Li os ultimos capítulos e realmente gostei muito.
Eles estão ótimos, com uma pitada de humor e um balde de misterio.
Agora estou curioso para saber o que aconteceu com Lignus e quem é essa garotinha.
Espero muitas revelações nos próximos capítulos.
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Estou gostando muito da história cara, estou acompanhando deis do verão, cujo deixava de ir para o mar, para ler suas histórias kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, btw, boa sorte com a história, e outra, será que o Lignus, virou do mal ? E outra, não sei porque, mais acho que aquele cara dos sonhos dele, é o irmão dele sabe :O k
:sprite10: Training Mode : ON
:sword: Rushing Mode : OFF
Caros Leitores,
Apresento-lhes o capítulo 20!
Como vocês verão, eu fiz esse capítulo de um modo diferente, mas saibam que nos próximos capítulos eu continuarei do jeito que eu estava fazendo antes, esse vai ser um capítulo "especial"! Por favor, me digam o que acharam, pois se geral achar que ficou estranho eu vou editar para colocá-lo do modo "normal".
Como sempre, não posso deixar de agradecer a todos que comentaram no último capítulo, me incentivando a continuar a história: Sombra de Izan, Lacerdinha, gula23, Senhor das Botas, Dragão Fumeta, Mano Mendigo, Rhyko, thomzi, Nedless, darksael, ednezer e Shuant.
É isso! Segue o capítulo 20! Aguardo os comentários de vocês!
Spoiler: Resumo do Último Capítulo
[Capítulo 19 - Uma Pequena Ajuda] No capítulo anterior de Dan da Cidade de Carlin, Cipfried contou ao jovem que não sabe onde Lignuns está, apesar de ter certeza que ele ainda está vivo. Com raiva, Dan culpou o sapateiro pelo sumiço de seu amigo e o agrediu. Quando se acalmou, ouviu de Cipfried que Lignuns saiu da academia e foi para algum lugar no lado leste da ilha. O Monge também lhe contou que a professora Uganda foi sequestrada quando estava na Academia. Por fim, Cipfried disse que o Dan iria precisar de uma pequena ajuda e uma garotinha chamada Megan entrou no templo.
Capítulo 20 - Megan da Cidade de Venore
Olá! Meu nome é Megan! Eu sou nascida e criada na cidade de Venore.
Eu moro com meus pais e nossa casa fica na parte sul da cidade, na Alameda do Ferro. Há muito tempo atrás, meus pais eram Feiticeiros, mas abandonaram essa profissão para se tornarem Alquimistas, especialistas em poções. Algumas pessoas insistem em chamá-los de "Bruxos", o que me deixa profundamente irritada, apesar de meus pais não ligarem muito para isso.
Eles possuem uma grande biblioteca lá em casa. A maioria dos livros são sobre poções, dizendo como fazê-las, os ingredientes necessários e alguns livros também possuem mapas, dizendo onde podem ser encontrados alguns componentes indispensáveis.
Eu sempre me imaginei passando toda a minha a vida em Venore, fazendo as poções já conhecidas, criando novas fórmulas e, no máximo, indo pegar alguns ingredientes nas redondezas.
Mas, nos últimos dias, as coisas ficaram estranhas na minha cidade e meus pais começaram a fazer alguns comentários sobre a minha ida para Rookgaard.
[Pai] - E então, Megan? Já sabe qual vocação você vai seguir? - perguntava meu pai.
[Mengan] - Eu não quero nenhuma vocação. - eu respondia irritada.
[Pai] - Mas você vai precisar escolher uma quando estiver saindo da ilha. O que vai ser? Druida? - dizia meu pai se fazendo de desentendido.
[Megan] - Eu não quero ir para aquela ilha, pai. - eu respondia mais irritada.
Essas perguntas começaram há alguns meses atrás, mas as motivações para elas começaram à alguns anos.
Como vocês sabem, a cidade de Venore foi construída sobre um pântano, e durante muito tempo, ela conviveu bem com ele. Até que de repente as coisas começaram a mudar.
O primeiro sinal de que o pântano pretendia recuperar o seu território foi a destruição de uma casa ao sul da cidade. Pelo que contam, a casa foi engolida pelo pântano e quase todos que moravam lá morreram, o único sobrevivente foi o Druida Izan, que na época era apenas uma criança.
O segundo sinal ocorreu dias depois, quando algumas criaturas verdes começaram a serem vistas nas redondezas, elas eram grandes, horrendas e tinham um odor insuportável. Hoje em dia elas já são um verdadeiro problema para a cidade e nós as chamamos de Trolls do Pântano.
