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Tópico: Maconha - Sim ou Não ?

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  1. #1
    Avatar de ozzynhu
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    Padrão Esclarecendo mais as coisas

    Citação Postado originalmente por DarkMan
    Kra se vc naum estudo na escola, neuronios saum celulas especiais q naums e regeneram, ou se multiplaicam com o tempo e outra: ser a favor da maconha mais naumd a legalização, piro. se q e afunda o pais, pegando de traficante, deixando esses jovens tudo loko e depois todo mundo sabe q os jovens partem para drogas mais pesadas para ter o barato.

    Concordo com o Medx q quem usa droga e retardado e so contra todo tipo de droga, desde cerveja ate as mais pesadas.
    Para sua informação, estou na faculdade.
    Assisti a uma matéria no fantástico falando sobre as drogas, seus problemas e suas dependências.
    Quando o cara falou sobre a maconha, afirmou que a substância que ela produz no cérebro (o THC) é uma subistância um pouco prejudicial mas que não faz mal a ninguém. Vou explicar com fatos:
    (resumido pra vcs, se quizerem tem mais dps)

    POR QUE É PROIBIDO? Parte 1 – Sede de Poder

    "O corpo esmagado da menina jazia espalhado na calçada
    um dia depois de mergulhar do quinto andar de um
    prédio de apartamentos em Chicago. Todos disseram que
    ela tinha se suicidado, mas, na verdade, foi
    homicídio.

    O assassino foi um narcótico conhecido na América como
    marijuana e na história como haxixe.

    Usado na forma de cigarros, ele é uma novidade nos
    Estados Unidos e é tão perigoso quanto uma cascavel."

    Começa assim a matéria "Marijuana: assassina de
    jovens", publicada em 1937 na revista American
    Magazine.

    A cena nunca aconteceu. O texto era assinado por um
    funcionário do governo chamado Harry Anslinger.

    Se a maconha, hoje, é ilegal em praticamente todo o
    mundo, não é exagero dizer que o maior responsável foi
    ele.

    POR QUE É PROIBIDO? Parte 2 – Fibras sintéticas e
    papel


    Mas é improvável que a cruzada fosse motivada apenas
    pela sede de poder. Outros interesses devem ter
    pesado. Anslinger era casado com a sobrinha de Andrew
    Mellon, dono da gigante petrolífera Gulf Oil e um dos
    principais investidores da igualmente gigante Du Pont.

    "A Du Pont foi uma das maiores responsáveis por
    orquestrar a destruição da indústria do cânhamo",
    afirma o escritor Jack Herer, em seu livro The Emperor
    Wears No Clothes (O imperador está nu, ainda sem
    tradução).

    Nos anos 20, a empresa estava desenvolvendo vários
    produtos a partir do petróleo: aditivos para
    combustíveis, plásticos, fibras sintéticas como o
    náilon e processos químicos para a fabricação de papel
    feito de madeira.

    Esses produtos tinham uma coisa em comum: disputavam o
    mercado com o cânhamo. Seria um empurrão considerável
    para a nascente indústria de
    sintéticos se as imensas lavouras de cannabis fossem
    destruídas, tirando a fibra do cânhamo e o óleo da
    semente do mercado.

    "A maconha foi proibida por interesses econômicos,
    especialmente para abrir o mercado das fibras naturais
    para o náilon", afirma o jurista Wálter Maierovitch,
    especialista em tráfico de entorpecentes e
    ex-secretário nacional antidrogas.

    POR QUE É PROIBIDO? Parte 3 – Controle Social

    Anslinger também atuou internacionalmente. Criou uma
    rede de espiões e passou a freqüentar as reuniões da
    Liga das Nações, antecessora da ONU, propondo tratados
    cada vez mais duros para reprimir o tráfico
    internacional.

    Também começou a encontrar líderes de vários países e
    a levar a eles os mesmos argumentos aterrorizantes que
    funcionaram com os americanos.
    Não foi difícil convencer os governos – já na década
    de 20 o Brasil adotava leis federais antimaconha. A
    Europa também embarcou na onda proibicionista.

