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Tópico: Behogár Bradana

  1. #21
    Avatar de Ameyuri Ringo
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    Grande iridium mais um grande capitulo rs tragam mais cerveja que ta so no comeco!

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    Ameyuri Ringo The Ghost Of Sparta!!!

  2. #22
    Avatar de Senhor das Botas
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    Eu jurava que tinha comentado antes o_O

    Enfim, sem neuras e viagens, vamos ao que interessa:

    Curti muito esse começo, com todo esse lance de personagem mestiça, tentando se encontrar no mundo em que vive( Coincidências? Rs). A música que você colocou na introdução deu uma boa introduzida de como seriam os feels da história.( como a grande maioria das músicas que você coloca, que acabam por dar um spoil do cap.)

    No mais... BASILISCO'S INCOMING, BABIES?


    Não espere algo bem elaborado e feito. De resto...

  3. #23
    Avatar de Kerrod
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    Champz

    Marrentinha e beberrona a Bradana. Taí gostei ahuhauhauhauhau

    Acho que o basilisco vai dar as cara ali

    Go go go proximo capítulo 0/
    o morcego perguntou ao outro ambos pendurados de cabeça para baixo

    _qual a pior situação que vc ja viveu dormindo de cabeça para baixo?

    o outro morcego respondeu:

    _caganeira



  4. #24
    Avatar de Motion Flamekeeper
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    Olá Iridium!

    Finalmente paguei minha divida e vim ler os dois capitulos da Bradana. Estou gostando bastante de sua nova história e desta nova protagonista. Pra ser bem sincero, uma personagem que gosta MUITO de cerveja, dificilmente vai dar errado.

    Toda essa ambientação envolvendo muita cerveja me agrada bastante(por que será né?). Outra coisa que me chamou a atenção é a personalidade forte de Bradana, que já se mostrou ser bastante impaciente também.

    Seria o Rauta o futuro par romântico de Behogár Bradana? kekekeke

    Forte abraço <3
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  5. #25
    desespero full Avatar de Iridium
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    Padrão An Samhradh, Capítulo Quatro

    Saudações!

    O primeiro arco está chegando ao final! Esse é o penúltimo capítulo! A história deve durar até o início do ano que vem xD

    Vamos aos comentários:

    Spoiler: Respostas aos Comentários


    Sem mais delongas, o Capítulo de Hoje!


    -----

    Spoiler: Bônus Musical



    Capítulo Quatro — O Basilisco (A Outra Lenda)

    A Serpente vos espera na Casa de Pedra…



    O som escorregadio e vacilante atravessava, vagarosamente, o corredor de pedra, liga e limo; Bradana e Rauta pararam na pose em que estavam, receosos quanto ao que fazer à seguir. Vagarosamente, a dupla foi se aproximando do batente da casa do anão cervejeiro, buscando fazer o mínimo de barulho para não atrair a atenção da criatura que, aos poucos, parecia se aproximar da casa.

    — E agora, mocinha? — Rauta sussurrou lentamente, tenso com a situação.

    — Não sei… — Replicou Bradana em voz baixa, levemente curvada, com a besta empunhada. — Sei nem que bicho que tá lá fora…

    — Bom… só tem um jeito de descobrir. — Replicou Rauta em voz baixa, ainda tenso.


    *****

    (Narrado por Rauta)


    Cara… Cara…

    Que meleca. Eu só queria jantar de boas, curtir minha cerveja, terminar de forjar minhas entregas e dormir o sono dos justos. Mas, não. Tinha que aparecer algo pra atrapalhar… Na pior das hipóteses, ao menos morrerei com o bucho bem alimentado e bem hidratado.

    Bom, estávamos eu e menina Bradana perto do batente da porta de minha casa, cada um de cada lado. Ainda dava para ouvir o barulho da criatura rastejando, aparentemente, pelo corredor, e fazendo isso de forma muito, muito lenta.

    Ouvi a ruiva engatilhar a besta.

    — Eu vou lá. — Afirmou a ruiva, sussurrando, determinada. —Cansei de esperar.

    Antes que eu pudesse protestar, ela abriu a porta e se embrenhou na escuridão; com um muxoxo de desaprovação, segui atrás dela. Demos de cara com o corredor escuro, e o som parecia estar longe.

    — Ué…. — Bradana soou extremamente desapontada, abaixando a besta.

    — Bom… Parece que foi só um… Barulhinho. — Suspirei, aliviado. — Acho que podemos voltar para lá e…

    — AAAAAAAAHHHHH! — Um grito de agonia e horror rasgou o silêncio dos corredores de pedra.

    Bradana arregalou os olhos e saiu correndo, com a besta em mãos novamente. Resignado, revirei os olhos e fui atrás dela, com o machado em mãos. Caralho de asa. Atravessamos o corredor mal-iluminado, seguindo os ecos de um eco que, não muito depois, veríamos destituído de dono.

