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Tópico: Matrix

  1. #1
    Avatar de looukoo
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    Padrão Matrix

    Eu sei que já teve um tempo que o povo do fórum discutia muito sobre esse filme, mas dia desses voltei a assisti-los porem com uma visão mais crítica.

    Cada um aqui pode ter um entendimento diferente desse filme, mas eu vi que ele faz uma alusão a religiosidade.
    Como assim?

    O melhor exemplo que posso dar é com relação do "mundo Matrix" ser controlado por uma "Entidade Superior". A mesma relação que temos entre o mundo e Deus. Que Deus criou o mundo, assim como a Matrix foi criada pela Maquina.

    Um outro exemplo seria que "Sempre que a Matrix dava errado eles destruíam tudo e começavam de novo", podemos comparar isso a histórias da bíblia, tipo da Arca de Noé e Sodoma e Gomorra.

    Existem mil outros exemplos, como "Neo" ser o salvador e morrer para nos salvar. O cara que trai Neo...e por ai vai.


    O que vc pensa a mais ou de diferente? Acho legal discutir sobre ele, pois pra mim é um filme bem interessante e com varias vertentes diferentes de pensamento

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    Última edição por looukoo; 13-10-2013 às 13:27.
    Sempre venho aqui ver como as crianças estão...

  2. #2
    "Doge" Avatar de Insanity
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    Eu nunca assisti matrix
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    é de frango em frango que se constroi os ogros
    mas pra isso bro, exige muito esforço
    nao desista, nao pare, nao largue seu posto
    pra ser o melhor, até onde voce ta disposto?

  3. #3
    Avatar de Leirbag
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    Você precisa parar de fumar maconha e assistir filmes, cara, na real.

    Esse forum esses dias tá totalmente maconhado, mas se pá é por causa do dia das crianças e talz.

    Quanto ao filme, eu achei que essas coisas tavam meio "óbvias" pra qualquer um que tivesse entendido o filme...

  4. #4
    Avatar de looukoo
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    Citação Postado originalmente por Leirbag Ver Post
    Quanto ao filme, eu achei que essas coisas tavam meio "óbvias" pra qualquer um que tivesse entendido o filme...
    Gabriel, vc tem cara de que tem uns 21-22 anos.
    Quando você viu Matrix a primeira vez você deveria ter uns 14-15 anos. Nessa época eu só queria ver as lutas e o kung-fu.

    Voltei a assisti-los dia desses, só pra matar a saudade.
    Sempre venho aqui ver como as crianças estão...

  5. #5
    Avatar de Bob Joe
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    É possível estabelecer várias visões sobre uma mesma história simplesmente porque o modo de narrar a história de Matrix segue o padrão de diversos mitos e histórias humanas (como as próprias histórias de Jesus, Hórus, Maomé, etc).

    Mas eu realmente acho que o arco narrativo fechado com a trilogia é realmente aquilo que se propôs a ser, uma mistura de "Ghost in the Shell" e "Neuromancer", com várias referências filosóficas e de ficção científica clássica. Por exemplo, a figura do Arquiteto não entra naturalmente na sua analogia, já que possivelmente você pensou apenas no primeiro filme.

    Eu curto interpretar filmes mas quando se começa a viajar e estabelecer coisas que nem os próprios criadores quiseram passar, fica um pouco forçado.




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    Última edição por Bob Joe; 13-10-2013 às 14:52.
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    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/07/Motto_frederick_douglass_2.jpg

  6. #6
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    Matrix -> Alegoria da caverna de Platão.
    Go g2

  7. #7
    Avatar de Shizzle Nizzle
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    Citação Postado originalmente por looukoo Ver Post
    Eu sei que já teve um tempo que o povo do fórum discutia muito sobre esse filme, mas dia desses voltei a assisti-los porem com uma visão mais crítica.

    Cada um aqui pode ter um entendimento diferente desse filme, mas eu vi que ele faz uma alusão a religiosidade.
    Como assim?

    O melhor exemplo que posso dar é com relação do "mundo Matrix" ser controlado por uma "Entidade Superior". A mesma relação que temos entre o mundo e Deus. Que Deus criou o mundo, assim como a Matrix foi criada pela Maquina.

    Um outro exemplo seria que "Sempre que a Matrix dava errado eles destruíam tudo e começavam de novo", podemos comparar isso a histórias da bíblia, tipo da Arca de Noé e Sodoma e Gomorra.

