MIAMI, 15 jun (AFP) - Médicos legistas não encontraram traumatismos no menino de quatro anos que morreu na segunda-feira em um simulador de vôo espacial no Epcot Center, um dos parques temáticos da Disney, na Flórida, e devem realizar mais exames para determinar a causa da morte, informaram em um comunicado.
Segundo os meios de comunicação locais, a empresa fabricante do simulador mantém um processo contra a Disney por violação de contrato, por não tê-la permitido efetuar as checagens finais de segurança.
Segundo o escritório do departamento de medicina legal do condado de Orange (centro), uma autópsia realizada no menino, Daudi Bamuwamye, "não encontrou provas de traumatismo" algum, e mais análises devem ser feitas.
Bamuwamye morreu na segunda-feira à tarde em uma atração do parque chamada "Mission: Space", que simula um vôo espacial a Marte e no qual se experimentam forças parecidas com as que os astronautas sofrem quando um foguete é lançado.
O menino, filho de um funcionário ugandês da ONU e residente na Pensilvânia (leste), entrou no simulador com a mãe e a irmã, e ao término da sessão estava rígido, segundo o informe do Departamento de Polícia de Orange, Flórida (sudeste).
Sua mãe, Agnes Bamuwamye, "pensou que estivesse assustado e segurou sua mão para que se sentisse seguro", mas quando saiu da cabine do simulador a criança não respondeu e não tinha os sinais vitais. Foi declarado morto pouco depois em um hospital.
As autoridades policiais investigam o caso. Informaram a princípio que o simulador parece funcionar normalmente, e que o menino tinha a altura exigida para entrar.
Na entrada da "Mission: Space" numerosos cartazes e mensagens advertem que se trata de um simulador "intenso", que pode provocar tonteiras ou náuseas, e que é necessário estar em boas condições de saúde para se aproveitar a atração.
A imprensa local informou nesta quarta-feira que desde sua abertura em 2003, pelo menos seis pessoas foram hospitalizadas com sensações de mal-estar como náuseas e dores no peito após deixarem o simulador.
Também informaram que o fabricante, Entertainment Technology, da Pensilvânia, processou a Disney por violação de contrato porque não permitiu que efetuassem as revisões de segurança finais antes da abertura da atração.
A Disney teria utilizado seus própios especialistas para realizar as revisões de segurança.
Em um comunicado de imprensa a empresa Disney disse estar "entristecida com este incidente incomum", e afirmou que desde a sua abertura em 2003, mais de oito milhões de pessoas passaram pelo "Mission: Space" sem maiores problemas.
"Estamos fazendo tudo o possível para ajudá-los (a família do menino) neste momento difícil", acrescentou a empresa. O "Mission: Space" foi fechado na segunda-feira e aberto novamente na terça-feira.
mls topico meio grande!
Fonte : Ultima hora
Comentário : pqp, como os kra lah dexam uma criança entrar num negoço desses? (se um seguidor do Hitler pega um negoço desses, faz um novo Holocausto)![]()
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