    "A proibição das drogas serve aos governos porque é
    uma forma de controle social das minorias", diz o
    cientista político Thiago Rodrigues, pesquisador do
    Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre
    Psicoativos. Funciona assim: maconha é coisa de
    mexicano, mexicanos são uma classe incômoda. "Como não
    é possível proibir alguém de ser mexicano, proíbe-se
    algo que seja típico dessa etnia", diz Thiago.

    Assim, é possível manter sob controle todos os
    mexicanos - eles estarão sempre ameaçados de cadeia.
    Por isso a proibição da maconha fez tanto sucesso no
    mundo.

    O governo brasileiro achou ótimo mais esse instrumento
    para manter os negros sob controle.

    MACONHA FAZ MAL?

    Taí uma pergunta que vem sendo feita faz tempo. Depois
    de mais de um século de pesquisas, a resposta mais
    honesta é: faz, mas muito pouco e só para casos
    extremos. O uso moderado não faz mal.

    A preocupação da ciência com esse assunto começou em
    1894, quando a
    Índia fazia parte do Império Britânico. Havia, então,
    a desconfiança de que o bhang, uma bebida à base de
    maconha muito comum na Índia, causava demência.

    Grupos religiosos britânicos reivindicavam sua
    proibição.
    Formou-se a Comissão Indiana de Drogas da Cannabis,
    que passou dois anos investigando o tema. O relatório
    final desaconselhou a proibição: "O bhang é quase
    sempre inofensivo quando usado com moderação e, em
    alguns casos, é benéfico. O abuso do bhang é menos
    prejudicial que o abuso do álcool".

    Em 1944, um dos mais populares prefeitos de Nova York,
    Fiorello La Guardia, encomendou outra pesquisa. Em
    meio à histeria antimaconha de Anslinger, La Guardia
    resolveu conferir quais os reais riscos da tal droga
    assassina.

    Os cientistas escolhidos por ele fizeram testes com
    presidiários (algo comum na época) e concluíram: "O
    uso prolongado da droga não leva à
    degeneração física, mental ou moral". O trabalho
    passou despercebido no meio da barulheira
    proibicionista de Anslinger.

    A partir dos anos 60, várias pesquisas parecidas foram
    encomendadas por outros governos. Relatórios
    produzidos na Inglaterra, no Canadá e nos Estados
    Unidos aconselharam um afrouxamento nas leis. Nenhuma
    dessas pesquisas foi suficiente para forçar uma
    mudança.

    Mas a experiência mais reveladora sobre a maconha e
    suas conseqüências foi realizada fora do laboratório.

    Em 1976, a Holanda decidiu parar de prender usuários
    de maconha desde que eles comprassem a droga em cafés
    autorizados. Resultado: o índice de usuários continua
    comparável aos de outros países da Europa. O de jovens
    dependentes de heroína caiu - estima-se que, ao tirar
    a maconha da mão dos traficantes, os holandeses
    separaram essa droga das mais pesadas e, assim,
    dificultaram o acesso a elas.

    Nos últimos anos, os possíveis males da maconha foram
    cuidadosamente escrutinados – às vezes por
    pesquisadores competentes, às vezes por gente mais
    interessada em convencer os outros da sua opinião.

    Veja abaixo um resumo do que se sabe:

    Câncer - Não se provou nenhuma relação direta entre
    fumar maconha e câncer de pulmão, traquéia, boca e
    outros associados ao cigarro. Isso não quer dizer que
    não haja. Por muito tempo, os riscos do cigarro foram
    negligenciados e só nas últimas duas décadas ficou
    claro que havia uma bomba-relógio armada - porque os
    danos só se manifestam depois de décadas de uso
    contínuo.

    Há o temor de que uma bomba semelhante esteja para
    explodir no caso da maconha, cujo uso se popularizou a
    partir dos anos 60. O que se sabe é que o cigarro de
    maconha tem praticamente a mesma composição de um
    cigarro comum – a única diferença significativa é o
    princípio ativo.

    No cigarro é a nicotina, na maconha o
    tetrahidrocanabinol, ou THC.
    Também é verdade que o fumante de maconha tem
    comportamentos mais arriscados que o de cigarro: traga
    mais profundamente, não usa filtro e segura a fumaça
    por mais tempo no pulmão (o que, aliás, segundo os
    cientistas, não aumenta os efeitos da droga).