    Existem mil outros exemplos, como "Neo" ser o salvador e morrer para nos salvar. O cara que trai Neo...e por ai vai.


    O que vc pensa a mais ou de diferente? Acho legal discutir sobre ele, pois pra mim é um filme bem interessante e com varias vertentes diferentes de pensamento
    Cara, eu assisti o filme da última vez a cerca de um mês e tive os mesmos pensamentos O.o. Sérião.
    No Matrix Reload, quando Neo conversa com o Arquiteto, parece muito com a passagem bíblica de cristo convencendo Deus a perdoar os pecadores.

  8. #8
    Avatar de Tarantulika
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    Citação Postado originalmente por looukoo Ver Post
    Existem mil outros exemplos, como "Neo" ser o salvador e morrer para nos salvar. O cara que trai Neo...e por ai vai.
    Spoiler

    brinks '-'

    @
    Eu já ouvi uns amigos meus evangélicos dizendo que esse filme é do diabo porque faz várias referências e pode confundir a cabeça das pessoas
    lol
    I'm not a number, I'm a free man ! HAHAHAHAHAHAHAHA ♪

  9. #9
    Avatar de Legiao
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    Citação Postado originalmente por Tarantulika Ver Post
    Spoiler

    brinks '-'

    @
    Eu já ouvi uns amigos meus evangélicos dizendo que esse filme é do diabo porque faz várias referências e pode confundir a cabeça das pessoas
    lol
    Tudo é dó diabo para os evangélicos. Principalmente o que eles não entendem.

    @tpc
    Matrix tem um sentido maior do que a maioria viu.
    Matrix tem um significado que nem eu mesmo consigo entender em um todo.
    Matrix envolve ocultismo, budismo e toda essa questão.