O terceiro ataque do pântano foi o pior de todos. Uma doença totalmente desconhecida começou a afetar os moradores da cidade. Ele começou há apenas alguns dias atrás e foi o principal responsável pela decisão dos meus pais de me mandar para Rookgaard, pois habitantes da cidade começaram a falecer, um a um, e o pânico tomou conta de Venore.
Meus pais ficaram muito preocupados, pois a poção de antídoto deles não funcionava contra aquela doença, que passou a ser conhecida como a Febre do Pântano.
Eles ficaram mais de uma semana tentando desenvolver uma nova cura, eles até pediram ajuda ao Druida Izan, para que ele pegasse alguns ingredientes novos.
O Druida Izan conhecia todas as redondezas e era considerado o melhor Guia da Cidade. Eu o admirava muito e foi daí que meus pais tiraram a ideia de que eu poderia querer ser uma Druida.
Bem, eu nunca quis ser uma Druida e continuo não querendo ser uma, algumas pessoas dizem que eu sou humilde por isso, mas agora não importa mais, pois quando os ingredientes que o Izan trouxe não funcionaram, meus pais decidiram que eu deveria ir para a ilha de Rookgaard imediatamente.
Eles estavam com muita pressa, pois tinham medo de que eu pegasse a Febre do Pântano sem que eles tivessem criado uma poção de cura a tempo de me salvar.
Acabei partindo naquele mesmo dia. Não tive tempo de me despedir dos meus amigos e nem pude arrumar as minhas coisas. Eles me deram apenas uma tocha e uma sacola vazia.
Felizmente eu consegui enganar eles para pegar mais uma coisa, eu disse que precisava ir no banheiro e corri para a biblioteca, abri um livro sobre veneno de aranhas e recortei uma página onde havia um grande mapa da ilha de Rookgaard.
Guardei aquela folha de papel na sacola, me despedi dos meus pais e fui para o porto, sozinha, eles disseram que estavam muito ocupados para me levar. Eu não fiquei chateada, afinal, toda a cidade de Venore dependia deles.
Passei três dias naquele navio, durante o dia eu ficava olhando o mar e de noite ia para o porão dormir. Foi muito entediante. Eu não queria ir para Rookgaard, mas a viagem foi tão ruim que no segundo dia eu já estava louca para chegar naquela ilha.
Demorou, mas eu cheguei. Assim que desci do barco, eu peguei o mapa para ver aonde eu estava, mas não me achei. Eu estava em uma praia, haviam muitas no mapa, mas nenhuma se parecia com aquela. Tinha um "X" marcado no mapa e estava escrito "O começo", mas não era ali que eu estava começado. A marcação estava bem no meio da ilha, em uma cidade, e eu estava na costa, em uma praia.
Resolvi seguir um caminho que havia na minha frente, e após algum tempo, encontrei uma montanha, novamente olhei o mapa e vi várias montanhas, mas nenhuma se parecia com aquela. Subi aquela montanha e quando cheguei lá em cima, eu vi um homem de costas, pescando, não quis incomodá-lo, passei por ele devagar e comecei a descer.
Quando cheguei lá embaixo, olhei novamente o mapa e naquele momento eu tive certeza, eu estava completamente perdida.
Continuei seguindo aquele caminho, sem saber para onde eu estava indo, passei por uma casa, pensei em bater na porta para pedir ajuda, mas minha timidez não permitiu, continuei andando.
Fiquei algumas horas andando, perdida, já estava começando a entardecer e eu comecei a ficar com medo. Acendi a tocha para iluminar mais o caminho e também para espantar os animais.
Foi escurecendo e eu fui ficando com cada vez mais medo, assim, eu fiquei muito feliz quando avistei uma ponte, olhei para o meu mapa novamente, mas também não havia nenhuma ponte parecida com aquela e eu comecei a me perguntar se eu não estaria na ilha errada.
Quando estava me aproximando da ponte, eu comecei a ver os contornos de uma cidade, foi um grande alívio. Imaginei se aquela seria a cidade no meu mapa e comecei a correr.
Atravessei a ponte correndo e fui olhando o mapa enquanto corria, cada vez mais rápido.
Identifiquei as torres que marcavam a entrada da cidade, vi também no meu mapa uma casa que havia na minha frente e uma montanha na minha direita.
Fiquei muito feliz e aliviada por finalmente ter me encontrado, eu não aguentava mais aquela sensação de estar perdida.
Parei de correr e voltei a andar, eu não sabia direito o que devia fazer ou para onde eu deveria ir, pensei por uns instantes e resolvi seguir o mapa até o local marcado com o "X", pois pelo que estava escrito, era lá que eu deveria começar.
