Para finalizar minha saida no tibiabr, resolvi postar uma coisa que sempre me interesso:
1º trabalho.
O LEAO DE NEMÉIA
Esse leão, filho de Equidna e de Ortro e irmão da Esfinge, era de tamanho descomunal e ainda por cima invulnerável. Devastava a região de Neméia, perto de Micenas e Corinto, devorando rebanhos e pessoas do lugar, e Euristeu mandou que o herói destruísse o monstro.
Héracles primeiro tentou atingir o gigantesco leão com a clava e depois com as flechas, sem sucesso. Numa súbita inspiração, encurralou-o em seu próprio antro, atacou-o diretamente, prendendo-o em seus braços, e apertou até o monstro morrer asfixiado. Morto o leão, Héracles esfolou-o com as próprias garras e passou a vestir a pele invulnerável, daí em diante uma de suas "marcas registradas".
Consta que após a façanha, em agradecimento, ofereceu um sacrifício a Zeus, seu pai, e em sua homenagem instituiu os Jogos Nemeus.
2º trabalho.
A HIDRA DE LERNA
A Hidra era uma serpente gigantesca e de muitas cabeças que aterrorizava a região de Lerna, na Argólida. Filha de Equidna e Tífon, tinha por irmãos Cérbero, o cão do Hades; Ortro, o cão monstruoso de Gérion, e a Quimera. A picada da Hidra era extremamente venenosa, e contra o veneno não existia antídoto. Quando uma cabeça era cortada, outra nascia em seu lugar, e além disso uma delas era imortal.
Héracles atacou-a com o auxílio do sobrinho Iolau, filho de Íficles. A cada cabeça decepada, a ferida era cauterizada com o fogo de um archote, impedindo assim que voltasse a nascer. A última cabeça, que era imortal, foi colocada em um profundo buraco, em cima do qual Héracles ainda pôs uma enorme pedra.
Durante a luta, Hera enviou um gigantesco caranguejo para atrapalhar o herói, mas ele simplesmente esmagou-o com o pé. Morto o monstro, Héracles embebeu a ponta de suas flechas no sangue da Hidra, tornando-as para sempre venenosas.
3º trabalho
O JAVALI DO ERIMANTO
Esse javali se escondia no Monte Erimanto, situado no extremo noroeste da Arcádia, de onde atacava e devastava as vizinhanças, matando muita gente. Era gigantesco e de grande ferocidade mas, conforme as ordens de Euristeu, tinha de ser capturado vivo.
No caminho para Erimanto, Héracles hospedou-se na casa do centauro Folo. Filho de Sileno e de uma melíade, ele era um centauro amigo dos homens. Os demais, ao contrário, descendendiam de Íxion e da nuvem e se comportavam de forma intempestiva e selvagem.
Folo abriu um odre de vinho em homenagem ao amigo. Os outros centauros, que viviam por perto, sentiram o forte odor da bebida e um bando deles atacou a casa de Folo em busca do vinho, armados de grandes pedras e galhos de árvore. Ameaçado, Héracles enfrentou-os e matou todos a flechaços; infelizmente, seu amigo Folo machucou-se acidentalmente na ponta de uma flecha embebida no sangue da Hidra e também morreu.
Após o funeral de Folo, Héracles localizou o javali e encurralou-o em um campo de neve. Depois de cansá-lo, dominou-o e levou-o a Euristeu. O herói, que não estava lá de muito bom humor com tudo o que acontecera, foi entrando no palácio com javali e tudo. Conta-se que o rei de Micenas assustou-se tanto com o aspecto do monstro que correu a se esconder dentro de um enorme vaso...
4º trabalho.
A CORÇA CERINÉIA
A corça vivia no Monte Cerineu, entre a Arcádia e a Argólida. Tinha chifres de ouro e pés de bronze, era extremamente veloz, nunca se cansava, e pertencia à deusa Ártemis, a quem fora consagrada.
