamentos que a mitologia cristã faz com a grega e a tibiana tornam a história ainda mais rica. Está fazendo um ótimo trabalho, cara.


    No aguardo do próximo.



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  3. #53
    Avatar de Neal Caffrey
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    CAPÍTULO 14 – A PRIMEIRA MARCA DO TRIDENTE


    Jason subiu as escadas correndo, a Espada desembainhada nas mãos, Cotton e Gibbs apontando suas bestas em direção a um homem misterioso que acabara de surgir no convés. Sobre o cesto do mastro, Joshua estava desacordado. Ou dormia, ou fora nocauteado.

    O espadachim avançou devagar pelo convés, a Espada firme nas mãos e o rosto apreensivo, mas calculando. Imediatamente, registrou a aparência excêntrica do homem: cabelos penteados para trás, até a altura dos ombros, que eram largos e torneados; barba cheia, tudo muito negro; torso exposto e queimado pelo sol; bermuda jeans rasgada na altura dos joelhos, sustentados pelos pés descalços.

    Por algum motivo, trazia um imenso tridente dourado nas mãos.

    — Quem é o responsável por esta operação?

    Sua voz era muito baixa, mas mordaz. Não era necessário alteá-la para fazer-se ouvir. Jason semicerrou os olhos, especulativo, mas nada respondeu. Rafael, desarmado, guardava sua posição ao seu lado direito, os braços cruzados atrás das costas.

    — Se precisar perguntar novamente, vou afundar este navio.

    Jason, Rafael e John entreolharam-se, Leonard segurando seu arco nas costas deles. O espadachim decidiu falar.

    — Sou o responsável.

    O homem atravessou o convés, alheio ao fato de que as armas eram sacadas à exaustão e as bestas e os arcos, engatilhados com seus projéteis. Sua barba sequer tremeu quando ele parou a dois passos de distância de Jason.

    — Aborte.

    Jason ergueu as sobrancelhas, surpreso.

    — Como é?
    — Aborte — repetiu, no mesmo tom firme.

    O menino olhou em volta e de volta para o homem.

    — Quem é você e o que quer?
    — Não estamos dispostos a ajudá-los — sentenciou, de uma vez só, ignorando sistematicamente a primeira pergunta. — Criamos nosso dique nos entornos do Olimpo e não sairemos até que o Inominado tenha sido derrotado, ou tenha se cansado de fazer o que faz. Sua missão é em vão. Aborte, dê meia volta e morra com o restante do mundo.

    Repentinamente, Jason concluiu que aquele só poderia ser Poseidon. Que outro ser, com outras habilidades, seria capaz de subir no convés do seu navio em movimento e ameaçá-lo, senão aquele que é o responsável por comandar os mares?

    Inobstante, não deixava de ser um pouco frustrante o fato de que ele já lhes negava ajuda sem nem mesmo conhecê-los. Algo teria de ser feito, mas nada ocorrera a Jason até aquele momento.

    — Acha que Ferumbras vai poupar o Olimpo depois que destruir todo o resto?
    — Não diga o seu nome — por um momento, seus olhos arderam. — Temos suficiente poder de fogo e uma fortaleza intransponível pelo tempo necessário para retardar o seu avanço. Não sabe o que Cerberus e Górgon fizeram com Hefesto, ou com Ares. Não faz ideia do tamanho do buraco onde está se enfiando.

    Jason ergueu uma sobrancelha.

    — Recolha-se no seu palácio de merda e observe o que podemos fazer, então. Nada nos impedirá de chegar até vocês e fazer com que ouçam nosso propósito. Crunor foi quem nos enviou.

    Foi a vez de Poseidon erguer uma sobrancelha. Por um segundo, seu tridente brilhou.

    — Cuide da sua língua — ele limpou a areia sobre o ombro esquerdo. — E não devemos nada a Crunor, ele é quem nos deve. Essa situação caótica foi criada pela inércia dele em engajar-se em seus combates. Demônios cristãos, aberrações tibianas, não nos interessamos por nenhum deles. Que entrem uns no rabo dos outros. Somente deem meia volta e vão embora.