Após alguns passos eu encontrei a lateral do prédio que estava marcado no mapa. Parecia ser um templo.
Eu o contornei e me aproximei da entrada. Eu não sabia direito o que fazer, pretendia apenas passar pela porta para ver o que havia ali dentro e depois, se eu tivesse coragem, entraria.
Fui andando bem devagar enquanto passava pela porta, eu vi primeiro as costas de um aventureiro e em seguida, dei de cara com um Monge.
[Cipfried] - Megan, que bom que você chegou! Entre! - disse um Monge olhando para mim, em seguida, ele olhou para o aventureiro que já estava lá e continuou falando - Sua ajuda chegou.
[Megan] - Como você sabe o meu nome? Como sabia que eu viria para cá? - e dessa vez eu fiquei mais perdida do que nunca.
------------------------------ Próximo: [Capítulo 21 - A Academia de Rookgaard]
------------------------------
Para os que não sabem, o Druida Izan é o personagem principal da História de Izan, vencedora do concurso roleplay de 2011, escrita pelo nosso amigo Sombra de Izan!
Espero que tenham gostado do capítulo, mas se não gostaram por favor me falem!
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Última edição por Danboy; 23-02-2012 às 10:28.
Razão: Link para o capítulo 21
Gosta de Roleplay?
Então pegue uma xicará de chá, sente-se e leia a história de Dan da Cidade de Carlin.
Eu fui o primeiro a ler yupiiiii,AUISHEIAS,então como já lí e dei minha opinião repito :
Achei a idéia de contar a história da Megan como ela contando muito boa,quero ver com a amizade dela e de Dan vai surgir pelo que parece ela não gosta de aceitar sugestões dos outros aeuhaie.
Nossa, parabéns cara, tua história me dá uns treco muito loucos HAIoHAUHEheAUIhoi coloca logo o próximo episódio aiii! *_* Será que o Lignuns pegou a Fury? meeee *_* hauiehoauheaiuh posta logo novo o/o/o/o/o/*_*
E ae pessoal!
Espero que todos tenham aproveitado o carnaval!
Segue, enfim, o Capítulo 21! Tomara que vocês gostem! E no final do post vou lançar uma pequena competição novamente!
Mas uma vez, obrigado a todos que comentaram no último capítulo:Sombra de Izan, Lacerdinha, gula23, Senhor das Botas, Dragão Fumeta, Rhyko, Nedless, darksael, Retsun, Vitorrestani, Allanmbradao e Argenton. (As respostas aos comentários do Allanmbradao e do Argenton estão no final desse post)
Se você continuarem assim, essa história vai longe!!!
[Capítulo 20 - Megan da Cidade de Venore] No capítulo anterior de Dan da Cidade de Carlin, uma menina chamada Megan contou a sua história. Ela disse que nasceu em Venore, que seus pais são Alquimistas e que ela não queria ter vocação, apenas desejava seguir a profissão de seus pais. Mas a sua cidade começou a ter problemas com o pântano e seus pais decidiram mandá-la para Rookgaard. Ela saiu de Venore levando apenas uma tocha e um mapa. Quando chegou na ilha, ela ficou um pouco perdida e teve dificuldades para chegar na cidade. Por fim, ela decidiu ir a um local marcado em seu mapa e lá encontrou Dan e o Monge Cipfried que já sabia que ela estava vindo e disse a Dan que sua ajuda havia chegado.
Capítulo 21 - A Academia de Rookgaard
[Cipfried] - Não há muito tempo para explicar, Megan. Esse é o Dan, ele já está aqui há algum tempo. Você precisa acompanhá-lo. Você irá aprender bastante com ele, mas também deverá ajudá-lo. O amigo dele sumiu e ele precisa resgatá-lo. Tudo bem?
[Mengan] - Tudo bem - disse a menina, mentindo, pois ela ainda estava meio perdida e não havia entendido direito.
Cipfried se virou para Dan e ia começar a falar, mas foi interrompido.
[Dan] - Cipfried, vou falar sinceramente. O Lignuns sumiu e eu tenho que encontrá-lo. Acho que não é a melhor hora para eu ficar tomando conta de uma garotinha. - ele olhou para menina e continuou falando - Além disso, eu não posso perder mais tempo aqui, preciso ir.
[Cipfried] - Dan, não se engane pelo porte físico dela. Não foi atoa que ela veio para cá tão nova, ela é superinteligente e lhe será muito útil.
Dan não estava concordando, mas mesmo assim, ele fez apenas uma cara feia e ficou calado.