Héracles tinha de capturá-la viva, e perseguiu-a durante um ano; segundo Píndaro, perseguiu-a até o país dos Hiperbóreos, isto é, até os confins do mundo conhecido. O herói conseguiu finalmente alcançá-la quando ela atravessava um rio, na Arcádia. Algumas versões da lenda contam que ele retardou a corça ferindo-a levemente com uma flecha, o que não é muito verossímil: o veneno da Hidra não falhava nunca...
No retorno a Micenas encontrou-se com Ártemis e Apolo, seus irmãos, ambos bastante irritados com a captura da corça. Héracles mostrou-lhes que o animal estava vivo e bem, e ponderou que tinha agido por ordem de Euristeu e, indiretamente, de Hera, a rainha dos deuses. Com isso, desconversaram e deixaram-no ir em paz.
5º trabalho.
AS AVES DO LAGO ESTÍNFALE
Essas aves eram enormes, muito numerosas e escondiam-se em um bosque às margens do Lago Estínfale, no extremo norte da Arcádia (ou no sul da Acaia); verdadeira praga, devoravam constantemente os frutos e as colheitas da região. Algumas versões relatam que atacavam também os homens, e eram capazes de lançar as afiadíssimas penas contra os inimigos.
Héracles foi incumbido de matar as aves. A maior dificuldade, porém, consistia em tirá-las do bosque. O herói recebeu então da deusa Atena um par de címbalos de bronze confeccionados pelo deus Hefesto e, sem aproximar-se muito, vibrou os címbalos com toda sua força.
O barulho produzido foi tão intenso que as aves abandonaram desordenadamente o bosque e o herói abateu-as então, sem dificuldade, com suas flechas. Em outras versões, ele teria usado uma funda.
6º trabalho.
AS CAVALARIÇAS DE AUGIAS
Augias, rei da Élida, era filho do deus Hélio e possuía grandes rebanhos de gado (ou de cavalos, conforme a versão). Ele não cuidava, porém, de seus extensos estábulos, e ao longo de muitos anos enorme quantidade de estrume foi se acumulando. Apesar de ter sido incumbido por Euristeu de limpar os estábulos, Héracles combinou antes um pagamento com Augias e Fileu, um dos filhos do rei, testemunhou o acordo.
O mau cheiro era tão intenso que não permitia a aproximação de ninguém; mas o herói desviou o curso dos rios Alfeu e Peneu na direção dos estábulos e, em apenas um dia, a forte correnteza limpou todo o estrume acumulado.
Augias, no entanto, se recusou a efetuar o pagamento combinado, alegando que Héracles servia Euristeu, e não a ele. Héracles invocou o testemunho de Fileu diante dos juízes, e o rapaz honestamente confirmou o combinado entre seu pai e o herói. O rei, porém, encolerizado, não pagou o que devia e ainda expulsou Héracles e o próprio filho da Élida.
Augias desfrutou algum tempo da sua vitória, pois o herói tinha de terminar os outros "trabalhos" para Euristeu. Na primeira oportunidade, porém, Héracles organizou um exército de voluntários, derrotou o rei, matou-o e colocou Fileu no trono da Élida. Conta-se que, quando se dirigia para a Élida, Héracles passou pela Arcádia e engravidou Auge, filha do rei Aleu, que deu à luz o herói Télefo. Em algumas versões, Héracles fundou os Jogos Olímpicos em homenagem a Zeus após a expedição contra Augias.
Alguns mitógrafos relatam que um primeiro exército organizado pelo herói foi derrotado, graças aos Moliônidas (Êurito e Ctéato, dois irmãos gêmeos, filhos de Actor, irmão de Augias), e que seu irmão Íficles morreu na luta. Héracles, depois de matar os Moliônidas, organizou uma segunda expedição e só então Augias e seus aliados foram finalmente vencidos. Em algumas versões, Héracles teve que armar uma emboscada para vencer os Moliônidas, mas isso não condiz com os demais episódios de sua lenda e deve ser encarado com muitas reservas.
7º trabalho.
O TOURO DE CRETA
Rei de Creta, Minos, era também filho de Zeus e possuía um touro enorme e belíssimo, saído do mar, que prometera sacrificar a Posídon. Mas o rei voltara atrás e o deus se vingou enlou- quecendo o touro que havia escapado e agora, furioso, devastava os campos de Creta.