    Quando chegamos em uma área mais iluminada do corredor, Bradana parou-me com o braço. Olhei para a menina rapidamente, um pouco furioso, para somente depois, em segundos que pareceram uma eternidade, olhar à frente e ver algo que eu gostaria de jamais ter visto.


    ****


    (Narrado por Bradana)


    Não havia sido o grito de apenas um homem: foi o grito de três. Três guardas anões jaziam à minha frente, meio palmo mais baixos que eu, convertidos em estátuas. Toquei suas barbas, e estava petrificadas, duras, frias. Mortas.

    — Bradana… — Ouvi a voz de Rauta distante, ainda que ele estivesse a dois passos de distância de mim. — Isso não é...

    — Eles… Viraram pedra. — Falei, devagar, colocando a mão sobre minha boca, sem conseguir acreditar. — Rauta…

    O ruivo se aproximou dos guardas, incrédulo. O som sibilante continuou e pudemos ver, do cruzamento daquele corredor com outro, um tubo escamoso deslizando por entre as chamas. Prendemos a respiração, eu e ele. Ficamos um tempo ali, esperando para ver quando acabaria o deslizar da criatura; por outros tantos segundos, que foram eternos para nós, esperamos até o corredor ficar livre.

    Ele ficou, e eu liderei o avanço para o outro lado; olhei em direção ao caminho trilhado pela criatura e tudo que pude ver foi o resto de sua silhueta indo para algum outro canto de Kazordoon que me era pouco familiar, para não dizer desconhecido.

    — O que a gente faz agora? — Indagou Rauta.

    — Não sei… — Repliquei, receosa. — Eu não faço ideia do que era aquilo…

    — Eu tenho um palpite. — Rauta engoliu em seco, nervoso. — Isso, claro, se você acredita em lendas antigas.


    ****


    Enquanto isso, a taverna local de Kazordoon estava em festa; as tabardas e bandeiras da Irmandade da Rocha Derretida estavam estiradas orgulhosamente, assim como as da Irmandade dos Machados Selvagens e dos Comedores de Dragões. Pela primeira vez em algumas décadas, as três Irmandades estavam juntas, reunidas para cantar as glórias de seu passado e as histórias que deveriam ecoar para sempre nos salões da grande metrópole anã.

    Mikhail estava, enfim, entre os seus; o anão aparentava mais palidez e menos saúde que o usual, mas continuava a acompanhar os cantos e bebedeiras de seus irmãos exploradores. Em tom jocoso, porém amigável, caçoavam das outras Irmandades e gabavam-se dos feitos de outrora, somados às trapalhadas recorrentes em várias missões de décadas atrás.

    — … Aí… Aí! — Exclamou Mikhail, terminando outro quartilho de cerveja cor de âmbar. — Aquele palerma do Karpov…

    — KARPOV! — Gritaram alguns dos anões da taverna, e Maryza não conseguiu segurar o riso, apoiando-se no barril ao seu lado.

    — O palerma do Karpov… — Mikhail inspirou e expirou, tentando controlar as risadas. — Ele foi lá, né… Com a cara toda rosa, ao ponto que a gente não sabia mais onde começava a cara dele e onde terminava a barba e as tranças! Daí, o palhaço…

    — EU TÔ OUVINDO, CACETE! — Reclamou um anão com os cabelos loiro-avermelhados, com as faces já vermelhas de bebedeira. — CONTA LOGO ESSA HISTÓRIA DO KARPOV!

    — To contando, dianho! — Reclamou Mikhail, bebendo mais um pouco. — Tá, o manezão do Karpov, com o machado em mãos, estava na frente daquele Lorde Dragão, que eu acho que era fêmea, começou a balançar o machado na frente dela! — Mikhail pôs-se de pé sobre sua cadeira, imitando, de maneira teatral, o ato de Karpov, segurando o ar com os punhos fechados, como se fosse o cabo de um machado. — O PAI TANCA! VEM QUENTE QUE EU TO FERVENDO, MOÇA!

    A taverna irrompeu em risadas e no mais ruidoso dos brindes; aclamado sob uma salva de palmas por sua atuação alcoólica e divertida, Mikhail subiu à mesa junto a outros três comparsas, que começaram um animado sapateado ao som da percussão feita de maneira improvisada pelo bater de garfos, facas, pratos e punhos sob as mesas de madeira. Afinal, na ausência de bardos, todos deveriam agir como uma orquestra.

    Enquanto homens e mulheres continuavam sua tarantella*, sua dança síncrona e possuída pela alegria e a coragem líquida que dançava em suas veias, passos apressados cortaram o silêncio dos corredores externos à taverna. A respiração rápida do mensageiro equipado da cabeça aos pés aos poucos somou-se ao coro festivo, irrompendo em uma abrupta pausa que silenciou a música por um instante tenso e eterno.