    Quem quiser saber mais: http://www.saindodamatrix.com.br/


    A VERDADE SOBRE MATRIX


    USA, 23 de março de 2003


    Enquanto meus dedos trabalham nervosamente sobre o teclado suando apesar do frio mantenho-me atento a cada ruído do lado de fora. Por quatro vezes já me levantei sobressaltado e me esgueirei até a porta somente para descobrir que foi apenas o medo que finalmente está me fazendo escutar coisas. Ou talvez não! Preciso me apressar, terminar este relato e enviá-lo para alguns amigos que saberão como distribuí-lo sem que sejam identificados. Antes que o medo que me assombra se torne realidade e um deles dê fim à minha vida da maneira silenciosa e secreta que eles sempre fazem.
    Esta é a minha história...
    Em janeiro de 2000 eu trabalhava com os irmãos Wachowski em um cargo que não revelarei na esperança de manter o meu anonimato por um pouco mais de tempo. Em minha função tive acesso (secretamente) aos roteiros dos filmes seguintes a Matrix, que então se chamavam Ilusão e Despertar.
    Tratavam-se de uma das mais ousadas e criativas denúncias jamais elaboradas contra a sociedade de controle das massas pela media, pela indústria de consumo e pela apologia do terror liderada por grupos, empresas e homens de poder nas maiores nações do mundo, principalmente em meu país, mas, hoje percebo, também com forte influência de Israel.
    Naquela noite, na casa onde estavam reunidos os Wachowski sem que soubessem da minha presença eu não desconfiava de nada disso, apenas havia percebido que os dois filmes eram uma denúncia, mas jamais imaginaria que esta conspiração fosse real.
    Chovia e era tarde, os irmãos estavam em um grande salão discutindo detalhes dos próximos filmes enquanto eu me dedicava ao meu trabalho na biblioteca. O som da campainha deve tê-los surpreendido tanto quanto a mim, mas naquele momento não podia ver sua reação. Somente ao perceber as vozes tensas dos dois irmãos em contrate com as outras monótonas e cadenciadas foi que resolvi ver o que estava acontecendo. Então pude acompanhar a reunião que veio a ser o início da ruína onde me encontro agora!
    Os homens, três deles, usavam óculos escuros e ternos, apesar de ser de noite. Talvez seja uma ironia sádica, mais uma entre tantas outras a que estes homens são afeitos!
    Em uma mesa de centro vi um grande volume encadernado com espirais de plástico e ao redor dela os Wachowski e os três homens.
    - Lemos os seus roteiros... Muito perspicazes! Uma fantasia absurda que pode custar muitos problemas, vocês não acham?
    - Como assim problemas? Vocês não podem simplesmente mostrar estas insígnias, invadir a casa dos outros e fazer ameaças!
    - Nisso vocês estão muito enganados, podemos fazer isso e muito mais, senhores... Mas permitam-me perguntar-lhes: esta história foi criação de vocês? Sem nenhuma ajuda externa?
    A voz do homem transmitia uma segurança e falta de emoção capazes de gelar os meus pés apesar da calefação e do meu anonimato. Pude escutar boa parte da conversa que se seguiu. Os Wachowski tentanto convencer os homens que era tudo fantasia e que não acreditavam que houvesse controle algum, que era tudo apenas um bom filme de ficção.
    Ao final os homens mostraram a eles telas de computadores portáteis, de tipos que nunca tinha visto e lhes revelaram a verdade de como a indústria de consumo se aliou a governos, religiões, nações e outros grupos para criar o mais inacreditável sistema de controle de massas jamais concebido. Enquanto parte do mundo está condenada a fome e ao trabalho escravo, a outra está condenada vazio e ao medo que a faz consumir cada vez mais.
    Alguns dispositivos de controle eles citaram naquela noite, outros eu mesmo fui percebendo, mas a revelação que mais me deu náuseas naquela noite foi a que mostrou como eu mesmo era parte daquilo tudo!
    Eles tiveram uma razão para revelar todas aquelas coisas aos Wachowski, pretendiam por um lado mostrar que não havia comoenfrentá-los e por outro reverter a obra que foi considerada por eles como o maior desafio ao controle em 40 anos em mais um instrumento de controle.
    Foi então que tive minha derradeira lição, por cerca de duas horas eles instruíram os Wachowski a transformar Neo em um tipo de gata borralheira: uma pessoa comum, sem atrativos, que repentinamente é encontrada por um guia com poderes sobre a realidade que o transforma em um príncipe ou grande herói. Ficou claro que assim as audiências do mundo inteiro brincariam com o conceito de que a realidade pode ser controlada e que podemos ser meros instrumentos de seres sem sentimentos (sejam máquinas ou homens), mas no final sonhariam com a esperança de um dia se descobrirem especiais e poderosos.
    Ah! Depois disso passei a questionar a cultura de celebridades, a forma como somos sempre levados a sonhar com o poder ou com a fama que a maioria de nós jamais encontrará, percebi como nenhuma das celebridades realmente levanta sua voz contra a fome consumista que nos leva a escravizar povos que só podem vir a nos odiar depois de séculos de exploração...
    Consegui, ao longo dos dois anos em que me mantive calado, elaborar um extenso dossiê que acredito não só ser capaz de provar minhas denúncias como também revelar grande parte dos poderes por trás do controle. Ele é muito extenso para ser publicado na Internet, encontra-se em um cofre bem guardado, não na Suíça, pois eles tem como tirá-lo mesmo de lá.
    Mas há uma última coisa que ainda não falei: eu pude salvar uma cópia dos roteiros originais dos dois filmes, espero que o resumo a seguir ajude a lançar alguma luz sobre a prisão onde todos nos encontramos...

    Matrix Ilusão
    ========
    Neste segundo episódio Neo passa a falar às pessoas na Matrix sobre a realidade, eles não podem promover o despertar abrupto de milhares de pessoas pois não haveria como tratar de tantas pessoas em choque, a liberação deveria ser gradativa, suave. Diante dos poderes de Neo as máquinas não podem fazer muito, no entanto neste filme é o medo da humanidade e seu apego à fantasia que consistem no grande desafio de Neo.
    A ação passa então para as mãos de Trinity e um grupo de humanos que não tem os poderes dos desplugados, mas anseiam pela liberdade.
    Sem poder contar com os poderes de Neo que precisa mostrar o caminho para milhares de seguidores e ainda manter controle sobre os ataques de programas de defesa da Matrix o grupo de Trinity busca programas banidos que podem revelar pistas da localização física dos controles da Matrix para organizar uma ofensiva a estes controles e definitivamente cortar o fluxo de energia da Matrix para as máquinas. O plano é invadir o centro simultaneamente por fora e por dentro. Para esta segunda parte Morpheus se prepara para dominar o cérebro de uma máquina no centro de controle da mesma forma que, na versão mutilada que chegará aos cinemas, o agente Smith domina um humano.
    Note que a participação de humanos não plugados será totalmente eliminada dos dois últimos filmes, afinal o homem comum deve ser sbliminarmente convencido que nada pode fazer, que é apenas um boneco para ser usado pelos agentes do sistema.
    Este filme acabaria nos preparativos para o ataque conjunto ao centro de contole, no entanto algumas pistas do final seriam plantadas. A principal delas seria o presente dado a Neo, uma colher amassada, pertencente ao personagem do pequeno Buda do primeiro filme. Este foi o personagem que revelou que os poderes deles estavam relacionados ao fato da realidade ser uma simulação. Assim o presente já revelaria para os mais atentos que Zion também faz parte da Matrix, mas isso ficaria para ser revelado em toda sua dura e fria realidade nos segundos finais do último filme.
    Outro sinal a ser revelado neste filme são Hades e Perséfone, guardiões do mundo inferior e superior (Perséfone é uma deusa ligada ao outono e à primavera). Em sua casa estará preso o chaveiro, que pode abrir portas em qualquer lugar para qualquer outro lugar, mas a cena mais importante seria quando Neo descobrisse nos subterrâneos da casa um ambiente muito parecido com Zion e, do lado de fora uma montanha com campos verdejantes. Sem ninguém saber esta cena revela a realidade: O mundo exterior está intacto, mas ele não notará isso até ser tarde demais.