    Jason deu-lhe um sorriso amarelo.

    — Gostaria de ver um grande imbecil como você nos obrigar.

    Poseidon deu-lhe as costas, olhando-o por cima do ombro.

    — É a sua vez de observar o que podemos fazer, mortal insolente.

    *

    A cauda do imenso monstro marinho surgiu primeiro, cortando a superfície do oceano como faca quente sobre a manteiga. Após, seu imenso corpo esverdeado foi sendo alçado também para fora e, embora todos os tripulantes já tivessem visto o suficiente, ninguém estava preparado.

    Do pescoço, da grossura de uma estrada, surgiram três enormes cabeças. Os olhos amarelos não deixavam dúvidas a respeito da descendência do imenso monstro marinho, que provavelmente era aparentado com as grandes serpentes marinhas, mas muito mais ameaçador.

    Dois segundos depois, Poseidon surgiu novamente, sentado despreocupado sobre a cabeça do meio do imenso monstro, que devia ter mais de vinte metros de altura. Instantaneamente, o oceano, que vinha sendo calmo até então, se revoltou e começou a sacudir o navio para lá e para cá.

    — É uma hidra — gritou Jason, segurando-se desesperado na amurada, a Espada embainhada novamente. — Achei que estivessem extintas!
    — Com todo o respeito — Leonard respondeu, o arco já caído lá embaixo no convés —, não me interessa qual é o nome. Como derrotamos?
    — Não ousem cortar as cabeças — Jason orientou, rezando para ser ouvido por todos os demais. — A cada uma cortada, duas surgirão no lugar. Precisamos perfurá-las ou furar seu coração, e temos que ter muita disposição. Se acham que a carapaça de um dragão é intransponível, precisam ver a das hidras.

    Cotton, que aparentemente achava-se alheio às orientações de Jason, cometeu o primeiro grande deslize. Ao puxar o canhão ao convés aos trancos e barrancos, sustentando-se de pé a duras penas, ele disparou de qualquer jeito e a bala explodiu o pescoço da esquerda, atirando a cabeça pelos ares, que caiu no mar instantes depois. Quase que no mesmo segundo, duas imensas bocarras brotaram no lugar da primeira cabeça decepada, parecendo mais furiosas do que nunca.

    — Por Crunor — Leonard praguejou, segurando-se na amurada. — Estamos cercados de imbecis.

    Poseidon apontou seu tridente para o convés e disparou um raio azulado, arrancando tábuas do navio de qualquer jeito. Elas voaram pelo ar, abrindo um imenso buraco no centro da popa.

    Pela primeira vez, Jason sentiu-se absolutamente incapaz. O imenso corpo da hidra empurrava o navio pelo oceano, desviando-o de sua rota. Se continuassem assim, em menos de cinco minutos estariam no fundo do mar.

    — Covarde — Jason gritou, alucinado. — Desça e me enfrente em um combate justo.
    — Idiota — Poseidon respondeu, sem esforço. — Um combate entre mim e você nunca poderia ser justo.

    Ele fez um gesto vago no ar e, imediatamente, a cabeça do centro se curvou na direção de Jason, abocanhando-o e atirando-o pelo ar. Um segundo depois, o espadachim vislumbrou a morte: a imensa boca sob si, aproximando-se depressa enquanto ele caía em queda livre, e algo lhe dizia que ele não seria capaz de abrir a cabeça de fora a fora como fizera com aquela serpente marinha.

    No instante seguinte, Jason deslizava livremente pela garganta do monstro, onde jazeria em sua sepultura infinita.

    *

    Jason abriu os olhos após acordar e, imediatamente, lembrou-se que fora comido vivo. Provavelmente, estava no inferno ou no paraíso.

