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Tópico: Origem, Evolução e Design?

Visão do Encadeamento

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  1. #3
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    Não vejo muito problema com isso. Mal ou bem, somos resultado de reações químicas baseadas no nosso DNA (isso é comprovado, é observável no mundo até mesmo durante nossas vidas).
    Sim somos resultado de reaçôes químicas, desde que já formados, literalmente desenvolvidos, como nos conhecemos hoje. Mas reações químicas não geram informações. E é este o ponto.

    O problema que se nota ou o questionamento feito é que desde que se iniciou a genética e depois se começou os projetos genomas de bactérias e ser humano, descobriu-se que o ser humano não é feito somente de processos químicos, ou melhor, os processos químicos não existem por si só, mas milhares de informações contidas nos genes comandam estes mesmos processo químicos. O ponto não é o processo químico, mas o que comanda o processo: Informação. O processo químico pode ser explicado pela Teoria de Oparim, mas não a “informação” que comanda o mesmo processo. Seria o mesmo que tentar explicar um chip de computador como rersultado de processos químicos sobre o silício e ouro sem levar em conta o conjunto de informações, técnicas de infomação, em sua concepção.

    nossos genes são relativamente simples.
    Não sou expert em biologia, caro Mig, mas o que já li e pesquisei para trazer estas reflexões, me dizem algo diferente. Elas podem ser quimicamente (não sei se enquadra no assunto), mas se levarmos em consideração a “Informação” contida nos genes, acaba a simplicidade. Mas friso que é a pesquisa de um leigo somente. Não devem ser consideradas como de um entendido no assunto:

    “O material genético DNA, ou ácido desoxirribonucléico, é semelhante ao disco rígido de um computador, pois contém todas as informações e programas necessários no decorrer do tempo de vida de uma célula. Um tipo de enzima, a RNA-polimerase faz a leitura do código químico de uma seção do DNA (um gene) e põe em ação uma cadeia extremamente complexa de eventos que culmina na formação de uma molécula de proteína derivada daquela informação. O código lido no DNA pela RNA-polimerase determina a ordem dos aminoácidos na molécula de proteína a ser construída, o que, por sua vez determina sua forma tridimensional e então a sua função. Em termos do fluxo de informação genética, pode-se considerar esse relacionamento entre o código do DNA, a ordem dos aminoácidos na proteína, e a forma e a função da própria proteína, como sendo de complexidade irredutível. Assim, a informação no DNA determina a estrutura, a forma e a função das moléculas de enzima, que por sua vez determinam com qual substrato químico elas podem interagir em uma seqüência bioquímica. Interferência na transmissão dessa informação, em qualquer ponto, alterará enormemente o produto enzima final, o que pode significar que a enzima produzida não conseguirá ocupar seu lugar na linha de montagem bioquímica para o qual ela se destinava, ou, ousamos afirmar, para o qual ela estava planejada. O fracasso resultante de uma seqüência bioquímica pode ser fatal para a célula.”




    Já mapeamos o genoma humano e, mais ainda, já faz tempo que sabemos a estrutura do DNA.
    Não faz tempo que conhecemos assim o DNA, colega, apenas conhecíamos o que se podia inferir pelos antiquados microscópicos. Tanto assim que antes do genoma, a maior parte do nosso DNA era conhecida por “DNA Lixo”. Foi depois do Genoma que se descobriu a complexidade do DNA em sua real dimensão e também descobriu-se que o “DNA Lixo” era extremamente importante. Não era tão lixo assim. Isto prova que não conhecíamos assim o DNA e nem que ele é tão simples assim.

    Na verdade, já se sabe que a membrana veio antes das organelas (já que pelo menos algumas destas são vestígios de antigos organismo, vide o DNA mitocondrial).
    Sim, o fato da ciência afirmar, não responde ao mistério de que para existirem, a existencia de uma está condicionada a outra. A existência de um elemento é essencial à existência da outra. Dizer o contrários eria o mesmo que dizer que a cabeça existe ou nasceu primeiro que o corpo. O exemplo não guarda a devida proporção, mas mostra que sem uma existir, seria rizivil especular como a outra pode ter surgido simplesmente. É o mesmo processo químico que se descobriu com o experimento de Miller/Urey. Descobriu-se que o ambiente ali desenvolvido poderia sintetizar certos aminoácidos, mas não explica como se combinaram, mesmo que os aminoácidos ali sintetizados não se encontram em seres vivos.