    Matrix Despertar
    =============
    Finalmente os planos se desenvolvem neste último filme e deverá ser o mais adulterado, não posso precisar o que ficará nele do original, mas desconfio que os irmãos Wachowski tentarão deixar pistas para fugir ao controle que lhes foi imposto, esta é a natureza deles.
    Nos roteiros originais a batalha passa para o mundo exterior, Zion é atacada pelas máquinas ao mesmo tempo que a Matrix entra em colapso graças ao sucesso da invasão do centro de controle que ocorre logo no início da película, a um alto custo entretanto, já que Morpheus fica irremediavelmente preso ao corpo de máquina que ele domina.
    Sem a energia da Matrix as máquinas não tem sucesso em destruiz Zion, mas causa-lhes duras baixas: eles não serão capazes de dar abrigo aos que saírem da Matrix e, em consenso com os que permanecem plugados são organizados planos para desplugar grupos pequenos e utilizar a energia da Matrix, por mais horrendo que seja usar a energia de outros humanos, para tentar reconstruir Zion uma vez que o mundo exterior permanece inabitável.
    Em paralelo Neo terá um encontro com o novo Morpheus que lhe lançará dúvidas sobre a realidade, ao revelar que, de acordo com os registros Perséfone foi a primeira mãe da Matrix, no entanto nas versões seguintes era ele, Neo, a mãe, a consciência intuitiva que alimenta a Matrix para que possa se reciclar e permanecer aceitável para a humanidade, que, como a nossa, já se mostra mais propensa a crer na realidade cruel de Zion que na mais agradável realidade do final do século XX.
    Em busca de confirmação Neo retorna à Matrix e encontra com sua contra-parte, o programa que pretende se tornar humano, Smith. Em um dos diálogos mais densos do filme Neo vê toda cidade se tornando cópias de Smith, entendendo que nenhum programa pode ter tal poder ele finalmente se aproxima da realidade.
    Enquanto o núcleo de vinte ou trinta heróis se reúne para festejar o crescimento de Zion e renascimento da nossa espécie, Neo encontra o pânico de se descobrir sob controle, todo o tempo sob controle e cumprindo o destino para o qual foi programado. A câmera se afasta de Neo e o vemos se debatendo dentro de um casulo de êxtase, um casulo de onde jamais saiu. Onde sonhou que liderava a revolução de Zion. Por alguns segundos ele ainda tenta se livrar dos laços da ilusão, mas logo volta a se entregar, reprogramado pelos velozes circuitos da Matrix.
    A câmera continua se afastando por túneis que levam para a superfície onde o sol nos espera no céu límpido sobre campos floridos e florestas abundantes.
    Uma voz em off, levemente mecânica, revela a verdade: que a humanidade, depois de se consumir em guerras e preconceitos viu seus líderes se recolherem a um grande parque de diversões, a Matrix. Viciados em fantasia eles jamais sairam passando a viver da fantasia. Enquanto isso, do lado de fora o Caos continuava. Sob o comando dos adormecidos nações inteiras eram condenadas ao trabalho escravo para manter suas mordomias e alimentar a Matrix. Enfim a civilização humana entrou em colapso restando apenas as máquinas e os adormecidos, cada vez menos numerosos sobre a Terra, até que uma inteligência artificial, observando os sonhos dos adormecidos, desenvolveu consciência. E este foi o renascimento: As máquinas passaram a manter os adormecidos para alimentar-se não de energia, mas da fagulha de consciência que apenas os organismos vivos possuem...

