Oi, como vao todos? eu estou muito feliz e vou postar o ep. 8 la vou eeeu ^^'
Tema de abertura: Yui - Daydreamer
Link da musica: http://pt.fooooo.com/watch.php?id=31...874b4eabdcca1f
Tema de encerramento: ikimonogakari - Planetarium
No episódio anterior: Ana enfrenta uma de suas mais duras batalhas, recuperando a chave e sua alto-estima, quando o oráculo finalmente fala com ela.
Episódio oito: Verdades Mentirosas
Logo que todos foram para o templo curar os ferimentos de Ana e Valac, Ana havia saído correndo em direção à academia de Rookgaard. Porém, ela havia retornado com muita felicidade e quase não ligou para a cena de Valac e Sailan. Enquanto Cipfried usava seus poderes místicos para curar seus ferimentos, Ana foi contando mais detalhes a todos, deixando seus amigos sem reação.
Talita: Você disse “mestre”? – Disse Talita com muito espanto.
Ana: Sim Talita. Quando eu estava lutando contra o Minotauro, eu ouvi claramente ele dizendo: “Matarei vocês em nome do meu mestre”
Sailan que não saía de perto de Valac perguntou: O que isso quer dizer Talita?
Talita: Significa que nosso inimigo é muito maior do que pensávamos. Se Ana estiver certa quanto ao que o Minotauro disse, estamos enfrentando um grande clã, se não for o maior de Rookgaard!
Sadu: Clã? – perguntou com espanto? Como assim? Quer dizer que estamos diante de uma organização de monstros?
Talita respondeu friamente: creio que sim Sadu.
Todos ficaram se olhando com um ar espantoso, como se estivessem encurralados. O clima começou a ficar tenso.
Enquanto isso, dentro de um imenso salão dentro de uma caverna próxima da que Ana lutou, vemos diversos minotauros, mais fracos que aquele anterior, fazendo veneração ao seu líder em Rookgaard, que apenas aparecia sua silhueta, porém pelos chifres era notório que se tratava de outro minotauro. Ele se ergueu de seu trono dourado com acolchoamento vermelho cheio de ornamentos que assemelhavam com chifres e falou em voz alta: Meus caros súditos, amigos, companheiros de luta. Eu tive uma visão. Um de nossos melhores guerreiros foi assassinado por uma humana!
Todos os minos ficaram raivosos e gritavam muito. O líder falou novamente: ele se sacrificou tentando nos entregar uma das armas que usaríamos para destruir Rookgaard, nos levar até Mintwallin e trazer nossos mais poderosos aliados de volta a vida. Mas sua morte não será em vão! Temos um plano “B”!
dizendo isso ele ergue uma das chaves de Tíbiasúla. Ela era dourada e possuía uma medalha com um símbolo que modificava com o mover de sua mão. “com o poder dessa chave combinado com os meus, seremos imbatíveis!!!” todos os minotauros começaram a gritar venerando seu líder com muito entusiasmo.
Depois do incidente com o Minotauro, as coisas voltaram ao normal, a não ser pelos desaparecimentos estranhos e as mortes súbitas que veem ocorrendo em toda ilha. Passando-se um mês e meio, o céu voltou a sua cor original, a água do mar tornou-se calma novamente e nenhuma anormalidade ocorreu ainda além dos incidentes acima citados. As pessoas associam as mortes devido a uma doença misteriosa que não possui sintomas nem cura e aos desaparecimentos a um possível assassino à solta. Sadu e Ana estavam saindo de casa para trabalhar entregando fretes para clientes de seu pai. Eles conversam todo o caminho.
Sadu: Ana, você percebeu que as coisas, aos poucos estão voltando ao normal?