    Ele levantou a mão espalmada e murmurou um feitiço simples, e uma esfera de energia pairou diante dele, leniente. Por algum motivo, aquilo não se parecia nem com o inferno onde estivera, nem com o paraíso que visitara.

    Achava-se num aposento amplamente circular, com cerca de 10 metros de diâmetro. Nos arredores, escamas pegajosas recobriam todas as paredes, e ele estava de pé sobre algo que se sustentava muito mal, muito parecido com um pedaço de mastro quebrado. O líquido onde boiava era pútreo e fétido, e borbulhava incessantemente. Parte do mastro onde estava sentado já ia se desfazendo.

    Ele atirou a esfera para cima e ela pairou preguiçosa, terminando no que lhe parecia ser um longo cano de escamas, que seguia no sentido ascendente. Uma réstia mínima de luz se infiltrava no topo, o que levava a crer que se tratava de um cano circular.

    Por um instante, Jason imaginou que talvez, e só talvez, estivesse dentro do estômago da hidra. O seu próprio se revirou ao imaginar a cena, e o tamanho da sorte que tivera em não ser atirado diretamente dentro do suco gástrico. Se aquela teoria estava correta, era a hora de trabalhar para sair dali. Não fazia ideia de o que estava acontecendo do lado de fora.

    Com cuidado, ele puxou uma grande lasca do mastro de madeira, utilizando-a como remo de forma a tomar conhecimento da amplitude do estômago do monstro. A porção noroeste vibrava a um ritmo constante, indo e voltando, às vezes de forma mais acelerada, às vezes de forma mais controlada. Deduziu que, caso conseguisse se içar para cima, poderia perfurar o coração do bicho.

    Existia, contudo, um segundo problema. Depois de matá-lo, se conseguisse, como seria possível sair dali, sem afundar com a hidra no oceano? Seria necessário abri-la de fora a fora, como fizera com a cabeça da serpente, mas suas escamas eram duras como pedra, e não estava certo sobre se a Espada de Crunor teria resistência o suficiente para fazê-lo.

    O garoto renovou a magia de luz, ampliando sua abrangência. O corpo do monstro se sacudiu e ele fez o possível para manter-se em pé, alcançando, finalmente, a parede do lado oposto. Havia, no fim das contas, uma vantagem dissidente do fato de que as escamas eram tão resistentes: poderia içar-se através delas sem grandes riscos. Se não morresse hoje, estava certo de que nunca mais morreria.

    Rapidamente, Jason repassou mentalmente os feitiços próprios de cavaleiro que havia aprendido na academia de Carlin. Atirar a espada como um bumerangue; girar com ela no mesmo local de forma a atingir diversos inimigos nos arredores; fazer a terra tremer. Nenhuma daquelas magias o ajudaria. Precisaria de algo mais incisivo.

    Ele puxou a primeira escama para perto e saltou devagar do mastro, escorregando e quase caindo. Seu coração se descompassou. Vagarosamente ele se recompôs, os membros lutando para obedecer seus comandos diante da dificuldade em se segurar na parede curva do estômago da hidra. Pacientemente, ele começou a subir.

    Finalmente, depois de outros três escorregões quase letais, Jason alcançou a altura do coração do monstro. Segurando-se pesadamente pela mão direita, sacou a Espada com a esquerda, cutucando as escamas e concluindo que a tarefa seria mais difícil do que poderia parecer.

    Com um quê de nostalgia, lembrou-se de quando apunhalou os dragões verdes no olho em Carlin, sendo praticamente esmagado pouco tempo depois de levar aquela flechada de Lancaster Wilshere. Ao menos, naquele momento havia um ponto fraco no qual se fiar. Agora, Jason tinha absolutamente nada em mãos.

    A lembrança também lhe trouxe à memória um último feitiço. Jason, que estivera de olhos fechados até então, os músculos queimando pelo esforço de manter-se ancorado às escamas, abriu os olhos de uma só vez. Pode funcionar.