Assim, Cipfried se dirigiu aos dois ao mesmo tempo e concluiu a conversa.
[Cipfried] - Agora vão lá procurar o Lignuns e só voltem aqui quando estiverem com ele.
Dan saiu do templo extremamente tenso. Ele havia chegado naquela ilha decidido a procurar o seu irmão ou ainda toda uma família que ele nunca conheceu, mas agora ele perdeu o seu amigo, que lhe acompanhou e ajudou em todos aqueles dias que ele esteve lá. Dan faria de tudo para resgatar o seu amigo, não importando mais nada.
"Não teria momento pior para ele sumir", pensou Dan, que também queria pedir desculpas ao seu amigo por não tê-lo ouvido sobre matar os lobos.
Enquanto ia para a Academia, Dan se deu conta dos dois pares de botas que ele estava levando, ele pretendia entregar um para o seu amigo, mas agora ele não sabia quando iria encontrá-lo.
Dan parou de andar, calçou um dos pares de botas, ficou algum tempo olhando para o outro, depois se virou para Megan e disse:
[Dan] - Tome, calce essas botas, serão úteis se você for mesmo me acompanhar, mas quando encontrarmos o Lignuns, você vai tirá-las e entregá-las a ele.
[Megan] - Tudo bem - respondeu a menina de forma tímida.
Megan queria falar mais com Dan, queria conversar e tinha muitas perguntas a fazer, mas ao ver o rosto sério dele, achou melhor não falar mais nada.
Ao contrário da menina, Dan não queria conversar, não estava interessado em saber a história de Megan e muito menos em compartilhar a sua, ele estava apenas concentrado em encontrar seu amigo.
Eles entraram na Academia e viram um cavaleiro falando com três jovens. O cavaleiro parecia ser muito experiente, ele tinha cabelo castanho e usava uma bela armadura verde.
[Cavaleiro] - Maravilha! Podem começar! - disse se dirigindo aos três jovens que, em seguida, começaram a sair do local.
Dan não perdeu tempo e se aproximou do Cavaleiro, sendo seguido por Megan.
[Dan] - Olá! Você é o enviado do Rei Tibianus para resolver o problema dos Orcs, certo?
[Vascalir] - Sou eu mesmo! Meu nome é Vascalir! - sem dar tempo para respostas, ele continuou - Estamos vivendo tempos difíceis em Rookgaard... Vocês querem me ajudar nessa missão?
[Dan] – Não, não. - disse Dan sem se importar com o que o cavaleiro havia dito - Nós estamos apenas procurando um amigo nosso, ele se chama Lignuns, você o viu?
[Vascalir] - Um jovem chamado Lignuns veio falar comigo, mas ele também não estava muito preocupado em defender a cidade, ele parecia estar decidido a invadir logo a fortaleza dos Orcs e queria algumas informações sobre essas criaturas.
[Dan] - E o que você falou para ele?
[Vascalir] - Bem, eu não quis incentivá-lo a ir atrás dos Orcs, então o recomendei que fosse até a biblioteca - disse enquanto apontava para um quarto atrás dele - e lá procurasse alguns livros sobre os Orcs.
[Dan] - Tudo bem, muito obrigado.
Rapidamente, Dan se dirigiu ao local apontado. Megan apenas se despediu de Vascalir com um aceno e seguiu o jovem.
Havia apenas uma pessoa na biblioteca, um homem vestindo um sobretudo azul arrumava os livros em uma estante. Ao vê-los, o homem começou a falar.
[Homem] - Mas que milagre nós estamos vivendo esses dias. Ontem veio um jovem aqui e hoje outros dois jovens estão entrando na biblioteca. Normalmente temos, no máximo, um visitante a cada mês.
Dan se aproximou do homem e começou a conversar.
[Dan] - Olá Senhor! Prazer! Meu nome é Dan! Então veio alguém aqui ontem? Foi o Lignuns. Não foi?
[Homem] - Sim, sim. Esse era o nome dele. Eu me chamo Seymour e sou o mestre da Academia de Rookgaard.
Enquanto Dan e Seymour conversavam, Megan se aproximou das estantes e começou a ler os títulos dos livros.
[Dan] - Bem, Seymour, o Lignuns sumiu, ele é meu amigo e eu preciso saber o que ele fez aqui antes de sair.
[Seymour] - Outro desaparecimento e nós nem encontramos Uganda ainda. - ele ficou pensativo e depois concluiu - Bem, ele pegou alguns livros e começou a ler. Depois de algum tempo ele me mostrou um dos livros que estava lendo e me perguntou quem havia escrito ele.