    Em compensação, boa parte dos maconheiros fuma muito
    menos e pára ou reduz o consumo depois dos 30 anos
    (parar cedo é sabidamente uma forma de diminuir
    drasticamente o risco de câncer).

    Em resumo: o usuário eventual de maconha, que é o mais
    comum, não precisa se preocupar com um aumento grande
    do risco de câncer.
    Quem fuma mais de um baseado por dia há mais de 15
    anos deve pensar em parar.

    Dependência - Algo entre 6% e 12% dos
    usuários,dependendo da pesquisa, desenvolve um uso
    compulsivo da maconha (menos que a metade das taxas
    para álcool e tabaco). A questão é: será que a maconha
    é a causa da
    dependência ou apenas uma válvula de escape.

    "Dependência de maconha não é problema da substância,
    mas da pessoa",
    afirma o psiquiatra Dartiu Xavier,
    coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a
    Dependentes da Escola Paulista de Medicina.
    Segundo Dartiu, há um perfil claro do dependente de
    maconha: em geral, ele é jovem, quase sempre ansioso e
    eventualmente depressivo. Pessoas que não se encaixam
    nisso não desenvolvem o vício. "E as que se encaixam
    podem tanto ficar dependentes de maconha quanto de
    sexo, de jogo, de internet", diz.

    Muitos especialistas apontam para o fato de que a
    maconha está ficando mais perigosa – na medida em que
    fica mais potente. Ao longo dos últimos 40 anos, foi
    feito um melhoramento genético, cruzando plantas com
    alto teor de THC. Surgiram variedades como o skunk.

    No último ano, foram apreendidos carregamentos de
    maconha alterada geneticamente no Leste europeu – a
    engenharia genética é usada para aumentar a potência,
    o que poderia aumentar o potencial de dependência.

    Segundo o farmacólogo Leslie Iversen, autor do ótimo
    The Science
    of Marijuana (A ciência da maconha, sem tradução para
    o português) e consultor para esse tema da Câmara dos
    Lordes (o Senado inglês), esses temores são exagerados
    e o aumento da concentração de THC não foi tão grande
    assim.

    Para além dessa discussão, o fato é que, para quem é
    dependente, maconha faz muito mal. Isso é
    especialmente verdade para crianças e adolescentes. "O
    sujeito com 15 anos não está com a personalidade
    formada. O uso exagerado de maconha pode ser muito
    danoso a ele", diz Dartiu. O maior risco para
    adolescentes que fumam maconha é a síndrome
    amotivacional, nome que se dá à completa perda de
    interesse que a droga causa em algumas pessoas. A
    síndrome amotivacional é muito mais freqüente em
    jovens e realmente atrapalha a vida – é quase certeza
    de bomba na escola e de crise na família.

    Danos cerebrais - "Maconha mata neurônios." Essa
    frase, repetida há décadas, não passa de mito. Bilhões
    de dólares foram investidos para comprovar que o THC
    destrói tecido cerebral – às vezes com pesquisas que
    ministravam doses de elefante em ratinhos –, mas nada
    foi encontrado.

    Muitas experiências foram feitas em busca de danos nas
    capacidades cognitivas do usuário de maconha. A maior
    preocupação é com a memória. Sabe-se que o usuário de
    maconha, quando fuma, fica com a memória de curto
    prazo prejudicada.

    São bem comuns os relatos de pessoas que têm idéias
    que parecem geniais durante o "barato", mas não
    conseguem lembrar-se de nada no
    momento seguinte. Isso acontece porque a memória de
    curto prazo funciona mal sob o efeito de maconha e,
    sem ela, as memórias de longo prazo não são fixadas (é
    por causa desse "desligamento" da memória que o
    usuário perde a noção do tempo).

    Mas esse dano não é permanente. Basta ficar sem fumar
    que tudo volta a
    funcionar normalmente.
    O mesmo vale para o raciocínio,
    que fica mais lento quando o usuário fuma muito
    freqüentemente.

    Há pesquisas com usuários "pesados" e antigos, aqueles
    que fumam vários baseados por dia há mais de 15 anos,
    que mostraram que eles se saem um pouco pior em alguns
    testes, principalmente nos de memória e de atenção. As
    diferenças, no entanto, são sutis. Na comparação com o
    álcool, a maconha leva grande vantagem: beber muito
    provoca danos cerebrais irreparáveis e destrói a
    memória.