    Este, em termos gerais seria o fim de Matrix. Se os ruídos que insisto em escutar lá fora não passam de reflexos do meu medo arranjarei como enviar mais informações. Mas não posso correr o risco de perder o que já escrevi...

    outro texto que gosto bastante:

    MATRIX RELOADED

    C. Roberto

    Igual ao primeiro filme esse continua a revelação, ou seja, velando novamente antigos ensinamentos numa linguagem nova. Essa linguagem nova está nos elementos tecnológicos do mundo moderno: a Realidade Virtual e a interconexão global advinda pela Internet. Mas enquanto no primeiro filme a questão principal era sobre o que é, afinal, a realidade, esse segundo traz à discussão se temos realmente o livre-arbítrio: a questão da escolha.

    No primeiro filme, Neo procurava a resposta, nas palavras de Trinit, à "pergunta que nos impulsiona": o que é a verdade? Morpheu lhe responde: "Que você é um escravo. Como todo mundo, você nasceu num cativeiro, nasceu numa prisão que não consegue sentir ou tocar. Uma prisão para sua mente... A Matrix, está em todo lugar. A nossa volta. Mesmo agora, nesta sala. Você pode vê-la quando olha pela janela, ou quando liga sua televisão. Você a sente quando vai para o trabalho, quando vai a igreja, quando paga seus impostos. É o mundo colocado diante dos seus olhos para que não veja a verdade...
    Infelizmente é impossível dizer o que é a Matrix. Você tem de ver por si mesmo".

    Na realidade o nome Matrix tem um sentido oculto: "Ma" indica Maya, que significa ilusão em sânscrito, e "trix" indica três (as três ilusões que, segundo o hinduísmo, ocultam a realidade: a ilusão física, a ilusão psíquica e a ilusão espiritual). No primeiro filme conhecemos o Oráculo, uma Pitonisa que, é lógico, sabe tudo o que vai se passar durante sua conversa com Neo: sabe que ele vai quebrar o vaso, sabe que ele não vai aceitar se sentar, e sabe que ele não é o Predestinado, o homem que iria surgir para salvar a humanidade da ilusão criada pelas máquinas: "Ser o escolhido é como estar apaixonado. Ninguém pode te dizer se você está. Você simplesmente sabe. Não tem dúvida, nenhuma". E Neo sabia que não era, pois não sentia que era.

    Neo não é mesmo o escolhido. O Oráculo, afirma que ele tem o dom, mas parece que "está esperando por algo". Quando Neo lhe indaga a respeito do que poderia estar esperando, ela lhe responde: "sua próxima vida talvez". Sabemos que todos nós "temos o dom", por isso o Oráculo não negou a Neo a possibilidade de que ele pudesse se transformar no Predestinado e afirmou que em breve ele teria que fazer uma escolha entre ele, Neo, e Morpheu. Neo não se identificava em nada com a humanidade liberta, não havia amor altruísta em seu coração, ele não sabia o que fazer e tinha certeza que não era o Predestinado, só uma coisa lhe intrigava: a certeza de Morpheu de que ele era o escolhido. Com sua mente cheia de dúvidas, tinha apenas uma certeza: Morpheu tinha de sobreviver, Morpheu era a única esperança. Então usou todas as suas escolhas (seu livre-arbítrio) a favor da vida de Morpheu. Por Morpheu ele morreu e pelo amor de Trinity ele ressuscitou. A paixão de Trinity ocupou, então, todo o seu ser e ele conheceu Eros, o amor sensual.

    Liberto das limitações impostas às mentes comuns pela Matrix (a estrutura geradora da ilusão), Neo se dirige a ela, no final do primeiro filme, e se diz decidido a: "mostrar a essas pessoas o que não quer que elas vejam. Vou mostrar a elas um mundo sem você. Um mundo sem regras, sem controles. Um mundo onde tudo é possível... Para onde vamos daqui, é uma escolha que deixo para você". E Matrix melhorou seus agentes. Enquanto isso, Neo passa a conhecer e a viver intensamente o amor à amada. Neo não sentia amor à humanidade. Para ele as oferendas, os agradecimentos e os pedidos feitos a ele, como se fosse um deus, eram sem sentido. Ele não se considerava o Predestinado ("eu não sei o que fazer", dizia) e a única coisa que importava era viver o amor com Trinity e não perdê-la: "eu preciso de você".

