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Tópico: O mago e o andarilho

  1. #1
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    Padrão O mago e o andarilho



    O mago e o andarilho


    Capítulo um - O servo do mago

    O céu noturno anormalmente estrelado brilhava intensamente, banhando de luz uma planície gramada e de aparência deserta. As poucas árvores do local balançavam fracamente sob um vento nefasto. Sua aparente solidão só era interrompida por um vulto que se movia veloz na direção do mar, ao leste.
    Era o vulto de um humano, que cavalgava um belo corcel negro. Usava uma cota de malha reluzente ao luar, bem como um elmo muito rebuscado, que cobria-lhe toda a cabeça. Uma espada pendia em sua bainha ao lado do corpo do cavaleiro.

    Ele seguia resolutamente o seu caminho, por vezes contornando uma ou outra árvore. Embora a prudência disesse-lhe que devia verificar se não estava sendo seguido, a magnitude da informação que tinha tirava todo o resto de sua cabeça. Finalmente, após meses de pesquisas e buscas inúteis, a confirmação do que eles tanto queriam ouvir... E certamente ele iria participar da glória do seu senhor, como lhe fora prometido! Animado por estes pensamentos, seu rosto se abriu num largo sorriso. Estugou o corcel, fazendo-o correr ainda mais rápido, encurtando a distância que os separavam do mar.

    Atingiu logo a costa, e sua excitação cresceu ao ver a luz pálida vinda de uma península, distante cerca de noventa metros do litoral. Cavalgou pelo fino rastro de terra que ligava-a ao continente, e à medida que andava, a fonte da luz se tornava visível. Vinha de uma janela no alto de uma torre cilíndrica, feita de pedra gasta pelo tempo, encardida e coberta de hera, parcialmente oculta por uma grande árvore que crescera em sua frente.

