Então Jiraya, creio que a parte de observar as pessoas ajuda nesse quesito. Se você reparar bem, há um certo protocolo para se iniciar essas conversas e o assunto de interesse de cada um precisa ser observado. Eu sei que é tenso tentar teorizar, mas acontece. Esse "protocolo" serve de início, pelo menos até você conseguir romper a membrana do formalidade.
As cantadas, por exemplo, são formas desse protocolo (não é uma das melhores). Mas não adianta só repetir o que ouviu, tem que treinar para repetir com "time" e linguagem corporal.
Depois que essa membrana é rompida entra a questão de afinidade. Mas nem sempre é necessário afinidade para conversar com pessoas.
Esse é um outro problema. Por mais que você ache que o mundo da outra pessoa não te interessa, é necessário se esforçar. Fazer o chamado networking é uma estratégia de vida. Para conhecer pessoas você precisa conhecer pessoas. As vezes aquele cara que não é interessante para você tem um amigo ou uma amiga interessantes ou num futuro essa pessoa desinteressante pode virar o seu chefe ou uma pessoa da qual você dependa.
Sim, mas mesmo os anti-sociais precisam de trato social. Quando você fica muito recluso acaba perdendo a habilidade de se relacionar com pessoas. E ninguém vive sozinho. Você não precisa gostar de pessoas, mas é importante saber lidar com elas.
O do espelho não é realmente um treino de falar em público, Leir. É um macete para você desenvolver sua linguagem corporal. As vezes, por costume, fazemos gestos muito exagerados ou algum movimento facial que não exterioriza o sentimento que você está sentido. É importante você conseguir passar um sentimento através de gestos e face e ter conhecimento do seu próprio corpo. Ainda mais para você que é professor.
Mas é claro, isso é individual. E como eu disse, acontece no nível do inconsciente.
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