    Outro problema, contudo. O feitiço exigia a utilização de ambas as mãos; não seria forte o suficiente se somente a mão esquerda empunhasse a Espada. Jason relanceou um olhar para baixo, notando que o mastro finalmente fora dissolvido pelo suco gástrico do estômago da hidra. Sequer sabia se a magia funcionaria.

    Era, contudo, a hora de correr certos riscos.

    Rezando muitas vezes antes de se decidir, Jason começou a se soltar devagar. Finalmente, impulsionou os pés contra a parede e saltou para trás, tomando a Espada também com a mão direita e apontando-a na direção do coração.

    Ex ori gran ico — murmurou, pronto para morrer.
    O Exorcismo de Alyssa Amber
    Acompanhe o piloto do thriller mais recente da seção Roleplay!

    Jason Walker e o Patrono do Apocalipse

    Acompanhe a quinta e última história de Jason Walker na seção Roleplay!

  4. #54
    desespero full Avatar de Iridium
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    Saudações!

    Primeiramente, Leonard sobre Cotton:


    (EU VI ESSA REFERÊNCIA HEIM hsuashaushaushaushas)

    Segundo, sobre Poseidon: lembrou-me muito as retratações mais "raiz" dele, especialmente na Odisseia, onde ele faz de tudo pra ferrar bonita e deliciosamente com a vida do Odisseu. Se Jason o encontrasse, certamente rolaria aquela conversa na naipe "I know that feel bro". Por um instante eu achei que Poseidon peitaria o Jason no mano-a-mano, mas certamente não é a vibe desse deus tão exibicionista: um showzinho primeiro faz bem para o ego, rs.

    Terceiro: Porra, Jason! SHAUSHASUAHSAUHUS O cara se ferra todo, entra em coma, sai de coma, volta pra batalha, é comido por serpente, arrebenta ela fora e lá vai ele pro bucho de outro bicho SHAUSHAUSHUAHS Daqui a pouco vai poder pedir música nessa categoria de infortúnios. Entretanto, o que é a jornada do heroi épico senão experiências de quase-morte com muitos esteroides? Seu trabalho é impecável como sempre, Neal, e ler os seus capítulos sempre eleva meu espírito e melhora meu dia. Não, não digo isso pra puxar sardinha: é a verdade. Hoje, em particular (e ontem tmb, a bem da verdade), eu me senti como o Leonard e precisava de algo para me dar novo ânimo.

    Aguardo o próximo capítulo!

    Sobre o Capítulo anterior: Ferumbrão RAIZ, é assim que eu gosto de ver! A cip tinha era que reformular o Ferumbrão da raid na torre, deixar ele com mais life e dano. É pra ele ser difícil mesmo, oras xD




    Abraço,
    Iridium.
    Última edição por Iridium; 21-02-2018 às 11:31.

  5. #55
    Avatar de Ameyuri Ringo
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    Rs #ferumbrao_raiz, momento da leitura fui em GOW1 e voltei a alegria do primeiro contato com kratos, o senhor dos mares me pareceu ser do tipo que bota ordem na casa nao esperava menos doque isso de dos tres mais relevantes filhos de cronos rs um grande capítulo parece q hefesto e ares receberam uma corsa rs oq vem por ai ? Uma união de ferumbrao_raiz com titans para igualar forcas? Humnnnn. Rs um abraço!





    Ameyuri Ringo The Ghost Of Sparta!!!

  6. #56
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    Poseidon badass e cuzão. Curti.

    Excelente capítulo mais uma vez, Neal. Não esperava essa personalidade de Poseidon, mas era esperado que os olimpianos não estivessem nem aí pra ajudar os tibianos e nem ligasse para eles, como foi o caso de Poseidon. A propósito, você incluiu a Hidra, e isso foi realmente show de bola. Me lembrou Age of Mythology por um momento, lá Poseidon praticamente não dá as caras, mas suas ações vão fodendo com os personagens da campanha de várias maneiras. Ele não é de x1, e acho que isso combina mais com ele. Não tem porque ele precisar lutar tendo um corpo gigantesco recheado de criaturas mortais prontas para responder aos seus comandos.