    Quando chegou bem perto da torre, desmontou do corcel. Despiu o elmo, revelando um rosto jovem, cabelos muito negros e curtos e olhos da mesma cor. Como seus pensamentos voavam, esqueceu-se de abaixar ao passar por um galho baixo da árvore, batendo a testa nele com força. Praguejando baixinho, empurrou a porta de madeira simples que guardava o interior úmido e escuro da construção, enquanto passava os dedos pela testa lesada. Não havia nada ali, exceto uma escada no canto oposto, levando ao andar de cima. O cavaleiro subiu os degraus, que rangeram um pouco. No segundo andar também não havia nada, exceto mais um lance de escadas. No terceiro andar, havia outra porta, idêntica à da entrada. Ele hesitou por um momento e, então, bateu três vezes na porta com o nó dos dedos.
    - É você, Geibridor? - Perguntou uma voz apática do outro lado.
    - É, milorde. - Respondeu o cavaleiro de nome Geibridor, no tom cuidadoso usado sempre que falava com ele, e empurrou a porta para entrar no aposento diminuto e de teto baixo, que lhe dava uma sensação claustrofóbica.
    Havia apenas uma mesa tosca no centro da pequena sala, atulhada de livros de todos os tamanhos. Uma espada fina, bem diferente da dele, jazia encostada à mesa. Um lampião iluminava o rosto de uma figura quase esquelética, que lia o maior livro da mesa. Já era velho, e tinha rugas aparentes em todo o rosto, e vários fios brancos no cabelo outrora ruivo. Era total ou parcialmente cego do olho esquerdo, evidenciado por sua cor azul opaca, e usava uma túnica vermelho sangue que lhe cobria os pés. Não ergueu os olhos de seu livro à entrada do cavaleiro, mas perguntou num tom de voz áspero, mesmo já sabendo a resposta:
    - Você foi seguido?
    - Hum.. - Balbuciou ele, lembrando-se de sua falha, e se preocupando. Resolveu mentir: - Não, senhor.
    Só então o homem sentado na cadeira ergueu a cabeça para Geibridor, estreitando os olhos para ele.
    - Não minta para mim garoto, ainda não aprendeu? Sei que você não verificou isso uma única vez. Espero que tenha me trazido algo bom e de fonte confiável desta vez, ou estarei gastando meu tempo em algo inútil novamente, e tenho certeza de que você não quer isso, Geibridor.
    - Não, milorde! – Respondeu Geibridor, tentando acalmar o velho. Não se incomodava com este tratamento frio que ele lhe dispensava, como se já tivesse acostumado a ele – Desta vez eu o vi, senhor, vi com meus própios olhos! Reconheci-o pelas características com que o senhor o descreveu para mim!
    Os olhos do velho se arregalaram de espanto e sua boca se abriu parcialmente numa expressão de surpresa. Logo depois, voltou ao normal e perguntou a Geibridor:
    - Você tem certeza disso? – Seu tom de voz era completamente diferente do de instantes atrás, era ansioso, mal conseguia manter a voz firme.
    - Tenho, senhor! Vi-o na cidade de Gízena, ainda ontem.
    Mas o velho mal o ouvia. Levantara-se da cadeira, e murmurava coisas para si mesmo. Então, de repente, pegou a espada da mesa e precipitou-se para a porta, quase correndo ao descer os degraus da escada.
    -M... Milorde?- Perguntou Geibridor, aturdido por um instante, mas rapidamente o seguiu escada a baixo.
    Ao chegar no térreo, viu o velho montando o corcel negro.
    - Milorde? Espere, milorde! Aonde vai? E a minha recompensa? – Indagou Geibridor.
    O mago parou e riu. Não conseguiu se conter.
    - Ainda não entendeu, garoto? Não há glória alguma! Pelo menos não para você. Eu o enganei, o fiz trabalhar para mim durante todos esses meses, e você obedientemente cumpriu todas as minhas ordens.
    Geibridor congelou por um instante, paralisado pelo impacto das palavras. Então finalmente entendeu o que o velho quis dizer. Mas qualquer emoção que pudesse ter sentido foi suplantada pelo medo, pois a intenção do mago não poderia ser mais clara. Apontava a palma da mão direita em sua direção, enquanto murmurava palavras numa língua estranha. Já vira ele fazer isso contra outros infelizes antes. O jovem sacou sua espada instintivamente, e brandiu-a direto contra o pescoço do mago, que parou de murmurar no ato. Mas a espada nunca chegou a atingir o alvo. Apenas se contorceu absurdamente por um instante, então resvalou das mãos de seu dono e caiu no chão, como se fosse líquida. Espantado por essa demonstração de poder, Geibridor tropeçou nos própios pés e caiu no chão de costas, mas rapidamente levantou-se e correu desabalado na direção oposta da torre, tentando fugir do mago e seu poder. Este apenas riu diante desta exibição patética, e nada mais fez contra Geibridor. Cavalgou até o continente, pelo mesmo caminho em que o jovem correra instantes atrás, mas então seguiu na direção da cidade de Gízena, que ficava ao norte, sem olhar nem uma vez para trás, deixando o jovem desgraçado que ainda corria, a pé e agora sem sua arma.


    Ta ai o primeiro capítulo, peço que quem tiver vivo comente e aponte os erros que sei que tem de montes. Semana que vem talvez eu poste o segundo capítulo, se valer a pena.

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    Última edição por Gabriellk~; 06-01-2010 às 10:06.
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  2. #2
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    Achei o primeiro capítulo muito bom, a parte em que Geibridor diz "Desta vez eu o vi, senhor, vi com meus própios olhos! Reconheci-o pelas características com que o senhor o descreveu para mim!" me deixou intrigado... Quem (ou o quê) ele viu? :rolleyes:

    Sua linguagem é muito boa também, as palavras um pouco mais cultas deixam o texto mais maduro

    Vou tentar acompanhar!
    .

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  3. #3
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    Obrigado pelo comentário Arctic Wolf, mas parece que só você de membro leu a minha história, ou algum outro leu e não quis comentar. =/ Vcs tem que comentar pra eu saber se a história indo bem ou não, e se não tiver, saber aonde melhorar.