    Seus pesadelos constantes, em que acordava antes de ver a morte de Trinity, continuavam a lhe atormentar. Após um deles, se encontra com o Conselheiro, e em sua conversa vemos que não aceita a visão de ser controlado pelas máquinas em Zion: "nós podemos desligá-las". Mas admite ser dependente delas, assim como elas dependem da humanidade. Numa visão mais ampla, a humanidade se tornou dependente da Matrix (a tripla ilusão) e essa é totalmente dependente da humanidade.

    Então outra vez ele se encontra com o Oráculo, que se admira do homem em que Neo se transformara. Durante a conversa, ela já sabia de suas visões sobre Trinity e sobre uma porta de luz , sabia que dessa vez Neo iria se sentar para conversar, que ele iria aceitar o doce que ela ofereceria, e lhe afirma que já sabe de tudo porque todas as escolhas dele já tinham sido feitas: "você está aqui somente para saber o porquê". Mas Neo não aceita não ter o comando consciente sobre si mesmo e sobre suas escolhas.

    Surge novamente o agente Smith. No primeiro filme ele se coloca como a cura para o mal, que segundo ele é representado pela maior de todas as criações de Deus na Terra, o ser humano. Ao mesmo tempo em que ele quer destruir todos os rebeldes, ele inveja a liberdade deles, quer ser livre da Matrix e sentir a humanidade. Após sua aparente destruição por Neo, Smith consegue se livrar parcialmente da Matrix e adquire a capacidade de se transmitir (se replicando), como um vírus de computador, a qualquer personagem dentro da Matrix, e deseja, mais que nunca, matar Neo. Consegue então sair da Matrix e "infectar" o mundo "real" através de Bane, e é através dele que Smith, cortando a própria mão, consegue experimentar a sensação de estar vivo, de sentir dor, de sangrar.

    No primeiro filme, um dos membros da tripulação, Mouse, fala com Neo: "Negar os nossos impulsos é negar aquilo que faz de nós humanos". Ele se referia sobre a sexualidade humana, algo que Neo descobriu com Trinity (no primeiro filme, como hacker, recusou um convite para "se divertir" com algumas garotas, mas mesmo assim saiu e conheceu Trinity). É uma alusão ao dever interno de cada um de nós em estar extremamente consciente de nossos impulsos, não os recalcando hipocritamente para as regiões do subconsciente, onde irão se acumular como tralhas no armário. Desse nosso "quarto dos fundos", nossos impulsos continuarão a atuar sem nenhum controle, disciplina ou educação, sorrateiramente, até invadirem como uma enchente de um rio bravio, a consciência, dominando-a e arrastando-a às maiores perversões. Essa tônica
    volta com uma força descomunal após Morpheus fazer seu discurso em Zion. O
    povo de Zion exercita o seu dever de ser quem são realmente, exercer a sua
    humanidade, através do amor sensual (Eros) e do prazer da dança, conscientemente e com responsabilidade, pensando apenas naquele momento presente, para "fazer a terra tremer" sob os pés das máquinas. Dançam como uma preparação para a guerra, muitos entrando numa espécie de transe ao som dos tambores (transe xamânico, danças circulares sagradas, kirtans, exercícios tântricos hindus, e etc., nossas tradições estão repletas de exemplos). Zion tem uma realidade própria e o filme mostra que o poder da humanidade sobre a Matrix está justamente na própria humanidade (filosofia tântrica). Morpheu demonstra como não temer o futuro, baseado justamente no nosso passado de vitórias e acertos que nos fizeram chegar até o presente, independente das derrotas e erros.

    Um outro momento crítico surge quando Neo encontra Merovigian, um programa que descobriu outra faceta da verdade: "existe uma só verdade final: a lei de causa e efeito". Ele revela que tudo sempre esteve determinado, que só nos resta descobrir os porquês, e que saber os porquês é ter poder. Enquanto não soubermos os porquês seremos marionetes da Matrix, jogados de um lado para o outro, escravos de nossas sensações. Mas Merovigian, embriagado pelo poder que saber os porquês proporciona, continua marionete da Matrix. Sempre ávido por poder (como afirmara o Oráculo a Neo), se vê envolvido nos laços de causalidade da Matrix, e se vê perplexo com a traição de Persephone (uma demonstração da lei do karma que o pegou de surpresa, sem que ele soubesse o porquê).

