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Tópico: Assassino : O desejo mortal

  1. #1
    Avatar de Trolie
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    Padrão Assassino : O desejo mortal

    Assassino : O desejo mortal


    Prefacio

    Ja passava das 2 horas da matina. A cidade de Domania, permanecia em plena quietude mergulhada na escuridão da noite. O unico barulho das redondezas era uma coruja que voava de telhado em telhado, pernoitando como uma coruja sempre faz.

    Pois era dentro da casa dos Freires que podia se ouvir alguns ruidos. No porão Dario Freires levava chicotadas violentas de seu padrasto, Yuri Freires vulgo Carniceiro. Dario ja havia completado os seus longos 17 anos de vida, e agora estava amargurando a dor das chicotadas. Não havia feito absolutamente nada, mas como de costume ... seu padrasto toda noite o amarrava em umas das 12 vigas do porão e lhe dava de 20 a 30 chibatadas. Após sofrer, ainda tinha de permanecer ali a noite respirando aquele ar de mofo e sentindo os ratos subirem as suas pernas ja inteiras sujas de sangues que escorriam de seu peito todo machucado.Mas para entender essa história teremos de voltar um pouco no tempo, quando Dario havia nascido.

    Era uma tarde chuvosa, os pingos de chuva batiam na janela, tão fortemente que abafavam os gritos de sua Mãe, Maria Freires. Conforme a chuva ia amansando, Maria ia dando a luz a seu filho. Pois assim em 20 de junho de 1678, nascia Dario Freires. Seu pai legitimo, havia fugido com medo de assumir as responsabilidades, pois tinha uma segunda familia e isso certamente não seria aceito.

    Mas sua mãe com o tempo foi conhecendo novos amores, desta vez mais sinceros e que pareciam calmos e confiaveis. Casou-se então com Yuri, quando Dario tinha ainda 9 anos. Passaram-se então 4 anos desde o casamento, e estavam todos na praia, comemorando o ano que estava para chegar. Foi quando em cima dos rochedos Maria escorregou em uma pedra mais lisa e caiu. Dario não tinha reação alguma e por isso não conseguira salvar sua mãe. Pois bem, Yuri nunca havia de lhe perdoar por isso, foi quando o agarrou a força e começou a dar as seções de Chibatadas.

    Começava então o triste destino de Dario Freires.

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  2. #2
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    Está horrível para uma introdução,pois simplesmente não introduz,te joga o texto

    Tenta melhorar esses detalhes que você tenta por,pois em algumas partes eles ficam até ilógicos.Veja:

    sentindo os ratos subirem as suas pernas ja inteiras sujas de sangues que escorriam de seu peito todo machucado

  3. #3
    Banido Avatar de Caboom
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    Citação Postado originalmente por Guardian of Muritanya
    Está horrível para uma introdução,pois simplesmente não introduz,te joga o texto
    Concordo ^^"
    De qualquer forma, isso pode ser facilmente alterado surpreendendo o leitor.
    O mundo que se passa o texto seria a realidade, correto?
    Onde fica essa Domania (Estado/Província)?

  4. #4
    Avatar de Trolie
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    Capitulo 1 - Visita Inesperada.

    A noite de sabado havia acabado, e agora os raios de sol acordavam Yuri para um novo dia. Como sempre, Dario estava preso no porão, todo ensanguentado. Yuri só lhe soltava após o café, pois assim não tinha de ter de lhe dar a comida.

    Pois foi bem nessa manhã de domingo, que alguem tocou a porta. Era Thiago, o amigo de Yuri, infelizmente ele tinha de recebê-lo e torcer para que Dario ainda desmaiado não acordasse e começasse a urrar de raiva e de dor. Era um risco a correr, mas afinal o garoto não ousaria lhe enfrentar. O garoto sabia que se gritasse iria apanhar muito mais do que o costume.

    Pois enquanto Yuri e Thiago conversavam na cozinha, Dario acordava lentamente sentindo a dor dos ratos que lhe mordiam as pernas. E foi quando ouviu uma voz que não era comum na casa, poderia ser a sua grande chance ... estava cansado de apanhar. Alguem poderia ajuda-lo, mesmo sem saber quem era este alguem. Começou a gritar repentinamente por socorro, foi quando Yuri se assustou e engoliu em seco. Mas Thiago parecia não dar bola para o barulho, talvez tenha achado que era apenas algum louco na rua.

    Não demorou muito para que ele fosse embora e Yuri desceu como um furacão até o porão, pensando em qual punição iria dar para o "moleque".

    - Você esta louco ??? Quer apanhar mais ??? - Urrava Yuri enquanto batia fortemente em Dario. Dario não suportando toda sua raiva, conseguiu arrebentar as cordas velhas e ja roidas pelos ratos. Agarrou um pedaço de lasca de madeira no chão e começou a furar Yuri. Descontava toda a sua raiva guardada durante anos. Não conseguia mais parar e batia cada vez mais forte em Yuri ja caido. A cabeça de Yuri era agora uma simples mancha de sangue, finalmente então ele podia ver seu padrasto morto.