Héracles precisava levar o animal vivo para Micenas e pediu ajuda a Minos. O rei permitiu que o touro fosse levado a Euristeu, mas recusou-se a ajudar o irmão e ainda impôs a condição de que o capturasse sozinho, "se fosse capaz".
Nenhum problema: o herói pegou literalmente o touro à unha e, de quebra, transportou-o a nado da ilha de Creta até o Peloponeso, uma pequena travessia de 100 km...
Apresentou o touro a Euristeu, que tentou sacrificar o animal a Hera, mas a deusa não o aceitou. O rei então soltou-o e o touro, depois de causar estragos no Pelo- poneso, fugiu para a Ática e foi posteriormente dominado pelo herói ateniense Teseu.
8º trabalho.
AS ÉGUAS DE DIOMEDES
Diomedes era filho de Ares e rei dos bistônios, povo não-grego que vivia na Trácia, ao norte da península balcânica. Possuía quatro éguas ferozes, carnívoras e antropófagas, que alimentava com os estrangeiros que apareciam em suas terras. Euristeu ordenou, e Héracles foi buscá-las...
A caminho da Trácia, o herói fez uma pausa para encontrar Admeto, rei de Feras (Tessália), antigo companheiro da época dos Argonautas. Esse rei, algum tempo antes, tivera o privilégio de ter o próprio Apolo sob suas ordens, guardando os rebanhos. Apolo havia sido castigado por Zeus, depois de matar alguns dos ciclopes em represália à morte de seu filho Asclépio.
Apolo afeiçoou-se a ele, e obtivera das Moiras que elas teceriam mais um fio para Admeto, quando ele morresse, caso alguém concordasse voluntariamente em substituí-lo. O tempo foi passando e quando chegou a hora da morte do rei, a única pessoa que se ofereceu para substituí-lo foi Alceste, sua amada esposa. Admeto descabelou-se, chorou, gritou, lamentou, rasgou as vestes... mas aceitou.
Quando Héracles apareceu inesperadamente no palácio de Admeto, os funerais de Alceste já estavam em andamento. O rei, porém, conversou com o amigo alegremente e fingiu que nada havia acontecido, pois não queria perturbá-lo. À vontade, Héracles comeu e bebeu até cansar e se tornou um tanto buliçoso; acabou, porém, percebendo que ninguém acompanhava sua alegria e forçou um dos serviçais a contar o que estava acontecendo.
Horrorizado com seu comportamento, o herói não pensou duas vezes. Emboscou Tânato, a morte, que viera buscar Alceste, enfrentou-o e venceu-o. Alceste, desse modo, pôde retornar ao mundo dos vivos.
Héracles continuou a viagem para a Trácia e, ao chegar, invadiu o palácio de Diomedes, dominou os serviçais, matou os guardas, capturou Diomedes e se apoderou das ferozes éguas. Ia já levar todas a Euristeu, quando percebeu que as éguas estavam realmente muito famintas. Seus bons sentimentos provavelmente haviam sido estimulados na aventura com Admeto, Alceste e Tânato: sensibilizado com o sofrimento dos pobres animais, serviu-lhes o próprio Diomedes...
Em Micenas, entregou as éguas antropófagas a Euristeu que, amedrontado, mandou soltar os monstros. Tempos depois elas foram finalmente devoradas por lobos selvagens, quando passavam perto do Monte Olimpo.
9º trabalho.
O CINTO DE HIPÓLITA
As amazonas, poderosas mulheres guerreiras que já haviam enfrentado o herói Belerofonte, viviam na mítica Temiscira, próximo ao Ponto Euxino (Mar Negro).
A rainha das amazonas, Hipólita, recebera de Ares um precioso cinto, cobiçado pela filha de Euristeu, sacerdotiza de Hera. O rei de Micenas encarregou Héracles de trazer o cinto de Hipólita, e o herói embarcou para Temiscira junto com Teseu, Télamon, Peleu e outros companheiros.
Héracles já havia convencido a rainha Hipólita a ceder-lhe amistosamente o cinto, quando a deusa Hera, disfarçada, incitou as amazonas à luta. Na batalha que se seguiu as Amazonas foram derrotadas, e Héracles conseguiu o cinto. Segundo algumas versões, a rainha Hipólita morreu durante a luta, atingida pelo próprio Héracles.
