Gostei do conto, impressionante como legiões de crianças e adolescentes crescem fazendo as mesmas coisas desde sempre.

Garr e Guuk devem ter feito as brincadeiras idênticas em suas cavernas quando aprendiam a desenhar mamutes nas paredes.

Engraçado que continua sendo interessante ler essas pequenas histórias do dia a dia.

Imagino que para uma professora que lecione há 20 anos não seja tão divertido ver esse roteiro se repetindo até o infinito.