    Aliás, muito arriscado o que Jason fez no final, mas conhecendo ele, provavelmente ele vai sair daí e enfiar o tridente de Poseidon no cu do próprio. Ah, isso é coisa do Leonard, o Jason só sai com as glórias da batalha. Aliás, Leonard enriquece demais essa história, eu ri da reação dele ao ver o Cotton disparar contra um dos pescoços da Hidra. Tava até esperando algo assim.

    No aguardo do próximo.


    seu cap me lembra que nem comecei a escrever o meu ainda... ta complicado ultimamente, mas ainda bem que bloodtrip ja ta no final heheh



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  7. #57
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    CAPÍTULO 15 – O PACATO POVO DE CORMAYA


    Randal rolou pelo convés e foi aparado pela amurada, esperando sentir uma dor excruciante na altura da lombar, mas não sentiu absolutamente nada, como era de praxe. A vida como demônio já o estava cansando. No entanto, tinha mais com o que se preocupar. Jason Walker estava morto, e a missão, fadada ao insucesso.

    No segundo seguinte, algo formidável aconteceu.

    A cabeça do meio da hidra, que se preparava para o derradeiro ataque, que destruiria todo o pouco que restara do navio, parou a meio bote. Um milésimo de segundo depois, o peito do bicho simplesmente explodiu, e Jason, segurando a Espada de Crunor com ambas as mãos como uma flecha sobre a cabeça, foi atirado para fora da hidra através do seu peito, descrevendo um arco bizarro pelo ar, por toda a extensão do convés, caindo dolorosamente no oceano do outro lado.

    Rafael, boquiaberto, acompanhou toda a trajetória de Jason enquanto ele voava, achando que morreria, mas não veria de tudo. Aos poucos, a hidra, totalmente dilacerada, ia ficando para trás, preparando-se para sua cova no fundo do mar.

    Poseidon saltou de uma só vez da cabeça do monstro, pousando no convés destruído. O navio estava quase afundando, mas o oceano se acalmou instantaneamente. Ele também estava bastante surpreso, e sua reação não melhorou quando Jason escalou a amurada destruída do navio e surgiu no convés arrebentado, cansado, esfolado, esgotado, mas vivo.

    — Precisa… — ele respirou profundamente algumas vezes, curvado, segurando nos joelhos. — de algo mais?
    — Gostei do que vi — Poseidon aprovou, reflexivo. — Darei a vocês o benefício da dúvida. Se conseguirem chegar a Krailos, concederemos a todos uma audiência rápida no Olimpo e ouviremos suas razões.

    Ele desapareceu imediatamente, e, no mesmo momento, John, Catarina e Randal, que eram grandes feiticeiros, começaram a trabalhar no navio. Jason largou-se no convés e rolou até a amurada, deixando a Espada de Crunor cair no mar. Tanto fazia. Um instante depois, ela retornou à sua bainha, como sempre.

    Deitado de bruços, Jason respirou depressa, sentindo novamente aquele estranho formigamento nas pontas dos dedos e no rosto, nos arredores dos lábios, com aquela mesma sensação de catástrofe iminente, de morte. Quando percebeu, Randal já estava o colocando sentado e puxando seu queixo para cima, analisando-o com cuidado.

    — Não perceberam que ele sofre de síndrome do pânico?

    John aproximou-se devagar, a testa franzida mas o cajado em punho, realizando suas magias.

    — Síndrome do pânico? Desde quando?

    Randal se abaixou e tomou o pulso de Jason, que já ia se acalmando.

    — Desde que Apocalypse matou você — respondeu, franzindo o cenho. — Já teve três crises sem saber do que se tratava. Jason, você esteve no futuro?