Na viagem de volta, Héracles passou por Tróia, onde o rei Laomedonte estava com um sério problema. Apolo e Posídon, há algum tempo, haviam construído as muralhas da cidade e, diante da recusa do rei em pagar seus serviços, enviaram, respectivamente, uma peste e um monstro marinho contra a cidade.
Quando Héracles chegou, a princesa Hesíone estava a ponto de ser sacrificada ao monstro para aplacar os deuses. Héracles se comprometeu a salvar a princesa, em troca de um pagamento, e efetivamente matou o monstro. Mas Laomedonte, mentiroso contumaz, se recusou a pagar o que prometera e ainda expulsou o herói e seus companheiros da cidade.
Héracles nada pôde fazer naquele momento; sua memória, porém, era excelente. Anos depois, já livre dos 'trabalhos' e da servidão junto a Ônfale, voltou com os amigos e um exército. Ajudado principalmente por Télamon, rei de Salamina, conquistou a cidade, matou Laomedonte e também todos os seus filhos. Apenas Príamo, o mais novo, foi poupado, em virtude das súplicas de Hesíone. E Télamon recebeu Hesíone das mãos do próprio Héracles.
10º trabalho.
OS BOIS DE GÉRION
Gérion era um gigante de três cabeças e corpo triplo, filho de Crisaor e da oceânide Calírroe, possuidor de enormes rebanhos de bois "vermelhos". Vivia na mítica ilha de Erítia, situada no fim do rio Oceano que envolvia o mundo (possivelmente perto de Cádiz, no sul da Espanha).
Os animais eram guardados por um pastor, Eurítion, e pelo cão Ortro, filho de Equidna e Tífon, ambos monstruosos. Assim como Cérbero, seu irmão, Ortro tinha várias cabeças e, segundo algumas versões, corpo de serpente.
Héracles recebera ordens de roubar os rebanhos e levá-los a Euristeu e, antes de mais nada, precisava atravessar o enorme rio Oceano para chegar a Erítia. Conseguiu, por empréstimo, a taça de Hélio, depois de ameaçá-lo com suas flechas no deserto da Líbia. Ao passar pelo estreito que separa a África da Europa, ergueu as famosas Colunas de Héracles (os rochedos de Gibraltar e o de Ceuta, separados pelo "estreito de Gibraltar").
Chegando a Erítia, Héracles enfrentou primeiramente Ortro e Eurítion, e liqüidou-os sem maiores dificuldades. Atacado a seguir pelo próprio Gérion, primeiro derrubou-o com suas flechas, e a seguir matou-o facilmente, a golpes de clava.
O retorno a Micenas foi difícil e demorado, pois o rebanho era enorme e muitos ladrões tentaram roubá-lo. Os mitógrafos situam aqui diversas aventuras "locais" do herói, que assinalam sua passagem pelas diversas terras do Mediterrâneo Ocidental situadas entre o estreito de Gibraltar e a Grécia. Uma das mais notáveis foi a luta contra Caco, ladrão de três cabeças que vivia nos arredores da futura Roma.
De volta a Micenas, finalmente, Héracles entregou os bois que restaram a Euristeu, e o rei sacrificou-os a Hera. Ao contrário do touro de Creta, esses ela aceitou...
11º trabalho.
OS POMOS DE OURO DAS HESPÉRIDES
Hera recebera de Gaia lindas maçãs (pomos) de ouro como presente de casamento e mandou plantá-las em seu jardim, no extremo Ocidente. As belíssimas hespérides e um feio e imortal dragão de cem cabeças (ou uma serpente, conforme a versão) guardavam as preciosas árvores.
Héracles foi incumbido de trazer a Euristeu algumas dessas maravilhosas maçãs de ouro e o herói precisou, antes de mais nada, descobrir a localização do jardim de Hera. Isso lhe deu mais trabalho que o "11º trabalho" em si: precisou ir para o norte da Grécia, depois para a Líbia, para o Egito, para a Arábia e para a Ásia Menor ? e teve aventuras em cada um desses lugares.
