Quando eu vejo o arquiteto contar aquela história eu lembro um pouco de temas importantes das religiões abraamicas.

A primeira matrix era um mundo perfeito mas fadado ao fracasso, como o Jardin do Éden. Os antigos digi-escolhidos foram programados para sentir amor, mas esse sentimento, ao contrário do Neo, não era amor por uma pessoa, mas amor em geral, pela humanidade. Me lembra muito figuras como Jesus, Moisés, etc.

Matrix, principalmente o primeiro, tem muita coisa bacana, mas pra mim a trilogia peida na farofa quando o Neo usa seus poderes no mundo real, ninguém liga e o filme não fala mais nada sobre o assunto, e o terceiro foi horroroso. Se tivessem aproveitado melhor o terreno plantado pelo primeiro, tinha tudo pra ser do caralho, mas não foi.