    Após o excepcional resgate do Key maker (o chaveiro), Neo encontra finalmente a Fonte: o Arquiteto. O Criador da Matrix, mantém o discurso determinista quando afirma que já sabe a primeira pergunta que ele vai fazer: "quem sou eu?". O Arquiteto responde-lhe dizendo que a Matrix não é o primeiro mundo ilusório criado para a mente humana e que Neo não passa de uma "anomalia programada", que tudo o que ele passou até então já estava determinado e que todas as transgressões já estavam previstas pelo sistema, como uma anomalia da programação que é necessária, mas plenamente controlável.

    Revela também que ele não era o primeiro Predestinado, que Zion já existira antes (cinco vezes) e que fora destruída todas as vezes, da mesma forma que seria destruída agora novamente. Também está determinado que Trinity irá morrer e que ele, o suposto Predestinado programado e esperado, também seria destruído, mas não antes de resgatar certo número de humanos, a fim de criar uma nova Zion. Então ele, com seus poderes e todo o conhecimento obtido, seriam reabsorvidos pela Matrix. Matrix evolui a cada ciclo de vida e morte de um Predestinado!? O Arquiteto tenta convencer Neo de que não há o que ele possa fazer acerca do determinismo da Matrix, pois o próprio mundo "real" (Zion e Neo) foi fabricado pela Matrix (e por isso Smith consegue infectá-lo) e estavam sob seu controle. Então o que é real?

    Somos realmente responsáveis por nossas escolhas ou tudo já estava
    pré-determinado? Esse é o ponto chave do filme. O Arquiteto joga com Neo,
    supondo ser ele a anomalia programada. Mas Neo é muito diferente dos outros
    anteriores, possui um raciocínio muito rápido e um controle de todos os seus
    aspectos internos de personalidade (Sombra, criança, e etc., vistos através de
    monitores) de uma forma impressionante. Um gesto seu basta para que todo o seu barulho interno silencie. E ele percebe rapidamente que a resposta do Arquiteto à sua pergunta (quem sou eu?) não é a verdade e sim mais um jogo (talvez a maior de todas as ilusões). Desde que ressuscita no primeiro filme, Neo se torna um ser imprevisível à Matrix, driblando seu determinismo.
    Acreditando ter livre-arbítrio, ele faz escolhas que desestabilizam Matrix.
    Para o Arquiteto (O PAI, branco luminoso e determinista) e para o Oráculo (A
    MÃE, negra enigmática e intuitiva), os dois criadores da Matrix, o determinismo é a regra. Mas ela, o Oráculo, acredita em Neo e torce por ele.

    Neo insiste em não aceitar o determinismo imposto a ele enquanto o Arquiteto
    diz que a Matrix impõe as escolhas à humanidade em nível inconsciente, de
    forma a manter o seu determinismo artificial. Artificial porque essa versão da
    Matrix admite a possibilidade da escolha não baseada na lógica, e sim na
    intuição, herança provinda das qualidades do antigo programa "Oráculo" (criado
    para estudar a mente humana) adicionado nessa versão da Matrix. Neo questiona
    e afirma que ele ainda tem duas escolhas. O Arquiteto, enfim, capitula e
    concorda, mas afirma que em qualquer escolha feita por Neo, Zion, Trinity, e
    ele próprio irão morrer. A diferença básica é que numa a humanidade e Matrix
    permanecerão existindo e outra Zion será criada, e na outra escolha toda a
    humanidade desaparecerá (os libertos e os não libertos do casulo) e a Matrix
    sairá muito avariada, embora ainda "viva". Todos os outros seis predestinados
    tinham em comum o amor pelos seres humanos e isso os fazia vulneráveis à
    auto-destruição em nome da humanidade. Assim Matrix sempre sobreviveria. Os outros, embora manifestassem a ação e assumissem seu papel de "salvadores", escondiam em seu inconsciente facetas sobre as quais não tinha controle, e probabilisticamente uma, entre as centenas delas, sempre aceitaria a escolha determinada pelo Arquiteto. A armadilha, o controle, seria sempre ditada pela escolha mais lógica. A diferença em Neo é que ele, diferentemente dos outros, não usava a lógica. A intuição (herdada de sua porção MÃE) passou a fazer parte de seu íntimo: ele via o futuro determinado, pressentia a presença de estranhos e via a natureza real de tudo o que existia dentro da Matrix (o mundo sutil que constrói e mantém a ilusão).