    Jason fez que sim uma vez, cansado demais para explicar, os olhos muito pesados. John acompanhava a conversa de perto, um pouco apreensivo.

    — Isso depende de tratamento — disse Randal, finalmente, ignorando os outros fatos. — Precisa de cuidados.
    — Se John pode curar um demônio, pode me restaurar oportunamente.

    Finalmente, Catarina subiu as escadas para o convés, parecendo aflita.

    — É irreparável — disse, e Jason levantou-se de um salto, dando uma bela testada no mastro parcialmente destruído. — Aguentará mais algumas milhas e é só isso.

    O cavaleiro olhou para John, que relanceou um olhar para o oceano.

    — Quantas milhas?
    — Dou-lhe 10, no máximo.
    — Vamos atracar em Cormaya.

    *

    O homem de cabelos e barbas brancos e vestido com uma túnica púrpura bizarra puxou a bolsa do olho esquerdo de Jason para baixo, tomando notas rapidamente num pergaminho. O cavaleiro já tinha visto magias bem executadas antes, mas as daquele homem excediam todas as expectativas. Estava praticamente curado.

    — Precisa cuidar dessa situação psicológica — disse ele, ainda lançando suas anotações. Sua voz era grave e reconfortante. — Afora isso, está em perfeito estado.
    — Obrigado pelo auxílio, senhor…
    — Eremo, é como me chamam. Não é o meu nome completo, mas há muito já deixei de corrigi-los.

    A morada de Eremo ficava a alguns metros ao norte de Cormaya, onde todos haviam atracado. Um cidadão muito simpático, chamado Pemaret, os havia levado até lá com uma pequena jangada, e analisava os cuidados de perto com um quê de preocupação. Ficara bastante aflito ao vê-los todos nadando com dificuldades até a ilha, o que restou do seu navio afundando lentamente a alguns metros dali.

    A ilha de Eremo, no final das contas, não tinha mais de 30 metros quadrados. Conservava um jardim muito bem cuidado, com diversas espécies de flores, e uma construção simples, porém confortável, na porção leste. Por dentro, é óbvio, a casa era muito maior do que se vista por fora, e havia suficiente espaço para todos.

    — Sintam-se em casa — disse Eremo, retirando as luvas de borracha.
    — Agradecemos a hospitalidade, Eremo, mas precisamos partir — Jason já ia se levantando, sentindo-se novo. — Temos que chegar em Krailos antes da noite de amanhã.

    Eremo deu-lhe um sorriso bondoso, compreendendo.

    — Já é noite e o oceano não é exatamente um amigo. Se prometerem passar a madrugada aqui, garanto-lhes que estarão em Krailos antes do almoço de amanhã.
    — Não vejo como isso seja possível — John argumentou, incerto.

    Eremo sorriu para ele outra vez.

    — Ora, também não cria ser possível que alguns combatentes de uma cidade como Carlin pudessem trancafiar Lúcifer novamente. Sim — ele assentiu diante do olhar de espanto dos demais —, as notícias correm bastante depressa. Dizem que Jason Walker, com a Espada de Crunor, e John Walker, com o Livro das Ciências Ocultas, auxiliados muito de perto por Leonard Saint, Heloise Pennyworth, pelos irmãos Grimm e por um demônio cristão, foram os responsáveis. Farei de conta que a descrição não coincide com a daqueles que estão diante de mim hoje.

    Jason engoliu em seco, olhando para John.

    — Insisto para que reponham suas energias aqui — ele pegou Pemaret pelo ombro e caminhou na direção da saída da casa. — Minha morada tem certo misticismo que vocês não encontrarão em qualquer lugar. Talvez seja a hora de estudar aquele feitiço sobre o qual você e o senhor Randal vinham falando, antigo incandescente. Não é nada simples.

    E saiu.