    Coração - O uso de maconha dilata os vasos sangüíneos
    e, para compensar, acelera os batimentos cardíacos.
    Isso não oferece risco para a maioria dos usuários,
    mas a droga deve ser evitada por quem sofre do
    coração.

    Infertilidade - Pesquisas mostraram que o usuário
    freqüente tem o número de espermatozóides reduzido.
    Ninguém conseguiu provar que isso possa causar
    infertilidade, muito menos impotência. Também está
    claro que os espermatozóides voltam ao normal quando
    se pára de fumar.

    Depressão imunológica - Nos anos 70, descobriu-se que
    o THC afeta os glóbulos brancos, células de defesa do
    corpo. No entanto, nenhuma pesquisa encontrou relação
    entre o uso de maconha e a incidência de infecções.

    Loucura - No passado, acreditava-se que maconha
    causava demência. Isso não se confirmou, mas sabe-se
    que a droga pode precipitar crises em quem já tem
    doenças psiquiátricas.

    Gravidez - Algumas pesquisas apontaram uma tendência
    de filhos de mães que usaram muita maconha durante a
    gravidez de nascer com menor peso. Outras não
    confirmaram a suspeita. De qualquer maneira, é melhor
    evitar qualquer droga psicoativa durante a gestação.
    Sem dúvida, a mais perigosa delas é o álcool.

    No geral, não. A maioria das pessoas não gosta dos
    efeitos e as afirmações de que a erva, por ser
    "natural", faz bem, não passam de besteira. Outros
    adoram e relatam que ela ajuda a aumentar a
    criatividade, a relaxar, a melhorar o humor, a
    diminuir a ansiedade. É inevitável: cada um é um.

    O uso medicinal da maconha é tão antigo quanto a
    maconha. Hoje há muitas pesquisas com a cannabis para
    usá-la como remédio. Segundo o farmacólogo inglês
    Iversen, não há dúvidas de que ela seja um remédio
    útil para muitos e fundamental para alguns, mas há um
    certo exagero sobre seus potenciais. Em outras
    palavras: a maconha não é a salvação da humanidade. Um
    dos maiores desafios dos laboratórios é tentar separar
    o efeito medicinal da droga do efeito psicoativo – ou
    seja, criar uma maconha que não dê "barato".

    Muitos pesquisadores estão chegando à conclusão de que
    isso é impossível: aparentemente, as mesmas
    propriedades químicas que alteram a percepção do
    cérebro são responsáveis pelo caráter curativo. Esse
    fato é uma das limitações da maconha como medicamento,
    já que muitas pessoas não gostam do efeito mental. No
    Brasil, assim como em boa parte do mundo, o uso médico
    da cannabis é proibido e milhares de pessoas usam o
    remédio ilegalmente. Conheça alguns dos usos:

    Câncer - Pessoas tratadas com quimioterapia muitas
    vezes têm enjôos terríveis, eventualmente tão
    terríveis que elas preferem a doença ao remédio. Há
    medicamentos para reduzir esse enjôo e eles são
    eficientes. No entanto, alguns pacientes não respondem
    a nenhum remédio legal e respondem maravilhosamente à
    maconha. Era o caso do brilhante escritor e
    paleontólogo Stephen Jay Gould, que, no mês passado,
    finalmente, perdeu uma batalha de 20 anos contra o
    câncer (leia mais sobre ele).

    Gould nunca tinha usado drogas psicoativas – ele
    detestava a idéia de que interferissem no
    funcionamento do cérebro. Veja o que ele disse: "A
    maconha funcionou como uma mágica. Eu não gostava do
    'efeito colateral' que era o borrão mental. Mas a
    alegria cristalina de não ter náusea – e de não
    experimentar o pavor nos dias que antecediam o
    tratamento – foi o maior incentivo em todos os meus
    anos de quimioterapia".

    Aids - Maconha dá fome. Qualquer um que fuma sabe
    disso (aliás, esse é um de seus inconvenientes: ela
    engorda). Nenhum remédio é tão eficiente para
    restaurar o peso de portadores do HIV quanto a
    maconha.
    E isso pode prolongar muito a vida: acredita-se que
    manter o peso seja o principal requisito para que um
    soropositivo não desenvolva a doença. O problema: a
    cannabis tem uma ação ainda pouco compreendida no
    sistema imunológico. Sabe-se que isso não representa
    perigo para pessoas saudáveis, mas pode ser um risco
    para doentes de Aids.