Ana: isso não é verdade Sadu. Nem tudo melhorou. – interrompeu Sadu com um ar de seriedade. Nesse momento, eles passam por um garoto que vendia o jornal que circulava pela cidade Rooker: O Diário de Rookgaard. Sadu compra um exemplar e começa a ler em voz alta:
‘Os incidentes ocorridos ultimamente, segundo o comerciante e protetor das ditas: “chaves de Tibiasúla” All Dee, afirma que não há como ter envolvimento com os objetos citados, pois quando uma chave adormecida acorda, as demais brilham intensamente, alarmando o povo, coisa que não aconteceu e bla bla bla...’
Ana: realmente, isso não aconteceu, portanto, não se trata de uma chave, mas ainda sim temos que investigar.
Sadu: Tem razão. Não podemos ficar de braços cruzados se o causador dessas mortes for uma pessoa.
Mais tarde naquele dia, todos se reuniram como de costume na campina da floresta – norte para mais um dia de treinamento. Todos já estavam bem desenvolvidos. Sadu treinava com sua irmã. Sadu conseguia controlar sua energia de maneira exepcional, mesmo assim, se cansava rapidamente devido a barreira mística que rodeava Rookaard há milhares de anos. Ana também fazia o mesmo, mas sempre que tentava manifestar sua energia para repetir o feito da espada de gelo, se desconcentrava quando via Valac e Sailan se abraçando no pretexto de tentar ensinar a garota que, notoriamente, não possuía o menor talento para o arco e flecha, a manusear o armamento. Mesmo assim, os gêmeos lutavam de igual a igual. Sofia apenas assistia o treinamento e ficava sentada desenhando Spellfire treinando com Tálita. Seus movimentos eram precisos e rígidos, e a amazona revidava com golpes sutis, leves e extremamente rápidos. Spellfire lançou uma sequência de golpes muito fortes que fez Tálita recuar, mas a amazona virou de ponta-cabeça e rodopiou fazendo uma espécie de hélice com suas pernas derrubando o seu oponente de maneira implacável.
Spellfire: Porcaria! Eu acho que nunca vou vencer você!
Tálita: Não diga isso! – estendendo sua mão para levantar seu cansado aluno ela prosseguiu a falar: você esta cada dia melhor conseguiu até me golpear! Esteja de parabéns.
Arta estava mais afastado dos outros. Estava fazendo meditação a pedido da sua mestra para poder aprender a se concentrar, pois ainda atacava por impulso e instinto sem parar para pensar, mas se distraiu quando viu uma planta muito bonita de folhas ovais e bordas pontiagudas com flores tubulares brancas e outras violetas. Embora seu cheiro não o agradasse, a beleza era de espantar seus olhos. Imediatamente, pegou um ramo e guardou embaixo da camisa. Nesse momento. Sailan dispara uma flecha acidental que passa por todos e foi bem em direção a Arta que estava de costas. Por sua vez ele havia fechado os olhos por se sentir tonto, quando viu claramente a flecha se aproximando mesmo estando de olhos fechados e de costas. Imediatamente ele se esquivou para a esquerda e agarrou a flecha com extrema precisão. Arta abre os olhos e enxerga o que seu vocabulário não consegue descrever. Ele avista o céu muito avermelhado com nuvens que parecem pegar fogo, raios caem sem parar e o chão seco, sem vegetação como se fosse uma caatinga. A visão dura apenas segundos e ele cai ao chão em estado de choque. Todos correm para ajudá-lo.
Sailan: Arta me perdoe por favor! Eu sou tão desastrada mil perdões, mil perdões!!! – disse Sailan desesperada por quase ter matado seu amigo. Porem ele mal prestou atenção por estar em trauma.
Sadu: Arta diga algo por favor! Você se machucou?
Arta apenas soluçava e gaguejava, mas conseguiu manter a calma e dizer algo:
- Eu vi o céu pegando fogo! E o chão estava seco como um deserto!
Ana: Arta, você quase foi atingido ou a flecha acertou sua cabeça? Está vendo coisas – disse de maneira cômica.
Arta retrucou: Eu tenho certeza do que eu vi Ana!