    Pemaret os conduziu por um corredor comprido, que terminava em uma porta simples de madeira. Lá dentro, camas quentes e confortáveis na exata quantidade que necessitavam. Os amigos começaram a acomodar os poucos pertences que lhes haviam sobrado, surpresos.

    Jason ocupou a cama no canto noroeste, sendo que Leonard tomou a diante dele e John, a da esquerda. Depois de se lavarem no banheiro de Eremo, que tinha água quente e xampus e sabonetes, todos retornaram ao quarto, sentindo-se demasiado sonolentos e repentinamente cansados.

    O cavaleiro sentou-se na cama, encostando-se no canto da parede, olhando para John e Leonard, que espelhavam seus movimentos. Pouco tempo depois, Eremo retornou, trazendo consigo um comprimido muito branco e pequenino. Rafael permanecia de pé, aparentemente em estado de alerta.

    — Vou-lhe dizer uma coisa — disse Eremo, passando o comprimido pequeno, mas comprido, para Jason e oferecendo-lhe um copo d’água. O cavaleiro esperou, sem nada fazer. — Quando toquei em você, percebi alguns padrões que são comuns a quem sofre da sua doença, se quer saber. Compreendo que dormir talvez nunca tenha sido uma tarefa fácil, mas as palpitações do seu coração e que incomodam você podem lhe causar um certo desconforto maior do que o normal. Foi para isso que desenvolvi esse medicamento.

    “Trata-se de um hipnótico. Tome-o e, em 30 minutos, estará nocauteado. Antes que me conteste, é natural. Agirá no seu cérebro como a massagem das mãos mais competentes de todo o continente. Confie em mim.”

    — Obrigado — disse Jason, simplesmente, tomando o remédio. Não tinha gosto algum.
    — Eu é quem agradeço, Eremo.

    Rafael semicerrou os olhos quando o homem se materializou na sala. O arcanjo umedeceu os lábios e relanceou um olhar para John, que franzia o rosto como se tivesse lambido limão. O tempo que passara desfiliado não parecia ter surtido qualquer efeito quanto aos seus sentimentos por Crunor.

    — Milorde — disse Eremo, com simplicidade.
    — Gostaria de ficar a sós com estes filhos que tenho.

    Eremo fez uma reverência antes de sair do quarto. Por algum motivo, não parecia sequer minimamente surpreso pela presença de Crunor ali. Das duas, uma: ou o convocara, ou estava acostumado com as vindas dele à sua ilha. John achou a situação demasiadamente incomodante para se ater a uma a outra possibilidade, por isso, simplesmente aguardou, enquanto Rafael tentava achar a posição mais confortável em pé, resistindo ao impulso de curvar-se.

    O antigo incandescente fez questão de revirar os olhos assim que o arcanjo olhou para ele novamente, dando de ombros.

    — Poseidon pode ser um pouco volátil.
    — Que bom que a informação chegou em tempo — Jason respondeu, sarcasticamente. — Poderia ter acontecido uma catástrofe caso não soubéssemos disso neste momento tão importante.

    Crunor olhou para ele, achando o comportamento do cavaleiro curioso, mas nada respondeu.

    — Não estava de férias? — continuou Jason, irritado. — Retorne à praia onde estava. Olhe em volta. Nada mudou na sua ausência. Tanto faz. Leonard estava certo. Você é muito pouco útil.

    O arqueiro engoliu em seco quando Crunor olhou para ele.

    — Me inclua fora dessa — pediu, nervoso.

    Foi a vez de Jason de revirar os olhos.

    — Sabe, Jason… nunca tive a oportunidade de ser totalmente honesto com vocês, para ser sincero. Com todos vocês reunidos, Cotton, Joshua, Gibbs, Leonard, John, Rafael, Catarina e você, parece ser a minha deixa. Então, lá vamos nós.

    “O desempenho de vocês até o momento excede qualquer expectativa que eu tinha, e digo isso individual e coletivamente, sem exceção. Meus incandescentes sempre foram das minhas maiores criações, embora, evidentemente, os arcanjos tenham vindo antes. Mas, sinceramente, nunca imaginei que a minha mais erodida arquitetura, logo os homens, fosse capaz de me orgulhar.

