(esse negócio vai dar um trabalho pra ficar bem feito...)

São muitos fatores envolvidos, mas a CipSoft tinha que começar em algum lugar. De modo geral, pra ficar coerente, primeira promotion a partir do nível 50 (ao invés do 20).

Eu sei que a tecla druid já foi esmurrada o suficiente, mas quero deixar uma opinião: se o objetivo é diferenciar as vocações, druid precisa deixar de ser um sorcerer de gelo com curas. Completamente. Tentem se desvencilhar de velhos padrões. A sugestão do @Zetha sobre summons com força dependente do magic level do conjurador é sensacional. A mecanica de summons precisará ser completamente revista para que um druid não dependa de magias elementais instantâneas pra causar dano. Ele poderia ser muito bem um conjurador mais poderoso, com mais opções de summons para compensar a falta de dano elemental direta. Na segunda promoção, 1 caminho para o healer (mais magias de cura e buffs/debuffs de suporte, 2 summons) e 1 caminho para o conjurador (podendo conjurar uma terceira criatura e dar mais stats aos seus summons).

Outra coisa que precisará mudar: a forma como a experiência é distribuída em hunts em grupo. Já que a saída de dano de cada vocação será diferente talvez investir em melhorias na repartição igualitária de EXP ou o que seria mais justo: aplicar o sistema de escolha de loot dos bosses para dividir a experiencia, ou seja: não dar xp apenas pelo dano causado, mas por ações de suporte (tankar, curar) também.

E como o @Flashbek bem mencionou: eu tenho certeza de que o plano da CipSoft é incentivar as caçadas em grupo. Ou seja, não esperem independência total de uma ou mais vocações.