    @edit:
    Obrigado também, Aysengard, um "muiiiito bom" é melhor que nada.
    Última edição por Gabriellk~; 23-11-2009 às 13:31.
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  4. #4
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    muiiiiito bom

  5. #5
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    Apesar da desanimadora falta de comentários, resolvi insistir e postar o segundo capítulo. Ai vai, divirtam-se (Ou não):





    Capítulo dois - Conversa no bar

    Os telhados das casas refletiam a luz do sol rachante do meio-dia na minúscula cidade de Cátir, satélite da metrópole Tsahua. As ruas de pedra da cidade, em geral pouco movimentadas, pululavam de pessoas que iam agitadas às casas dos amigos e parentes, para comentar a grande notícia recebida ainda nas primeiras horas da manhã.

    Aconteceu que mensageiros correram por toda a cidadezinha gritando a plenos pulmões que o governador de Tsahua, Cryus Anvet, fora encontrado morto em sua mansão, junto com a mulher e os dois filhos pequenos, na véspera. A maneira da morte era o que mais chocava as pessoas. Os quatro tinham ganchos enormes perfurando o crânio, suspensas a alguns centímetros do solo por cordas presas aos ganchos e amarradas à uma viga no teto. Todos se perguntavam o motivo que levaria alguém a não poupar nem crianças de uma morte tão brutal, se é que havia um motivo.

    Apesar da fatalidade, os habitantes de Cátir não poderiam deixar de gostar da saída de Anvet do governo. Nunca fora muito popular na cidade, pois não dava a mínima para ela, o que deixava seus incautos habitantes sob a mercê de toda a corja de bandidos, ladrões e vigaristas, que exerciam seus ofícios ao bel prazer e quase sempre sem nenhuma punição.