    “O aspecto mais interessante de tudo que temos é que você, Jason, jamais questionou minhas ordens. Sempre assumiu minhas missões e desempenhou seu papel além do que era necessário, estimativamente falando. É importante que vocês entendam alguns pontos específicos de tudo que estamos vivendo. Ora, vocês não foram criados num estalar de dedos. Isso teria sido muito fácil. Orientei algumas reações químicas aqui, algumas explosões ali, a colisão de uma coisa ou outra acolá, e cá estamos. Por serem obra do acaso, e coloque o acaso entre muitas aspas, esta é a melhor das suas gerações. Sejam felizes com o que têm. Não sabem quantas pessoas morreram até que vocês pudessem chegar até aqui.”

    Jason não soube o que responder, embasbacado com aquele excesso de informações, após tanta escassez. John parecia ainda mais estarrecido.

    — Então, ainda que todos vocês me odeiem ou queiram me matar, talvez ambos, peço, encarecidamente, que cumpram esta última missão e que devolvam Ferumbras à sua jaula. Após, conversaremos ainda mais francamente do que isso.

    E desapareceu, sem deixar vestígios.
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  8. #58
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    Capítulo show de bola, com direito a guerreiro voando de dentro de Hidras criadas por deuses arrogantes e cuzões.

    Crunor é, sem sombra de dúvidas, um personagem bem interessante. Eu gosto de como ele mostra indiferença pro tanto de pessoas que o odeiam ou que o adoram, e como ele sempre age de forma calma e direta quando aparece pro pessoal. Ele é o aspecto mais próximo de um Deus absoluto que eu poderia imaginar ou escrever, então certamente é um personagem muito bem feito.

    Essas síndromes de pânico que Jason sofre mostram como nem sempre heróis estão sempre saudáveis e fortes, sem problema algum rolando em suas mentes ou no seu corpo. É um aspecto que dá realismo pra história e pro personagem e algo que gostei de ver sendo aplicado nele, embora seja essas situações onde ele sofre com isso sejam tensas.

    Ah, também gostei do Eremo, um personagem bem interessante também. Tem exatamente o jeito de alguém que vive sozinho numa ilhota.


    Aguardando o próximo, Neal. Aparentemente os momentos calmos serão escassos nos próximos capítulos. Menos mal, tem que botar os heróis pra trabalhar.



    ◉ ~~ ◉ ~ Extensão ~ ◉ ~ Life Thread ~ ◉ ~ O Mundo Perdido ~ ◉ ~ Bloodtrip ~ ◉ ~ Bloodoath ~ ◉ ~~ ◉

  9. #59
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    Grande neal crunor me deixou perplexo kkk não esperava por uma visita assim, no aguardo de mais e mais capítulos parabéns!
    Última edição por Ameyuri Ringo; 28-02-2018 às 05:58.
    Ameyuri Ringo The Ghost Of Sparta!!!

  10. #60
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    Saudações!

    Daqui da praia venho dizer: somos dois apaixonados pelo oceano, então xD

    Sustento a tese de que Poseidon já me tem como parte do reino dele. Posso passar o perrengue que for nos mares que nunca sinto medo das águas, da espuma ou das ondas. Paixão à primeira vista pelo mar, vai entender. Kkkkkkk

    De toda a forma, adorei o capítulo eacho que o Carlos já pintou muitas das coisas que eu tinha para dizer. Uma pena ser essa obra a penúltima, pois sei que certamente sentirei muita falta de abrir essa Seção e ver a atualização de algum tópico iniciado com "Jason Walker". Entretanto, espero que não pare de produzir, da mesma forma que estou tentando pegar no pesado com Behogar Bradana.

    Até o próximo capítulo!




    Abraço,
    Iridium.

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