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Tópico: :Monheim:

  1. #11

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    Whouw!!! Eu nunca ouvi essa banda, mas se as músicas forem tão boas quanto a sua história...

    Gostei bastante!! O texto está envolto numa atmosfera que me agrada muito. Sua escrita gera um suspense legal, e me deixou num clima apocaliptico.

    Muito bom =]

    Atente apenas para alguns errinhos de portugues. Algumas repetições e paronomásia.

    Abraços!

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  2. #12
    Avatar de Meltoh
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    Outro capítulo bom, achei alguns errinhos mas depois eu os aponto no msn.

    Esses capítulos tem um tom meio triste e melancólico, será que a música também é assim.

    Bom.. Sua história parece bem promissora, só que ainda não entendi muito o enredo dela.

    Desculpas pela demora do comentário. Esperando a continuação da história.
    Leia minha roleplay :Terras Distantes

  3. #13
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    Citação Postado originalmente por PokeFan Ver Post
    Whouw!!! Eu nunca ouvi essa banda, mas se as músicas forem tão boas quanto a sua história...

    Gostei bastante!! O texto está envolto numa atmosfera que me agrada muito. Sua escrita gera um suspense legal, e me deixou num clima apocaliptico.

    Muito bom =]

    Atente apenas para alguns errinhos de portugues. Algumas repetições e paronomásia.

    Abraços!
    Marcou um golaço quando disse clima apocalíptico, vocês estão chegando perto do enredo.

    Desculpe pelos errinhos, revisei poucas vezes. Mesma coisa para o Meltoh.

    Obrigado pelos comentários.

  4. #14
    Avatar de Ldm
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    Desculpe pela demora; em meio à tantos textos dos mais diferentes gêneros e autores, acabo esquecendo de alguns.

    O que mais me chamou atenção nos dois capítulos (nem comentarei sobre a primeira parte, não entendi porra nenhuma) foi o fato de eles não possuírem relação aparente.

    O primeiro capítulo foi bem escrito, e surpreendeu o leitor justamente por não possuir nada eletrizante ou macabro; a simplicidade, por si só, surpreendeu. Foi tão casual, e estranho ao mesmo tempo — estranheza esta causada próprio clima —, que chegou a assustar.

    As cenas foram muito bem criadas, com descrições consistentes e diálogos competentemente estruturados. Tive alguma dificuldade de entendimento no trecho da sala dos fios, mas nada que algumas releituras pudessem superar.

    Duvidavam da sua integridade, ficou muitos anos ali servindo de passatempo aos funcionários. Teve seus grandes momentos entre quedas e derramamentos de café.
    Considerei este trecho o melhor do primeiro capítulo. Foi tão bom que...

    Só sugiro você arrumar a primeira interjeição do texto (hei); embora seu texto possa ser baseado em um enredo americano (ou, no caso, canadense), acredito que um "ei" cairia melhor.

    Quanto ao segundo texto: também houve alguma confusão, desta vez com os nomes. A princípio, não consegui perceber que Trudy era uma mulher; podia jurar que era uma criança (masculina).

    E somente, SOMENTE, Deus pode permitir isso.
    Não me agrada quando os autores utilizam de caixa-alta para indicar uma fala acentuada ou um berro. Me parece um recurso mal-avaliado e soa infantil; não que você precise mudar, ou algo, só digo que não me agrada.

    Ela enfiou a outra mão na bolsa e sacou uma nota de cinqüenta dólares.
    Abro aqui um parêntese para perguntar-lhe: haveria alguma possibilidade de ter adaptado esta história para o Brasil? Digo, mudar os nomes, enfim, ambientá-la aqui; não por nada (mudar agora seria um equívoco), é só que noto nesta seção uma incrível relutância com personagens ou ambientes brasileiros. E, por fim, registro a minha surpresa de a mulher oferecer cem mangos para um velho.

    Observou que um pouco distante de onde estava dois seguranças haviam pego o velho pelos braços. O dono do mercado gritava palavras horríveis e apontava o dedo gordo para o inválido que nesse momento já não tinha mais forças para falar. Após uma calmaria, os dois seguranças arrastaram-no para fora. Trudy sentiu-se mais tranqüila, apesar de sentir mal pelo velho.
    Belíssimo e comovente; e real, ao mesmo tempo. O sentimento que Trudy sentiu foi impressionante, tamanha sua verossimilhança.

    – Ah, me desculpe. Distrai-me lendo a revista – respondeu, embora já tivesse percebido que era sua vez.
    Amei; e, por mais que grande parte dos leitores tenham julgado ela como falsa, hipócrita, enfim, este trecho foi tão real que me surpreendeu.