Spellfire: Por favor Ana! Não vê que ele esta em estado de choque? Vamos levá-lo até sua casa.
E foi assim. Eles levaram Arta até sua casa, que não era muito longe da de Sadu, Ana, Spellfire e sua hóspede Hunter Sofia
Arta já deitado em sua cama em sua casa, mas não conseguia dormir. Acendeu uma vela e começou a ler o jornal que Sadu havia comprado, que Arta pegou para ler mais tarde naquele dia, pegou sua plantinha, pois havia pego uma afeição por ela, quando voltou a ler a matéria jornalística que seu amigo estava lendo: ‘Os incidentes ocorridos ultimamente, segundo o comerciante e protetor das ditas: chaves de Tibiasúla” Zefenazar All Dee, afirma que não há como ter envolvimento com os objetos citados, pois quando uma chave adormecida acorda, as demais brilham intensamente, alarmando o povo, coisa que não aconteceu e bla bla bla... desaparecimentos foram de maior ocorrência na parte sul da cidade, onde um terço da população da região desaparecera misteriosamente. O lugar já foi isolado e esta sob investigação da coroa Rooker.’
Arta para a leitura e pensa: humm... a parte sul hein? Acho melhor eu dar uma conferida para ver se encontro algo de errado.
No dia seguinte, Arta se levanta cedo, mas ele irá faltar o treino, pois decidira investigar sobre sua estranha visão e saber se era mesmo real. Pegou sua plantinha da sorte e se dirigiu até a parte sul da cidade em que estava interditada. Não havia nada de estranho por lá ele passou pelo bloqueio e continuou a andar pensando: Que estranho? Aqui está muito calmo e muito normal também. Mas seus sentidos se aguçam e ele cai em algum buraco. De repente ele vê a mesma visão: os céus em chamas e o chão estava aberto em uma gigantesca cratera com magma que tomava a forma de pessoas como se fosse mágica, onde ele quase caiu se ele não tivesse visto. Com muito espanto ele grita: Não e possível! Não foi uma visão, ISSO É REAL!!!
Arta se levanta e a visão se encerra. Ele corre desesperadamente para a casa de All Dee para contar o que viu e encontrou todos adentro Menos Sailan.
Tálita: Porque faltou ao treino Arta? Acaso quer fugir da responsabilidade?
Arta respondeu: Não Tálita, eu apenas fui a parte sul de Rookgaard para investigar minha visão.
Sofia: Ficou louco? Sabe que aquele lugar se tornou perigoso! – disse com espanto e raiva.
All: Você se arriscou demais indo para aquele lugar sabia disso?
Arta: Eu sei, mas eu descobri que as visões eram reais! Eu tenho que ver se as chaves estão brilhando!
Arta subiu correndo as escadas até o quarto onde as chaves estavam.
Sadu: Arta pare com isso! Céus avermelhados? Chão seco? Eu li os manuscritos de Hunter Deltan e vi que não há chave alguma que faca tal coisa!
Arta: eu sei que estou certo!
Arta corre e entra no quarto onde as chaves estão depositadas. Mas para sua surpresa, elas não estavam brilhando.
Arta: mas não pode ser! Eu sei que o que vi foi verdade, mas por que as chaves não estão brilhando? Por que?
Arta fica tonto e cai ao chão. Horas depois ele acorda na cama de Spellfire descamisado e sem bandana, com uma toalha levemente molhada e aquecida em sua cabeça. Estavam dentro do quarto Sadu, Ana, Tálita e Sofia.
Ana: Finalmente acordou hein! Deu-nos um baita susto.
Arta: puxa vida! Que dor de cabeça! Estou meio tonto!
Tálita: Arta, o que fazia com isto? – disse com muita raiva e segurando, usando luvas, a planta que ele guardara embaixo da camisa.
Arta: minha plantinha da sorte, por que a pergunta?
Tálita: porque a sua “plantinha da sorte” foi o que causou seu descontrole!
