Os depósitos de fósseis não são inúmeros, meu caro. De qualquer forma, como eu disse, o asteróide é a teoria mais aceita, porém realmente não é a única possibilidade.
Se limitando a internet, eu não sei.Mas o mais interessante ainda é que não se acha na internet uma informação que diga qual depósito de fóssil é mais comum: depósitos de cinzas vulcânicas ou depósitos que levem à conclusão de que morreram por afogamento ou asfixia.
De qualquer modo, não entendi o porque de procurar qual depósito é mais comum.
Note que, por razões óbvias de copyright e até mesmo de bom senso, eu copiei uma parte mínima do livro. Sendo que o livro todo trata de uma contra-argumentação ao design inteligente, é lógico que esse pequenino trecho não resume toda a obra, e não é apenas Paley que ele rebate.Bem, isto é um argumento filosófico, que não condiz com a realidade. Ele está rebatendo o mais antigo argumento de Design Inteligente através da filosofia, mas aposto que seu argumento é anterior ao Genoma Humano. Veja o que se inferiu do Genoma:
Os argumentos contidos na obra estão de acordo com as informações atuais sobre o genoma.O que o autor Richard Dawkins está fazendo é rebater um argumento, desconsiderando-se novas informações sobre o Genoma e a capacidade imensa de armazenamento de informação do DNA. Segundo a noticia que postei, esta capacidade supera a de muitos computadores. E é impossível falar em capacidade de informação sem que se pense em objetivo. Jamais o DNA teria esta capacidade aludida pelos pesquisadores do Genoma sem que um objetivo tivesse sido traçado. E o tempo não é explicação para a existencia de um objetivo. Seria o mesmo que dizer que o disco rígido de seu computador existe, mas se desconhece ou não existe uma antevisão, um propósito, uma mente. Lembro-me de ler um geneticista autraliano comentar que a genética ou os geneticistas podem ser comparados a engenheiros aeronáuticos da década de 60, antes das descobertas do Genoma. Eles sabiam como voava o avião e sabiam definir a necessidade de uma aerodinâmica, mas não saberiam dizer como voa um Boing de hoje, pois o mesmo voa através de sofisticados mecanismos de informação. O que a hidráulica e mecânica era para estes engenheiros, a “Informação” é hoje para a atual aviação. Assim, a genética do passado conhecia os processos químicos, mas jamais poderia saber que estes mesmos processos químicos são controlados por complexos códigos. O processo evolutivo pode explicar parte do processo químico, mas não pode explicar o código. Evoluçôes aleatórios não geram códigos, ainda mais que se sabe que eles são mais complexos que códigos de linguagem computacional, comos e infere da noticia.
A capacidade de informações contidas no DNA é realmente impressionante, mas não há prova nenhuma de que tudo isso foi obra de um designer inteligente.
As comparações com um avião (salvo engano, acho que o autor usa o Boeing como exemplo tambem) e com um computador também são discutidas e desmistificadas no livro "O Relojoeiro Cego" que, por razões já citadas, não posso copiar na íntegra.
Eu não deveria dar uma aula de fossilização aqui, deveria?Sim, mas como se deu este processo?
Eis um exemplo, da fossilização por mineralização (existem outros processos, como a "mumificação":
Mineralização
Este processo, também denominado de petrificação, consiste literalmente na substituição gradual dos restos orgânicos de um ser vivo por matéria mineral, rocha, ou na formação de um molde desses restos, mantendo com alguma perfeição as características do ser. Ocorre quando o organismo é coberto rapidamente por sedimento após a morte ou após o processo inicial de deterioração. O grau de deterioração ou decomposição do organismo quando recoberto, determina os detalhes do fóssil, alguns consistem apenas em restos esqueléticos ou dentes; outros fósseis contêm restos de pele, penas ou até tecidos moles. Uma vez coberto com camadas de sedimentos, as mesmas compactam-se lentamente até formarem rochas, depois, os compostos químicos podem ser lentamente trocados por outros compostos. Ex.: carbonato por sílica."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3...a.C3.A7.C3.A3o
Na verdade, como já exemplificado acima, há sim uma explicação de como foram conservados e protegidos por tanto tempo (além disso, eu já havia explicado isso em meu post passado).A questão é que tal processo foi rápido, senão tais fósseis não teriam sobrevivido à ação de animais e da decomposição. Todas as explicações que existem partem do pressuposto de que tais fósseis existem por terem sido preservados pelo tempo, mas não explica como tais fósseis foram preservados levando em consideração milhares de fatores adversos à esta preservação.
Bem, não há provas de que o dilúvio existiu tal como descrito na bíblia.O fato de se lembrar do afogamente na matéria mostra que a tese bíblica do dilúvio é interessante e pode ser considerada, levando-se em consideração as centenas de culturas separadas pelo tempo e espaço que atestam o dilúvio bíblico. Tal explicação então encontra certo respaldo cientifico, que poderia explicar a extinção dos dino.
O asteróide é a teoria mais aceita, e essa teoria indica que o choque causou vários tsunamis e maremotos, o que pode ter ocasionado sim inundações em grande escala, causando o afogamento de dinossauros e, portanto, não necessariamente ocorreu como descrito na bíblia.
Entretanto, realmente, não há consenso total de que foi realmente um asteróide. Guardadas as proporções e probabilidades, se houve mesmo um grande dilúvio, isso não exclui o fato de que os fósseis são reais.
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