    Esclerose múltipla - Essa doença degenerativa do
    sistema nervoso é terrivelmente incômoda e fatal. Os
    doentes sentem fortes espasmos musculares, muita dor e
    suas bexigas e intestinos funcionam muito mal.

    Acredita-se que ela seja causada por uma má função do
    sistema imunológico, que faz com que as células de
    defesa ataquem os neurônios. A maconha alivia todos os
    sintomas. Ninguém entende bem por que ela é tão
    eficiente, mas especula-se que tenha a ver com seu
    pouco compreendido efeito no sistema imunológico.

    Dor - A cannabis é um analgésico usado em várias
    ocasiões. Os relatos de alívio das cólicas menstruais
    são os mais promissores.

    Glaucoma - Essa doença caracteriza-se pelo aumento da
    pressão do líquido dentro do olho e pode levar à
    cegueira. Maconha baixa a pressão intraocular. O
    problema é que, para ser um remédio eficiente, a
    pessoa tem que fumar a cada três ou quatro horas, o
    que não é prático e, com certeza, é nocivo (essa dose
    de maconha deixaria o paciente eternamente "chapado").

    Há estudos promissores com colírios feitos à base de
    maconha, que agiriam diretamente no olho, sem afetar o
    cérebro.

    Ansiedade - Maconha é um remédio leve e pouco
    agressivo contra a ansiedade. Isso, no entanto,
    depende do paciente. Algumas pessoas melhoram após
    fumar; outras, principalmente as pouco habituadas à
    droga, têm o efeito oposto. Também há relatos de
    sucesso no tratamento de depressão e insônia, casos em
    que os remédios disponíveis no mercado, embora sejam
    mais eficientes, são também bem mais agressivos e têm
    maior potencial de dependência.

    Dependência - Dois psiquiatras brasileiros, Dartiu
    Xavier e Eliseu Labigalini, fizeram uma experiência
    interessante. Incentivaram dependentes de crack a
    fumar maconha no processo de largar o vício.

    Resultado: 68% deles abandonaram o crack e, depois,
    pararam espontaneamente com a maconha, um índice
    altíssimo. Segundo eles, a maconha é um remédio feito
    sob medida para combater a dependência de crack e
    cocaína, porque estimula o apetite e combate a
    ansiedade, dois problemas sérios para cocainômanos.

    Dartiu e Eliseu pretendem continuar as pesquisas, mas
    estão com problemas para conseguir financiamento –
    dificilmente um órgão público investirá num trabalho
    que aposte nos benefícios da maconha.

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    Última edição por ozzynhu; 20-06-2005 às 00:00. Razão: concertando algumas erratas

  2. #2

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    Unhappy Retardado?

    Algumas pessoas aí chingaram quem usa maconha de retardado, fiquei indignado com esse preconceito kra.. Acorda meu véi a burguesia que sustenta o tráfico empresários, gente famosa da mais alta sociedade usa, é pq vem na cabeça aquela imagem de kra doidão nas suas cabeças, por isso que vcs tem esse preconceito, parem com isso, maconha não fode porra nenhuma do cérebro, sua memória pode ficar ruim sim.. mas só se vc não souber se controlar e for viciadão, outra coisa.. não é como o cigarro que o cara fuma uma carteira por dia normalmente, a maconha vc fuma uns 4 baseados e não aguenta mais pq dá um vazio mt grande, olha povo analisem direitinho depois, temos um ministro que assumiu que usou de maconha(acredito que ele ainda usa), o cérebro dele tá fudido?, ela só causa mau durante o vício, se vc parar tudo volta ao normal pq o Thc não é prejudicial ao cérebro, agora não é por causa disso que tem fumar que nem um louco se não vc fica meio viajado mesmo. <editado> não causa alucinação essas parada não isso é viajem da galera quando usa é psicológico, e outra sabe pq o governo não liberou ainda? pq não vai dar lucro!, isso mesmo a maioria vai plantar em sua casa mesmo e briu. nada de imposto, e outra coisa mesmo assim maconha é mt acessível até nos interiores você acha tranquilo! eu não quero iludir ninguém aqui que ainda não fumou, a consciencia é sua, mas que é bom é, só não vai ficar querendo dar uma de alucinado que não cola!
    *obs: <editado>
    Última edição por Havengar; 20-06-2005 às 18:40.