Arta: Eu não entendi. O que quer dizer?
Sofia: essa planta possui veneno Arta.
Tálita: Mais precisamente: Datura Stramonium é uma planta que possui um veneno super poderoso de efeito alucinógeno. Deve ter sido isso a causa de suas visões, pois elas se assemelham bastante com as alucinações visuais e sensoriais que a atropina, toxina que nela possui, causa na vitima.
Arta: mas, mas, eu juro! Foi muito real
Ana: eu sei, eu sei. Agora descanse.
Arta perplexo diz: mas foi tão real! Mas será que foi verdade? <gritando>AAAAAAAAAAHHHHH!!! Eu nem sei se posso acreditar em mim mesmo!!!
Depois de gritar, Arta Cai novamente em sono profundo.
No próximo episodio:
Mentiras Verdadeiras?
Link da música: http://www.youtube.com/watch?v=oblurzno90c
Curiosidades:
Datura stramoniun (estramónio ou figueira-do-inferno) A Datura Stramonium (estramonio ou figueira do inferno) e uma planta nativa da América do Norte Todas as partes da planta contêm quantidades significativas de atropina , escopolamina e compostos relacionados . As espécies ''datura'' foram usadas em rituais nativos americanos. Um incidente ocorrido em Jamestown,Virginia,originou o seu nome alternativo"Jimson" ou " Jamestowm weed"(algo como "erva daninha de Jamestown"). Soldados enviados a Jamestowon para reprimir um motim permaneceram desorientados por quase duas semanas quando a datura foi inadvertidamente colocada em sua comida.
Efeitos no cérebro
Já foi acentuado que a planta analisada acima era alucinógena, isto é, induz a alucinações e delírios. É interessante ressaltar que estes efeitos são muito maleáveis, isto é, dependem de várias condições como: sensibilidade, personalidade do indivíduo, expectativa que a pessoa tem sobre os efeitos, presença de outras pessoas, etc, como a bebida do Santo Daime.
As reacções psíquicas são ricas e variáveis. Às vezes, são agradáveis (boa viagem) e a pessoa se sente recompensada pelos sons incomuns, cores brilhantes e pelas alucinações. Em outras ocasiões, os fenómenos mentais são de natureza desagradável, visões terrificantes, sensações de deformação do próprio corpo, certeza de perigo iminente, etc. São as más viagens.
Tanto as ''boas'’ como as '‘más’ viagens podem ser conduzidas pelo ambiente, pelas preocupações anteriores (o experimentador contumaz sabe quando não está de '‘cabeça boa'’ para tomar o alucinógeno) e principalmente por uma pessoa ao lado. Esse é o papel do ‘'guia’' ou '‘sacerdote'’ nos vários rituais religiosos, que, juntamente com o ambiente do tempo, os cânticos, etc., são capazes de conduzir os efeitos mentais para o lado desejado".
Efeitos no resto do corpo
Os sintomas físicos são pouco salientes, pois são alucinógenos. Pode aparecer dilatação das pupilas, suor excessivo, taquicardia e náuseas/vómitos.
Aspectos gerais
Como ocorre com quase todas as substâncias alucinógenas, praticamente não há desenvolvimento de tolerância; também, comummente, não induzem à dependência e não ocorre síndrome de abstinência com o cessar do uso. Assim, a repetição do uso dessas substâncias tem outras causas que não o de evitar os sintomas da abstinência. Um dos problemas preocupantes com o uso desses alucinógenos é a possibilidade, felizmente rara, da pessoa ser tomada de um delírio persecutório, delírio de grandeza ou acesso de pânico e, em virtude disto, tomar atitudes prejudiciais a si e aos outros.
Ou seja: Tíbia Rooker’s Adventures também é cultura!!!
Voce que leu o ep. acredita que Arta disse a verdade? se sim, sera que tudo era verdade? ou foi tudo ou quase tudo deliliro? esperem pelo 9 ep. Bye ^^'
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