[Dan] - Qual foi esse livro?
[Seymour] - Foi um livro chamado "Minhas Viagens".
Assim que Seymour falou o nome daquele livro, Megan o viu na estante e o pegou.
[Mengan] - Esse livro está aqui! Você o quer? - perguntou a menina para Dan.
[Dan] - Claro, traga-o aqui.
O livro tinha o relato de alguém que encontrou os Orcs e se escondeu: "Como os Orcs se aproximaram eu me escondi nos arbustos perto do lago. Mal me atrevi a respirar, pois eles estavam apenas há alguns centímetros do meu nariz. Pensei que meu coração batendo selvagemente poderia trair-me a estas bestas assassinas. Eu ouvi os brutos pele-verdes. "Charach" (ou algo assim) disse um deles e os outros responderam da mesma forma, então começaram a conversar em seu estranho idioma, certamente falando sobre alguma trama horrível contra a humanidade. Enquanto conversavam eles vagaram e depois de saírem da minha vista eu rapidamente me levantei e fui para Thais o mais rápido que pude.".
[Dan] - E quem foi que escreveu esse livro?
[Seymour] - Acredito que tenha sido a Amber, uma aventureira que está hospedada nos dormitórios aqui em baixo.
[Dan] - Então você disse isso ao Lignuns e ele desceu para procurá-la? Certo?
[Seymour] - Isso, mas antes ele me perguntou se eu tinha algum caderno para lhe emprestar. Eu lhe dei um, ele anotou algumas coisas, guardou o livro na estante e saiu, acredito que tenha sim ido procurar a Amber.
[Dan] - Muito Obrigado Seymour!
[Megan] – Seymour. Será que eu posso levar alguns livros desses? - perguntou a menina sob olhares duros de Dan.
[Seymour] - Mas é claro que pode, pegue o que quiser, mas os devolva antes de ir embora para o continente.
[Megan] - Tudo bem.
Megan começou a olhar novamente os nomes dos livros e a jogar alguns em sua sacola, ela pegou um livro sobre a flora de Rookgaard e outros dois sobre os Monstros da Ilha. Ela também passou a mão sobre os livros das vocações, pensou, mas decidiu não pegar, "Não quero ter nenhuma vocação", pensou ela.
Enquanto Megan pegava os livros, Dan se lembrou de uma coisa.
[Dan] - Seymour, como foi mesmo que a professora Uganda sumiu?
[Seymour] - Bem, ela tinha ido para um local no andar de baixo. Foi ficando tarde e ela não apareceu para dormir. Fomos procurá-la e ela não estava lá. Depois de uns dias, nós encontramos um túnel secreto que ligava uma caverna ao norte com a nossa Academia. Encontramos pegadas de Trolls também.
[Dan] - E vocês não foram atrás dos Trolls? - disse Dan considerando a possibilidade dos Trolls terem sequestrado também o seu amigo Lignuns.
[Seymour] - Primeiro o Vascalir pediu para os jovens destruírem o túnel. Depois, alguns deles até foram atrás dos Trolls na caverna, mas ninguém encontrou Uganda.
Ao ouvir a conversa, Megan decidiu pegar também um livro que ela tinha descartado incialmente, chamado "A Aventura Troll". Depois de pegá-lo, ela foi novamente para perto de Dan.
[Dan] - Obrigado pela informação Seymour. Tudo bem seu eu ficar com esse livro? - disse Dan mostrando o livro que Lignuns teria lido.
[Seymour] - Claro que sim! Pode ficar com ele o tempo que precisar.
[Megan] - É... Senhor Seymour - interrompeu a menina - você teria algum caderno para me dar? Como o que você deu para o Lignuns? Eu gostaria de fazer algumas anotações sobre as plantas e ervas dessa ilha.
[Seymour] - Infelizmente, eu não tenho nenhum aqui comigo, mas perto do dormitório tem um baú cheio de cadernos, você pode pegar um lá. Eles estão lá exatamente para que estudantes como você façam bom uso.
[Dan] - Mais uma vez obrigado Seymour - disse Dan constrangido por achar que estavam pedindo muito para o mestre da Academia - Se tiver algo que pudermos fazer por você para retribuir, é só falar.
[Seymour] - Bem, eu estava precisando de uma caixa para mandar um presente ao nosso grande Rei Tibianus, se encontrarem alguma e puderem me trazer, eu ficaria muito feliz.
[Dan] - Tudo bem. – Dan respondeu um pouco incomodado, mas em seguida olhou para Megan para ver se ela estava pronta e concluiu - Bem, então é isso, boa sorte com a Academia Seymour!