    Chamam de “Tijolos Construtores da vida” a tais aminoácidos, mas não se leva em conta que construção requer informação (inteligencia). Segundo a tese geralmente aceita, durante milhares de anos um mesmo grupo de aminoácidos foi aos poucos se ligando, criando ligações aleatórios. O problema é que uma ligação X-Y, para se repetir várias vezes, requereria um numero considerável de condições químico-fisicas, que não se encontram em muitos lugares e muitas vezes. Só uma combinação. O problema é que um composto orgânico é feito de milhões de combinações, repetidas milhões de vezes, sob as mais diversas condições químico-fisicas. Isto é impossível.

    E outra coisa, caro Mig, exemplos em inglês são meio complicados. Alem de traduzir, terei que ler e comparar com outros exemplos que pesquisarei.

    De toda forma, a própria notícia que você postou te passa uma rasteira, eliel. Leia de novo. Levantam-se inúmeras possibilidades, que nem de longe comprovam um dilúvio mundial. Mais ainda, registros geológicos passam longe demais de um dilúvio.
    Na verdade o numero de possibilidades não é um problema, caro Mig. O que importa é a ciência considerar a possibilidade. Estamos diante de inúmeros quadros, onde, segundo o artigo, o quadro do afogamento é considerado. E se levarmos em consideração o fato de que para que um corpo para ser preservado deveria-se no momento da morte existir uma quantidade imensa de lama, para sepultá-lo, então a possibilidade de afogamento é muito possível, mesmo que ainda não provável.





    A questão aqui parece ser um desconhecimento da questão da probabilidade.
    Questôes de probabilidade infinita não resolvem a questão. Se não me engano, probabilidades de ordem ínfima como dissestes são desconsideradas pela ciência matemática. Ainda mais que o surgimento da vida e posterior evolução envolve mais que probabilidade de acontecer. Envolve milhões de fatores, todos adversos ao surgimento da vida. Se levarmos em consideração a probabilidade de cada um acontecer e sabendo que em cada um destes favoráveis, a probabilidade de acontecer é ínfima, então as possibilidades da vida surgir e desenvolver-se é zero. E a probabilidade do código genético também desenvolver-se, com probabilidade infima de acontecer contra todos os fatores adversos, também é zero. Não é somente um fator adverso que a evolução encontra, mas inúmeros..

    Tá, não existiu neste momento nenhuma reflexão haha. Ainda não se encontrou um órgão irredutivelmente complexo.
    Sim, se estiveres levando em consideração a semântica do irredutível, desconsiderando o complexo.
    Mas não compreendo que "conclusão óbvia" é essa. Eliel, estamos falando de ciência. Nenhuma conclusão é óbvia, não a priori. Nós sabemos que através de processos geológicos os fósseis sobrevivem sua "viagem no tempo" até nós.
    O que está em questão é justamente o processo geológico. Não existem evidencias, até onde conheço do assunto, que se tenham descoberto algo que neste processo interfira no não “envelhecimento” das estruturas orgânicas. Fósseis podem ser explicados pela geologia, mas o que está sendo discutido é se a geologia tem resposta para a preservação de traços orgânicos nos fósseis supostamente com milhôes de anos. Os fósseis podem ser datados pelo carbono 14, medindo-se seu tempo de vida. E o carbono 14 tem uma vida extrardináriamente longa, o que não acontece com células orgânicas. Como pode uma célula ou composto orgânico ter sobrevivido milhões de anos mais que o Carbono 14?

    Só para deixar beeeem claro que Origem e Evolução são coisas diferentes e independem entre si.
    Sim, mas o tópico ou a proposta do tópico é partir do principio, falar em evolução e depois discutir se há design na natureza. Claro que vai depender da capacidade de cada um discutir isto e a minha já está no limite, rsssssssssssssssss.
    Última edição por elielsantos; 01-08-2012 às 22:09.
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