Ao procurar as ninfas do rio Erídano (norte da Grécia), filhas de Zeus e Têmis, teve primeiro de matar Cicno, filho de Ares (seu sobrinho, portanto), e a seguir enfrentar o próprio Ares, seu irmão, que acorrera para vingar o filho.
Héracles conseguiu ferir Ares, obrigando o deus a retirar-se para o Olimpo, porém depois de tudo as ninfas disseram-lhe que somente Nereu conhecia a localização do Jardim. Levaram-no a ele, no entanto, e Héracles convenceu o antigo deus do mar a dar a informação que necessitava; algumas versões relatam que Héracles teve de lutar com ele.
No Cáucaso, Héracles matou com uma flecha a águia que devorava diariamente o fígado de Prometeu e libertou-o das correntes que o prendiam. Agradecido, Prometeu sugeriu que, ao invés de buscar pessoalmente as maçãs, deveria pedir a seu irmão Atlas que o fizesse.
Na Líbia, acabou com o gigantesco Anteu, filho de Posídon e Gaia, que desafiava e vencia todos os estrangeiros porque recebia, ao tocar o solo, a força da terra (o herói estava com um pouco de pressa: manteve Anteu suspenso acima do solo e asfixiou-o).
No Egito, liquidou o rei Busíris, também filho de Posídon, que costumava sacrificar os estrangeiros aos deuses para evitar a seca em seu reino. Detalhe interessante: como Busíris era neto de Ió, ilustre ancestral de Héracles, os dois eram parentes...
Neste ponto há grande divergência entre os mitógrafos. Uma versão da lenda conta que Héracles encontrou o Jardim no extremo Ocidente e fez o dragão adormecer (ou matou a serpente), e as hespérides deram-lhe as maçãs de ouro. Outra versão, igualmente muito contada, relata que Héracles conseguiu as maçãs com a ajuda de Atlas, conforme os conselhos que recebera de Prometeu. E enquanto Atlas estava no Jardim colhendo maçãs, Héracles teria ficado em seu lugar, sustentando o céu...
Héracles finalmente regressou a Micenas, mostrou as maçãs de ouro a Euristeu e entregou-as a Atena, pois eram propriedade de Hera. Atena encarregou-se de recolocá-las no Jardim das Hespérides.
12º trabalho.
CÉRBERO, O GUARDIÃO DO HADES
Cérbero, um cão monstruoso de três cabeças e cauda em forma de serpente, era filho de Equidna e de Tífon, portanto irmão de Ortro, da Hidra de Lerna e da Quimera. Ele guardava a entrada do Hades e permitia a entrada de todos, mas não deixava que ninguém saísse.
O último "trabalho" consistiu em levar a Euristeu o terrível guardião da entrada do Hades. Héracles se iniciou primeiramente nos Mistérios de Elêusis, culto que ensinava aos fiéis como chegar ao outro mundo; acompanhado então do deus Hermes, seu meio-irmão, adentrou a morada dos mortos.
Encontrou-se primeiro com a sombra de Meleagro, o herói da Caça ao Javali de Cálidon, que lhe contou sua história e pediu que amparasse a irmã, Djanira. Deparou-se a seguir com Teseu e o amigo dele, Pirítoo, ainda vivos mas acorrentados. Conseguiu libertar Teseu, com a permissão de Perséfone, mas Pirítoo teve de ficar.
Finalmente, Héracles apresentou-se a Hades e pediu licença para capturar Cérbero. O deus concordou, desde que o herói o fizesse sozinho e desarmado. Héracles apertou então o monstro em seus braços até quase sufocá-lo, abrandando assim sua ferocidade, e levou-o tranqüilamente a Euristeu. Ao ver o "cachorrinho", o rei se assustou e correu para dentro daquele vaso já reservado para isso.
Cumprida então a última tarefa determinada pelo Oráculo de Delfos, o herói levou Cérbero de volta e devolveu-o a Hades. Se o monstro continuou monstro depois do hercúleo aperto, a Mitologia não registrou...
E assim finaliza a historia.
That's all...
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