    Era o primeiro, havia se tornado um sanguinario agora. Mas um sanguinario inexperiente ... não sabia o que seria de sua vida agora. O instinto criminal havia se liberado, e finalmente ele conseguira matar a pessoa que mais odiara por todos os anos da sua vida. Preucupava-se agora em apagar as evidencias, arranjou o velho alcool que seu padrasto guardava e espalhou pelo porão e encheu o corpo de Yuri de alcool. Com um simples fósforo começou a incendiar a casa. Saiu de casa andando calmamente como se nada houvesse acontecido. Seguia seu caminho agora, a vida de um assassino havia começado ...
    Última edição por Trolie; 10-01-2006 às 23:34.
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  5. #5
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    Talking

    nussa ta bem legal em...
    mais a cabeça do padastro explodiu ,sumiu ou algo assim?




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    Citação Postado originalmente por mestre do yellow Ver Post
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  6. #6
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    Padrão Ta bem legal

    + me diz uma coisa o pivete pegou uma lasca de madera de onde o.O?:confused:

    ok me diz isso e melhora um pouco a parte do assasino sanguinário porque ele naum vira um serial killer por tais pessoas com tal porte físico ou com todos os yuris? ok flws

  7. #7
    Avatar de Trolie
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    Capitulo 2 - Gosto de Sangue

    Dario saindo de casa e caminhando todo ensaguentado pela rua esbarrou numa viva alma que por ali caminhava.

    - QUAL SEU PROBLEMA INDIGENTE - Gritou o homem cuja cara era ocultada pela capa preta.

    O Desejo de espalhar ódio subiu a cabeça de Dario. Continuou o caminmho como se nada tivesse acontecido, mas quando virou a esquina viu o ódio tomar conta de si e uma vontade estranha de morte. Observou o homem que seguia ao longo da rua. Ninguem podia gritar assim com ele, era presciso ver sangue para ter respeito. Seguiu-o então até a sua casa, ao ve-lo fechar a porta decidiu entrar na casa e agir.

    Mas repentinamente um grito ecoava pelas ruas de Domania. Facilmente decifrado como :

    - Yuri Freires foi assassinado !

    Fora descoberto ! Não dava tempo de assassinar o rapaz de capa preta. Virou-se e rapidamente correu em direção ao bosque que havia na saida leste da cidade. Teria de se esconder para não ser achado. A essa altura o sol subia a sua cabeça, chegava o meio-dia. Mas teria de passar pelo menos a tarde ali até que o povo se recuperasse do trauma de ver seu padrasto assassinado. Foi quando teve uma idéia maravilhosa, bastava fingir que nada acontecera e seria inocentado.

    Se lavou no riacho que cruzava o bosque para tirar as manchas de sangue. E seguiu em direção a sua casa. A cidade toda estava la, o médico agora diagnosticava o corpo de seu padrasto e as mulheres olhavam para o corpo com os olhos parecendo lua cheia , certamente arregalados. Ajoelhou-se e começou a chorar, certamente uma boa atuação que arrecadou uns carinhos e mexiricos por todas as fofoqueiras. Acompanhou o corpo até o cimitério e falsamente com um riso no rosto se despediu do caixão com aquele pouquinho de alegria florescendo.

    Reparou que o rapaz de capuz preto estava la tambem. E para o seu maior ele tambem o percebera e começara a falar para todos :

    - Eu vi aquele garoto todo sujo de vermelho !

    Mas para sorte de Dario o povo parecia não lhe ouvir, imaginando absurda a hipótese de o próprio filho ter assassinado o padrasto. Aquilo não acontecia na pacata cidade de Domania. Sem muita ação o homem de capuz de retirou do funeral e caminhou rapidamente até sua casa. A vingança agora estava decretada , bastava arranjar a arma do crime ...

    Caminhou de novo para o bosque desta vez em direção ao campo dos lenhadores e se encarregou de roubar uma machadinha que estava encostada ao pé de um grande Carvalho. Seguiu de novo para a casa do individuo, desta vez pode ler na caixa de correio ... "Jorge Silva". Abriu a porta vagarosamente para não provocar ruidos e entrou na casa. Seguiu em direção a cozinha e ouviu alguns rugidos, que indicavam que ele vinha descendo a escada.

    Se escondeu atras da grande porta de madeira da cozinha e levantou o seu braço esperando para dar o ataque. Conforme o som de passo se aproximava, Dario suava frio, sua barriga fria igual ao seu sangue de assassino. E os passos se tornavam cada vez mais próximos. APARECEU, finalmente na cozinha, estava de costas hora do ataque, tudo perfeito ... uma morte bem sofrida e pelas costas. Levantou seu braço, mirou na nuca e ...
    Última edição por Trolie; 19-01-2006 às 00:50.
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  8. #8
    Avatar de Jotinha
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    Lol...