Após se despedirem, os jovens foram em direção à saída da biblioteca. Agora eles precisavam descer e procurar a aventureira chamada Amber, e assim, tentar descobrir aonde exatamente Lignuns foi.
--------------------------- Próximo: [Capítulo 22 - A Espada da Amber]
--------------------------- É isso ae pessoal! Espero que tenham gostado!
Vou lançar uma pequena competição:
O primeiro que advinhar qual a principal quest do próximo capítulo receberá um prévia do Cap 22! (Um dia antes dele ser postado aqui)
---------------------------
E não esqueçam de votar na disputa do 3º colocado do Torneio Roleplay
---------------------------
Spoiler: Respostas 5 - (cap 20)
Postado originalmente por Allanmbradao
Muito boa a historia Dan, li todos os capitulos até agora xD
vamo que vamo, quero saber pq ela é a ajuda do nosso Gandalf junior(pqe gandalf é um mago que usa espada )
E prefiro o jeito antigo, contar em primeira pessoa uma história desse porte(sim eh fodona) não é uma boa ideia =p
Eba! Mais um leitor!
Pode deixar que a história vai continuar do jeito antigo!
Só em capítulos "raros" que serão em primeira pessoa!
Gandalf junior? Quem disse que o Dan vai ser mago? Ele não pode decidir se tornar um Knight?
Enfim, obrigado por estar acompanhando e por comentar! Espero ver mais comentários seus nos próximos capítulos!
Postado originalmente por Argenton
Nossa, parabéns cara, tua história me dá uns treco muito loucos HAIoHAUHEheAUIhoi coloca logo o próximo episódio aiii! *_* Será que o Lignuns pegou a Fury? meeee *_* hauiehoauheaiuh posta logo novo o/o/o/o/o/*_*
Outro novo leitor!
Como você pediu, tá postado o próximo epsódio!
Será que o Lignuns pegou o Fury? Ih... não sei... tem que aguardar os próximos capítulos pra saber...
Como eu disse no comentário de cima, obrigado por estar acompanhando e por comentar! E espero ver mais comentários seus nos próximos capítulos!
Última edição por Danboy; 28-02-2012 às 14:33.
Razão: Corrigir o nick: Argenton!
Gosta de Roleplay?
Então pegue uma xicará de chá, sente-se e leia a história de Dan da Cidade de Carlin.
Amigos,
Eu tinha dito que o título seria "A Aventureira Amber", mas como vocês sabem o Lacerdinha venceu a ultima competição e recebeu a prévia do capítulo. Então, em conversa com ele, nós decidimos alterar o título para "A Espada de Amber", enfim, não faz muita diferença, só pra vocês saberem...
Como sempre, não posso deixar de agradecer a todos que comentaram no último capítulo: Sombra de Izan, Lacerdinha, Senhor das Botas, Rhyko, Nedless, thomzi, Retsun, Vitorrestani, Allanmbradao, Argenton e ednezer.
Vou deixar um agradecimento especial ao Sombra de Izan, ao Allanmbradao e ao Nedless, que votaram na disputa do 3º colocado no Torney Roleplay. O Botas não fez mais que a obrigação!
Aos que não votaram, o prazo foi prorrogado até quinta-feira, vocês podem votar nesse tópico: Ramon PC x Lacerdinha
Enfim, segue o próximo capítulo! (Mini-competição no final)
Spoiler: Resumo do Último Capítulo
[Capítulo 21 - A Academia de Rookgaard] No capítulo anterior de Dan da Cidade de Carlin, Dan e Megan foram à Academia da cidade. Eles descobriram que Lignuns esteve lá procurando informações sobre Orcs, leu um livro chamado "Minhas Viagens" e foi procurar pela provável escritora desse livro, uma aventureira chamada Amber.
Capítulo 22 - A Espada de Amber
Logo que saíram da biblioteca, eles olham para os lados e viram as escadas ao final do corredor, uma para subir e outra para descer.
[Dan] - Eu gostei muito do Seymour, ele foi muito atencioso conosco, mas eu que não vou ajudá-lo a enviar um presente ao Rei Tibianus. - disse Dan enquanto descia as escadas - Aquele nobre ainda pretende reconquistar a minha cidade.
[Menga] - Você é de Carlin, não é? Eu tinha me esquecido. Mas depois do que aconteceu com a Legião de Sangue, acho difícil algum Rei de Thais mandar tropas novamente para aquela região.