    Quanto ao desfecho, foi bastante impactante, embora não tão imprevisível. Acabei criando certa simpatia pela personagem.

    Quero ver quando estas histórias começarão a, de fato, fazer algum sentido. E, por favor, dê uma revisadinha nos textos. Seus erros são tão bobos... Olhe:

    homem sacou a lanterna e a coloco entre os dentes.
    Primeiro capítulo.

    O carinho foi posicionado atrás de uma fila com outros.
    Segundo capítulo.

    Até mais. E desculpe se o post saiu grande; adoro seus textos, dão aquele gostinho para comentar...

  5. #15
    Avatar de Emanoel
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    Bingo. Estava bem certo de que não leria uma continuação direta.

    Eu gostei do capítulo, mas achei meio mecânico, principalmente na primeira metade; deve ter sido culpa das referências previsíveis. Também fiquei com a impressão de que algumas informações foram simplesmente jogadas, desconexas, mas talvez seja imediatismo de minha parte (afinal ninguém pode adivinhar o que nos espera no próximo capítulo).

    Estranho ter muitas pausas (pontos) na pregação sendo que o texto é bem líquido. Por sinal, segue a peça que foi traduzida na parte do rádio, Chart #3, para os interessados que possuem três minutinhos...





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  6. #16
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    @Ldm, obrigado pelo comentário e vou tentar ficar ligado nos errinhos, eu devo ter revisado pouco. E sobre o "hei" vou ver se mudo isso depois, numa revisão geral ao fim da história. A princípio vou deixar assim.

    @Emanoel, concordo que o capítulo ficou meio mecânico, mas a tendência é ir ficando cada vez mais aberto a interpretações.

    Acho que revisei o suficiente esse aqui, se houver erros, me desculpem.

    Parte III
    Vá com Deus

    Capítulo 1 - Adormece


    – Murray vem cá ver esses postais.

    Uma criança chegou até o estandarte onde diversos postais estavam expostos. Tirou um com uma enorme roda gigante sob um píer de uma bela praia. A areia era branquinha. E havia ondas batendo contra os pilares. Sentiu uma sensação boa, que não sabia explicar. Talvez porque o passeio na roda tivesse sido ótimo ou talvez fora o dia na praia. Em Coney Island qualquer atividade tornava-se ótima. Ali era definitivamente o parque de diversões do mundo.

    O pai tomou o postal em suas mãos e o levou para a o vendedor. Murray seguindo os raios do sol saiu da lojinha de lembranças. Lá fora gaivotas voavam aos montes caçando peixes no mar. O barulho das ondas reinava. Uma brisa leve bateu contra seus loiros cabelos. Ele sentiu-se sonolento enquanto olhava duas meninas brincado com uma grande bola rosa.

    – Hei garoto, sabia que aqui é o melhor lugar do mundo? – disse uma voz grossa, mas enfraquecida. O garoto olhou para baixo e ao lado do degrau estava um velho de barbas prateadas. – Não a lugar como esse no mundo todo! Sabe, os visitantes costumam dormir na praia, é uma tradição.

    Murray levantou a cabeça e observou as pessoas dormindo na areia. Deitadas sobre cangas e esteiras de palha. Velhos, crianças, homens e mulheres. Percebeu também que algumas dessas mulheres tinham os seios a mostra, como se ninguém estivesse reparando.

    – Guarde isso na sua memória, criança. Conte para seus netos e filhos que não havia lugar como esse.

    O outro homem saiu da loja e eles voltaram para o hotel. Deviam ser quase seis horas e a noite começava a chegar. Os dois tomaram banho e se arrumaram. Quando eram sete e meia, pai e filho desceram para jantar no salão principal. Comeram rosbife, batatas coradas e na sobremesa uma deliciosa torta de limão. Depois subiram para seu quarto e assistiram televisão. Conversaram sobre a mãe de Murray e sobre o futuro. Seu pai caiu no sono entre uma frase e outra. Ele tinha sono, entretanto, não queria dormir ali. A idéia de dormir na praia o assustava e instigava. Então, quando teve certeza que seu pai dormia, saiu pela porta.

    Tomou cuidado para que ninguém o visse no hotel, afinal não deixariam uma criança andar por ai sozinha. Conseguiu passar pela porta da saída sem ser notado. Correu alucinadamente pela rua e chegou ao píer. Batendo os pés nus com cuidado pela madeira lisinha ele chegou a praia. Viu outras dezenas de pessoas deitadas, estavam todas nuas. A lua no horizonte prateava o corpo delas e seu reflexo sobre o mar aumentara seu sono.