    Hmmm... Trolie, gostaria de fazer uma pergunta: Como definiria a personagem principal (Dario)? Uma pessoal que faz o que faz porque sofreu abuso do padrasto, ou porque tem sérios problemas mentais?

    A verdade é que não consegui captar os sentimendos de Dario, nem senti pena quando a história dele foi contada, pra mim, a história se passa tão rápido que é impossível criar um vínculo com a personagem principal. No entanto admito que fiquei curioso com os acontecimentos que virão durante a história. So me resta aguardar!

    Jotinha

    19:31 GM Ryrik Danubia [2]: Good bye everyone, thanks for all of the great memories :-)

  9. #9
    Avatar de Trolie
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    Capitulo 3 - A Fuga

    Pah !

    Foi o som que o machado produziu na cabeça da vitima, que agora a dita cuja jorrava sangue e obviamente morto e sem movimento, ia cedendo e o corpo sem forças tombando para o lado, como apenas um pedaço de pau que acabava de ser quebrado. Pois foi quando o corpo caiu no chão, ele podia ver que tinha um menino que estava sendo ocultado pelo corpo, mas agora ja tombado ele havia sido revelado.

    Reparou em suas faces algumas gotas de lagrimas escorrendo desde os olhos até o chão e ao mesmo tempo os olhos iam ficando avermelhados, como alguem que esta prestes a perder a razão e começar a agir pela força. Dito e feito, o menino então partiu para cima de Dario repentinamente tentando desferir alguns socos contra o seu abdomen. Claro que não surtiram nenhum efeito, afinal era apenas uma criança que acabava de perder o pai, ou tio ... talvez até um padrasto. Foi o que fez Dario se lembrar de sua primeira vitima.

    Afastou um pouco a mão ja aberta e controlou a força batendo na cara do menino.

    - Corra e não volte mais aqui, va para bem longe! -

    Talvez não fosse um assassino tão frio como pensamos você não acha ? Mas tambem talvez fosse apenas mera coinscidencia, afinal ele não era do tipo que deixava as "vitimas" escaparem, apesar de ter acabado de entrar no ramo de sanguinarios. Queria Dario que o menino fosse menos esperto, pois sabia ele que logo logo ele voltaria com a familia ou com algum tipo de ajuda que pudesse prende-lo. Começou então a organizar tudo, carregou o corpo para fora, tirou-lhe as ropas e tratou de lavar todo o local do crime para que não fosse facilmente descoberto.

    Vasculhou algumas gavetas da casa até achar uma arma e alguns projéteis para a mesma. Agora era mais facil de matar, uma arma pelo que diziam tinha alto poder de fogo, guardou dentro de seu casaco e desceu para a cozinha, para decidir o fim que daria ao morto. Ja havia ficado um pouco demais no local, e decidiu ir embora antes que a tal ajuda chegasse, afinal ja fazia um bom tempo que o menino havia saido da casa. Foi quando ouviu o som da porta da frente se abrindo e um grito então se ecoou pelo saguão de entrada :

    - A policia esta aqui ... não se mova se estiver ai rapaz ! -

    Não dava tempo de esconder o corpo, teria de deixar a casa as pressas, enquanto os policiais tratavam de revistar a casa, abriu silenciosamente a porta que dava para o quintal e pulou o muro. Correu então por um pequeno bosque, este o qual dava em um lago, talvez pudesse escapar por ali, mas prescisava de um barco ou algo do tipo. Olhou para os lados a procura de uma salvação, e achou então um velho pescador e seu bote.

    - Meu senhor, pode me levar para a outra margem ? -
    - Sim meu jovem ... suba ! -

    E partiram então em direção a outra margem, era um grande lago e o dia estava nevoento, assim quanto mais se distanciavam , menos podiam ver a margem que se afastava aos poucos, fazendo assim a sua salvação da policia, que provavelmente ja devia estar perto das margens. Foi quando o mesmo grito do saguão surgiu no ar :

    - Garoto volte imediatamente e se entregue ! -

    O Pescador então viu suas faces ficarem brancas, e engoliu em seco. Com tanto medo parava de remar e puderam ver então a policia as margens do lago, uma imgem um pouco escondida atras das névoas. Não tinha jeito, ele não poderia deixar escapar mais uma testemunha e que provavelmente o seguraria ali no local até que a policia os alcançasse.

    Abriu o casaco, enfiou a mão a procura da velha arma que tinha achado. Acanhou-a e mirou na cara do pescador que agora rezava e dizia algumas palavras um pouco sem sentido, talvez pelo seu estado atual. Fechou os seus olhos para não ver a cena e apertou então o gatilho ...
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