[Dan] - O que aconteceu com a Legião de Sangue? - perguntou Dan, que em seguida resolveu adiar a conversa - Bem, depois você me conta, agora temos que procurar a Amber.
Logo que chegaram no andar de baixo, eles começaram a olhar ao redor, Dan viu umas cortinas em um quarto próximo, e entre elas, ele enxergou algumas camas, "ali deve ser o dormitório", pensou. Ele virou-se para falar com Megan, mas a menina tinha indo em direção a um baú, ela o abriu e pegou um caderno.
[Dan] – Venha Megan, eu achei o dormitório.
A menina foi o seguindo enquanto guardava o caderno na sua bolsa.
Dan abriu as cortinas com as mãos e entrou no dormitório.
Lá estava uma menina de cabelo castanho, usando um vestido vermelho. Dan a viu retirar uma mochila também vermelha das costas e colocar ao lado de uma cama, quando ela se virou na direção da saída, viu os jovens. Dan logo se aproximou e começou a falar.
[Dan] - Olá, você deve ser a Amber, estou certo?
[Amber] - Sim. Sou eu sim. E vocês quem são?
[Dan] - Eu sou Dan, da cidade de Carlin. Essa é a Megan e ela é... - Dan fez um silêncio tentando se lembrar de onde ela era.
[Megan] - Sou da cidade de Venore - disse a menina antes que o jovem se tocasse de que não sabia de qual cidade ela veio.
[Dan] - Isso, Venore! - disse fingindo ter apenas esquecido o nome da cidade - Nós queremos saber se foi você que escreveu esse livro.
Dan pegou o livro em sua sacola e mostrou para Amber, que leu o título "Minhas Viagens".
[Amber] - Sim, fui eu sim. Curioso, ontem mesmo um jovem me perguntou sobre esse livro.
[Dan] - Isso! Foi o meu amigo Lignuns! Ele está desaparecido! Eu preciso saber de tudo que vocês conversaram antes dele sair daqui!
[Amber] - Bem, ele também me perguntou se fui eu que escrevi esse livro e eu disse que sim. Então ele me perguntou se eu sabia linguagem Orc, eu disse para ele que eu fui capturada pelos orcs e aprendi algumas palavras, apenas "sim", "não" e outras bem básicas. Então, eu lhe ensinei ainda algumas palavras, mas parece que ele não estava apenas interessado nisso.
[Dan] - Por que você acha isso?
[Amber] - Bem, ele me perguntou se eu teria alguma arma capaz de ferir os Orcs. Então eu lhe contei que deixei a minha espada em um arbusto ao lado do meu diário, perto de onde eu deixei a balsa que me trouxe para a ilha. Eu até pretendia ir lá pegar a espada de volta, mas desisti. Então eu disse a ele que se a encontrasse, poderia ficar com ela.
[Dan] - E então ele foi buscá-la?
[Amber] - Isso, ele foi procurar a minha espada.
[Dan] - Ah, sim. Obrigado. Mas onde você deixou a sua balsa?
[Amber] - Ah, claro. Ela está na costa sudeste, no lado leste da ilha. Eu acho que eu contei isso ao Lignuns também. Após atravessar a ponte norte da ilha, indo na direção sudoeste, haverá uma cadeia de montanhas e depois uma floresta, habitada por diversas aranhas, assim que vocês atravessarem a floresta, vocês verão a minha balsa.
O jovem lembrou-se que Cipfired havia dito que Lignuns desapareceu quando estava no lado leste da ilha. Ao ouvir Amber dizer que mandou seu amigo para o lado leste, Dan ficou com mais esperanças de encontrar o seu amigo.
[Megan] - Amber, você poderia me apontar no Mapa, onde exatamente está a sua balsa? – disse, interrompendo a conversa.
Amber olhou para o Mapa que a menina estava lhe estendendo e apontou um local.
[Megan] - Obrigada!
[Amber] - Não foi nada. Essa floresta no caminho é muito perigosa, é preciso ter cuidado lá, eu disse isso ao amigo de vocês, mas ele disse para eu não me preocupar e parecia bem confiante.
[Dan] - Bem, mais uma vez obrigado Amber. - em seguida ele se dirigiu a Megan - Vamos lá procurar a balsa?
[Megan] - Agora? - a menina falou bem baixinho com medo da reação de Dan.
[Amber] - Megan está certa! Já é noite. Vocês não podem se aventurar fora das muralhas durante a madrugada. - Ela olhou para as camas vazias e concluiu - se quiserem, podem passar a noite aqui.
[Dan] - Pode ser, mas temos que avisar ao Cipfried.
[Amber] - Não se preocupe, a essa altura ele já deve saber que vocês vão dormir aqui.