    Hipnotizado por todo aquele clima, Murray foi andando pela praia. Atrás de si apenas suas pegadas e o vento do oeste, limpo e calmo. Ele desviou de diversos peitos e cabeças, até por fim chegar a um local onde ninguém deitara. Tirou suas roupas e as jogou no chão. Foi ao encontro das ondas, não dando a mínima para o frio que fazia. Seu corpo rapidamente se tornou febril e o sono tomava conta de si. Voltou para a areia e deitou-se. Tomou a camiseta nas mãos e secou o rosto molhado.

    Pensou em muitas coisas, ao menos para uma criança, ali. Viu o futuro e passado se encontrarem e decidiu sobre assuntos impróprios para um garoto da sua idade. Esse era o efeito da praia de Coney Island.

    Por fim, o sono tomou conta dele. Adormeceu serenamente. Por horas dormiu, com o vento sempre o acariciando. A areia não irritava, como de outras praias. E o frio era confortante como chama. Aquele lugar era perfeito.

    – Meu Deus, Murray! Ai está você. Você me deu um susto e tanto, garoto.

  7. #17
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    Achei o capítulo mais fraco até agora; não que esteja ruim, mas pelo que já foi apresentado...

    Seu texto foi cheio de peculiaridades negativas e comportamentos anormais; o que "Static" teve de verossímil, este teve de estranho; não digo inverossímil, porque até agora parecem contos separados e totalmente independentes.

    Já imaginava que o capítulo decorreria em uma praia, mas tudo soou um pouco forçado; as frases, em sua maioria, foram cortadas abruptamente e ficaram bastante secas.

    E o enredo por si só ficou estranho, porque não houve muita interação entre os personagens, nem tampouco com o leitor; os diálogos pouco demonstraram emoção e soaram deselegantes e mecânicos. De fato, os personagens não me convenceram.

    E, cá entre nós, a praia exalava mais um furor erótico do que outra coisa; inclusive o próprio narrador refere-se aos pensamentos do personagem como "impróprios para sua idade".

    Tudo decorreu com excesso de velocidade, com passagens e vislumbres rápidos e pouca descrição; parecia que o narrador apressava-se cada vez mais para acabar este trecho da história; ou então que o personagem queria muito dormir na praia. Qualquer que seja o caso, velocidade demais nunca é agradável para o leitor; se o objetivo era este mesmo, então tudo bem, mas o capítulo soou rápido, grosso e despido de emoções — uma combinação perigosa.

    As atitudes do personagem também deixam o leitor na dúvida. Não há margem para afirmar o que ele faria ou não, mas uma criança, astuta o suficiente para sair de um hotel, tomar um banho de mar, no frio, de noite, e dormir na praia, é estranha.

    – Murray vem cá ver esses postais.
    Após o vocativo seria necessário o uso da vírgula.

    Não a lugar como esse no mundo todo!
    Pelo contexto apresentado, o correto seria "há", do verbo haver.

    Ai está você.
    Esse "ai" seria acentuado, creio eu.

    Aguardo pelo comentário de Emanoel outras pessoas. Quando se trata de uma obra baseada em outra, principalmente esta, que se baseia em um álbum bastante complexo e conceituado, podem haver erros gritantes acerca da interpretação.

    E detalhe para o climinha erótico-elegante. Achei elegante mesmo, parabéns.

  8. #18
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    Texto bem escrito e tal. Só que ainda continuo sem entender o objetivo dessa história, talvez seja pelo motivo de não ter escutado as músicas as quais os textos se referem.

    Achei o capitulo curto em relação aos outros.

    Desculpe o comentário curto, é que como disse, ainda não entendi o objetivo da história.
    Leia minha roleplay :Terras Distantes

  9. #19
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    Demorei. Tinha lido assim que foi postado, tipo alguns minutos depois, mas me enrolei todo e esqueci de comentar.

    Eu não tenho muito a escrever por estar de acordo com o Lucas. Mais do que tudo, não gostei da interpretação, da maneira como a música foi adaptada, enfim, algo bem pessoal. Some isso ao fator previsibilidade (também encontrado no capítulo "Estática") e você entende qual é o meu problema com essa parte da história.

    Espero pelo final.
    Última edição por Emanoel; 09-04-2010 às 23:23.

  10. #20

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    Olá!

    Li somente agora, desculpe a demora.

    Eu achei legal o capítulo. As vezes é bom dar uma quebrada no clima apocaliptico e suavizar a leitura. Acho que esse capítulo serviu para isso. Mas não teve nada de muito especial.
    A impressão que eu tive é que a praia tem alguma coisa estraha, ou estranho mesmo é o garoto?

    Quero ver como essas histórias vão ter ligação, se é que vão ter ligação =P


    Abraços!

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