    Um desses seres, por acaso, passava na rua naquele momento. Usava uma capa rota marrom, e tinha cabelos castanhos curtos e espetados. Todos o olhavam com medo quando ele chegava perto, mas o homem não parecia dar a mínima para as outras pessoas. Andava vagarosamente, passando pelas casas de madeira idênticas rua acima, absorto em seus pensamentos. Só parou ao chegar na frente do único bar da cidade, que, estranhamente, era chamado de “O Andarilho”. Um homem e uma mulher conversavam na frente da entrada do bar. Pararam quando viram o sujeito se aproximar da entrada.
    - Belo roubo o de ontem, hein, Chad? – Perguntou o homem com um sorriso afetado, enquanto balançava uma bolsinha cujo conteúdo tilintava, e sua companheira dava uma risadinha.
    O ladrão chamado Chad respondeu com um aceno de cabeça e um esgar, e empurrou a rústica porta de ébano para entrar no bar. Estava bem iluminado e limpo, além de lotado. Chad lançou olhares pelo bar procurando cadeiras vazias e rostos conhecidos. Havia vários, o que é comum em cidades pequenas, mas ele não cumprimentou ninguém, e nem os outros o fizeram. Dirigiu-se para uma mesa perto do balcão, que ficava do lado oposto à entrada, e ocupava quase toda a extensão do bar. Uma prateleira com vários tipos de bebidas ficava ao fundo. Despiu a capa, deixando-a sobre uma cadeira, revelando uma espingarda que pendia ao lado de seu corpo, e um sabre no outro. Várias pessoas olharam a arma de fogo com medo, e um homem chegou a perguntar:
    - Precisa trazer esse troço até aqui no bar?
    - Claro. Sei bem que vocês iriam me linchar se eu estivesse vulnerável – Respondeu ele, sacando a arma e engatilhando –a, apenas para amedrontar o homem que perguntou.
    Então sentou – se e ficou observando o interior do bar, à toa. O estabelecimento era todo forrado por uma tapeçaria vermelha e amarela. Alguns homens berravam enquanto jogavam cartas a um canto, e um grupo em outra mesa lançava olhares de censura a eles. Dois sujeitos bebiam uma bebida preta de uma garrafa de metal sentados ao balcão.
    Nesse momento, mais duas pessoas entraram no bar, e Chad reconheceu Ferus, um companheiro de ofício, acompanhado por um estranho. Suas aparências eram contrastantes. Ferus tinha cabelos loiros muito curtos e uma cara carrancuda, além de um enorme bigode e a barba por fazer. O estranho tinha cabelos muito negros e mal cortados, que lhe caíam até os ombros, visíveis por cima do chapéu marrom que usava. Seu rosto era melancólico e os olhos cinzentos muito tristes. Tinha uma saca amarrada nas costas e suas botas de couro estavam gastas e sujas, indicando que ele era um viajante.
    Ferus reconheceu Chad e dirigiu-se para a mesa dele, com o estranho em seus calcanhares.
    - Posso me sentar? – Perguntou Ferus. Chad deu de ombros, e os dois puxaram cadeiras e se sentaram.
    Ferus, notando o olhar indagador de Chad ao estranho, disse com sua voz rascante:
    - Este é o Umeth, ele me pareceu uma boa pessoa, por isso o trouxe para tomar um drinque no bar. Ele está apenas de passagem, como você deve ter notado. – Então chamou o dono do bar, um velho careca, encarquilhado e corcunda. – Três cervejas para nós aqui, Fargos!
    - Então ele sabe o que fazemos? – Perguntou Chad, levantando uma sobrancelha.
    - Sabe, mas eu lhe garanti que não ía roubá-lo, além do mais, o pobre rapaz não tem quase nada para se roubar. – Completou Ferus com uma gargalhada.
    - Sim, estou a caminho de Tsahua , a oeste, e parei aqui para comprar mantimentos, mas não encontrei nenhuma construção na cidade que não fossem casas e esse bar. – Disse Umeth, enquanto desamarrava sua saca e depositava-a no chão. Não parecia se importar com o fato de estar sentado numa mesa com dois bandidos.
    Chad sorriu.
    - Não, você não vai encontrar nada aqui mesmo. Quase não há comércio na cidade, as pessoas exercem seus ofícios e fazem suas compras diretamente em Tsahua. Mas a cidade é bem perto, você aguenta até lá.
    Nesse momento, Fargos trouxe as três garrafas de cerveja e três copos, e se afastou rapidamente, olhando apreensivo para Chad.
    - Notei que a maioria das pessoas, sejam elas bandidos ou não, o olham com medo ou raiva – Disse Umeth, olhando para Chad com um olhar indagador, enquanto se servia da cerveja.
    Chad riu de novo.
    - Apenas os bandidos me olham com raiva. Os habitantes normais temem isso – E mostrou a espingarda.
    - Por quê? - Perguntou Umeth, franzindo as sobrancelhas. – É uma arma incomum, mas não tanto assim.
    - Ah, mas aqui nesse fim-de-mundo, é. Sou o único na cidade que tem uma dessas. Os habitantes viram, há uns dois anos, um viajante como você matar outro homem com um tiro na testa, no meio da rua. Desde então sentem medo das armas de fogo.
    - Então, onde você compra a munição?
    - Onde compro? – Perguntou Chad com uma risada, tomou um longo gole de sua cerveja e falou num susurro, para que ninguém nas outras mesas ouvisse: – Eu não compro. Já está sem balas a muito tempo, por isso uso também este sabre por precaução.
    Umeth arregalou os olhos com a surpresa, e Ferus entrou na conversa dos dois:
    - Mesmo assim, acredite, tem nos ajudado muito a roubar os ladrões. – Então viu o olhar atónito de Umeth para ele. – Ah, sim, não lhe contei. Não somos ladrões comuns. Para que roubar os cidadãos normais se podemos esperar os saqueadores fazerem o trabalho sujo e depois exigirmos deles a nossa parte? Se recusarem, basta meter a espingarda em suas caras. São tão ignorantes quanto as pessoas normais.
    Umeth parou um instante, seu rosto inescrutável. Bebeu o que restava de sua cerveja e logo em seguida disse:
    - Bem, tenho de ir. Quero chegar em Tsahua ainda hoje. Será que algum de vocês pode me mostrar a saída da cidade? – E levantou-se.
    - Eu o levo. - Disse Chad, que também se levantou, e apanhou sua capa, mas não a recolocou. – Vai ficar aí, Ferus? –Perguntou ele, vendo que o outro não se levantara da cadeira.
    - Vou, não tenho a intenção de sair da cidade agora, não com ela tão agitada por causa da morte do nosso querido ex-governador. – Respondeu ele. Neste momento, três seres encapuzados usando túnicas pretas levantaram-se de uma mesa próxima e saíram do bar.
    - Você vai à Tsahua também? - Perguntou Umeth a Chad. Depois da conversa que tiveram, seu rosto recobrou a aparência melancólica.
    - Não, vou apenas acompanhá-lo até a saída da cidade. Não tenho nada melhor a fazer.
    Umeth disse um adeus a Ferus, e então ele e Chad partiram para fora do bar, Chad um pouco a frente.