[Dan] - Tudo bem, vamos dormir aqui.
[Amber] - Ótimo! Escolham a cama que quiserem!
Cada um se dirigiu a uma cama. Eles colocaram suas coisas ao lado e já iam deitar, mas a aventureira lembrou-se de algo.
[Amber] - Posso lhes pedir uma coisa?
[Dan] - Mas é claro que você pode, nós até gostaríamos de retribuir pela sua ajuda.
[Amber] - Pois bem, se por acaso encontrarem meu diário, eu gostaria de tê-lo de volta.
[Dan] - Pode deixar! Nós vamos trazer o seu diário!
Assim, todos foram dormir.
Antes de pegar no sono, Dan ficou imaginando se seu amigo teria se arriscado de mais ao ir atrás daquela espada. Ele lembrou que Lignuns sempre foi cauteloso, mas a única coisa que deixava ele impaciente era a sua vontade de derrotar alguns Orcs. Dan se lembrou das palavras de Amber, "Ele parecia bem confiante", e assim ficou mais tranquilo, "ele deve ter bolado algum plano", pensou Dan antes de pegar no sono.
Naquela noite, Dan sonhou com o cavaleiro de armadura vermelha que aparentava ter uns quarenta anos e dizia "ajude a sua mãe". Dessa vez, o jovem reparou que o cavaleiro não se movia durante os sonhos, ele ficava parado segurando sua espada e seu escudo, nem a sua boca se mexia enquanto ele falava, aparentemente, o cavaleiro conversava com o jovem por telepatia.
Quando Dan acordou, viu Megan lendo um livro e fazendo anotações em seu caderno. Outros livros estavam espalhados pela cama da menina, indicando que ela já havia acordado há algumas horas.
O jovem se sentou e começou a arrumar suas coisas. Ao vê-lo, a menina começou a juntar as suas coisas. Quando Dan ficou pronto, notou que Amber não estava mais no dormitório.
[Dan] - Você sabe onde a Amber foi?
[Megan] - Ela acordou um pouco antes de você e disse que tinha um lugar para explorar.
[Dan] - Tudo bem - disse Dan enquanto amarrava sua sacola na cintura - Vamos então?
[Megan] - Vamos sim - disse a menina enquanto tentava arrumar as suas coisas mais rapidamente.
Com pressa, Dan saiu do dormitório, Megan jogou na sua sacola as coisas que ainda estavam espalhadas e o seguiu.
Ao saírem da Academia, eles encontraram o centro da cidade bem movimentado, como era normal pelas manhãs. Enquanto passavam pelos aventureiros, Dan viu alguém que ele realmente precisava falar.
[Dan] - Espere aqui, Megan. Eu já volto.
Devagar, ele se aproximou do sapateiro, que como sempre, estava escrevendo algo com sua pena.
Ao perceber uma sombra sobre o pergaminho, o Senhor das Botas levantou a cabeça para ver quem estava ali.
[Senhor das Botas] - Se você tentar alguma coisa novamente, eu terei que lhe ferir.
[Dan] - Eu queria lhe pedir desculpa. - disse o jovem, bastante arrependido.
[Senhor das Botas] – Então tudo bem, prossiga.
[Dan] - Eu estava muito desesperado, por culpa minha meu amigo desapareceu. Eu não consegui aguentar aquilo e fiz besteira. Peço, humildemente, que me perdoe.
[Senhor das Botas] - Vou lhe perdoar, mas apenas porque eu sei o que você está passando. Certa vez, um amigo meu me chamou para explorar o subsolo de Thais, ele acreditava que lá existia uma antiga cidade dos Minotauros. Eu não quis acompanhá-lo. Ele foi sozinho e jamais retornou. Até hoje me culpo por isso. - ele fez uma pequena pausa - e foi apenas por isso que eu não lhe retribuí aquele soco.
[Dan] - Sinto muito pelo seu amigo. Espero que um dia você o encontre.
[Senhor das Botas] - Eu não tenho mais esperanças. Mas você ainda tem grandes chances. Trate de ir logo procurar o seu amigo.
[Dan] - Tudo bem, mais uma vez, desculpe-me pelo soco. E muito obrigado pela ajuda.
[Senhor das Botas] - Não foi nada.
Dan se despediu do sapateiro e foi para junto de Megan.
[Dan] - Pronto, vamos!
Assim, os dois seguiram rumo à ponte norte da cidade. Eles haviam feito tudo que podiam na cidade, agora era preciso sair e se arriscar fora das muralhas, na esperança de encontrar Lignuns.