A quest começa em Tiquanda e, obviamente, em uma biblioteca. Eu e meus amigos procurávamos por algo que desse alguma pista do tão desejado e tão fantasiado tesouro dos lagartos. Entre muitos livros, 2 se destacavam por repetir palvras e/ou usarem palavras que sobravam na frase. Após horas sem descobrirmos sentido às palavras, Morte, o sabio aprendiz de mago descobriu que mesclando as palavras repitidas e as palavras que sobravam, era possível formar uma frase cujo sentido poderia ser interpretado como um mapa escrito. Essa frase, em miudos, seria equivalente a "Ao norte da maior arvore rodeada por fores azuis reais dentro do dominio dos rastejantes, a chave que abre o baú do tesouro da princesa será encontrada." Com apenas essa informação nosso grupo seguiu viagem rumo ao domínio dos lagartos, um lugar cheio de mistérios e perigos. Entramos na floresta e logo vimos os primeiros sinais de que essa aventura não seria fácil, Cracol, o druida por um momento ficou cercado por varias lagartixas, elas nao eram muito fortes, porém sua velocidade era espantosa. Mas por sorte Raul, o paladino tinha algumas magias a mão e sem muito esforço salvou Cracol. Nossa aventura continuava, cada vez mais perigos se mostravam até que, enfim, encontramos a cidade dos lagartos e, em seu centro uma enorme pirâmide com a marca de um lagarto no topo. A primeira parte enfim estava cumprida, achar o domínio dos lagartos, agora faltava encontrar aquela tal árvore descrita nos livros. Fomos então leste da cidade dos rastejantes. Horas andando e nada de uma arvore que batesse com aquela descrição. O sol já estava se pondo mas nossa determinação nos fazia procurar mais e mais até encontrar o tão procurado tesouro escondido. Resolvemos então procurar a leste da pirâmide. No caminho o sol já nao se mostrava mais e estávamos mais vulneráveis aos ataques das criaturas da floresta que nunca. Foi entao que eu, Demiurgo, encontrei um punhado de flores azuis reais, porém nao havia nenhuma arvore no meio. Resolvemos então seguir mais ao leste foi entao que fomos surpreendidos por 4 guardas lagartos que ao nos avistar, logo correram em direção ao Raul. Eu fui tentar contê-los mas eles eram muito rapidos. Enquanto Raul fugia dos lagartos, Morte passou o portão que os lagartos guardavam e se escondeu lá. Já eu e Cracol corremos para salvar Raul. Cinco minutos, umas espadadas bem dadas e algumas magias depois, conseguimos nos safar dos guardas e fomos ao encontro de nosso sábio amigo medroso. Passamos o portão e lá estava ele, parado de frente à um monumento incomum naquela área, um estátua de um humano feita de ouro rodiada por flores reais de todas as cores e, em volta do monumento, quadrados com desenhos já antes vistos por nós: um livro de magias, uma espada, uma maçã e uma besta. Isso nos lembrava muito quando explorávamos o deserto ao sul da ponte dos goblins, entao decidimos nos posicionar em cima desses quadrados de acordo com nossas vocações. Sons de sinos começaram a tocar e a estátua deixou de ter a forma de um humano, passando à forma de um lagarto. Logo depois o portão guardado pelos lagartos sucumbiu. Temendo a aparição de mais guardas resolvemos voltar à cidade dos rastejantes e, no meio do caminho, aquele lugar onde apenas flores reais azuis havia, nascera uma árvore, e como era a única rodeada por aquelas plantas, decidimos que era ela a citada pelos livros. Com mais sede de aventura que nunca, nos dirijimos ao norte daquela árvore. Passando por uma ponte que na verdade era uma enorme árvore tombada por cima de um rio, conseguimos enxergar um pequeno altar, que parecia intocado após anos, porém conservado se pensarmos que estava no meio de uma floresta. Nele haviam 2 pedaços de uma chave, porém o pedaço que os unia ainda faltava. Corri para pegá-las o mais rapido possivel para procurarmos pelo tal tesouro mas, no momento da minha ação, quatro aranhas gigantes simplesmente nasceram em volta de mim. Empunhei meu escudo e me protegi de seus ataques que, se nao fosse a ajuda do Cracol, poderiam ser fatais para mim. Mesmo após todo o sufoco nós conseguimos novamente. Tinhamos as 2 partes da chave mas nenhuma pista da parte que as unia. Nos reunimos e então decidimos procurar pelo baú do tesouro e, caso o encontrássemos, tentaríamos abrí-lo com o que tinhamos da chave. De volta à cidade encontramos um lagarto velho, um comerciante de antigos artefatos. Nele, me chamava a atenção um pedaço de metal que usava no pescoço. Interroguei-o por alguns minutos e nenhuma pista se aquele metal era mesmo o que eu e meus amigos procurávamos, porém qdo toquei no nome da Princesa Lizzy, o ancião estremeceu, levou a mão ao colar e nos contou a historia de um antigo faraó que tentou se apossar do tesouro da Princesa, mas só conseguiu uma terça parte da chave -seu colar era uma réplica dessa parte-. Tentou exaustivamente abrir o baú até que nao tivesse mais força nem para se manter de pé. E nos pés do bau ele morreu. Não tinhamos duvida alguma de onde ir depois daquela descoberta. Entramos destemidos na pirâmide, lutando contra todas as criaturas que nos afrontavam sem esitar. Minha espada tinha um brilho diferente, suas chamas ardiam mais que o comum, a magia de Cracol parecia se fortalecer a cada palvra proferida, as flechas de Raul eram cada vez mais e mais certeiras e as runas de Morte pareciam usadas por um lendário mago ancião. Após salas e mais salas cheias de lagartos, mumias, demonios e espiritos de faraós finalmente encontramos o tão procurado baú. Próximo a ele havia uma tumba semi aberta. Em cima da tampa estava a terça parte da chave. Agora sim tinhamos a chave que nos tornaria lenda entre todos os aventureiros Tibianos, seriamos o orgulho de Carlin, nossa cidade natal. Ao colocar os pedaços da chave, um em cima do outro, uma luz vindo delas surgiu, e quando apagou, misteriosamente a chave estava completa. Abrimos entao o baú e, nesse momento, a chave desapareceu. Dentro do baú encontramos muitas jóias jamais vistas, uma flecha abençoada pela Princesa Lizzy, um capacete lindo cheio de gemas preciosas, um coração em chamas e quatro pedaços de quatro diferentes mapas. Cada qual marcado com um simbolo de uma vocação. Ao lado do baú havia um campo de força azul que nos teleportaria de volta a tiquanda, porém atraz dele havia uma porta com quatro buracos de chave e no centro uma fenda em forma de coração. Entramos no teleporte e fomos parar no centro de tiquanda. Agora estamos onde tudo começou, pesquisando novamente a fim de descobrir essa nova aventura que nos irá separar mas que no final irá reunir novamente em direção ao provável quarto do pai da princesa, o rei dos lagartos, e com sorte nos levará onde a lendária Excalibug se esconde, a maior criação do homem que misteriosamente foi possuida pelos rastejantes.
Character: Demiurgo (EK - Valoria)
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