Creio que o primeiro post chega a ser irritante para quem não compreende as referências e excertos do álbum. Baby-o, torre de câncer, estática, campo vazio, rei da glória, Coney Island... o quê? Citando Thom Yorke, parece que você está spitting nonsense, talking in tongues, assim como uma drunkk machine. E é incrível como o monólogo de Murray Ostril perde a maior parte do seu significado quando escrito.
Pulando para o Capítulo I da Parte II: ainda não sei se será uma constante, mas você levou o título a sério (ignorou aquele início triunfante e tornou literal o miolo caótico). Parece filme de suspense, você nem conhece aquelas pessoas e acompanha um momento tenso de suas vidas, daqueles em que alguns tentam aconselhar os personagens enquanto outros esperam a primeira burrice que os levará a morte. Por sinal, um final impactante foi tão esperado que ter deixado a questão em aberto parece ter sido boa escolha.
Admito que tive dificuldade para imaginar o ambiente como um todo, mas aí lembrei que sou caipira demais para estar familiarizado com aeroportos.
Enfim, ágætis byrjun, mas deixou esperando por mais, muito mais...
Eu não consigo parar de citar músicas e artistas.
Blaise Bailey Finnegan III, meu "personagem" preferido, não aparece nesse álbum. Pena.







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