    BASILISCO! — Berrou o mensageiro a plenos pulmões, desesperado. — O BASILISCO ESTÁ EM KAZORDOON! ELE SAIU DE SUA TOCA!


    ****


    (Narrado por Rauta)


    Fiquei olhando para Bradana sem entender sua reação. Contei para ela tudo, tudo que eu sabia sobre o Basilisco e sua lenda: a cobra que nasceu solitária nas entranhas da Grande Velha que tem a habilidade de petrificar tudo aquilo que encontra seu olhar. Contei, também, das tentativas fracassadas dos antigos de domá-la, e de como o solo parece tremer quando ela desperta e começa a se mover por entre os pilares de pedra de sua moradia. Falei o quão antiga e gigantesca aquela criatura deveria ser, e de toda sua letalidade, já que a petrificação só poderia ser curada com as lágrimas mais honestas de quem passou por um grande luto.

    Em vez dela sentir medo, sentir-se impotente ou tão receosa quanto eu estava, seus olhos começaram a brilhar um brilho destemido. Vi, diante de mim, uma caçadora sem medo do tamanho de sua presa. Sim… Bradana queria um alvo novo para seus virotes. Um alvo lendário.

    — Hoje não, Rauta. — Ela me falou com um sorriso determinado no rosto. — Não vai ser hoje que matarei o Basilisco. Não sou forte o suficiente ainda. Me falta experiência de caçada. Me faltam alvos grandes e nobres em minha lista para caçar. Entretanto, um dia…

    Rapidamente, ela engatilhou, de forma rápida e perfeita, sua besta. Seu sorriso tornou-se mais melindroso, mas o brilho ainda existia em seus olhos azuis como os céus.

    — Um dia, Rauta… Eu abaterei o Basilisco. — Ela se inclinou perto de mim, olhando-me como se eu fosse um lobo encurralado, prestes a ter a cabeça varada por um de seus virotes. — E eu vestirei sua pele como prova de meus feitos.



    Continua...

    ---

    Glossário:

    (*): Nome de uma dança italiana medieval que, segundo a lenda de sua criação, emula os efeitos do veneno de uma tarântula sobre o corpo de uma pessoa após ser picada. Por isso, a música é viva, crescente e sua dança a acompanha com rodopios e movimentos ágeis e alegres de mãos e o bater compassado de pés.

    ----

    E é isso, galere! Por hoje é só!

    Aguardo o feedback de todos!




    Abraço,
    Iridium.






  6. #26
    Avatar de Motion Flamekeeper
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    Olá Iridium!

    Olha, você pegou uma das lendas do Tibia que eu mais amo, a do basilisco. E a menina Bradana é ambiciosa em?! Vai matar o Basilisco!!! kkkkkk

    Curti muito o episódio, por um momento achei que o basilisco ia pegar o Mikhail T.T

    Vou ficar aqui ouvindo Zeca Baleiro a manhã toda agora kkkkkk

    Há braços <3
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  7. #27
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    Sensacional, basilisco overpower rs no aguardo do próximo ep! Abraços ; )
    Ameyuri Ringo The Ghost Of Sparta!!!

  8. #28
    Avatar de Japixek
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    Oi Iridium,

    Você colocou um objetivo, mais do que isso, um grande sonho na mente de Bradana.

    Com isso certamente esta narrativa vai adquirir um pano de fundo épico, sem deixar de lado os divertidos diálogos e situações do cotidiano dos anões. Os leitores estamos ficando entusiasmados, hehe.

    Sobre " O mal..." acabei caindo na tentação dos capítulos colossais, hehe; terei que dividir novamente em cinco ou seis partes para poder postar, mas já estou com "uns 90 por cento" redigido. Está demorando mas está chegando Sobre o Afonso ele está aparentemente quietinho, o que significa que está aprontando e em breve teremos "ibagens

    Um abração.

  9. #29
    Avatar de Shirion
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    Gente, serio que a Behogar quer matar o basilisco?


    Isso ta ficando bom Iridiummmm


    To achando tambem muito massa a ambientação que vc esta desenvolvendo para Kaz os dwarfs sao sempre muito engracados sem deixarem de ser valentes

  10. #30
    Avatar de Kerrod
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    Champz

    Agora o bagulho ficou tenso

    Basilisco?

    Basilisco so pode significar uma coisa >>>> treta

    E eu nao preciso dizer que treta is all 0/

    Go go go waiting the next chapter

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    o morcego perguntou ao outro ambos pendurados de cabeça para baixo

    _qual a pior situação que vc ja viveu dormindo de cabeça para baixo?

    o outro morcego respondeu:

    _caganeira





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