    Andavam em silêncio, até virarem e irem por uma ruela deserta. Andaram um pouco e então Chad parou, nervoso. Sacou seu sabre. Umeth, que não carregava nenhum tipo de arma visível, não pôde fazer o mesmo. Apenas olhou para os lados nervoso. De repente, Chad virou-se, mas já era tarde.

    Três vultos encapuzados haviam descido dos telhados das casas próximas a eles, e um deles bateu com o cabo de uma arma estranha com força do lado da cabeça de Umeth, que caiu no chão e não levantou mais. Um segundo depois, uma pancada muito forte do lado de sua cabeça indicou que lhe fizeram o mesmo. Chad viu estrelas por um momento, então caiu no chão, de borco, e sobreveio a escuridão.


    Comentem, nem que seja pra dizer que a história ta uma merda, mas digam alguma coisa.




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  6. #6
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    Citação Postado originalmente por Gabriellk~ Ver Post
    Comentem, nem que seja pra dizer que a história ta uma merda, mas digam alguma coisa.
    Pode dizer isso mesmo?

    Brincadeirinha... :rolleyes:

    @Opinião
    Assim como o primeiro capítulo, o segundo me surpreendeu, inserindo personagens desconhecidos e misteriosos... Além de diálogos que fazem minha cabeça lotar de perguntas...
    Esse é a primeira história sua que eu li, mas acho que já reconheci seu jeito de escrever. Você tem futuro, rapaz.
    A sua linguagem é ótima e, como eu já disse, esse mistério que paira sobre os personagens me deixa cada vez mais intrigado, querendo saber mais sobre eles e seus objetivos

    Keep writing~
    Última edição por Arctic Wolf; 26-11-2009 às 19:40.
    .

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  7. #7
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    Citação Postado originalmente por Arctic Wolf Ver Post
    Pode dizer isso mesmo?

    Brincadeirinha... :rolleyes:

    @Opinião
    Assim como o primeiro capítulo, o segundo me surpreendeu, inserindo personagens desconhecidos e misteriosos... Além de diálogos que fazem minha cabeça lotar de perguntas...
    Esse é a primeira história sua que eu li, mas acho que já reconheci seu jeito de escrever. Você tem futuro, rapaz.
    A sua linguagem é ótima e, como eu já disse, esse mistério que paira sobre os personagens me deixa cada vez mais intrigado, querendo saber mais sobre eles e seus objetivos