  3. #3
    Avatar de ozzynhu
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    Citação Postado originalmente por Dourado
    *obs: se seus pais forem mt frescurento não queira nunca que eles descubram que você puxou a massa, as vezes eles bebem e fumam pra kralho e se acham no direito de reclamar do seu erro, mesmo assim não deixe ele saber se eles forem superprotetores.. isso aconteceu cmg ganhei fama de maconheiro na família, o que não é bom! e outra se tiver trabalhando ou fazendo estágio nunca fale disso com ninguém. pode ser o fim da sua carreira.
    Concordo plenamente, as pessoas tem que parar de ser preconceituosas. Antes de julgar, procure saber sobre. Eu estou só dando a oportunidade de cada um saber o que é bom pra si mesmo, não to obrigando ninguém a usar mas pelo menos tirar esse preconceito na mente fechada das pessoas. É como ver um negro na rua e falar: olha que marginal! Brasil é um país idiota pelo seu preconceito, tirando isso era pra ser o melhor país do mundo.
    Falando em preconceito uma coisa que me deixa irritado são as pessoas que falam: quem fuma maconha usa todo tipo de droga. Eu sou um usuario muito moderado de maconha e não tenho a mínima vontade de exprimentar qualquer outra merda química como cocaína, crack e pílulas. Não fumo cigarro apesar de fumar maconha muito de vez inquando eu não gosto de cigarro porque é prejudicial e viciante. E to falando isso pra vocês tomarem consciência mesmo antes de discutir. Comprovem com fatos, não com mentiras.
    Última edição por ozzynhu; 20-06-2005 às 00:28. Razão: reforcando o preconceito. rs.

  4. #4
    Avatar de DarkMan
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    Citação Postado originalmente por ozzynhu
    Para sua informação, estou na faculdade.
    Assisti a uma matéria no fantástico falando sobre as drogas, seus problemas e suas dependências.
    Quando o cara falou sobre a maconha, afirmou que a substância que ela produz no cérebro (o THC) é uma subistância um pouco prejudicial mas que não faz mal a ninguém. Vou explicar com fatos:
    (resumido pra vcs, se quizerem tem mais dps)
    Tipo, o problema e q se tostar os neuronios naum voltam, so se vc aplicar celulas tronco no local, mas dai e outra historia...

    E vou falar o maior problema da maconha: 99% do pessoal q usa e viciado ao max e passa a usa drogas mais pesadas, como crack, heroina, extase e etc entaum gente e por isso q a maconha naum e liberada, e enquanto ao alcoo e a cigarro e uns 10(assim naum exatamente) q evolui para drogas mais pesasas, e duvido alguem fala q eu to mentindo!
    Estou presenciando enterro do Tibiabr em uam cova cada vez mais funda, e parece que as esperanças estão se esgotando, será que a velah-guarda poderá salvar?

    Em memória do TibiaBr, principalemente dos subforums Roleplaying e Off_topic, que a cada dia estão piorando dia após dia, e em que se espera que a mudança caía do céu, e não que os próprios usuarios o façam.

    Eu até ajudaria, se não estivesse tão cansado de puxa-saquismo e estupidez disfraçada.

  5. #5
    Avatar de ozzynhu
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    Citação Postado originalmente por DarkMan
    E vou falar o maior problema da maconha: 99% do pessoal q usa e viciado ao max e passa a usa drogas mais pesadas, como crack, heroina, extase e etc entaum gente e por isso q a maconha naum e liberada, e enquanto ao alcoo e a cigarro e uns 10(assim naum exatamente) q evolui para drogas mais pesasas, e duvido alguem fala q eu to mentindo!
    Não concordo, ou talvez eu e varios amigos meus estamos incluidos nesse 1% porque nenhum de nós já usou drogas mais pesadas, nem mesmo fumamos cigarro. Alguns sim, mas entre nós a minoria.
    E reforçando, nunca tive e provavelmente nunca terei vontade de exprimentar outra droga. Porque não me convém.




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