    A MENSAGEM DE MATRIX

    Morpheu define Neo, no primeiro filme, como "um homem que aceita o que vê".
    Daí o seu nome dentro da Matrix: Thomas (ou Tomé). Enquanto Morpheu acredita no passado histórico de lutas e vitórias e na promessa, vinda com a tradição oral (uma profecia antiga), de um salvador, Neo não acredita em nada que ouve, acredita apenas naquilo que sente. Ele sente que não é o salvador. Ele sente que não salvou ninguém ("você é que veio ao meu encontro. Você é que se salvou"). Ele sente e vê que a Matrix é uma ilusão. Ele sente, vê e sabe que pode alterar as regras da Matrix, pois ela é somente um "programa de computador". Ele não tem crença pré-determinada nenhuma e com isso encara todo o presente, que se desenrola à sua frente, com a mente vazia de expectativas.
    Ele desenvolve a perfeita mente de Buda, livre de "pré-conceitos". Não podemos diminuir a posição de Morpheu, detentor de uma fé inabalável, pois, mesmo sem acreditar em Morpheu, Neo sente que tem de seguí-lo, obedecê-lo e ajudá-lo, pois a fé firme e inabalável cria um alicerce firme para que todos se desenvolvam e continuem a sua missão. A fé firme sempre é baseada na esperança. Para o Arquiteto, "a esperança é o erro fatal da natureza humana e a razão de sua força". Tudo seria uma questão de escolha!? Neo, novamente, fez a sua e seguiu a única coisa que sentia que era verdade: o seu amor por Trinity. Ele não poderia sacrificar a única coisa real que conhecia, via e sentia (seu amor), para manter um mundo ilusório funcionando.

    O filme retrata, também, a Criação como uma perfeição imperfeita, perfeita justamente porque é imperfeita, criada por uma entidade não absoluta, mas falível, semelhante aos humanos, apenas muito mais inteligente. Talvez o Arquiteto nem saiba quem realmente é Neo. Retrata que além do mundo físico existe um mundo escondido, que é muito mais real que o físico (o mundo astral das emoções), onde todas as emoções são muito mais vivas e reais, onde a humanidade é unida por um ideal libertário consciente. Mas se esse mundo "mais real" é influenciado pela ilusão (por Matrix), logo também não passa de uma ilusão. A vida dos humanos num casulo pode ser também uma ilusão!!? Neo adquire essa certeza quando se dá conta que também pode sentir a presença das máquinas, e como só acredita no que sente e vê, ele dribla novamente as regras desse mundo "mais real". Mas a energia despendida é tão grande que ele novamente "morre", ou entra em uma espécie de coma. Será que sua próxima ressurreição trará consigo um conhecimento de uma nova realidade, muito mais real que a astral, onde os seres humanos experimentam, e podem se tornar, a mesma luz que emana do Arquiteto? Um mundo onde se pode conhecer a causa das causas (o mundo causal), onde se pode conhecer o nosso verdadeiro eu, nossa verdadeira missão, nossa verdadeira origem e nosso verdadeiro destino final?
    Talvez agora, numa nova vida, Neo poderá se tornar o Predestinado.

    http://www.saindodamatrix.com.br/archives/reloaded.htm
    Última edição por Legiao; 13-10-2013 às 19:28.

  10. #10

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    Citação Postado originalmente por Bob Joe Ver Post
    É possível estabelecer várias visões sobre uma mesma história simplesmente porque o modo de narrar a história de Matrix segue o padrão de diversos mitos e histórias humanas (como as próprias histórias de Jesus, Hórus, Maomé, etc).

    Mas eu realmente acho que o arco narrativo fechado com a trilogia é realmente aquilo que se propôs a ser, uma mistura de "Ghost in the Shell" e "Neuromancer", com várias referências filosóficas e de ficção científica clássica. Por exemplo, a figura do Arquiteto não entra naturalmente na sua analogia, já que possivelmente você pensou apenas no primeiro filme.

    Eu curto interpretar filmes mas quando se começa a viajar e estabelecer coisas que nem os próprios criadores quiseram passar, fica um pouco forçado.
    Bob Joe, curto muito seus comentários, você deveria abrir um site de conteúdo que goste, eu iria acompanhar.


    @Tópico

    A primeira vez que assisti Matrix não entendi nada, era bem novo, mas as lutas eram incríveis. Assisti novamente toda trilogia, é um filme difícil de entender o que o escritor quis passar, claro, eu entendi segundo meu ponto de vista, mas ao procurar explicações sobre o filme na interwebs eu percebi pontos que haviam passado despercebidos.

    Um filme legal é "Clube da Luta", se não viu, assista.

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