    Keep writing~



    Pensei que tu ia dizer que a história ta uma merda mesmo =P

    Mais uma vez obrigado pelo comentário positivo, e pode deixar que algumas das suas perguntas vão ser respondidas nos capítulos 3 ou 4 (ou não).
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    Bom
    ainda nao deu tempo de ler tudo
    pois to terminando uns trem aki!!
    mais cara parece ser otimo
    pq é bem do tipo q gosto
    misterioso e q sempre larga
    uma pergunta pelo menos no ar
    adoro isso pois exita (nao sei escreve)
    o leitor a continuar lendo por curiosiadde
    de saber sobre o misterio!!
    os melhores textos e livros sao sempre assim
    tb gosto de criar historias e imaginar cenas e cenas
    porem nao sou tao bom para passalas para o papel como vc
    sei deixar uma perguntinha no ar mais nao sei escrever!!!
    esta otimo e uso dos outros comentarios minhas palavras!!
    so uma pergunta! vc é de cuiaba mt? pois tb sou daki
    intereçante achar alguem daki desse ]forum aki em cuiaba!!
    achava q era unico perdido aki askoaskokoaskosa =)

    @Edit:: pra nao ser banido por spoiler vo edita aki!!
    legal vc ser de rondonopolis!! perto msm!!
    pena nao ser de cuiaba pois como eu disso tenho criatividade mais nao sei passar para o papel!! ai quem sabe eu nao contava minhas historias a vc e vc deixava elas maneira nao é =)
    dps vo terminar de ler o resto!!!
    ahh e nao desiste de postar nao cara
    como os outros aki fazem varios começam e nao postam mais!! e issu é uma pena, pois muitos RPs daki sao otimos e estao inacabados!!
    continue msm q os outros membros nao deixem comentarios!!
    pelo menos vc feiz sua parte e deixou sua historia aki para
    quem gosta de ler msm!!!
    Última edição por ESTRANHOSO; 27-11-2009 às 15:02.

  9. #9
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    Citação Postado originalmente por ESTRANHOSO Ver Post
    Bom
    ainda nao deu tempo de ler tudo
    pois to terminando uns trem aki!!
    mais cara parece ser otimo
    pq é bem do tipo q gosto
    misterioso e q sempre larga
    uma pergunta pelo menos no ar
    adoro isso pois exita (nao sei escreve)
    o leitor a continuar lendo por curiosiadde
    de saber sobre o misterio!!
    os melhores textos e livros sao sempre assim
    tb gosto de criar historias e imaginar cenas e cenas
    porem nao sou tao bom para passalas para o papel como vc
    sei deixar uma perguntinha no ar mais nao sei escrever!!!
    esta otimo e uso dos outros comentarios minhas palavras!!
    so uma pergunta! vc é de cuiaba mt? pois tb sou daki
    intereçante achar alguem daki desse ]forum aki em cuiaba!!
    achava q era unico perdido aki askoaskokoaskosa =)

    Antes de tudo, obrigado pelo comentário
    E não sou de Cuiabá não, sou de Rondonópolis, mais perdido do que vc =P. Mais é bem pertinho dai.
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  10. #10
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    Bom... essa é a primeira história sua que vejo no fórum. Não vou comentar sobre erros gramaticais até porque to meio enferrujado e não notei quase nenhum. Passei aqui no fórum e achei interessante o título, e apesar de estar meio retirado do fórum, resolvi ler e acharia injusto não comentar.

    A história parece prometer bastante. Tem muito suspense e adoro suspense!!!! Eu escrevia uma história aqui no fórum chamada de Terras Distantes. Está incompleta, pois parei de escrever justamente por falta de comentários, mas adorava colocar mistérios lá também. Se quiser dá uma passada lá pra ler. Mas acho que não pode comentar porque ta há muito tempo sem levar comentários, acho que seria flood.

    Mas voltando a falar de sua história, realmente está boa. Gostei mais do primeiro capítulo. Talvez não tenha lido o segundo com tanta atenção por causa do sono, mas vo tentar ler depois novamente. E como disse antes, sua historia promete. Acho que grandes historias as vezes começam com um inicio modesto, que pode não agradar a muitos. Mas sua história está legal. Tente não desanimar. Sei mesmo que é dificil receber comentários nessa sessão, mas se lhe agrada escrever, então escreva.

    Bom... Quando escrever um novo capítulo me avise por mensagem privada, porque as vezes não tenho tempo de entrar na seção para ver as coisas. Até mais e boa sorte.

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